Apremavi promove 2º curso de restauração de áreas degradadas

Apremavi promove 2º curso de restauração de áreas degradadas

Educação Ambiental e Informação

Durante os dias 25 e 26 de outubro de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) em parceria com a Universidade do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), promoverá no Centro Ambiental Jardim das Florestas em Atalanta (SC), curso de curta duração sobre “Restauração de Áreas Degradadas”.

O curso tem como objetivo “Possibilitar o aprendizado e troca de experiências sobre a restauração de áreas degradadas, com ênfase no plantio de mudas nativas”.

Estudantes, educadores, gestores ambientais, profissionais da área, extencionistas rurais e demais interessados no tema, podem participar do curso, que será ministrado por instrutores com ampla experiência no assunto.

O curso será ministrado através de metodologias participativas, onde os alunos terão acesso aos principais assuntos:

  • Contextualização sobre a Mata Atlântica;
  • Legislação ambiental aplicada;
  • Restauração de áreas degradadas a partir do plantio de mudas nativas;
  • Outras técnicas de restauração de áreas degradadas;
  • Monitoramento e resultados obtidos em plantios de restauração;
  • Aula prática e visita à áreas restauradas pela Apremavi.
  • Visitas técnicas.

Esse é o segundo curso que a Apremavi realizará sobre o tema para publico externo da instituição. O primeiro foi realizado em novembro de 2016, e contou com a participação de 27 pessoas de diferentes perfis e formação acadêmica, que avaliaram o curso como didático, objetivo e metodologia adequada para ser aplicada no dia-a-dia.

Nos valores estão inclusos hospedagem e alimentação. As inscrições devem ser realizadas até o dia 15/10/2017. Para mais informações, entre em contato através dos e-mails: [email protected] e [email protected] ou telefone (47)35210326.

Apremavi Promove Curso de Planejamento de Propriedades e Paisagens

Apremavi Promove Curso de Planejamento de Propriedades e Paisagens

Educação Ambiental e Informação

Durante os dias 11 e 12 de julho de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) em parceria com a Universidade do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), promoverá no Centro Ambiental Jardim das Florestas em Atalanta (SC), curso de curta duração sobre “Planejamento Ambiental de Propriedades e Paisagens”.

Com o objetivo de “Promover momentos de aprendizagem e possibilitar um olhar amplo sobre os principais elementos a serem considerados no planejamento ambiental de propriedades e paisagens”, o curso é destinado para estudantes, educadores, gestores ambientais, profissionais da área, extencionistas rurais e demais interessados no tema.

Será ministrado por instrutores com ampla experiência no assunto.

O curso será ministrado através de metodologias participativas, onde os alunos terão acesso aos principais assuntos:

  • Contextualização sobre a Mata Atlântica;
  • Legislação ambiental aplicada;
  • Unidades de conservação: criação e gestão;
  • Gestão de recursos hídricos;
  • Gestão participativa de ambientes naturais;
  • Ferramentas de planejamento de paisagens e propriedades;
  • Visitas técnicas.

O investimento para estudantes e associados da Apremavi é de 550,00. Participantes de cursos anteriores realizados pela Apremavi = R$ 630,00 e Demais inscritos = R$ 700,00. Nesse valor estão inclusos hospedagem e alimentação.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 03/07/2017, através do link https://goo.gl/GIqimx

Maiores informações através do e-mail: [email protected] e [email protected] ou telefone (47) 35210326.

Confira no Anexo, informações sobre a ementa do curso, currículo dos palestrantes, entre outras informações importantes.

Agende também os próximos cursos que serão realizados pelas Apremavi: Dias 25 e 26/10/2017 – Restauração de Áreas Degradadas e Dias 20 e 21/02/2018 – Produção de Mudas Nativas.

Autora: Edilaine Dick

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Educação Ambiental e Informação

Como parte das ações voltadas à Educação Ambiental do Projeto Matas Sociais – Planejamento de Propriedades Sustentáveis, no dia 27 de abril de 2017 foi realizada uma visita técnica com estudantes do ensino fundamental (3º ao 5º ano) da Escola Municipal Otávio Mendes Batista, do município de Imbaú, à duas propriedades rurais atendidas pelo Projeto Matas Sociais, na Comunidade Jacutinga, deste município.

A atividade promoveu a aproximação entre escola e propriedades rurais com o objetivo de sensibilizar os estudantes sobre os temas trabalhados na oficina, relacionados à agricultura familiar, alimentação saudável e conservação e recuperação ambiental. A oficina foi ministrada pela Apremavi, com apoio da Klabin, Prefeitura de Imbaú, escola envolvida e agricultores visitados e envolveu cerca de 80 participantes.

Na propriedade da Dona Dalva Aparecida dos Santos da Silva e Sr. Carlos Aparecido da Silva, que fazem parte do Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE), os estudantes conheceram de onde vem e como é produzida a merenda escolar ao visitar a horta da propriedade e ajudar no plantio de mudas de alface.

Plantio de alface. Foto: Emílio Ribas

Já na propriedade da Dona Iraci Conceição Cavalheiro e Sr. Antônio Ramos Cavalheiro, os estudantes plantaram diferentes mudas nativas da Mata Atlântica para a adequação ambiental de uma nascente, contribuindo assim com a conservação da biodiversidade e serviços ambientais associados.

Para a diretora Luciane Moraes, “a saída técnica com os alunos as propriedade rurais foi simplesmente sensacional, pois além de proporcionar aos alunos  conhecimentos de práticas de campo, essa atividade ampliou-lhes o conhecimento e despertou um olhar para além do que o livro didático e as aulas expositivas oferecem”.

Paulo Vicente Angelo, da Klabin, destaca que atividades pedagógicas fora das salas de aula são mais ricas e interativas e podem trazer muitas vantagens para a formação das crianças, como a atividade realizada, que ofereceu às crianças a oportunidade de aprender usando os sentidos (visão, tato, audição, olfato). “Seguramente esse aprendizado os acompanhará ao longo da vida no desempenho da cidadania consciente”, destaca.

Segundo Paulo, é muito provável que o evento tenha permitido às crianças compreender a importância de cuidar bem da terra porque dela brotam a comida para o sustento das pessoas, as árvores que protegem as nascentes de água que usamos para sobreviver e as árvores plantadas usadas para tantos fins, como produção do papel dos cadernos, livros, lápis e borrachas usados na escola. “A Klabin acredita e apoia ações como esta”, finaliza.

