Nota sobre incêndios no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é entregue ao governo do Estado

Nota sobre incêndios no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é entregue ao governo do Estado

Nota sobre incêndios no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é entregue ao governo do Estado

A Rede de Ongs da Mata Atlântica (RMA), em conjunto com o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (CNRBMA), encaminhou hoje, dia 17 de setembro de 2019, ao Governador de Santa Catarina uma nota alertando-o da precária situação do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

O PE da Serra do Tabuleiro é a maior unidade de conservação de proteção integral do Estado, e foi, mais uma vez, alvo de incêndios criminosos que atingiram mais de 800 hectares do parque, provocando enorme prejuízo a biodiversidade.

Na nota RMA e CNRBMA cobram das autoridades maior empenho para que tenhamos uma adequada gestão desta UC que resguarda importante e significativo remanescente de Mata Atlântica.

Veja a íntegra da nota.

Imagens do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (SC) após incêndio do dia 11/09/2019. Foto: Arquivo RMA.

Autor: João de Deus Medeiros.

Bosque de Heidelberg: uma inspiração no dia-a-dia da Escola do Ribeirão Matilde

Bosque de Heidelberg: uma inspiração no dia-a-dia da Escola do Ribeirão Matilde

Bosque de Heidelberg: uma inspiração no dia-a-dia da Escola do Ribeirão Matilde

O Bosque de Heidelberg plantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde, em Atalanta (SC), completa 20 anos este ano. Inúmeras atividades interdisciplinares estão sendo desenvolvidas na escola para comemorar a data. Já rolou concurso de desenho, elaboração de cartilha e até carta escrita pelos alunos para a parceira da Apremavi no projeto, a ONG BUND da cidade de Heidelberg, na Alemanha.

A mais recente das atividade desenvolvidas foi a elaboração de cartões postais. A ideia surgiu numa aula sobre gêneros textuais, na qual os alunos  receberam orientações a respeito do gênero e suas características e aprenderam a elaborar e personalizar o seu cartão. Para ilustrar o cartão os alunos registraram elementos do Bosque da Escola, fizeram desenhos e colagens.

Os alunos também escreveram redações com o tema “As árvores do bosque” que foram expostas no hall de entrada da escola, criaram histórias em quadrinho e tem coletado sementes das árvores do bosque.

Múltiplas atividades interdisciplinares estão sendo realizadas para comemorar os 20 anos do Bosque de Heidelberg plantado na Escola de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde, em Atalanta (SC). Foto: Arquivo Apremavi.

Entrega das cartilhas

No dia 13 de setembro a Apremavi foi até a Escola de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde em Atalanta (SC) para entregar as recém impressas cartilhas “Desenhando o Bosque da Escola: 20 anos de amor pela Natureza”. A cartilha é uma iniciativa da Escola, tem o apoio da Apremavi e do BUND, e contém desenhos e poemas elaborados pelos alunos que fizeram do bosque sua fonte de inspiração artística.

Miriam Prochnow, vice-presidente da Apremavi, relata que foi um momento muito especial. “Ver a felicidade dos alunos e das professoras recebendo o fruto de um importante trabalho de educação ambiental foi gratificante“, complementa Miriam.

O lançamento oficial da cartilha será realizado ainda este ano.

Apremavi entrega as cartilhas “Desenhando o Bosque da Escola: 20 anos de amor pela natureza” para os alunos e professores da Escola de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde. Foto: Arquivo Apremavi.

Autora: Carolina Schäffer.

9° Seminário Estadual de Agroecologia será realizado no Alto Vale

9° Seminário Estadual de Agroecologia será realizado no Alto Vale

9° Seminário Estadual de Agroecologia será realizado no Alto Vale

A cidade de Rio do Campo, no Alto Vale do Itajaí (SC), sediará entre os dias 17 e 18 de outubro a nona edição do Seminário Estadual de Agroecologia. O evento visa a ampla discussão sobre os temas relacionados à produção agroecológica e deve contar com a participação de agricultores, técnicos, estudantes, pesquisadores e consumidores de diversas regiões do sul do Brasil além de comitivas de países vizinhos.

Para comemorar as duas décadas de história do evento, que realizou a sua primeira edição em 1999, o Seminário terá como tema “20 anos construindo a Sociedade do Bem Viver, Cultivando Alimentos para a Vida”. São esperadas cerca de mil pessoas no evento que contará com inúmeras palestras e oficinas relacionadas a temática da agroecologia.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 16 de outubro pelo site do evento.

 

A cidade sede

Rio do Campo fica localizado no Alto Vale do Itajaí, tem cerca de 6 mil habitantes e hoje mais de 60% do movimento econômico do município vem da agricultura. Numa ação coordenada dos setores públicos de educação, saúde e agricultura, Rio do Campo vem num crescente investimento na área da agroecologia, dando um belo exemplo à todas as outras cidades de Santa Catarina, por isso foi escolhida cidade sede para a edição de 2019 do Seminário.

 

Apremavi oferece Oficina

Além de ser uma das co-organizadoras do evento, no dia 17 de outubro, das 14h às 17h, a Apremavi oferecerá ao público do evento uma Oficina sobre Restauração de Áreas Degradadas com ênfase em recuperação de matas ciliares e nascentes.

Leandro Casanova, coordenador de projetos da Apremavi, está animado para compartilhar as experiências da instituição. “Para nós fica cada vez mais claro que é possível produzir de forma orgânica e também recuperar as áreas de preservação permanente e reserva legal dos imóveis rurais“, comenta Leandro.

Seminário Estadual de Agroecologia será realizado em Rio do Campo, Alto Vale do Itajaí (SC), nos dias 17 e 18 de outubro. As inscrições podem ser feitas no site do evento.

Autora: Carolina Schäffer.

Projeto Restaura Alto Vale na RPPN Serra do Lucindo

Projeto Restaura Alto Vale na RPPN Serra do Lucindo

Projeto Restaura Alto Vale na RPPN Serra do Lucindo

Em setembro as atividades do projeto Restaura Alto Vale iniciaram na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Serra do Lucindo, localizada em Bela Vista do Toldo (SC).

Entre os dias 02 a 04 foram plantadas 1.200 mudas de 30 espécies nativas da Mata Atlântica, em especial clímax e secundárias. Araucária, Imbuia, Cedro, Canjerana, Erva-mate, Peroba, Tarumã, Guabiroba, Pinheiro-bravo, foram algumas das espécies utilizadas para enriquecer uma área de 4,28 hectares de floresta secundária que no passado era utilizada para agricultura.

O plantio foi realizado pela equipe do projeto Restaura Alto Vale, estagiários e moradores locais. Além do plantio das mudas outras ações como corte e controle de espécies exóticas, roçadas e manutenção de cercas foram realizadas para complementar a metodologia utilizada.

E, para auxiliar ainda mais na conservação da RPPN, três proprietários de áreas rurais vizinhas à RPPN irão recuperar as áreas de preservação permanente localizadas em afluentes e nas margens do rio Barra Mansa, ação essa apoiada pelo projeto Restaura Alto Vale e pelo projeto Clima Legal.

O estagiário Luan Ferreira dos Santos, que auxiliou no plantio, comenta que conhecer a RPPN e ver a sua evolução através das fotos e relatos dos moradores locais, faz ter a certeza da importância da unidade de conservação e do trabalho que está sendo realizado. “A comunidade está engajada nas ações e está despertando o interesse de fazer o mesmo. Além disso, contribuir no enriquecimento da reserva é gratificante, pois tenho certeza que será mantida para as futuras gerações”, complementa Luan.

Projeto Restaura Alto Vale realiza plantio de recuperação de 4,28 hectares de área degradada na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Serra do Lucindo. Foto: Edilaine Dick.

Autora: Edilaine Dick.

Plantio de bosque celebra parceria da Apremavi com a Ellepot

Plantio de bosque celebra parceria da Apremavi com a Ellepot

Plantio de bosque celebra parceria da Apremavi com a Ellepot

Na Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) gostamos mesmo é de plantar florestas, por isso já estamos ansiosos para ver como vão estar as mudas que plantamos hoje no Bosque Ellepot. Em quanto tempo será que as primeiras sombras aparecerão?

No dia 04 de setembro de 2019 a Apremavi iniciou a implantação do Bosque Ellepot, na localidade de Santo Antônio, em Atalanta (SC). O plantio de 4.000 mudas de árvores nativas tem como objetivo celebrar a parceria com a empresa Ellepot, responsável pela tecnologia de mesmo nome, inaugurada pela Apremavi junto com as novas instalações do Viveiro Jardim das Florestas, em abril desde ano.

No último dia 4 de setembro a Apremavi e parceiros realizaram o plantio de 4.000 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica no Bosque do Ellepot. Fotos: Arquivo Apremavi.

A implantação do novo viveiro foi possível graças ao apoio do BNDES, através do projeto Restaura Alto Vale, de investimentos da própria Apremavi e da parceria com a empresa Ellepot, que produz um sistema de produção de mudas de mesmo nome. O Ellepot é um sistema de produção de mudas numa embalagem de papel biodegradável, certificado pela Rainforest Alliance e pelo FSC, composto de fibras de celulose, cuja decomposição varia de 5 a 18 meses.

