Uma iniciativa para entender e discutir os múltiplos impactos das mudanças climáticas em Santa Catarina e propor soluções para o nosso futuro. 

Aniversário do PN São Joaquim
Aniversário do PN São Joaquim

Uma iniciativa para entender e discutir os múltiplos impactos das mudanças climáticas em Santa Catarina e propor soluções para o nosso futuro. 

Os últimos três anos (2023-2025) foram os mais quentes já registrados (C3S). Esse marco sinaliza claramente que os limites do planeta estão sendo desafiados de forma perigosa. Com o aumento das temperaturas, os impactos da crise climática se tornam mais intensos e frequentes. O Sul do Brasil tem enfrentado ciclones, tempestades severas, enxurradas, enchentes, ondas de calor e secas prolongadas.

Em Santa Catarina, eventos como o ciclone Catarina (2004), as enchentes no Alto Vale do Itajaí (2008, 2011 e 2023) e a seca no Oeste (2012) evidenciam a gravidade crescente desse cenário

Ignorar a emergência climática custa caro!

Os eventos climáticos extremos em Santa Catarina causaram prejuízos públicos enormes:

Os últimos três anos (2023-2025) foram os mais quentes já registrados (C3S). Esse marco sinaliza claramente que os limites do planeta estão sendo desafiados de forma perigosa. Com o aumento das temperaturas, os impactos da crise climática se tornam mais intensos e frequentes. O Sul do Brasil tem enfrentado ciclones, tempestades severas, enxurradas, enchentes, ondas de calor e secas prolongadas.

Em Santa Catarina, eventos como o ciclone Catarina (2004), as enchentes no Alto Vale do Itajaí (2008, 2011 e 2023) e a seca no Oeste (2012) evidenciam a gravidade crescente desse cenário

Ignorar a emergência climática custa caro!

Os eventos climáticos extremos em Santa Catarina causaram prejuízos públicos enormes:

A crise não é só climática

O mundo está em “falência hídrica”. Segundo a ONU, cerca de 70% dos aquíferos estão em declínio, metade dos grandes lagos está encolhendo e 4,4 bilhões de pessoas enfrentam escassez de água ao menos um mês por ano.

Ao mesmo tempo, enfrentamos uma crise de biodiversidade sem precedentes: as populações de vertebrados monitoradas caíram, em média, 73% desde 1970, em razão da destruição de habitats, das mudanças climáticas, da poluição e da superexploração dos recursos naturais.

 

A crise não é só climática

O mundo está em “falência hídrica”. Segundo a ONU, cerca de 70% dos aquíferos estão em declínio, metade dos grandes lagos está encolhendo e 4,4 bilhões de pessoas enfrentam escassez de água ao menos um mês por ano.

Ao mesmo tempo, enfrentamos uma crise de biodiversidade sem precedentes: as populações de vertebrados monitoradas caíram, em média, 73% desde 1970, em razão da destruição de habitats, das mudanças climáticas, da poluição e da superexploração dos recursos naturais.

 

As soluções são baseadas na natureza!

Substituir combustíveis fósseis, combater o desmatamento e investir na restauração da Mata Atlântica são as ações mais urgentes e eficazes. Investir nessas soluções é fundamental para garantir a sobrevivência das populações humanas!

As soluções são baseadas na natureza!

Substituir combustíveis fósseis, combater o desmatamento e investir na restauração da Mata Atlântica são as ações mais urgentes e eficazes. Investir nessas soluções é fundamental para garantir a sobrevivência das populações humanas!

Seminário Estadual sobre Mudanças Climáticas

O encontro reunirá representantes do poder público, do setor privado, da academia e da sociedade civil para discutir os impactos da crise climática no estado e para construir soluções concretas para o presente e o futuro de Santa Catarina.

O Encontro será no dia 20 de março, em Florianópolis.

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