Em sala de aula, os alunos elaboraram textos e desenhos sobre a atividade prática realizada:

“Eu aprendi que temos que cuidar na natureza porque a maioria dos alimentos que nós comemos vem dela […]” (Estudante 1 – 5ª ano).

“A saída de campo me ensinou a importância da água no nosso planeta e também me ajudou a descobrir que muitos produtos que nós consumimos estão cheios de veneno. E nós também plantamos mudas de alface e muitas mudas de árvores frutíferas bem perto de uma nascente […] para protegê-la” (Estudante 2 – 5ª ano).

Orientações para plantio de árvores nativas. Foto: Marcos A. Danieli

Em continuidade às ações do projeto, será realizada uma oficina envolvendo as merendeiras da escola, onde serão elaboradas receitas que contribuam para uma alimentação saudável e que consideram a vocação agrícola da região.

A experiência da horta, juntamente com a composteira, trabalhada em uma oficina anterior, será levada para a escola com auxílio dos produtores do projeto e dos estudantes, que agora contam com a bagagem das oficinas realizadas.

Para que estas ações na escola fossem possíveis, o Projeto Matas Sociais aproveitou o momento de construção das novas estruturas da escola e, mediante diálogo com a escola e Prefeitura de Imbaú, buscou a delimitação do espaço da composteira e horta, além de ter incentivado a instalação de cisterna para a captação de água da chuva e a manutenção das árvores e gramado do terreno, que funcionarão como espaços de lazer de leitura.

O projeto

O projeto é uma iniciativa da Klabin, em parceria com a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae, com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná.

O objetivo principal é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais dos municípios envolvidos. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Plantio em área de nascente. Foto: Marcos A. Danieli

Autor: Marcos Alexandre Danieli
Colaboradores: Emílio André Ribas e Marcos José dos Santos

Apremavi faz palestras na Alemanha

Apremavi faz palestras na Alemanha

Educação Ambiental e Informação

As representantes da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), Gabriela Schäffer e Grasiela Hoffmann, estiveram em Heidelberg (Alemanha), de 27 a 31 de março de 2017, para realizar palestras sobre a Mata Atlântica e outros biomas do Brasil e também sobre os trabalhos da Apremavi, especialmente sobre o projeto Bosques de Heidelberg no Brasil.

Foram visitadas e feitas palestras em 9 escolas, envolvendo 22 turmas e mais de 500 alunos, com idade entre 7 e 15 anos.

Grasiela Hoffmann da Apremavi e Brigitte Heinz do BUND conversando com os alunos. Foto: Gabriela Schaffer

Em 1999 a Apremavi iniciou uma importante parceria com a ONG Alemã BUND – Freunde der Erde, que é uma organização sediada em Heidelberg, que trabalha desde 1976 pela proteção e conservação ambiental desenvolvendo projetos com foco especial na educação e conscientização de jovens e adultos.

O Projeto Bosques de Heidelberg (Die Heidelberger Wäldchen in Brasilien) tem como objetivo estimular o intercâmbio entre as cidades de Heidelberg e de Atalanta (SC), incentivando o plantio de bosques com árvores nativas da Mata Atlântica e apoiando ações de educação ambiental. Desde o início da parceria, que completa 18 anos esse ano, já foram plantadas mais de 106 mil árvores nativas.

Apremavi e BUND ensinando que cada um pode fazer a sua parte. Foto: Arquivo Apremavi

Além das palestras que a Apremavi faz para crianças e jovens na Alemanha, também são realizadas palestras com escolas na região do Alto Vale do Itajaí. Após as palestras os alunos realizam o plantio das árvores junto com o time da Apremavi. O plantio dos bosques são uma verdadeira aula de educação ambiental ao ar livre com as crianças.

Além das palestras os alunos também participaram de atividade recreativas com o Jogo da Memória da Apremavi. Foto: Gabriela Schaffer

A semana não acaba aí, Gabriela vai ficar mais algum tempo para fazer um estágio voluntário na ONG alemã e com isso ainda serão realizadas outras 4 palestras, 3 em inglês e 1 em alemão. Segundo Gabriela, a oportunidade de trabalho voluntário vai trazer ainda mais integração entre as organizações, além de muito aprendizado.

Grasiela ressalta que as palestras são um excelente processo para a Educação Ambiental das crianças, pois ajudam a mostrar a imensa biodiversidade da Mata Atlântica e também a importância da sua preservação. Além das belezas naturais do Brasil.

Autoras: Gabriela Schäffer e Grasiela Hoffmann
Revisão: Miriam Prochnow

Produzido primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí

Produzido primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí

Educação Ambiental e Informação

Ao final de três dias de trabalho, os participantes do “II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí”, concluíram o primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis para os 28 municípios do Alto Vale do Itajaí e dos municípios de Alfredo Wagner e Itaiópolis, que concentram inúmeras nascentes do rio Itajaí, e Leoberto Leal e Apiúna que integram as regiões administrativas do Alto Vale.

Momento de trabalho em grupo. Foto: Wigold Schaffer.

Foram intensas discussões de alto nível, entre 90 pessoas (algumas em tempo parcial) de praticamente todos os municípios da região, representando agricultores, empresas, academia, poder público e ONGS, além de representantes de diversas organizações de outros estados brasileiros e representantes internacionais de Portugal e Moçambique. O resultado desse esforço é o primeiro Mapa de Áreas Prioritárias para Implantação de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaícom áreas e ações prioritárias nos seguintes temas:

1 – As áreas onde já existe ou tem potencial para o desenvolvimento do turismo rural ou turismo ecológico.

2 – As áreas onde já existem ou tem potencial para o desenvolvimento de atividades de produção sustentável tais como: produção agroecológica, sistemas agroflorestais, cordões vegetais/quebraventos, plantio/exploração de erva-mate, apicultura, etc.

3 – As áreas prioritárias para conservação da biodiversidade e dos recursos naturais tais como: belezas cênicas naturais, remanescentes florestais bem conservados, locais de abrigo de fauna e flora ameaçada, endêmica ou rara, nascentes de água e mananciais hídricos, etc.

4 – As áreas prioritárias para restauração tais como: APPs, Reserva Legal e áreas para criar corredores de fauna e flora.

5 – As áreas onde existem agressões ambientais que precisam ser sanadas tais como: poluição, desmatamento, extração ilegal de madeira nativa, caça, etc.

6 – As áreas com potencial de enriquecimento ecológico da vegetação existente com espécies nativas (frutíferas, palmito, erva-mate, etc.)

7 – As áreas prioritárias para formação de corredores ecológicos e manejo integrado da paisagem.