Esse sistema elimina o uso de saquinhos ou tubetes plásticos na produção de mudas, possibilita o plantio direto sem retirada da embalagem otimizando o tempo de plantio, evita deformação das raízes propiciando ganho de altura das árvores, aumenta a sobrevivência das mudas mais sensíveis e facilita plantios manuais e mecanizados. Com essa tecnologia a Apremavi caminha para uma produção de mudas mais sustentável, diminuindo sua própria pegada ecológica.

O Ellepot é um sistema de produção de mudas numa embalagem de papel biodegradável, certificado pela Rainforest Alliance e pelo FSC, composto de fibras de celulose, cuja decomposição varia de 5 a 18 meses. Foto: Miriam Prochnow.

O plantio foi realizado com a participação de integrantes do Grupo Plantando o Futuro e da equipe e diretoria da Apremavi. Representando a Ellepot estiveram presentes Darci Wernek, Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Ricardo Forneris Junior, Gerente de Vendas para a América do Sul.

Na oportunidade os representantes da Ellepot visitaram o viveiro para conferir as mudas produzidas no novo sistema e constataram que a produção está de vento em popa e com mudas de excelente qualidade. Eles também visitaram a Trilha da Restauração, que fica ao lado do Centro Ambiental Jardim das Florestas e conheceram o Portal Ambiental, plataforma onde são cadastrados e estão disponíveis os dados das áreas em restauração com apoio da Apremavi.

Representantes da empresa Ellepot durante visita ao Viveiro Jardim das Florestas e caminhada na Trilha da Restauração, na Apremavi. Fotos: Miriam Prochnow.

Autora: Miriam Prochnow.

Apremavi participa de audiência sobre instituição do Dia Nacional de Segurança de Barragens

Apremavi participa de audiência sobre instituição do Dia Nacional de Segurança de Barragens

Apremavi participa de audiência sobre instituição do Dia Nacional de Segurança de Barragens

No dia 29 de agosto a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) participou de Audiência Pública em Brasília, destinada a debater a importância da instituição do Dia Nacional de Segurança de Barragens. O evento foi uma iniciativa da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), do Senado Federal.

A audiência foi conduzida pelo Senador Styvenson Valentim (RN). Além de João de Deus Medeiros, conselheiro da Apremavi, participaram como debatedores Maria Luiza Ribeiro, da Fundação SOS Mata Atlântica e Fernando Damasceno, do Movimento dos Atingidos por Barragens.

João de Deus fez uma apresentação mostrando a questão da insegurança das barragens, independentemente do seu tamanho (pequenas, médias ou grandes) e finalidade (Barragens para abastecimento de água, hidrelétricas ou de rejeitos), usando como exemplos o caso de Brumadinho (MG), Barra Grande (SC/RS) e a PCH Heidrich (SC).

Segundo João, foi possível passar um recado bom no sentido de cobrar maior responsabilidade e consequência das ações do estado na implementação da política nacional de segurança de barragens.

Para conferir toda a audiência e as apresentações acesse o site da Comissão ou veja o vídeo abaixo.

Autora: Miriam Prochnow.

Bosques de Heidelberg completam 20 anos

Bosques de Heidelberg completam 20 anos

Bosques de Heidelberg completam 20 anos

A história dos Bosques de Heidelberg no Brasil é uma história de parcerias. Tudo começou em 1998, numa primeira visita da Apremavi à cidade de Heidelberg, na Alemanha, onde aconteceu um encontro com representantes da prefeitura e do Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland (BUND), a ONG ambientalista local. A visita foi coordenada por um integrante do BUND, que havia acabado de realizar um estágio na Apremavi.

Assim surgiu um projeto para restaurar a Mata Atlântica, o Bosques de Heidelberg em Atalanta, com o objetivo de plantar mudas de árvores nativas e atividades de educação ambiental. Com o passar dos anos e a parceria gerando cada vez mais resultados, o projeto passou a ser chamado de Bosques de Heidelberg no Brasil. Já foram plantadas mais de 110 mil árvores de espécies nativas da Mata Atlântica, formando mais de 90 bosques, em 17 cidades. Uma verdadeira história de parcerias.

Os primeiros bosques foram plantados em 1999 e este ano completam 20 anos. Um deles fica na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde, em Atalanta (SC), que está desenvolvendo várias atividades alusivas à data com seus alunos. Já noticiamos algumas delas aqui no site da Apremavi. Confira os desenhos que os alunos fizeram na Semana da Biodiversidade e as cartas que eles escreveram na Semana do Meio Ambiente.

Outro bosque fica ao lado Krüger Haus em Trombudo Central (SC). Os proprietários da Krüger Haus desenvolvem atividades relativas à história da imigração alemã na região e também ações de educação ambiental com os visitantes. 

Vale a pena conhecer de perto essa história.

Plantado em 1999 no âmbito do Projeto Bosques de Heidelberg no Brasil, o Bosque da Krüger Haus comemora 20 anos esse ano. Confira as fotos e o vídeo que a Apremavi preparou depois da visita realizada pela nossa equipe.

Autora: Miriam Prochnow.

Fórum Sul-americano de Conservação da UICN faz declaração em prol da Natureza

Fórum Sul-americano de Conservação da UICN faz declaração em prol da Natureza

Fórum Sul-americano de Conservação da UICN faz declaração em prol da Natureza

De 12 a 14 de agosto de 2019, aconteceu na Cidade del Este (Paraguai) o Fórum Sul-americano de Conservação da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O evento reuniu membros da UICN, representantes das comissões de especialistas, do secretariado e diferentes atores regionais. Mais de 100 participantes debateram os avanços alcançados no contexto do programa atual da organização e os principais impactos nas políticas públicas voltadas à conservação e os pontos principais da agenda pós 2020.

Realizado a cada quatro anos, o Fórum Sul-americano de Conservação é uma etapa para a construção do programa quadrienal da UICN e para discutir as prioridades regionais para que a organização siga cumprindo seu papel e liderança como a maior e mais diversa rede ambiental do mundo. O Fórum é também um momento importante de preparação para o Congresso Mundial de Conservação da UICN que acontecerá em junho de 2020, na cidade de Marselha (França).

Grethel Aguilar, diretora geral interina da UICN, destaca a importância do encontro para o posicionamento da América do Sul no contexto global da conservação: “Como latino americana digo com propriedade que estamos na região com a maior biodiversidade do mundo, a qual estamos perdendo a um ritmo sem precedentes. A mobilização conjunta dos atores é fundamental e urgente para promover o desenvolvimento econômico e social sustentável e compatível com os esforços para a proteção da natureza”.

Álvaro Vallejo, diretor da UICN América do Sul, destaca a importância da colaboração: “O trabalho conjunto é de extrema importância para conter a diminuição massiva de espécies, tanto em terra como no oceano. O que seremos capazes de fazer na próxima década será decisivo para o futuro da humanidade.”

Para Miriam Prochnow, que representou a Apremavi no evento, o Fórum foi um espaço muito importante de intercâmbio e união, especialmente no momento em que a humanidade passa por sua maior crise ambiental e o Brasil por um dos seus momentos mais críticos em relação à proteção de suas florestas e outros ecossistemas. A Apremavi é uma das proponentes da moção de apoio aos ativistas, lideranças e comunidades que defendem a natureza que será apresentada no Congresso do ano que vem, uma vez que as ameaças a ativistas, lideranças e comunidades que defendem o meio ambiente se intensificam em muitas partes do mundo, como mostra o relatório da Global Witness, publicado no dia 30 de julho de 2019.

Participantes e momentos do Fórum Sul-americano de Conservação da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) realizado na Cidade del Leste (Paraguai) em agosto deste ano. Foto: Arquivo IUCN.

Um dos momentos fortes do evento foi a aprovação da Declaração do Fórum, que aponta a grande preocupação de todos com a situação ambiental em todo mundo, mas especialmente na América do Sul. Faz menção direta à grave situação vivenciada na Amazônia e no Cerrado. Confira o texto e coloque a conservação da natureza na sua agenda do dia-a-dia.

Você pode acessar o pdf da declaração aqui, ou fazer a leitura abaixo.

 

Declaración de Ciudad del Este Foro Sudamericano de Conservación de la UICN, 14 de agosto de 2019 

Los miembros sudamericanos de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN) reunidos en Ciudad del Este – Paraguay, con motivo del Foro Sudamericano de Conservación de la UICN, llevado a cabo entre el 12 y el 14 de agosto de 2019, altamente preocupados por el alarmante estado de nuestro ambiente; con el compromiso de actuar decididamente utilizando toda la capacidad, experiencia y fortaleza de la Unión, en miras al Congreso Mundial de la Naturaleza 2020 en Marsella 

Tomando nota de que:  

  1. Los hallazgos de la Plataforma Intergubernamental Científico-Normativa sobre Diversidad Biológica y Servicios de los Ecosistemas (IPBES) de la Organización de Naciones Unidas, demuestran de manera irrefutable que:
    a. 75% del ambiente terrestre y alrededor del 66% del ambiente marino se han alterado considerablemente;
    b. alrededor de 1 millón de especies de animales, plantas y hongos está ahora en peligro de extinción; 
    c. dicha extinción ocurre a un ritmo sin precedentes en la historia de la vida en la Tierra;  
  2. Cinco grandes causas impulsan directamente la degradación de la naturaleza: los cambios en el uso de la tierra, el agua dulce y el mar, la explotación directa de organismos, el cambio climático, la contaminación y las especies exóticas invasoras. 
  3. La red esencial e interconectada de la vida en la Tierra se está haciendo cada vez más pequeña y segmentada, arriesgando su sostenibilidad que es la de la humanidad.  
  4. Pese a los esfuerzos y el progreso alcanzado, la comunidad internacional está lejos de cumplir con los compromisos asumidos en 2010 en el Plan Estratégico 20112020 del Convenio sobre la Diversidad Biológica (CDB) y las Metas de Aichi para la Biodiversidad, lo que vulnera los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS).  
  5. En consecuencia de este incumplimiento, los Estados deberán definir un nuevo marco mundial para la biodiversidad post 2020, obligando a asumir nuevos compromisos para 2030.  

