Clima e Restauração

Cada árvore plantada é um passo contra a crise climática

As mudanças climáticas são o maior desafio ambiental da nossa época. Seus efeitos já são sentidos em todo o planeta, com eventos extremos cada vez mais frequentes como secas prolongadas, enchentes devastadoras, furacões, degelo acelerado das calotas polares e elevação do nível dos oceanos. Essas transformações colocam em risco não apenas a biodiversidade, mas também o equilíbrio das sociedades humanas, que são afetadas de diferentes formas pelos eventos climáticos extremos.

Apesar desse cenário desafiador, há caminhos possíveis e promissores. A restauração das florestas se destaca como uma das soluções mais eficazes para reduzir os impactos das mudanças climáticas, conservar a biodiversidade e garantir um futuro mais resiliente para todos. Restaurar não se resume a plantar árvores, busca recuperar a integridade e resiliência dos  ecossistemas, devolver vida a áreas degradadas e abrir espaço para que a natureza e as comunidades humanas prosperem juntas.

O objetivo dessa área temática é promover ações de mitigação, adaptação e Soluções Baseadas na Natureza, com destaque para a restauração de áreas alteradas, como estratégia para o combate à crise climática.

Nesse sentido, a Apremavi mantém o programa Clima Legal, que promove educação ambiental e mobiliza a sociedade a partir da emergência climática e da restauração ecológica. O programa busca inspirar a participação cidadã e a construção de soluções sustentáveis que façam diferença hoje e no futuro.

Em 2022, em parceria com a Tetra Pak, a Apremavi lançou o projeto Conservador das Araucárias, que alia restauração florestal com espécies nativas à captura de carbono, adequação de propriedades rurais à legislação ambiental, conservação da biodiversidade, do solo e da água, além de promover qualidade de vida para as comunidades locais. A iniciativa prevê ações em 7 mil hectares da Mata Atlântica.

Conheça mais sobre os projetos que integram a Área Temática:

Conservador das Araucárias

Alia a restauração florestal com espécies nativas à captura de carbono e prevê a restauração de 7 mil hectares da Mata Atlântica. É fruto da parceria entre a Apremavi e a Tetra Pak.

Fazenda Taquara adquirida por meio do Conservador das Araucárias
Plantio do Bosque de Heidelberg

Bosques de Heidelberg

Estimula o intercâmbio entre as cidades de Heidelberg (na Alemanha) e de Atalanta (SC), incentivando o plantio de bosques com árvores nativas da Mata Atlântica e apoiando ações de educação ambiental.

Clima Legal

Promove  atividades de educação ambiental, partindo da emergência climática e da restauração ecológica para dialogar a participação cidadã na construção de  soluções sustentáveis para o presente e futuro.

Atividades de educação ambiental entre os dias 02 e 09 de junho em Lages e Ituporanga (SC) 2025

A agenda da restauração cresce no Brasil e ganha força como compromisso internacional. Uma das metas da NDC brasileira, no âmbito do Acordo de Paris, é restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares até 2030. Para ampliar esse impacto, parcerias são essenciais. Por isso, a Apremavi integra o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, plataforma multiatores lançada em 2009, com a meta de restaurar 15 milhões de hectares até 2050.

Além disso, a Apremavi participa do Observatório do Clima (OC), rede que reúne entidades da sociedade civil para debater o tema e pressionar por compromissos e políticas públicas efetivas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas no Brasil. Com esperança e determinação, a Apremavi mostra que restaurar florestas é também enfrentar a crise climática, regenerando a natureza e fortalecendo a convivência entre todas as formas de vida.

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