Versão preliminar do Mapa de Áreas Prioritárias para a Implantação de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí. Foto: Miriam Prochnow.

Realizado no Parque Universitário Unidavi em Rio do Sul, nos dias 21, 22 e 23 de março de 2017, o seminário foi uma iniciativa da Associacão de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e do Diálogo Florestal, em parceria com o Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e a Faculdade Metropolitana de Rio do Sul (Uniasselvi-Famesul), e teve apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), do Diálogo Florestal Internacional (TFD) e do Programa de Florestas do Banco Mundial (PROFOR).

O Grupo de Trabalho regional deve agora ser ampliado com a participação da empresa Pamplona Alimentos SA, da Cooperativa de Crédito Cresol e outras instituições.

Em breve o GT divulgará detalhes do mapa e os próximos passos que devem ser dados.

Autor: Wigold Schäffer

II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica acontecerá de 21 a 23 de março, em Rio do Sul (SC)

II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica acontecerá de 21 a 23 de março, em Rio do Sul (SC)

Educação Ambiental e Informação

O Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí é uma iniciativa da Associacão de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e do Diálogo Florestal, em parceria com a Fundação Universitária para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e a Faculdade Metropolitana de Rio do Sul (Uniasselvi-Famesul), e tem apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), do Diálogo Florestal Internacional (TFD) e do Programa de Florestas do Banco Mundial (PROFOR).

O Diálogo do Uso do Solo pretende reunir conhecimento existente sobre a região, nos diversos setores que atuam na paisagem, e a partir disso oportunizar processos de envolvimento da sociedade e seus diversos segmentos e organizações para definir cenários e ações que permitam uma melhor governança, em busca do desenvolvimento sustentável.

O trabalho começou em abril de 2016, num seminário realizado em Atalanta (SC), com a participação de ONGs, agricultores, empresas privadas e públicas, governos locais, cooperativas e associações de produtores e universidades de diferentes países e de vários estados brasileiros e da região do Alto Vale.

Como resultado desse seminário foi criado um Grupo de Trabalho para dar seguimento às discussões na região. O grupo ajudou a produzir e divulgar o vídeo Diálogo do Uso do Solo – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí, e, ao longo do ano de 2016, realizou diversas reuniões e decidiu fazer um segundo seminário, desta vez para discutir cenários para 2030/2050.

Todos buscamos o desenvolvimento. Mas o desenvolvimento para ser duradouro tem que ser também sustentável nos aspectos ambiental, social e econômico.

Segundo a ONU, tem que ser um processo que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.

Por isso é tão importante dialogarmos sobre uso do solo e paisagens sustentáveis, para as presentes e futuras gerações.

O Alto Vale do Itajaí foi escolhido como área piloto para esse trabalho em razão do reconhecimento de que o uso do solo na região já atende em grande medida aos preceitos do que se entende como paisagens sustentáveis.

O que se espera do II Seminário no Alto Vale do Itajaí

1. Reunir e tornar analisáveis de forma integrada o maior volume possível de informações disponíveis sobre a região;

2. Reunir especialistas e conhecedores da região para definirem, de forma consensual, as áreas consideradas prioritárias para a conservação, recuperação e uso sustentável da paisagem regional visando alcançar o desenvolvimento sustentável;

3. Estabelecer ações prioritárias para cada área identificada, para os cenários de curto, médio e longo prazos, considerando a pressão antrópica atual e futura e a atuação e desenvolvimento dos principais setores da economia regional (agropecuária, silvicultura, construção civil, indústria e comércio, serviços, turismo).

4 – Elencar ações de caráter geral para os setores público e privado e para a comunidade sobre como melhorar a ocupação e uso do solo nas áreas urbana e rural, visando a prevenção e mitigação dos riscos e efeitos de eventos climáticos extremos, a proteção do solo, a melhoria dos processos produtivos, a proteção e recuperação das florestas e da biodiversidade, a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e a proteção dos recursos hídricos.

Confira a programação

Dia 21.03.2017

13:30 horas

Abertura e contextualização 

Pelo Grupo de Trabalho: Apremavi, Amavi, Epagri, Unidavi, Uniasselvi/Famesul, Cravil, Afubra

Apresentação do vídeo Diálogo do Uso do Solo – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí”

14:15 horas

Experiência brasileira: Como envolver a comunidade na construção de Corredores Ecológicos e proteção dos recursos naturais: O trabalho do Centro Ecológico Ipê no entorno do Parque Estadual Morro do Diabo – SP – Laury Cullen Jr. Ph.D. – Coordenador de Projetos e Pesquisas

15:00 horas

Experiências Internacionais:

Os trabalhos da Fundação Micaia de Moçambique – Hercília Chipanga

A experiência do WWF internacional com a iniciativa New Generation Plantations – Luis Neves Silva

15:45 horas – café

16:00 horas

Apresentação do resultado do diagnóstico “Qual a sua opinião sobre Cenários para 2030/2050 no Alto Vale do Itajaí?”. Pesquisa realizada junto a pessoas conhecedoras da realidade do Alto Vale do Itajaí.

Unidavi, Apremavi, Epagri, Amavi

17:00 horas debate

Dia 22.03.2017

08:30 horas

Apresentação detalhada da Metodologia para mapeamento das áreas, definição de ações prioritárias e discussão dos cenários futuros. A metodologia vai ser participativa e interativa entre todos os participantes do seminário. Para isso serão constituídos Grupos de Trabalho por região administrativa. Os trabalhos de cada região serão apresentados ao plenário para discussão, validação e incorporação aos trabalhos dos demais grupos.

Marcos Reis Rosa – ARCPLAN-SP

Miriam Prochnow – Diálogo Florestal e Apremavi

09:15 horas – Café

09:30 horas

Grupos de trabalho por região administrativa (4 grupos)

Os grupos trabalharão na identificação em mapas de áreas críticas/prioritárias por tema (aspectos ambientais e socioeconômicos) com elaboração de mapas temáticos e preenchimento de formulários com características e ações propostas para cada área.

11:30 horas

Apresentações dos resultados dos grupos e debate

12:15 horas – Almoço – no local do evento

13:30 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa (4 grupos)

15:30 horas – Café

15:45 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa (4 grupos)

17:00 horas

Apresentações dos resultados dos grupos e debate

Dia 23.03.2017

08:30 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa

Integração de dados ambientais e socioeconômicos (elaboração de mapas regionais)

09:45 horas – Café

10:00 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa

Integração de dados ambientais e socioeconômicos (elaboração de mapas regionais)

12:15 horas – Almoço – no local do evento

13:30 horas

Apresentação dos resultados dos Grupos de Trabalho e debate

15:30 horas – Café

15:45 horas

Plenária final e validação dos resultados.