Destacando que en Sudamérica:

  1. Somos una de las regiones más ricas en biodiversidad del mundo, que no escapa al alarmante escenario de deterioro generalizado de los sistemas naturales y sufre una degradación acelerada que afecta la salud y la integridad de la vida de quienes vivimos en ella. 
  2. Ecorregiones tales como el Chaco, la Amazonía, los Andes, el Cerrado y el Bosque Atlántico, entre otros, así como nuestros pastizales, bosques y matorrales mediterráneos, mares y humedales, están seriamente amenazados al igual que las comunidades que allí habitan, especialmente los grupos étnicos y pueblos indígenas, algunos de ellos en situación de aislamiento y en contacto inicial. También preocupa de manera especial la crisis de deforestación en el Cerrado y en la Amazonía (siendo el mayor bosque tropical del mundo). 
  3. Es extremadamente grave la situación de las personas que defienden el ambiente y los derechos humanos, presentando los mayores índices de ataques y asesinatos del mundo.  
  4. Preocupa la falta de cumplimiento y bajo nivel de implementación de legislación y políticas ambientales, pobres procesos de rendición de cuentas y transparencia; e incluso serios retrocesos en los niveles de protección ambiental alcanzados en muchos de nuestros países. 

Convencidos de que:  

  1. Los bienes y servicios de los ecosistemas constituyen la base para la alimentación, el bienestar y la salud humana, siendo vital para todas las sociedades y su desarrollo sostenible.  
  2. La naturaleza debe ser acogida como sujeto de derecho, bajo diversas visiones, como los derechos de la naturaleza.  
  3. Nos urge actuar a favor de la conservación de la naturaleza y la biodiversidad, en todos los niveles, desde lo local, lo nacional, lo regional hasta lo global.  
  4. Podemos generar un cambio transformador, que considere los factores tecnológicos, económicos y sociales, incluidos paradigmas, objetivos y valores para proteger la naturaleza, restaurarla y aprovecharla de manera sostenible; contribuyendo a cumplir los ODS. 
  5. La UICN aporta credibilidad, una mirada independiente, científica y visionaria; debemos fortalecernos para enfrentar con urgencia esta emergencia ambiental. 

Celebrando la diversidad y heterogeneidad de la región, tanto en su riqueza natural y cultural como en sus formas político-administrativas, y en la búsqueda de una representatividad justa y pertinente con la cual compartir una visión global, hacemos un llamado a avanzar de manera apremiante para:  

  1. Proponer y alcanzar metas globales realistas, a la altura de la emergencia, y mecanismos de cumplimiento y seguimiento para hacer responsable a los Estados para que el marco mundial para la biodiversidad post 2020 sea ambicioso, efectivo y alcanzable. 
  2. Que como Unión proveamos un mecanismo de apoyo y auditoría al cumplimiento de las metas en distintos acuerdos multilaterales relativos a la biodiversidad y la naturaleza a nivel regional y mundial. 
  3. Generar espacios de articulación a favor de la conservación y desarrollo sostenible entre diversos sectores, incluyendo la sociedad civil, la academia, los gobiernos locales y nacionales, los pueblos indígenas, diversos grupos étnicos y las comunidades locales, grupos de jóvenes y mujeres, el sector privado, y las organizaciones multinacionales y regionales, entre otros. 
  4. Respaldar urgente y activamente a las personas que defienden el ambiente y los derechos humanos. En este sentido, llamamos a los países de Sudamérica a la pronta ratificación e inmediata implementación del Acuerdo de Escazú sobre el Acceso a la Información, la Participación Pública y el Acceso a la Justicia en Asuntos Ambientales en América Latina y el Caribe, el primer tratado vinculante del mundo que prevé la obligación de los Estados de proteger a quienes defienden el ambiente y sus derechos. 
  5. Contribuir activamente al desarrollo de marcos normativos y políticas de Estado como compromisos genuinos para atender las amenazas ambientales y a la biodiversidad, que aseguren los debidos presupuestos nacionales y financiamiento.  
  6. Promover la eliminación de aquellos incentivos perversos y/o desincentivos que afectan la biodiversidad y reemplazarlos por acciones sostenibles. 
  7. Fomentar la realización de procesos participativos de ordenamiento territorial, seguridad jurídica de territorios indígenas y generación de marcos de referencia de uso de recursos en aguas internacionales. 
  8. Fomentar la gestión transfronteriza de las ecorregiones sudamericanas, como una responsabilidad compartida entre nuestras naciones. 
  9. Fortalecer los esfuerzos de creación de nuevas áreas protegidas y otras áreas conservadas, así como, continuar apoyando el adecuado funcionamiento de las ya existentes, garantizar su financiamiento, aumentar su representatividad ecológica, integrarlas a paisajes productivos, asegurando su conectividad y viabilidad. 
  10. Valorar adecuadamente el rol de la mujer en la conservación y uso sostenible de la biodiversidad, así como la fuerza y nuevas habilidades de la juventud. 
  11. Fortalecer e implementar estrategias de comunicación adecuadas a distintas audiencias, que permitan mantener una sociedad mejor informada, capaz de tomar mejores decisiones a favor de la armonía con la naturaleza. 
  12. Fortalecer espacios y procesos participativos para alcanzar y reconocer diferentes arreglos gobernanza ambiental, que promuevan justicia, inclusión y equidad a favor de una mejor toma de decisiones en defensa de la naturaleza y de los derechos humanos. 
  13. Profundizar la educación ambiental, la divulgación, comunicación y sensibilización de la población para promover comportamientos que lleven a una convivencia en armonía con el entorno natural; una sociedad más consciente de su vital interacción con el ambiente, conectada con la naturaleza. 
  14. Reconocer la contribución de los pueblos indígenas, comunidades locales y diversos grupos étnicos en la preservación y gestión sostenible de ecosistemas altamente biodiversos por lo que es imperioso incrementar la membresía y participación de sus organizaciones en todos los espacios de la UICN, así como el apoyo al reconocimiento e implementación de sus derechos colectivos y territoriales.

Autora: Miriam Prochnow.

A natureza brasileira não pode continuar em chamas

A natureza brasileira não pode continuar em chamas

A natureza brasileira não pode continuar em chamas

Estamos enfrentando a pior onda de incêndios florestais dos últimos 7 anos.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de focos de incêndio florestal aumentou 82% entre janeiro e agosto de 2019 na comparação com o mesmo período de 2018. Sendo a Amazônia o bioma mais afetado, com 51,9% dos casos, seguido do Cerrado, com 30,7% dos registros de queimada.⁠ Mas a Mata Atlântica não está imune, 10,9% dos casos é registrado no bioma, tendo inclusive registros de incêndio em áreas dentro de parques nacionais.

Apesar do tempo seco, os incêndios florestais geralmente são causados por conta da ação humana: moradores, fazendeiros e grileiros que possuem a prática irresponsável de queimar lixo, usar fogo para abrir terrenos, limpar o pasto e fazer clareiras no meio da floresta.⁠

Enquanto a vegetação nativa em todo o Brasil está em chamas, lá se vai nossa biodiversidade, nossa saúde, nosso clima. Entre os vários impactos imediatos das queimadas, as perdas de biodiversidade e da qualidade do solo já são incontáveis, os problemas de saúde aumentam gradativamente, e as emissões de CO2 estão no auge o que só contribui ainda mais para o agravamento da crise climática.

Em tempos de emergências precisamos agir antes que seja tarde demais!

Manifestações em defesa da Amazônia

Amanhã é sexta-feira e como tem acontecido nos últimos meses é mais uma sexta-feira com atividades de mobilização para chamar atenção para a emergência climática que afeta o nosso planeta e pedir que todos sejam parte da ação que quer reverter esse quadro e permitir um futuro para a humanidade. O #fridaysforfuturebrasil, e um conjunto de organizações que trabalham em prol da Amazonia, está chamando o Brasil para ir às ruas e manifestar seu apoio e preocupação com a integridade da Floresta Amazônica.

O Plantando o Futuro, grupo de jovens aqui de Atalanta (SC), com apoio da Apremavi e do Colégio Dr. Frederico Rolla, integra o movimento internacional Sextas pelo Futuro e amanhã, além de manifestar sua solidariedade com a situação da Amazonia, gravará um vídeo, com os jovens cantando a canção Unity, que significa Unidade. É uma forma de reunir os jovens pelo mundo.

