Conservador das Araucárias alcança mais de 3.500 hectares em restauração
O projeto Conservador das Araucárias, uma parceria da Apremavi com a Tetra Pak, alcançou um importante marco em sua trajetória: atingiu 50% da meta estabelecida, com mais de 3.500 hectares de Mata Atlântica em processo de restauração. O projeto atua prioritariamente na Floresta com Araucárias e tem como objetivo restaurar 7.000 hectares até 2030.
Uma das estratégias para o alcance das metas é o trabalho em parceria com proprietários rurais da região. As ações incluem a recuperação de áreas alteradas por meio do plantio de espécies nativas, do acompanhamento da regeneração natural da vegetação e do enriquecimento de florestas secundárias, sempre respeitando as características de cada propriedade.
Para viabilizar as ações de restauração, os proprietários recebem todos os insumos e as orientações técnicas necessários, bem como o pagamento antecipado pelo carbono, decorrente da restauração implantada. Fazem parte do projeto, até aqui, 41 propriedades rurais participantes, entre pequenas, médias e grandes, nos municípios de Atalanta, Anitápolis, Papanduva, Urubici, Urupema, Painel, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima e São Joaquim
Essa integração entre conhecimento técnico, mecanismos inovadores de financiamento e participação das comunidades locais demonstra que a recuperação da Mata Atlântica gera benefícios que vão além da captura de carbono. A restauração contribui para a conservação da biodiversidade, a proteção das nascentes e dos solos, a conectividade entre fragmentos florestais e a valorização da produção rural sustentável.
Confira os depoimentos de quem já está no projeto:
Conservador das Araucárias
O Conservador das Araucárias é um projeto da parceria entre a Tetra Pak e a Apremavi que visa a restauração florestal com espécies nativas, atrelada à captura de carbono para mitigação das mudanças climáticas, a adequação de propriedades rurais à legislação ambiental e a conservação de mananciais hídricos, do solo e da biodiversidade, bem como a melhoria da qualidade de vida da população inserida no território.
O projeto tem a ambição de restaurar 7 mil hectares da Mata Atlântica até 2030 – o equivalente a 9.800 campos de futebol.
Autora: Miriam Prochnow
Revisão: Carolina Schaffer
Foto de capa: Wigold Schäffer