Debate sobre governança e próximos passos.

Autor: Miriam Prochnow

Grupo Marista visita a Apremavi

Grupo Marista visita a Apremavi

Educação Ambiental e Informação

No último dia 07 de fevereiro a Apremavi recebeu a visita de um grupo de colaboradores e professores do Centro Social Marista de Pouso Redondo (SC).

A visita iniciou com uma palestra sobre Consumo Consciente e Sustentabilidade, ministrada pelo vice-presidente da Apremavi Urbano Schmitt Jr.

Palestra no Centro Ambiental da Apremavi. Foto: Arquivo Apremavi

Em seguida visitaram o viveiro Jardim das Florestas, onde conheceram todo o processo de produção de mudas nativas. Após a visita ao viveiro, o grupo foi conhecer algumas áreas demonstrativas de restauro florestal.

No período da tarde visitaram a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN Serra Pitôco) e encerraram o dia de visita ao município de Atalanta, conhecendo o Parque Natural Municipal Mata Atlântica, principal atrativo turístico da região.

No Mirante do Parque Mata Atlântica. Foto: Arquivo Apremavi

O Centro Social Marista Pouso Redondo, pertence a Rede Marista de Solidariedade. Atende 200 crianças e adolescentes de 05 a 15 anos, com o principal foco de atuação a promoção, a defesa e a garantia de direitos.

Segundo o professor e assistente de Pastoral Francisco Decezaro, a visita dos colaboradores a APREMAVI, teve como principal objetivo o estudo sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2017: Biomas Brasileiros e a Defesa da Vida. Sendo a APREMAVI uma instituição com 30 anos de atuação no cuidado e defesa do meio ambiente e da vida, é o local ideal para discutir o tema da Campanha da Fraternidade 2017, comentou Francisco.

 

Na trilha em meio a Mata Atlântica. Foto: Arquivo Apremavi

O professor Francisco comentou ainda que o Centro Social Marista desenvolverá junto aos educandos três projetos com os seguintes temas: Solidariedade, Diversidade e sobre o Território de Pouso Redondo. O tema da CF 2017 é transversal, propício e nos dá subsídios para a discussão em todos os projetos.

A Apremavi está cada vez mais se tornando uma referência para visitas técnicas e de estudos, não só para acadêmicos, mas também para agricultores, professores, técnicos e profissionais de diferentes áreas. Ao longo dos quase 30 anos, a instituição já recebeu a visita de milhares de pessoas de diferentes estados do Brasil e exterior.

Autor: Miriam Prochnow

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Apremavi promoveu capacitação em geoprocessamento

Apremavi promoveu capacitação em geoprocessamento

Educação Ambiental e Informação

No período de 23 a 27 de janeiro de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) promoveu uma semana de capacitação em geoprocessamento e uso sistemas de gerenciamento de projetos ambientais com uso de geotecnologias para integrantes da equipe técnica, na sede da instituição, em Atalanta (SC). Participaram técnicos da Apremavi que trabalham em Atalanta e Chapecó-SC e Imbau e Curiuva-PR.

O objetivo foi a qualificação em ferramentas de geoprocessamento para o uso nos projetos de planejamento de propriedade e paisagens, como o Matas Legais, Matas Sociais e Diálogo do Uso do Solo. O curso abordou o uso de imagens de satélite, drones e plataformas para armazenamento e gerenciamento de projetos e foi ministrado por Fernando Partenost, da Arcplan, de São Paulo, e pelos espanhóis Manuel Sanabria Soto e Borja Terán Pickering, da Green UAV, com sede em Londres, no Reino Unido.

A Arcplan está desenvolvendo um Portal Ambiental, plataforma de gerenciamento de projetos que a Apremavi vai utilizar para gerenciar todos os seus projetos.

Fernando ensinando os técnicos a usarem a plataforma. Foto: Wigold Schaffer

De acordo com Partenost, este Portal foi feito para que as propriedades se adequem a lei do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a partir dele está sendo desenvolvido um módulo de gerenciamento de projetos técnicos, que é o que vai ajudar a Apremavi no planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de restauração e conservação dentro das propriedades. Com esta ferramenta “ganha-se em agilidade e escala, pois você consegue ampliar o trabalho para um maior número de pessoas e gerar relatórios de forma automatizada”, frisa.

Manuel Sanabria Soto estagiou na Apremavi em 2009 e 2012 para desenvolver seu trabalho de graduação aplicado a dinâmica de usos do solo e estado de conservação da Mata Atlântica. Seu retorno à Apremavi é marcado pela sua motivação em apoiar voluntariamente a instituição nos trabalhos de geoprocessamento, agora, com a bagagem do mestrado na área e de sua experiência de trabalho.

Ele comentou que em sua primeira vinda à Apremavi ficou impressionado com qualidade do trabalho que a instituição desenvolvia com as ferramentas e os recursos disponíveis. “Eu me dei conta, depois, estudando na universidade e um pouco mais tarde trabalhando em uma empresa geoespacial no Reino Unido que muitas das ferramentas que nós estamos usando lá em nossos projetos podem ser utilizadas aqui na Apremavi para aumentar a qualidade e eficiência dos projetos que a Apremavi está desenvolvendo”, cita.

Manuel Sanabria Soto e Borja Koste em atividade prática com o Drone. Foto: Wigold Schaffer

Segundo Sanabria Soto, uma combinação de tecnologias para capturar dados em campo, como aplicativos para o telefone, drones e imagens de satélite podem otimizar o trabalho de campo, utilizando os drones para cobrir áreas maiores e com dificuldade de acesso. “Eu sinto que trabalhar com vocês no passado e poder voltar para ajudar com uma informação que eu tenho e a possibilidade de ensinar a utilizar algumas destas metodologias foi um sonho, estou muito feliz”, ressalta.

Ao final do curso os espanhóis doaram um Drone para a Apremavi. Além do trabalho de mapeamento e planejamento ambiental o Drone serve para capturar fotos e imagens de vídeo e já rendeu imagens belíssimas. Confira na reportagem produzida pela RBA TV, de Rio do Sul.

Wigold Schaffer, fundador e conselheiro da Apremavi, destacou que a semana de capacitações foi fundamental, tanto com a vinda dos espanhóis como pela vinda do Fernando, da Arcplan, que está efetivamente desenvolvendo a plataforma que a Apremavi vai usar.