Faça parte do chamado: encontre a cidade mais perto de você e se junte ao manifesto em prol da Amazonia, é amanhã! Fonte: Fridays for Future – Brasil.

A manifestação em defesa da Amazônia é uma manifestação em defesa da vida, de todas as espécies vegetais e animais, inclusive a espécie humana.

A Amazônia também precisa ser preservada para que o Sul e Sudeste do Brasil tenham chuvas e possam continuar produzindo na agropecuária, além disso a manutenção da Floresta Amazônica também é fundamental para que o clima do planeta não esquente ainda mais.

A defesa da Amazônia é de interesse de todos os brasileiros, ou melhor, de todos os habitantes deste planeta, e, deve estar acima de quaisquer ideologias ou partidos políticos, deve estar acima de interesses privados imediatos e a conservação da floresta é uma tarefa que deve também salvaguardar a existência das populações tradicionais que lá moram há milênios ou séculos. É uma tarefa que precisa do empenho dos governos federal, estaduais e municipais e o apoio de empresários, ONGs, academia e todas as pessoas do Brasil e do mundo que se preocupam com as atuais e futuras gerações.

ABONG divulga nota de repúdio ao Presidente

Diante da acusação caluniosa do Exmo. Sr. Presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quarta-feira (21/8), que insinua sem quaisquer provas que organizações não governamentais poderiam ser responsáveis pelas queimadas em curso na Amazônia como forma de denunciar o governo em âmbito internacional, a ABONG e um conjunto de organizações não-governamentais divulgaram uma nota de repúdio no qual pedem que o presidente deve agir com responsabilidade e provar o que diz, ao invés de fazer ilações irresponsáveis e inconsequentes, repetindo a tentativa de criminalizar as organizações, manipulando a opinião pública contra o trabalho realizado pela sociedade civil.

Pacto pela Democracia lança carta aberta ao Presidente

O Pacto pela Democracia, junto com outras instituições e movimentos, também divulgou hoje uma carta aberta ao presidente na qual manifesta que atribuir a terceiros a autoria de eventos pelos quais se é responsável é uma prática tão comum quanto nefasta, e, com profunda indignação, recebem a falaciosa e gravíssima declaração proferida por ele na manhã desta quarta-feira (21/8). A carta pede que o Presidente assuma suas responsabilidades e comece a defender e preservar um meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme explicita nossa Constituição Federal.

Autora: Carolina Schäffer.

Monitoramento e restauração da vegetação nativa são tema de oficina em São Paulo

Monitoramento e restauração da vegetação nativa são tema de oficina em São Paulo

Monitoramento e restauração da vegetação nativa são tema de oficina em São Paulo

Nos dias 06 e 07 de agosto o coordenador de projetos da Apremavi, Maurício Reis, foi até São Paulo para acompanhar a oficina “Como monitorar o reflorestamento e a restauração da vegetação nativa no Brasil?”, promovida pela Coalização Brasil, Florestas, Clima e Agricultura e pelo Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. Além de Maurício, Edilaine Dick, coordenadora do Projeto Restaura Alto Vale, também esteve na oficina, mas representado o Diálogo Florestal.

A oficina teve como objetivo discutir métodos e critérios de identificação e mapeamento de áreas em processo de recuperação utilizando sensoriamento remoto. Os resultados da oficina servirão de base para a construção de uma plataforma de monitoramento das áreas em restauração e reflorestamento em todos os biomas do Brasil.

Iniciativas e projetos de restauração florestal como os desenvolvidos pela Apremavi, com resultados de eficiência comprovados e sucesso no dia-a-dia das atividades de restauração em campo, terão grande importância para a formação da base de dados que comporá a plataforma de monitoramento.

Acredita-se que a plataforma de restauração em elaboração servirá como uma importante ferramenta de planejamento do território e será também uma grande oportunidade para que os diferentes setores mostrem para o Brasil e para o mundo quais são os seus ativos de restauração florestal, e, como diferentes iniciativas estão contribuindo para o cumprimento de acordos internacionais.

Mais de 50 pessoas participaram da oficina “Como monitorar o reflorestamento e a restauração da vegetação nativa no Brasil?” realizada em São Paulo no início de agosto. Foto: Arquivo Apremavi.

Autora: Edilaine Dick.

Organizações da sociedade civil criticam duramente o projeto de Lei Geral de Licenciamento

Organizações da sociedade civil criticam duramente o projeto de Lei Geral de Licenciamento

Organizações da sociedade civil criticam duramente o projeto de Lei Geral de Licenciamento

A última versão do Projeto de Lei Geral de Licenciamento n.º 3.729/2004, divulgada na sexta-feira, 9 de agosto, cujo relator é o deputado Kim Katiquiri (DEM-SP) e deve ser votado em plenário ainda este mês, desconsiderou os acordos feitos durante reuniões de um Grupo de Trabalho formado para debater o tema e buscar consensos entre setores interessados.

A nova versão traz graves retrocessos, como a exclusão de impactos “indiretamente” causados por obras, dispensas de licenciamento para atividades de “melhoria” e “modernização” de infraestrutura de transportes e a eliminação da avaliação de impactos sobre milhares de áreas protegidas.

Durante as audiências públicas realizadas pelo GT entre junho e julho últimos foram ouvidos especialistas de setores como o agronegócio, a indústria, o governo, o Ministério Público, a comunidade científica e ambientalistas para se chegar a consensos.

Cientistas, ambientalistas e Ministério Público argumentam que o enfraquecimento das regras do licenciamento deve ampliar o desmatamento e o risco de desastres socioambientais, como os de Mariana e Brumadinho (MG).

Leia abaixo a nota assinada por organizações da sociedade civil, entre ela a Apremavi.

Nota

KATAGUIRI INTERROMPE NEGOCIAÇÕES E PROPÕE GRAVES RETROCESSOS NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), designado relator do projeto de lei sobre licenciamento ambiental (PL n.o 3.729/2004) pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu uma guinada de 180 graus, rompeu acordos anteriormente firmados e apresentou, de última hora, um substitutivo que torna o licenciamento exceção, em vez de regra, comprometendo a qualidade socioambiental e a segurança jurídica das obras e atividades econômicas com potencial de impactos e danos para a sociedade.

A guinada do relator surpreendeu técnicos, juristas e especialistas em licenciamento que, nas últimas semanas, participaram de audiências públicas, ofereceram subsídios por solicitação do próprio relator e acompanharam a evolução do seu parecer, mas que agora estão sendo confrontados pela versão anunciada como final, da qual foram suprimidas formulações mediadas, supostamente acolhidas pelo relator, que acabaram substituídas por outras esdrúxulas e que, até então, não haviam sido sequer aventadas nas discussões.

Deixou-se de lado o equilíbrio e o consenso para dar lugar a entendimentos às escuras, em detrimento da população. Alguns exemplos de problemas graves encontrados no novo texto:

  • exclusão de impactos classificados como “indiretos” do licenciamento ambiental, o que serviria como motor para o aumento do desmatamento na Amazônia e de conflitos sociais e ambientais;
  • definição do autolicenciamento (por adesão e compromisso) como regra para todos os empreendimentos que não causem significativo impacto, o que implica o fim do licenciamento regular e a proliferação de riscos de novos desastres ambientais, como os de Mariana e Brumadinho;
  • aplicação de autolicenciamento também para empreendimentos de significativo impacto, como a ampliação e a pavimentação de rodovias, inclusive na Amazônia;
  • permissão para cada estado e município dispensar atividades de licenciamento, abrindo as portas da corrupção e de uma guerra anti-ambiental entre entes federativos para atrair investimentos;
  • dispensas de licenciamento para atividades de impacto, como “melhoria” e “modernização” de infraestrutura de transportes;
  • dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias, travestida de inscrição no Cadastro Ambiental Rural;
  • supressão da localização do empreendimento como critério para definir o grau de rigor do licenciamento, deixando de lado a diferença entre instalar uma atividade em área ambientalmente frágil ou fazê-lo em área sem relevância ambiental;
  • incentivo à irregularidade com o uso de licença corretiva desprovida de qualquer parâmetro;
  • eliminação da avaliação de impactos sobre milhares de áreas protegidas, tornando inexistentes, para fins de licenciamento, 29% das terras indígenas, 87% dos territórios quilombolas e 543 unidades de conservação da natureza;
  • extinção da responsabilidade de instituições financeiras por dano ambiental, minando importante instrumento de indução da regularidade nas cadeias produtivas.

Se aprovado o relatório nesses termos, a pretendida agilização e simplificação do licenciamento, que poderia ser alcançada sem expor a população a danos evitáveis como as próprias formulações anteriores do relator vinham indicando, tende a se transformar numa sucessão de conflitos sociais e de pendências judiciais, em situação muito pior do que a atual.

A lambança final do relator deixa mal o presidente da Câmara que, ao designá-lo, orientou o contrário: que todos os esforços mirassem o consenso. Mas a opção pelo confronto e desmonte generalizado do licenciamento ambiental – principal instrumento da política nacional do meio ambiente –, se não for imediatamente corrigida, rebaixará a agenda própria do Legislativo à condição de correia de transmissão das políticas predatórias do Executivo, que já comprometem a imagem do Brasil e colocam em risco a recuperação da economia.

Amigos da Terra – Amazônia Brasileira
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)
Articulação POMERBR
Articulação Rosalino de Povos e Comunidades Tradicionais do Norte de Minas Associação Alternativa Terrazul
Associação Ambientalista Floresta em Pé (AAFEP)
Associação Brasileira de Avaliação de Impacto (ABAI)
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) Associação de Proteção a Ecossistemas Costeiros (APREC)
Associação dos Pomeranos do Pampa (PomerPampa)
Associação dos Servidores do IBAMA do Rio de Janeiro (ASIBAMA/RJ) Associação Flora Brasil
Associação Interamericana para a Defesa do Ambiente (AIDA)
Associação MarBrasil
Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda)
Associação Nacional dos Servidores da Área Ambiental Federal (Ascema Nacional)
Associação para a Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro (ANGÁ)
Campanha Nacional em Defesa do Cerrado
Centro de Estudos Ambientais (CEA/RS)
Centro de Trabalho Indigenista (CTI)
Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e Povos e Comunidades Tradicionais Extrativistas Costeiros e Marinhos (CONFREM)
Comissão Pró-Índio de São Paulo
Comitê de Energia Renovável do Semiárido (CERSA)
Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos – Associação Brasileira de Antropologia (ABA)
Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto na Bahia
Conectas Direitos Humanos
Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF) Conselho Indigenista Missionário (CIMI)
Conservação Estratégica (CSF)
Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ)
Crescente Fértil
Ecologia e Ação (ECOA)
Fórum de ONGs Ambientalistas do Distrito Federal Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental Fundação Avina
Fundação Rio Parnaíba (FURPA)
Fundação SOS Mata Atlântica
Greenpeace
Grupo Ação Ecológica (GAE)
Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá)
Grupo Ambiental Natureza Bela
Grupo Ecológico Rio de Contas (GERC)
Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE) GT Infraestrutura
Hachi Ong – Proteção Animal
Indigenistas Associados (INA)
Iniciativa Verde
Instituto Baía de Guanabara
Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM) Instituto de Estudos Econômicos (Inesc)
Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS)
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM)
Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé)
Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ)
Instituto ECOAR para a Cidadania
Instituto Ethos – Empresas e Responsabilidade Social
Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)
Instituto MIRA-SERRA
Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)
Instituto Socioambiental (ISA)
International Rivers
Laboratório de Educação e Política Ambiental da Esalq USP (Oca) Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais
Movimento de Defesa de Porto Seguro (MDPS)
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM) Movimento Verde (MOVE)
Mulheres em Ação no Pantanal (Mupan)
Núcleo Educamemória (FURG)
Observatório de Justiça e Conservação
Observatório do Clima
Observatório do Código Florestal
Organização Ambiental Sócio Agro Arte Cultural Brinque e Limpe Projeto Hospitais Saudáveis
Projeto Piabanha
Projeto Saúde e Alegria
Proteção à Fauna e Monitoramento Ambiental (PROFAUNA)
Rede Cerrado
Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira
Rede de Cooperação Amazônica (RCA)
Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA)
Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (SAPÊ)
Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) Terra de Direitos
Uma Gota no Oceano
União Protetora do Ambiente Natural (UPAN)
Vale Verde – Associação de Defesa do Meio Ambiente
WWF – Brasil

Plantando o Futuro se reune para discutir ações do segundo semestre

Plantando o Futuro se reune para discutir ações do segundo semestre

Plantando o Futuro se reune para discutir ações do segundo semestre

No último dia 24 de julho integrantes e colaboradores do Grupo Plantando o Futuro, acompanhados de membros do seu Conselho Consultivo e de estagiários da Apremavi, se reuniram no Centro Ambiental Jardim das Florestas para avaliar as ações realizadas ao longo do primeiro semestre de 2019 e discutir e planejar as atividades para o segundo semestre do corrente ano.

Com 19 ações públicas realizadas até o momento, o grupo acredita que o planejamento estratégico é uma ferramenta importante para avaliar os caminhos trilhados até aqui e construir um novo referencial para ações futuras. Pensando nisso, uma das dinâmicas realizadas, sob a coordenação de Jacson Floresti, Coordenador Institucional do Plantando o Futuro, foi a discussão dos resultados da avaliação que os jovens do Centro de Educação Adolfo Hedel, de Agrolândia (SC), realizaram na ocasião da visita do grupo, no dia 05 de julho. A análise desses dados permitiu a realização de ajustes nos conteúdos que serão apresentados durante as próximas visitas às escolas e também o aprimoramento das estratégias de comunicação do grupo.

Outro ponto importante do encontro foi a elaboração da agenda de ações ligadas ao movimento de jovens chamado sextas pelo futuro, ou em inglês, #fridaysforfuture. Desde a criação desse movimento, o Plantando o Futuro tem realizado inúmeras atividades todas as sextas-feiras, dentre elas oficinas, caminhadas, palestras e plantios de árvores nativas. O próximo ato mundial dos jovens está sendo convocado pela idealizadora do movimento, Greta Thunberg, para entre os dias 20 e 27 de setembro. Os membros do Plantando o Futuro concordaram em aderir à Paralisação Global e pretendem criar uma agenda especial para essa semana, que coincide com o Dia da Árvore (21/09), data celebrada todos os anos pelo Plantando o Futuro.

Uma iniciativa que também recebeu atenção especial foi planejamento dos próximos passos do Projeto Sementinha, concebido no âmbito do Plantando o Futuro, mas focado especificamente na educação ambiental de crianças. Além disso, no escopo da formação continuada para os integrantes do grupo ficou definido que ainda em 2019 todos deverão participar de uma oficina de comunicação para melhorar as habilidades em fotografia, redação e oratória, e, em setembro será realizada uma visita ao Parque Ecológico Ingo Altenburg, em Ituporanga (SC).

Para divulgar e engajar mais pessoas nas plataformas do Plantando o Futuro nas mídias sociais, local em que são expostos os trabalhos realizados e compartilhadas informações relevantes sobre os temas abordados pelo grupo, os membros foram convidados a visitar e curtir as páginas. Ainda no que se refere a comunicação do grupo, foi unânime a decisão de elaborar um novo vídeo institucional, bem como produzir materiais audiovisuais para as plataformas do Facebook e Instagram.

O ponto alto do planejamento foi a aventura pela Trilha da Restauração, um caminho de 1.7 km, localizado próximo ao Viveiro Jardim das Florestas, onde podem ser observadas diferentes áreas em restauração, nas quais a Apremavi utilizou metodologias variadas de plantio. Além disso, também são observadas áreas em regeneração natural, e na encosta da Serra do Pitoco, remanescentes de vegetação nativa da Mata Atlântica. Esse momento de “banho de natureza” trouxe muita inspiração para que todos continuem engajados com o trabalho em prol do meio ambiente.

Depoimento das fundadoras

Catherine Fronza e Poliana Bagio, fundadoras do grupo, também acompanharm a reunião de planejamento. Hoje cursando o ensino superior, as jovens compartilharam suas experiências na fundação e idealização do Plantando o Futuro e falaram sobre a importância que todas as atividades desenvolvidas no grupo tiveram, e ainda tem, para a formação pessoal e profissional das mesmas.

Catherine Fronza, hoje acadêmica do curso de Direito no Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI), uma das co-fundadoras do Grupo Plantando o Futuro, comenta que o grupo foi e continua sendo parte importante da sua formação como cidadã e que se sente muito honrada por fazer parte dessa história. “É recompensador perceber que aquela sementinha plantada anos atrás se transformou num grupo que hoje desenvolve múltiplas atividades e ações. Recordo que no início estavamos um pouco perdidos, não sabíamos exatamente como fazer acontecer, mas a nossa força de vontade de se tornar uma voz influente sobre temas socioambientais para a sociedade sempre foi nosso objetivo maior e hoje esse objetivo está sendo atingido, principalmente porque o grupo conta com o apoio da Apremavi e da E.E.B Dr. Frederico Rolla“, relembra Catherine.

Para Poliana Bagio acompanhar as notícias do grupo Plantando Futuro e de todas as ações que vem sido desenvolvidas é muito gratificante. “Sinto-me realizada em ter ajudado na gestão do grupo por um período, pois foi uma experiência única que trouxe muito frutos para mim e uma dose imensa de conhecimento. Inclusive tenho certeza que ter ajudado a fundar o grupo foi um diferencial no meu currículo quando consegui a bolsa de estudos na instituição de ensino superior aonde estudo hoje. Fica a minha recomendação para que todos os jovens procurem se engajar em atividades desta natureza“, complementa. Hoje Poliana é acadêmica do curso de Medicina Veterinária na Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Autores: Carolina Schäffer e Vitor Lauro Zanelatto.

Férias escolares são sinônimo de estagiários em ação na Apremavi

Férias escolares são sinônimo de estagiários em ação na Apremavi

Férias escolares são sinônimo de estagiários em ação na Apremavi

Desde que foi fundada a Apremavi já recebeu inúmeros estagiários e voluntários que vem até Atalanta (SC) para acompanhar o dia-a-dia da instituição e buscar conhecimento sobre a área socioambiental. Com os alunos de Agroecologia e Análises Químicas do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) – Campus de Lages, e do curso de Engenharia Florestal da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) não foi diferente.