Segundo Schaffer as ferramentas trabalhadas no curso têm dois objetivos extremamente importantes para a Apremavi. O primeiro deles é melhorar a capacidade da Apremavi de fazer planejamento de uso do solo, planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis. “Você poder enxergar o micro na propriedade e o integrado na microbacia, no município, na região, e essas ferramentas permitem isso. Esse é um objetivo final extremamente importante”, frisa. O outro é a partir do uso dessas ferramentas começar a qualificar o trabalho e dar mais escala ao trabalho. “Poder fazer mais com mais qualidade e de uma forma mais rápida”, destacou Schaffer.

Segundo Edegold Schaffer, presidente da Apremavi, a presença simultânea da Arcplan e dos técnicos espanhóis da Green UAV foi extremamente importante para o futuro dos projetos, pois mostrou que existe a possibilidade de integração dos trabalhos e assim melhorar ainda mais as ferramentas que estão sendo desenvolvidas para a Apremavi.

Manuel e Borja presenteando a equipe da Apremavi. Foto: Gabriela Schaffer

Autor: Marcos Alexandre Danieli

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Educação Ambiental e Informação

No dia 07 de outubro de 2016 foi realizado o primeiro seminário do Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis, no Centro dos Idosos de Imbaú, Paraná. O encontro contou com a participação de 200 pessoas, principalmente agricultores que participam do projeto, além de parceiros e apoiadores.

O evento é uma realização do Projeto Matas Sociais, uma iniciativa da Klabin em parceria com a Apremavi, TNC, Sebrae e apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira, Telêmaco Borba.

O encontro teve como objetivo a aproximação e troca de experiências entre os participantes envolvidos no projeto e a socialização de conhecimentos relacionados aos temas abordados no evento, por meio das seguintes apresentações:

– O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis: Sabrina Bicca – Klabin.

– Adequação ambiental, legal e paisagística da pequena e média propriedade rural: Leandro da Rosa Casanova – Apremavi.

– Potencialidades existentes em hortaliças e fruticultura na região: Antonio Roberto Nogueira – Secretaria de Agricultura de Apucarana (PR).

– Potencialidades existentes em gado de leite e corte na região: Lindomar Schimitz – Sebrae.

O evento contou ainda com a parceria da Emater de Imbaú, que trouxe ao Seminário a maquete de uma propriedade rural que concilia diversificação da produção com o respeito à legislação ambiental; e do Grupo de Mulheres do Assentamento Guanabara, que serviu o café colonial aos participantes.

Para Sabrina Bicca, da Klabin, coordenadora geral do Projeto Matas Sociais, o Seminário tinha o objetivo de consolidar e aprofundar as temáticas centrais que estão sendo trabalhadas em campo e permitiu um retorno importante para a equipe do projeto: “Pelo número de adesões e pela participação do público do início ao fim do evento, foi um demonstrativo de que estamos no caminho certo”, pontua Sabrina.

O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Início da primavera foi marcado por visitas à Apremavi

Início da primavera foi marcado por visitas à Apremavi

Educação Ambiental e Informação

No mês em que se comemora o dia da Árvore e o início da Primavera, as atividades de educação ambiental se intensificam na Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (APREMAVI), com visitas ao Centro Ambiental Jardim das Florestas e aos Viveiros de Mudas.

No dia 26 de setembro recebemos a visita de um grupo de Ambientalistas Mirins de Ituporanga (SC), orientados pelo Soldado Borguesan, e em 28 de setembro os alunos do 3º ano do ensino médio da E.E.B. Walter Probst de Aurora (SC). O objetivo de ambas as turmas era conhecer o Centro Ambiental, viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas e o trabalho desenvolvido pela instituição na área de planejamento de propriedades e paisagens, com visitas as áreas demonstrativas e nascentes preservadas. Para finalizar a programação dirigiram-se até o Parque Natural Municipal Mata Atlântica, onde percorreram a trilha até a cachoeira Perau do Gropp, que oferece aos seus visitantes uma ótima oportunidade de contemplar belas paisagens do município de Atalanta.

Nos dias 27 e 29 de Setembro foi a vez dos pequeninos do pré-escolar da C.E.I. Uta Kriesere da Escola Complementar Ewald Bruno Julius Kress, de Agrolândia (SC), conhecerem a Apremavi. As crianças estavam eufóricas, especialmente porque cada uma delas pôde aprender a semear sementes de Baguaçú e Paineira rosa, plantaram mudas de Azaléia próximo ao Centro Ambiental e ainda conheceram uma nascente preservada.Após a pequena experiência na Apremavi, se divertiram com brincadeiras nos jardins da Oma Anita.

 

As atividades foram monitoradas por Edegold Schäffer, Taís Fontanive e pela Estagiária Maíra Ratuchinski, que através de conversas e jogos, transmitiram aos jovens estudantes informações sobre a importância do contato com a natureza e, consequentemente, a importância de ajudar a preservá-la.

Além das instituições citadas acima, tivemos mais grupos visitando. Veja a lista completa:

  • 10/09/2016 Grupo da 3º idade de Dona Emma (SC);
  • 14/09/2016 Grupo de agricultores do Programa de Diversificação da Coopertec, Taió (SC);
  • 16/09/2016 Turma de Engenharia Sanitária da UDESC de Ibirama (SC);
  • 21/09/2016 Colégio Monte Alverne de Ituporanga (SC).

Venha conhecer um pouco mais do nosso universo.

Agende você também sua visita através do nosso telefone ou e-mail:

Fone: (47) 3535-0119

E-mail: [email protected]

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

Educação Ambiental e Informação

O programa Matas Legais, uma parceria da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e da Klabin, realizou no dia 31 de agosto de 2016, no município de Otacílio Costa (SC), palestras para alunos do 5º ano da rede municipal de ensino. A ação surgiu durante os encontros dos grupos que compõem o Fórum Otacílio Costa dos Nossos Sonhos, que é uma inciativa da Klabin através do Fórum de Desenvolvimento de Otacílio Costa. Este fórum se reúne desde o final do ano de 2015, em encontros mensais, contando com a participação de pessoas e instituições do município, tem como objetivo “Criar um espaço de diálogo em Otacílio Costa para pensar e contribuir com o desenvolvimento local sustentável do município, ou seja, melhorar a qualidade de vida em Otacílio Costa!”