A turma de alunos esteve na Apremavi entre os dias 15 e 26 de julho e viu de perto várias atividades desenvolvidas no Viveiro Jardim das Florestas e no Centro Ambiental, além é claro de participar de plantios de restauração, visitar áreas já restauradas pela instituição e conversar com a equipe sobre a importância do desenvolvimento ecológico e sustentável e sua apropriação pela sociedade.

A estudante de Análises Químicas do IFSC, Maxciele Lima, se animou com os resultados alcançados pela Apremavi ao longo dos 32 anos de atuação e se emocionou ao notar que todos os funcionários da instituição de fato estão engajados com a causa ambental e são agentes ativos da mudança tão necessário para o mundo. “Sabemos que os recursos naturais são finitos e precisamos fazer algo para garantir não somente o nosso futuro como o das próximas gerações. Estagiar na Apremavi contribuiu para ratificar o que eu já via como um dos deveres que temos a realizar na questão ambiental“, afirma a estudante.

Para Luisa de Liz, aluna do curso de Análises Químicas do IFSC, a experiência de estágio foi muito marcante. “Sou grata pela oportunidade de acompanhar de perto todo o trabalho que é desenvolvido aqui e compreender agora um pouco mais o papel de cada um de nós na construção de um futuro para o planeta e a humanidade“, destaca Luisa.

Os estagiários acompanham as atividades do dia-a-dia da Apremavi, entre elas a coleta de sementes, a repicagem das mudas, a visita a áreas já restauradas, e o plantio em áreas degradadas. Foto: Arquivo Apremavi.

Conheça o Programa

O Programa de Estágios e Serviços Voluntários da Apremavi capacita, instrui e forma estudantes, profissionais e interessados de áreas vinculadas à defesa e preservação ambiental, repassando experiências adquiridas pela instituição. Desde que foi fundada, a Apremavi já recebeu mais de 700 estagiários e voluntários.

Para participar do programa é necessário preencher essa ficha de inscrição. Devido ao grande número de estudantes interessados em fazer estágio na Apremavi, principalmente no período de férias, recomendamos que a aplicação para o Programa seja feita com, no mínimo, 2 (dois) meses de antecedência a contar da data pretendida para o início das atividades.

Autora: Carolina Schäffer.
Contribuição: Luisa de Liz e Maxciele Lima.

Apremavi é reeleita para o Conselho Diretor do FSC

Apremavi é reeleita para o Conselho Diretor do FSC

Apremavi é reeleita para o Conselho Diretor do FSC

Na semana do dia 16 de julho a Assembleia Geral do FSC Brasil reuniu seus membros para apresentar as conquistas do último ano, criar um grupo de trabalho que construirá uma estratégia de mercado para valoração, fortalecimento e crescimento do FSC no Brasil, além de eleger a nova composição do Conselho Diretor, para o qual a Apremavi foi reeleita. Na ocasião também foram discutidos e alinhados os posicionamentos brasileiros que serão levados para a Assembléia do FSC Internacional que ocorrerá em 2020.

Para Maurício Reis, coordenador de projetos da Apremavi, a permanência da Apremavi no Conselho Diretor é uma forma de continuar participando dos debates sobre as soluções e os desafios da gestão responsável das florestas. Além disso, a Semana FSC Brasil (veja detalhes abaixo) foi um momento imprescindível para que os membros do FSC discutissem e analisem a proposta do Plano Estratégico do FSC Internacional, um plano que tem impactos diretos no Manejo Florestal Brasileiro. “É importante construir posicionamentos coerentes com as realidades locais na hora da discussão desses planos, pois só assim os planos realmente atingirão os resultados esperados, que neste caso, entre outras metas, trazem a inclusão de pequenas propriedades e comunidades tradicionais e a valorização dos seus produtos no sistema do FSC“, complementa Maurício.

Membros do FSC Brasil durante a Assembleia Geral ocorrida na semana do dia 16 de julho. Foto: Arquivo FSC Brasil.

Semana FSC Brasil

Entre os dias 16 e 19 de julho foi realizada, em São Paulo, a Semana FSC Brasil, com reuniões do conselho diretor, conselho fiscal e comitê de resolução de conflitos, workshops de governança e de serviços ecossistêmicos, reuniões das câmaras, assembleia geral, eleições e coquetel de celebração dos 25 anos do FSC.

O workshop de governança, realizado no dia 16, abordou a história do FSC, as formas de atuação, os processos e instâncias de tomadas de decisão, os aspectos nacionais e internacionais do sistema, além do plano de trabalho dos facilitadores Guilherme Stucchi e Westphalen Nunes, para engajamento dos membros das câmaras ambiental e social.

Durante o Workshop de Serviços Ecossistêmicos, realizado no dia 17 de julho, com o apoio da GIZ, os participantes puderam conhecer um pouco mais o procedimento do FSC e contaram com palestrantes renomados no setor financeiro, como Marco Antônio Fujihara, da Aggrego Consultoria, Annelise Vendramini, da FGVCes e Beto Mesquita, da BVRio. Na ocasião foram apresentados os potenciais para o mercado de serviços ecossistêmicos, bem como as ferramentas já vigentes. Além disso, Amiraldo Picanço, da Amazonbai e Bruno Castro, do Imaflora, apresentaram o case da Amazonbai – uma organização de manejo comunitário de açaí, que foi a primeira no Brasil a ter os serviços ecossistêmicos de carbono e biodiversidade verificados pelo FSC.

O dia 18 foi totalmente dedicado às reuniões das câmaras. Na ocasião foram discutidos alguns temas, no intuito de qualificar e apoiar a participação de todos na reunião regional do FSC, que ocorrerá em setembro deste ano no México, e na próxima Assembleia Geral do FSC Internacional, que ocorrerá na Indonésia em 2020.

Ainda no dia 18 à noite teve um coquetel de celebração dos 25 anos do FSC, onde foi sorteado um violão superespecial, confeccionado por jovens luthiers da OELA, e quem ganhou foi o Andre de Freitas, ex-diretor executivo do FSC Internacional.

E pra finalizar, dia 19 foi a Assembleia de membros, com apresentação dos principais resultados do último ano, o parecer do conselho fiscal e da auditoria independente, além das eleições e da criação de um Grupo de Trabalho (GT) que visa construir uma estratégia de mercado para valoração, fortalecimento e crescimento do FSC no Brasil.

Os resultados das eleições foram:

CONSELHO DIRETOR (CD):

  • Câmara Econômica: DURATEX – Lennon Franciel Neto
  • Câmara Ambiental: APREMAVI – Maurício Batista Reis
  • Câmara Social: STIEML Santa Bárbara – Antônio Francisco Marques (Djavan)

*mandatos a partir de janeiro de 2020

CONSELHO FISCAL (CF):

Câmara Econômica

  • Titular: Martins Agropecuária – Adriana Figueira Nozela Prado
  • Suplente: Eldorado – Fábio de Paula (*mandato a partir de janeiro de 2020)

Câmara Ambiental

  • Titular: Manguezal Meu Quintal – Almir Requião
  • Suplente: Instituto Augusto carneiro – Kathia Maria Vasconcellos Monteiro

Câmara Social

  • Titular: CONTICOM – Luiz Carlos J. de Queiroz
  • Suplente: STIEML de Carbonita – Juvenal Aparecido Ventura

*mandatos a partir de julho de 2019

COMITÊ DE RESOLUCÃO DE CONFLITOS (CRC):

  • Câmara Econômica: Mil Madeiras Preciosas – Jeanicolau Lacerda
  • Câmara Ambiental: Amanda Carvalho de Andrade (membro individual)
  • Câmara Social: GTA – Joci Aguiar

*mandatos a partir de janeiro de 2020

COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO DE PADRÕES (CDP):

  • Câmara Econômica / Plantações: VERACEL – Virgínia Camargos

*mandato a partir de julho de 2019.

Entre os dias 16 e 19 de julho foi realizada, em São Paulo, a Semana FSC Brasil, com reuniões do conselho diretor, conselho fiscal e comitê de resolução de conflitos, workshops de governança e de serviços ecossistêmicos, reuniões das câmaras, assembleia geral, eleições e coquetel de celebração dos 25 anos do FSC. Foto: Arquivo FSC Brasil.

Autora: Carolina Schäffer.
Fonte: FSC Brasil.

Apremavi tem nova Diretoria Executiva

Apremavi tem nova Diretoria Executiva

Apremavi tem nova Diretoria Executiva

Eleita no mês passado, durante Assembleia Geral, a nova Diretoria Executiva da Apremavi toma posse no dia 27 de julho, junto com os novos integrantes do Conselho Fiscal e Conselho Consultivo. Confira a composição da equipe gestora que estará a frente da Apremavi nos próximos dois anos.

Diretoria Executiva
  • Presidente – Edinho Pedro Schäffer
  • Vice-Presidente – Miriam Prochnow
  • 1ª Tesoureira – Maria Luiza Schmitt Francisco
  • 2ª Tesoureira – Valburga Schneider
  • 1º Secretário – Urbano Schmitt Junior
  • 2º Secretário: Tarcísio Polastri
Conselho Fiscal
  • Titulares – Alexandre Tkotz, Almir da Luz e Odair Luiz Andreani.
  • Suplentes – Lenita Galvani Scharf e Solange Steinheuser.
Conselho Consultivo

Wigold Bertoldo Schäffer, Ivone S. Namikawa, João de Deus Medeiros, Ivanor Boing, Cleusa M. K. Boing, Lauro Eduardo Bacca, Manoel Fernandes Bittencourt, Noemia Bohn, Rainer Prochnow, Rubens Scheller, Pedro Adenir Floriani, Carlos Eduardo Petry, Neide Machado, Gabriela Laura Schäffer, Marcos Alexandre Danieli e João Paulo Ribeiro Capobianco.

 

A nova gestão assume com muitos desafios pela frente, mas também muitas oportunidades. A Apremavi acaba de inaugurar as novas estruturas do viveiro Jardim das Florestas e uma nova tecnologia de produção de mudas de árvores nativas. Na pauta estão projetos que tem como metas a restauração de centenas de hectares da Mata Atlântica. Para o cumprimento dessas metas serão necessárias muitas parcerias e todas as pessoas dispostas a ajudar nessa empreitada serão muito bem-vindas.

Para Edinho, presidente eleito, será um trabalho importante e do qual ele se orgulha: “posso dizer que já passei por todos os departamentos da Apremavi, desde o estágio. Conheço bem a instituição e vou fazer o meu melhor para que consigamos avançar na nossa missão. Tenho certeza de que todos irão ajudar“, conclui Edinho.

Assembleia Geral da Apremavi, realizada no dia 26 de junho, elegeu nova diretoria. Fotos: Arquivo Apremavi.

Autora: Miriam Prochnow.

Plantando o Futuro conquista espaços ao fortalecer ações pelo clima

Plantando o Futuro conquista espaços ao fortalecer ações pelo clima

Plantando o Futuro conquista espaços ao fortalecer ações pelo clima

O movimento #fridaysforfuture tem ganhado cada vez mais força pelo mundo com jovens indo às ruas todas as sextas-feiras para protestar e chamar atenção dos governos e sociedade e pedir que tomem atitudes para reverter a crise climática.

Participando desse movimento, em Atalanta, o Grupo Plantando o Futuro tem relizado inúmeras ações todas as sextas-feiras. Com o intuito de levar à comunidade a conscientização necessária para que uma real mudança de atitudes em relação ao meio ambiente surja o grupo tem criado cada vez mais espaços para discutir sobre pautas socioambientais, conversado com jovens sobre a importância da biodiversidade, informado a comunidade sobre a necessidade de criarmos novos hábitos no nosso dia-a-dia para enfrentar a crise climática, além, é claro, de plantar mudas de árvores nativas e flores.

Oficina de Cartazes

Uma das primeiras ações pelo clima realizadas pelo Grupo Plantando o Futuro no âmbito das #sextaspelofuturo, ou #fridaysforfuture, foi uma oficina de cartazes que ocorreu no dia 24 de maio. Na ocasião os alunos do Colégio Estadual Dr. Frederico Rolla confeccionaram cartazes e faixas sobre a emergência climática e a necessidade das práticas ativistas para garantir um futuro para a humanidade.

Os cartazes e faixas ficam expostos todas as sextas-feiras no muro do colégio e também são utilizados durante as outras ações que o grupo organiza, como nos plantios de mudas, nas rodas de conversa e visitas a outras escolas.

Cartazes elaborados pelos alunos da Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla de Atalanta (SC) e pelos participantes do Plantando o Futuro para as ações climáticas realizadas no âmbito das #sextaspelofuturo (#fridaysforfuture).

Visita ao Centro de Educação Adolfo Hedel

Para divulgar os trabalhos do Plantando o Futuro e instigar novos jovens a aderirem ao movimento #sextaspelofuturo (#fridaysforfuture), os participantes do grupo visitaram no dia 05 de julho o Centro de Educação Adolfo Hedel, em Agrolândia (SC), e tiveram uma conversa super animada com os alunos e professores. A iniciativa teve apoio da Prefeitura de Atalanta (SC), da Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla de Atalanta e da Apremavi.

A visita começou com uma apresentação das ações realizadas pelo Plantando o Futuro nos últimos meses e foi seguida de uma rica troca de informações sobre a importância dos ativistas diante de tempos tão incertos. Para despertar o interesse dos alunos foram retratados perfis e trabalhos desenvolvidos por alguns ativistas brasileiros que atuam em diferentes contextos geográficos e sociais. Obviamente que a história de Greta Thunberg, a adolescente sueca que passou a se manifestar todas as sextas-feiras em frente ao Parlamento da Suécia para exigir de seus governantes mais proatividade e reais soluções diante do aquecimento global – e assim deu início ao movimento #fridaysforfuture, não ficou de fora da conversa. Para terminar a seção #AtivismoSim, também foi exibido o curta-metragem “Aos Ativistas da Mata Atlântica“, elaborado pela Apremavi e que conta a história dos primeiros ativistas que lutaram para proteger o Bioma.

Para o Coordenador de Ações do grupo, Vitor Lauro Zanelatto, cada vez que demonstramos as ações que desenvolvemos com o Plantando o Futuro para outras escolas percebemos que há sim uma evidência clara que eles também podem replicar o que estamos fazendo. Além do mais, “nossa decisão de visitar outras escolas também surge da necessidade de incentivar cada vez mais jovens a serem voz ativa na sociedade e a lutar em defesa dos intereses públicos, sobretudo com na área ambiental“, complementa Vitor.

Plantando o Futuro visita Colégio Estadual Adolfo Hedel, em Agrolândia (SC), e faz convite a alunos para que façam parte do movimento #AtivismoSim.

O Plantando o Futuro

O Plantando o Futuro tem a finalidade de trabalhar pela defesa, preservação e recuperação do meio ambiente, promover a educação ambiental em centros educacionais, escolas e quaisquer locais de ensino, incentivar a participação e protagonismo de jovens em atividades voluntárias, valorizando a natureza e respeitando a biodiversidade, e promover ações de combate, mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Autores: Carolina Schäffer e Vitor Lauro Zanelato.
Fotos: Arquivo Plantando o Futuro.

Vamos passar um dia no Parque Mata Atlântica?

Vamos passar um dia no Parque Mata Atlântica?

Vamos passar um dia no Parque Mata Atlântica?

Estar em contato com a natureza respirando ar puro, recebendo a energia das árvores, sentindo o frescor da água e ouvindo o barulho dos animais da floresta melhora a saúde física, emocional e mental, aumenta a criatividade e a sensação de bem-estar. Pensando nisso, a Coalização Pró-Unidades de Conservação idealizou a campanha #UmDiaNoParque.

Muito além de aproximar os brasileiros das unidades de conservação, conectá-los com a natureza, com a história local e as comunidades tradicionais a campanha é um chamado para conscientizar a população sobre a importância dos parques para a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas e animais, para a conservação da biodiversidade local e para a manutenção da vida.

Inspirado no National Park Week, um movimento americano na qual os estadunidenses se dirigem aos parques para celebrar os tesouros ecológicos do seu país, #UmDiaNoParque convida vocês a, no dia 21 de julho, domingo, visitar uma Unidade de Conservação (veja a lista das UCs oficialmente inscritas na campanha), e aproveitar a natureza e a vida ao ar livre, seja fazendo trilhas, observando pássaros ou estrelas, tomando banho em rios e cachoeiras, ou sentando à sombra das árvores. Aos participantes que quiserem registrar as suas atividades e postar nas redes sociais fica o convite, usem a hashtag #UmDiaNoParque.

Vários parques nacionais, estaduais e municipais aderiram a campanha e obviamente o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, aqui em Atalanta (SC) não iria ficar de fora!

Dia 21 de julho é dia de ir pro parque! #UmDiaNoParque é uma campanha que convida os brasileiros a passarem um dia em alguma Unidade de Conservação e aproveitar o contato com a natureza. Foto: Rede Pró-UC.

O Parque Mata Atlântica

Criado em 2000, o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica está localizado na comunidade de Vila Gropp, a 2 km do centro do município de Atalanta (SC). É o primeiro parque do município e vem desempenhando um papel importante no desenvolvimento do turismo ecológico da região, além de garantir a preservação de 54 ha de Mata Atlântica.

Os principais atrativos do parque são a cachoeira Perau do Gropp, com 41 metros de queda, e a cascata Córrego do Rio Caçador, com 18 metros de altura. O acesso até a cachoeira e a cascata é feito pela Trilha da Lontra que tem aproximadamente 1.000 metros de extensão. Durante a caminhada os visitantes podem observar os paredões rochosos cobertos por samambaias, avencas e musgos, além de terem a oportunidade de conhecer algumas espécies nobres da Mata Atlântica como o cedro (Cedrella fissilis), a canela sassafrás (Ocotea odorifera) e o xaxim-bugio (Dicksonia sellowiana). É também na Trilha da Lontra que está localizada a cascata Córrego do Rio Caçador e, ao final da caminhada, o visitante é compensado com a beleza da cachoeira Perau do Gropp.

Além disso o parque conta com um centro de referência com recepção e auditório com capacidade para 100 pessoas; um Museu Histórico Municipal Wogeck Kubiack, com aproximadamente 400 peças em seu acervo que contam parte da história da colonização de Atalanta; e, um mirante de onde se pode avistar a cachoeira com 41 metros de queda.