Os grupos que compõem o fórum já realizaram inúmeras atividades no município, sendo que uma das atividades elencada como prioritária foi a educação ambiental com os alunos da rede municipal de ensino de Otacílio Costa.Surgiu assim o Projeto Ambiental Apremavi e Klabin, que pretende desenvolver temas relacionados à sustentabilidade, com o público escolhido.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

O Projeto prevê a realização de encontros mensais com alunos do 5º e 6º ano das escolas da rede municipal de ensino, pretendendo atender cerca de 400 alunos. Na palestra inaugural foram atendidos 120 alunos das Escolas de Educação Básica Pedro Álvares Cabral e Escola de Educação Básica Marechal Rondon.

A palestra foi ministrada pelo engenheiro florestal Leandro da Rosa Casanova, que tratou de assuntos como poluição, água, lixo, aquecimento global e sustentabilidade. Após a palestra, Edinho Schaffer, técnico do programa, coordenou uma atividade de descontração e aprendizado, com os estudantes se divertindo com dois jogos lúdicos e educativos: o Jogão Fique Legal, que é um jogo de trilha em tamanho gigante, e o Jogo da Memória da Fauna e Flora da Mata Atlântica, também em tamanho grande. A atividade contou com o auxilio da Estagiária da Apremavi, Maíra Ratuchinski, estudante do curso de engenharia florestal.

Como recordação das atividades realizadas, os alunos puderam levar para casa um jogo da memória que traz ilustrações de animais e plantas, oferecido pela Klabin, e também uma muda de pitanga para plantar nos quintais de suas casas. O Projeto contou com a parceria da Secretaria de Educação e da Secretaria do Meio Ambiente do município.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

Projeto Matas Sociais promoveu oficina de Educação Ambiental em Imbaú

Projeto Matas Sociais promoveu oficina de Educação Ambiental em Imbaú

Educação Ambiental e Informação

Como parte das ações voltadas à Educação Ambiental do Projeto Matas Sociais – Planejamento de Propriedades Sustentáveis, no dia 30 de junho de 2016, mês do meio ambiente, foi realizada uma oficina sobre compostagem e proteção e recuperação de nascente. A atividade envolveu estudantes do 3º ao 5º ano da Escola Municipal Otávio Mendes Batista, do município de Imbaú e foi realizada na propriedade de Luciane Moraes, atendida pelo projeto e diretora da escola. A oficina foi ministrada pela Apremavi, com apoio da Klabin, Prefeitura de Imbaú e escola envolvida.

Os estudantes participaram de uma apresentação de introdução ao tema abordado, realizada na Secretaria de Educação de Imbaú. De lá, todos seguiram para a propriedade, onde acompanharam e ajudaram a fazer a composteira, demonstrando na prática como é fácil dar um destino adequado aos resíduos orgânicos gerados em meio rural ou urbano. O grupo também participou de um plantio de diferentes mudas nativas da Mata Atlântica para recuperação de uma nascente.

Momento do plantio para proteção de nascente. Foto: Marcos Alexandre Danieli.

A experiência dos estudantes foi sistematizada em desenhos durante as atividades em sala de aula.

Segundo a diretora Luciane Moraes, a atividade realizada enriqueceu o conhecimento teórico e prático dos alunos sobre a importância da preservação do meio ambiente onde eles vivem. “Em nome da Escola Otávio Mendes, professores e alunos, agradecemos a oportunidade de fazer parte deste projeto”, conclui.

Na oportunidade, também foi realizada a proteção de uma nascente da propriedade, adotando o modelo Caxambú, uma alternativa de baixo custo, simples construção e que contribui para a manutenção das fontes de água no meio rural necessárias aos usos produtivos.

A experiência da composteira também será levada para a escola envolvida logo após o termino das reformas. Outras oficinas serão realizadas ao longo do projeto, com diferentes temáticas: horta escolar, alimentação saudável e saída técnica às propriedades atendidas pelo projeto e que destinam alimentos à escola.

Aprendendo a fazer uma composteira. Foto: Arquivo Apremavi.

O projeto

O projeto é uma iniciativa da parceria entre a Klabin, Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae e com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná.

O objetivo principal é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais dos municípios envolvidos. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Apremavi tem dia histórico com a Tocha Olímpica

Apremavi tem dia histórico com a Tocha Olímpica

Educação Ambiental e Informação

O dia 09 de julho de 2016 foi histórico para a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi). Além de comemorar os 29 anos de fundação da associação, foi o dia em que Miriam Prochnow, fundadora e conselheira da Apremavi, conduziu a Tocha Olímpica, no revezamento que aconteceu na cidade de Araranguá (SC).

Equipe da Apremavi com a mudas de árvores nativas. Foto: Wigold Schaffer

Os preparativos começaram cedo, com a equipe da Apremavi chegando à cidade, trazendo mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para serem plantadas e também distribuídas para a populacão. Foram plantadas mudas de ipê na mata ciliar do Rio Araranguá, na praça Hercílio Luz e também na localidade de Morro dos Conventos. O objetivo dessas ações foi chamar a atenção para a causa da sustentabilidade, que precisa entrar na agenda do nosso dia a dia.

Árvore plantada na Praça Hercílio Luz. Foto: Wigold Schaffer

Realizar essas ações na região Sul de SC tem também um significado maior, porque a região é considerada uma das 14 áreas mais críticas ambientalmente do país em consequência da poluição gerada pela atividade carbonífera. Foi também a região epicentro do furacão Catarina, o primeiro do Atlântico Sul.

A ação ambiental foi uma atividade conjunta da Apremavi, com a ONG Sócios da Natureza, o FSC® Brasil(responsável pela indicação de Miriam para o revezamento), a Fundação de Meio Ambiente de Araranguá (FAMA) e o Comitê Olímpico Rio2016. Miriam é uma das condutoras “Abraça”, que representam as causas de Sustentabilidade dos Jogos Rio 2016. Segundo Sabrina Porcher, do Comitê Organizador da Rio2016, o objetivo em Sustentabilidade sempre foi mexer com mentes e corações e com isso promover mudanças de atitudes e estabelecer novos paradigmas: “É isso que queremos também quando aliamos o esporte à sustentabilidade; engajar os jovens, crianças, idosos, a população em geral, nessa causa tão importante. Nossos 28 condutores representam com excelência essas causas pois são pessoas com trabalhos extremamente relevantes na área de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável“, completa.

Momento da condução. Foto: Rio2016/André Mourão.