As belezes do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica são inúmeras, entre elas duas cachoeiras: a cascata Córrego do caçador (com 18m) e a cachoeira Perau do Gropp (com 41m de altura). Para ter acesso às cachoeiras o visitante tem que percorrer uma trilha de cerca de 1km. Fotos: Arquivo Apremavi.

Autora: Carolina Schäffer.

Projeto Restaura Alto Vale capacita agentes de saúde

Projeto Restaura Alto Vale capacita agentes de saúde

Projeto Restaura Alto Vale capacita agentes de saúde

A preocupação com os recursos hídricos tem sido constante desde o momento da concepção do Projeto Restaura Alto Vale e ganha força à medida que o projeto avança, que agricultores são mobilizados e novas parceiras são desenhadas.

Em fevereiro de 2019, para ampliar suas ações o Restaura Alto Vale somou esforços com o programa “Cuidar da água é cuidar da saúde” que tem por objetivo melhorar a qualidade dos mananciais hídricos da área rural do município de Imbuia – SC. De acordo com a coordenadora do programa, Tatiana Possani, as agentes comunitárias de saúde (ACS), por terem contato direto com os agricultores, são uma das principais interlocutoras do programa e tem a incumbência de levar informação de qualidade à todas as propriedades visitadas no município.

Por tanto, o primeiro passo foi forcener atividades de capacitação para as agentes, que participaram no dia 15 de maio de 2019 de palestras, visita de campo à áreas restauradas pela Apremavi e puderam conhecer o Viveiro de Mudas Jardim das Florestas e acompanhar de perto um pouco do trabalho desenvolvido pela Apremavi.

Por conta da parceria da Apremavi com o município de Imbuia – SC, mais de 30 propriedades já receberam a visita das agentes de saúde e da equipe técnica da Apremavi e agora aguardam o recebimento das mudas de árvores nativas para iniciar a restauração das áreas degradadas previamente identificadas no mapeamento.

Para a ACS Azenir Aparecida Boll é um prazer participar do projeto, “principalmente por estimular e preservar as nossas fontes de água, pois água é sinônimo de qualidade de vida e saúde”. Claudiane Steinheuser Scheidt, comenta que o projeto é uma ótima maneira de acompanhar de perto que acontece nas comunidades e fazer parte da mudança, “mesmo quem não reside na área rural tem interesse em fazer a restauração em seus sítios” enfatiza.

Uma outra ação realizada no âmbito do Restaura Alto Vale aconteceu no dia 05 de julho de 2019 quando uma equipe formada por agricultores, agentes de saúde e funcionários da Secretaria de Agricultura do município de Rio do Campo – SC, participaram de um dia de campo na Apremavi, com o intuito de formalizar parceria com o projeto Restaura Alto Vale e expandir os cuidados com os recursos hídricos.

Para Jony Dey Mertens, agricultor do município de Rio do Campo – SC, a visita na Apremavi foi muito importante “foi perceptível que é possível resgatar as nossas florestas e a biodiversidade, e principalmente, agora podemos aplicar o que foi visto aqui na Apremavi na nossa propriedade e estimular outros proprietários a participarem do projeto”.

Autora: Edilaine Dick.

Apremavi participou de workshop sobre restauração de paisagens em florestas tropicais

Apremavi participou de workshop sobre restauração de paisagens em florestas tropicais

Apremavi participou de workshop sobre restauração de paisagens em florestas tropicais

A Apremavi, através de Miriam Prochnow, participou de um workshop de especialistas realizado no início de junho, em Lüderenalp, Suíça. No evento foram reunidos insumos para o desenvolvimento de diretrizes sobre a restauração de paisagens em florestas tropicais (FLR). Cerca de 25 especialistas em FLR reuniram-se durante três dias de intenso debate e diálogo construtivo.

O FLR pode ser definido como um processo contínuo para recuperar a funcionalidade ecológica e melhorar o bem-estar humano em paisagens florestais degradadas e/ou desmatadas. Seu raciocínio geral é restaurar florestas e, assim, possibilitar o manejo sustentável de paisagens florestais ao longo do tempo.

A reunião foi organizada em conjunto pelo Governo da Suíça, a Organização Internacional de Madeiras Tropicais ( ITTO) e a Organização Asiática de Cooperação Florestal (AFoCO), com o apoio da Universidade de Ciências Aplicadas de Berna. Uma das ações da ITTO é contribuir com o desenvolvimento de diretrizes voluntárias para o FLR e a implementação de iniciativas bem-sucedidas de FLR nos trópicos. Em 2002 a organização publicou o Guia de Restauração, Manejo e Reabilitação de Florestas Tropicais Secundárias Degradadas.

A ideia é atualizar este guia

O foco das diretrizes será restaurar ecossistemas de florestas tropicais funcionais dentro das paisagens, de modo que as florestas possam coexistir com outros usos da terra em mosaicos de paisagem. O objetivo é fornecer assistência de alto nível e prática para as partes interessadas envolvidas – ou considerando – a FLR na restauração de florestas em biomas de florestas tropicais.

Os participantes do workshop, que incluíram especialistas de agências governamentais e organizações membros da Parceria Colaborativa sobre Florestas e da Parceria Global sobre Restauração de Florestas e Paisagismo, revisaram um rascunho preliminar das diretrizes e fizeram um grande número de recomendações sobre sua estrutura e conteúdo.

Um segundo esboço das diretrizes será apresentado na 55a sessão do Conselho Internacional de Madeiras Tropicais, que será realizada em Lomé, Togo, no início de dezembro de 2019.

Miriam levou ao grupo a experiência desenvolvida pela Apremavi e pelo Diálogo Florestal na restauração da Mata Atlântica e também no debate sobre o planejamento de paisagens sustentáveis. Ela avalia a participação como um importante momento de intercâmbio, divulgação e aprendizado.

Autora: Miriam Prochnow.
Fonte: ITTO.

Na Semana do Meio Ambiente alunos de Atalanta escrevem carta para ONG alemã

Na Semana do Meio Ambiente alunos de Atalanta escrevem carta para ONG alemã

Na Semana do Meio Ambiente alunos de Atalanta escrevem carta para ONG alemã

O bosque de Heidelberg implantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde, em Atalanta, está completando 20 anos. Inúmeras atividades interdisciplinares estão sendo desenvolvidas para comemorar a data. Aproveitando a semana do meio ambiente, os alunos escreverem cartas para a ONG BUND – Freunde der Erde da cidade de Heidelberg, na Alemanha, falando sobre o bosque da escola – o primeiro bosque plantado no âmbito do projeto Bosques de Heildelberg (Heidelberger Wäldchen) .

Foram escritas cartas individuais e uma coletiva, que foi traduzida para a língua inglesa. As atividades foram realizadas nas aulas de português e inglês, com os alunos do terceiro, quarto e quinto anos. Os alunos do primeiro ano trabalharam com a formação de palavras e os do segundo ano com a produção de acrósticos. Os aluninhos da creche elaboraram um bonito cartaz fazendo pintura com as mãos.

As cartas e demais materiais serão enviados ao BUND por intermédio da APREMAVI, que com a ajuda de colaboradores traduziu a carta coletiva para a língua alemã. As atividades que estão sendo realizadas na escola durante este ano são um excelente exemplo de ações de Educação Ambiental que podem ser desenvolvidas em outras escolas.

Carta Coletiva escrita pelos alunos

Ribeirão Matilde, Atalanta(SC) – Brasil, 20 de maio de 2019.

Olá querida Ong de Heidelberg.

Nós somos alunos da escola municipal de Ribeirão Matilde, município de Atalanta, Brasil, onde a 20 anos atrás vocês patrocinaram o plantio de 2 mil mudas de árvores nativas do bioma da Mata Atlântica em nossa escola, formando o Bosque de Heidelberg.

O local aonde foi feito o plantio de árvores era usado pela comunidade para jogar lixo. Ficava atrás do prédio escolar e os alunos e professores da época tiveram uma ideia de escrever uma carta para a Apremavi, pedindo mudas de árvores para serem plantadas no dia da árvore (21 de setembro).

A Apremavi trouxe então a ideia de limpar o local e ali instalar um bosque com as mudas doadas pela Ong da Alemanha. E assim foi feito.

Hoje 20 anos depois, o bosque está um local lindo, com pássaros, árvores, muitas flores, frutos, bancos para descansar e ler, balanços, bromélias… é um espaço de preservação ambiental e de estímulo para nós da escola fazermos projetos, feiras e mostras científicas.

Gostaríamos de agradecer a vocês por ter patrocinado nosso bosque que hoje nos traz tanta inspiração e orgulho em manter um local tão preservado. No bosque nós brincamos, estudamos, lemos, coletamos sementes, replantamos árvores, passeamos, identificamos espécies nativas…

O trabalho que vocês desenvolvem na Ong é muito importante para a preservação do meio ambiente.

Esperamos que vocês continuem ajudando projetos ambientais pelo mundo a fora.

Um forte abraço.

Alunos da EMEF Ribeirão Matilde.

Carta coletiva escrita pelos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde que será entregue para a ONG Alemã BUND. Foto: Arquivo Apremavi.

Autora: Miriam Prochnow.

Pin It on Pinterest