A importância de ações como essa está registrada em depoimentos como o de Carlos Roxo, conselheiro do TFD (The Forests Dialogue – Diálogo Florestal Internacional) que declarou: “Santa Catarina fez uma acão integrada, linda e simbólica. Com o apoio da Apremavi, integrou o ato de carregar a Tocha Olímpica com o plantio de árvores na beira do rio e a distribuição de mudas para a população. Com isso, mostrou como o Esporte, que simboliza a saúde do Homem, está vinculado à restauração do verde, que simboliza a saúde do Planeta, que em uma era antropocênica como a que vivemos, são mutuamente dependentes em uma visão de curto e médio prazo. A longo prazo, como diz o Sergio Besserman, a saúde do Planeta triunfará, mesmo que por instinto precise extinguir a sociedade humana, tal como está organizada hoje”.

Mudas nativas e animação em Araranguá. Foto: Gabriela Schaffer.

Veja o vídeo resumo do dia 09 de julho, feito pela Rio2016, que mostra a ação ambiental realizada. Que mais ações como esta sejam realizadas por esse Brasil afora.

Sobre o FSC

É uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, que promove o manejo florestal responsável ao redor do mundo desde 1994. Com sede na Alemanha, está presente em mais de 80 países. O FSC é o sistema de certificação florestal de maior credibilidade internacional e o único que incorpora, de forma igualitária, os interesses de grupos sociais, ambientais e econômicos.

Sobre a APREMAVI

Fundada em 1987, a Associação tem como missão trabalhar pela defesa, preservação e recuperação do meio ambiente, dos bens e valores culturais, buscando a qualidade de vida na Mata Atlântica e em outros biomas.

Sobre a Sócios da Natureza

O movimento ambientalista foi criado em 1980 para combater a intensa poluição na Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá, Urussanga e Tubarão. Tem como objetivo principal a preservação da natureza e uma melhor qualidade de vida para a população da região sul de Santa Catarina.

Sobre o Comitê Organizador Rio 2016

É uma associação civil de direito privado, com natureza desportiva, sem fins econômicos, formada por Confederações Brasileiras Olímpicas, pelo Comitê Olímpico Brasileiro e pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Sua missão é promover, organizar e realizar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, seguindo as diretrizes do Contrato da Cidade-Sede, do Comitê Olímpico Internacional, do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) e da Agência Mundial Antidoping, e respeitando a legislação brasileira, a Carta Olímpica e o Manual de Regras do IPC.

Mês do Meio Ambiente tem muitas visitas à Apremavi

Mês do Meio Ambiente tem muitas visitas à Apremavi

Educação Ambiental e Informação

Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho.

Na Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), o dia do Meio Ambiente é comemorado todos os dias, mas no mês de junho, as atividades ganham ainda mais força.

Visita dos alunos da Escola de Ribeirão Matilde. Foto: Arquivo Apremavi.

A Apremavi recebe visitantes de todo o estado para conhecerem as atividades desenvolvidas no Centro Ambiental e Viveiros de Mudas de árvores da Apremavi. Os visitantes tem ainda a oportunidade de conhecer o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica – Atalanta (SC). Edegold Schaffer, presidente da Apremavi comenta que é uma satisfação muito grande atender aos visitantes e poder disseminar o conhecimento que a Apremavi conquistou ao longo dos 29 anos de história.

No início do mês a Apremavi recebeu a visita da 6º fase dos cursos de agronomia e engenharia florestal da UFSC de Curitibanos (SC). Um dos temas abordados durante a visita técnica foi o Planejamento de Paisagens Sustentáveis. Os alunos assistiram um vídeo sobre o tema e em seguida foram conhecer na prática algumas áreas demonstrativas, o viveiro de mudas nativas, nascentes preservadas e um plantio de araucária consorciado com palmito. Também conheceram a RPPN Serra Pitoco e Parque Natural Municipal Mata Atlântica.

Visita dos alunos da UFSC de Curitibanos. Foto: Arquivo Apremavi.

Na mesma semana, a Apremavi realizou um plantio de mudas de árvores nativas com alunos da Escola Ribeirão Matilde, da cidade de Atalanta (SC). Antes doplantio os alunos assistiram o vídeo sobre mata ciliar.

Na semana seguinte, foi a vez da visita de 35 alunos com idade entre 5 e 6 anos do Centro de Educação Infantil Martha Wulff Zimmermann de Mirim Doce (SC). O Centro de Educação Infantil Chapeuzinho Vermelho também esteve no Centro Ambiental realizando atividades de educação ambiental.

Visita do alunos do Chapeuzinho Vermelho. Foto: Arquivo Apremavi.

Em Witmarsum, Vale Norte de Santa Catarina, foram realizadas duas palestras sobre meio ambiente com a participação de cerca de 200 pessoas entre agricultores, lideranças municipais, professores e alunos do município. Após as palestras foram plantadas 500 mudas nativas em uma área de mata ciliar, próxima ao colégio municipal.

A Apremavi também realizou uma distribuição de mudas nativas durante uma missa na igreja católica da cidade de Atalanta (SC).

Dentro do Programa Matas Legais, em parceria com a Klabin, foi realizado o 1º concurso Fotográfico Ambiental direcionado aos alunos da escola de Educação Básica Pedro Américo, de Agrolândia (SC). O tema do concurso foi “Além da Minha Janela” e contou com mais de trinta fotos inscritas.

Os técnicos do programa Matas Legais também auxiliaram na catalogação e identificação de árvores do pátio da Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla em Atalanta (SC). Foram identificas 35 espécies diferentes da Mata Atlântica. O objetivo da identificação das espécies é para que os alunos conheçam as árvores que tem em sua escola e possam utilizá-las para trabalhos de educação ambiental dentro e fora da sala de aula.

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

Educação Ambiental e Informação

O município de Ortigueira agora também possui seu Espaço do Produtor. A inauguração do local ocorreu no dia 30 de março de 2016, como parte das ações do projeto “Planejando Propriedades Sustentáveis”, uma iniciativa da parceria entre a Klabin, Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae e com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná. Este projeto integra o Plano de Ação Socioambiental do Projeto Puma, empreendimento da Klabin que contempla a nova fábrica em Ortigueira.

O Espaço, sediado na Secretaria de Agricultura de Ortigueira, vai atender, ouvir e orientar produtores rurais, tendo como objetivo a melhoria ambiental, social e econômica das propriedades, incluindo a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Junto com o Espaço do Produtor inaugurado em Imbaú no dia 28 de janeiro de 2016, fortalecem-se os espaços de comunicação e troca de experiências entre a equipe do projeto, parceiros e produtores da região.

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é contribuir para o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Acesse aqui o folder do projeto.

Jovens da Apremavi em ação na Alemanha

Jovens da Apremavi em ação na Alemanha

Educação Ambiental e Informação

No mês de novembro de 2015, uma dupla de jovens da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) entrou em ação na cidade de Heidelberg, Alemanha. Gabriela Schäffer, estudante e sócia da Apremavi, e Edinho Schäffer, Coordenador de Projetos e Diretor da Apremavi, realizaram, na semana de 16 a 20, atividades e palestras com alunos, de 11 a 17 anos, de escolas publicas e particulares de Heidelberg.

A ação faz parte do projeto “Der Regenwald kommt in die Klassenzimmer” (A Mata Atlântica vai às salas de aula) que acontece em parceria com a ONG ambientalista BUND (Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland), a cidade de Heidelberg e a Apremavi. O intercâmbio entre as instituições acontece desde 1998 e tem como principal atividade a restauração de florestas, os chamados “Heidelberger Wäldchen in Brasilien” (Bosques de Heidelberg no Brasil), e  já  plantou mais de 100 mil árvores de espécies nativas da Mata Atlântica. Desde 2008, representantes da Apremavi realizam em Heidelberg uma semana de palestras com alunos.

Gabriela Schäffer ministrando palestra para as crianças. Foto: Edinho Schäffer

As atividades e palestras, ministradas na língua alemã, foram realizadas com o  acompanhamento de Brigitte Heinz, representante do BUND. No total foram realizadas 8 apresentações, em 7 escolas diferentes, com mais de 360 alunos. Uma das apresentações foi realizada fora de Heidelberg, na cidade de Nierswalde.

Gabriela e Edinho falaram sobre o Brasil, sobre Meio Ambiente, mais especificamente sobre a Mata Atlântica, os problemas ambientais globais e o que pode ser feito. Também mostraram os projetos desenvolvidos pela Apremavi e os resultados da parceria com o BUND.

Além das palestras foram apresentados dois vídeos, editados por Wigold Schäffer, que retratam um pouco dos biomas brasileiros, com sua imensidão de fauna e flora, e também os problemas que ainda enfrentamos no Brasil, como desmatamentos, queimadas e outros problemas enfrentados diariamente na luta ambiental.

Como novidade, em 2015, foi realizado um momento de aprendizagem diferente. Nossos jovens levaram um Jogo da Memória da Apremavi, em tamanho A4, tendo como tema a biodiversidade, para ser jogado com os alunos de forma descontraída e divertida. O jogo fez muito sucesso.

 

Crianças se divertindo com Jogo da Memória em tamanho grande. Foto: Gabriela Schäffer

Segundo Gabriela, os alunos das escolas alemãs estão muito bem informados sobre problemas ambientais atuais e o que se pode fazer para amenizá-los: “de um forma geral, todos estavam bem curiosos, com muitas perguntas sobre o Brasil, encantados com nossa fauna e flora. O jogo da memória foi um momento de muita diversão para eles. Eu não tenho nem como descrever em palavras o quão incrível essa semana foi e o crescimento pessoal e profissional que isso me trouxe. As crianças são demais e pude sentir o carinho de cada uma delas a sua maneira, nos ajudando e sempre perguntando sobre os mais diversos tópicos.”

Para Edinho, a experiência também foi ímpar: “em todas as escolas e turmas onde realizamos as palestras, o entusiasmo das crianças era grande sobre o tema meio ambiente.Quando perguntávamos a elas o que teríamos que fazer para melhorar o meio ambiente ou sobre o aquecimento global, todas queriam dar a sua contribuição e todas as respostas com um bom nível de conhecimento sobre o tema. Em uma das turmas, no final da palestra, algumas crianças chegaram ate nós dizendo: essa é nossa contribuição para os bosques de Heidelberg, para vocês plantarem as árvores lá no Brasil por nós.  Com essa ação das crianças de 8 anos de dar uma pequena contribuição para os trabalhamos de conservação e recuperação da Mata Atlântica através do projeto Bosques de Heidelberg  que a Apremavi executa aqui no Brasil mostrou o quanto é importante a conscientização sobre os temas ambientais com as crianças“.

Além da semana de intercâmbio com os alunos, os jovens da Apremavi tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da flora alemã, com passeios nos bosques de Heidelberg, observando a beleza do outono na Alemanha e a diferença entre os dois países.
A cidade de Heidelberg e o BUND já enviaram uma mensagem à Apremavi dizendo que gostaram muito das atividades realizadas e que a parceria vai continuar.

Jogo Gigante na Escola Agrotécnica

Jogo Gigante na Escola Agrotécnica

Educação Ambiental e Informação

No dia 03 de outubro de 2008, 50 alunos do primeiro ano da turma de Agropecuária, da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, puderam, através do divertido jogo gigante “Fique Legal”, aprender os conceitos básicos do planejamento ambiental de propriedades. A atividade foi organizada por Eliane Dalmora, professora da escola, e aplicado por Edinho Schäffer, da equipe da Apremavi.

O programa “Planejando Propriedades e Paisagens” da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) vem sendo discutido e estudado por inúmeros professores e alunos em Santa Catarina. A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, vem estudando o planejamento da propriedade rural com seus alunos das turmas de agroecologia e agropecuária.

Como a grande maioria dos alunos da escola são filhos de produtores rurais, o objetivo de se estudar o planejamento da propriedade, é para que eles possam colocar em prática os conhecimentos adquiridos, planejando a propriedade da família quando retornarem às suas residências.

Além das discussões e das oportunidades de capacitação, que incluem cursos e dias de campo nas propriedades “modelo”, a Apremavi desenvolveu vários materiais de educação ambiental voltados à “propriedade legal”, aquela que cumpre a legislação ambiental e também é um local que garante a qualidade de vida e renda. Um desses materiais é o jogo gigante “Fique Legal”, um tabuleiro com uma trilha onde os participantes andam sobre uma lona seguindo os números jogados num dado. É uma maneira divertida de aprender. A partir do jogo os alunos puderam perceber a importância do planejamento da propriedade rural.

Para Eliane Dalmora a educação ambiental contribui de forma fundamental para instituir novas bases para os sistemas agrícolas: “as atividades de educação ambiental rompem com o normativo e desencadeiam nas pessoas novas experiências que sejam realmente significativas. Através de uma oportunidade lúdica como o jogo realiza-se a comunicação sobre os comportamentos desejados e de valorização do capital natural”, ressalta a professora.

Autores: Edinho Pedro Schäffer e Geraldine Maiochi.

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