Cartilha ecológica é lançada durante Festival Literário em Atalanta

Cartilha ecológica é lançada durante Festival Literário em Atalanta

Bosques de Heidelberg

No dia 09 de outubro de 2019 foi lançada a cartilha ecológica de colorir “Desenhando o Bosque da Escola: 20 anos de amor pela Natureza”, uma iniciativa da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ribeirão Matilde (EMEF Ribeirão Matilde). O lançamento aconteceu durante o I Festival Literário da rede municipal de ensino de Atalanta (SC), ocorrido no salão da igreja católica no centro da cidade.

A cartilha foi confeccionada pelos alunos durante as aulas de língua portuguesa que, ao usarem o gênero textual da poesia (quadrinha), relatam a história da EMEF Ribeirão Matilde e do Bosque de Heidelberg plantado em 1999 nos fundos da escola numa parceria com a Apremavi. Nas aulas de língua inglesa os alunos fizeram a tradução dessas poesias para o inglês e nas aulas de arte soltaram a imaginação e criaram desenhos para ilustrar os versos escritos. A capa da publicação é ilustrada com o desenho vencedor de um concurso de desenhos sobre o bosque.

A cartilha tem como principal objetivo destacar a importância desse bosque para toda a comunidade escolar e também comemorar os 20 anos de implantação do Bosque de Heidelberg na escola em parceria com a Apremavi e a ONG Alemã BUND – Freunde der Erde.

O festival esteve ainda repleto de atividades para as crianças, com oficinas de dobradura, contação de histórias, pintura facial, robótica, jogos e um show de mágica, além de uma feira de livros.

Esta é a segunda cartilha neste formato organizada pela escola. Em 2015 a escola lançou a cartilha “Memórias do Nosso Ribeirão” que conta a história do Ribeirão das Pedras e a importância de se restaurar a mata ciliar.

A edição e impressão da cartilha contou com o apoio da Apremavi e sua versão digital pode ser acessada aqui.

Cartilha “O Bosque da Escola” é lançada durante I Festival Literário da rede municipal de ensino de Atalanta (SC). Fotos: Arquivo da Escola Municipal de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde.

Autoras: Miriam Prochnow e Rosane Jochen Herbst.

Bosque de Heidelberg: uma inspiração no dia-a-dia da Escola do Ribeirão Matilde

Bosque de Heidelberg: uma inspiração no dia-a-dia da Escola do Ribeirão Matilde

Bosques de Heidelberg

O Bosque de Heidelberg plantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde, em Atalanta (SC), completa 20 anos este ano. Inúmeras atividades interdisciplinares estão sendo desenvolvidas na escola para comemorar a data. Já rolou concurso de desenho, elaboração de cartilha e até carta escrita pelos alunos para a parceira da Apremavi no projeto, a ONG BUND da cidade de Heidelberg, na Alemanha.

A mais recente das atividade desenvolvidas foi a elaboração de cartões postais. A ideia surgiu numa aula sobre gêneros textuais, na qual os alunos  receberam orientações a respeito do gênero e suas características e aprenderam a elaborar e personalizar o seu cartão. Para ilustrar o cartão os alunos registraram elementos do Bosque da Escola, fizeram desenhos e colagens.

Os alunos também escreveram redações com o tema “As árvores do bosque” que foram expostas no hall de entrada da escola, criaram histórias em quadrinho e tem coletado sementes das árvores do bosque.

Múltiplas atividades interdisciplinares estão sendo realizadas para comemorar os 20 anos do Bosque de Heidelberg plantado na Escola de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde, em Atalanta (SC). Foto: Arquivo Apremavi.

Entrega das cartilhas

No dia 13 de setembro a Apremavi foi até a Escola de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde em Atalanta (SC) para entregar as recém impressas cartilhas “Desenhando o Bosque da Escola: 20 anos de amor pela Natureza”. A cartilha é uma iniciativa da Escola, tem o apoio da Apremavi e do BUND, e contém desenhos e poemas elaborados pelos alunos que fizeram do bosque sua fonte de inspiração artística.

Miriam Prochnow, vice-presidente da Apremavi, relata que foi um momento muito especial. “Ver a felicidade dos alunos e das professoras recebendo o fruto de um importante trabalho de educação ambiental foi gratificante“, complementa Miriam.

O lançamento oficial da cartilha será realizado ainda este ano.

Apremavi entrega as cartilhas “Desenhando o Bosque da Escola: 20 anos de amor pela natureza” para os alunos e professores da Escola de Ensino Fundamental do Ribeirão Matilde. Foto: Arquivo Apremavi.

Autora: Carolina Schäffer.

Bosques de Heidelberg completam 20 anos

Bosques de Heidelberg completam 20 anos

Bosques de Heidelberg

A história dos Bosques de Heidelberg no Brasil é uma história de parcerias. Tudo começou em 1998, numa primeira visita da Apremavi à cidade de Heidelberg, na Alemanha, onde aconteceu um encontro com representantes da prefeitura e do Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland (BUND), a ONG ambientalista local. A visita foi coordenada por um integrante do BUND, que havia acabado de realizar um estágio na Apremavi.

Assim surgiu um projeto para restaurar a Mata Atlântica, o Bosques de Heidelberg em Atalanta, com o objetivo de plantar mudas de árvores nativas e atividades de educação ambiental. Com o passar dos anos e a parceria gerando cada vez mais resultados, o projeto passou a ser chamado de Bosques de Heidelberg no Brasil. Já foram plantadas mais de 110 mil árvores de espécies nativas da Mata Atlântica, formando mais de 90 bosques, em 17 cidades. Uma verdadeira história de parcerias.

Os primeiros bosques foram plantados em 1999 e este ano completam 20 anos. Um deles fica na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde, em Atalanta (SC), que está desenvolvendo várias atividades alusivas à data com seus alunos. Já noticiamos algumas delas aqui no site da Apremavi. Confira os desenhos que os alunos fizeram na Semana da Biodiversidade e as cartas que eles escreveram na Semana do Meio Ambiente.

Outro bosque fica ao lado Krüger Haus em Trombudo Central (SC). Os proprietários da Krüger Haus desenvolvem atividades relativas à história da imigração alemã na região e também ações de educação ambiental com os visitantes. 

Vale a pena conhecer de perto essa história.

Plantado em 1999 no âmbito do Projeto Bosques de Heidelberg no Brasil, o Bosque da Krüger Haus comemora 20 anos esse ano. Confira as fotos e o vídeo que a Apremavi preparou depois da visita realizada pela nossa equipe.

Autora: Miriam Prochnow.

Na Semana do Meio Ambiente alunos de Atalanta escrevem carta para ONG alemã

Na Semana do Meio Ambiente alunos de Atalanta escrevem carta para ONG alemã

Bosques de Heidelberg

O bosque de Heidelberg implantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde, em Atalanta, está completando 20 anos. Inúmeras atividades interdisciplinares estão sendo desenvolvidas para comemorar a data. Aproveitando a semana do meio ambiente, os alunos escreverem cartas para a ONG BUND – Freunde der Erde da cidade de Heidelberg, na Alemanha, falando sobre o bosque da escola – o primeiro bosque plantado no âmbito do projeto Bosques de Heildelberg (Heidelberger Wäldchen) .

Foram escritas cartas individuais e uma coletiva, que foi traduzida para a língua inglesa. As atividades foram realizadas nas aulas de português e inglês, com os alunos do terceiro, quarto e quinto anos. Os alunos do primeiro ano trabalharam com a formação de palavras e os do segundo ano com a produção de acrósticos. Os aluninhos da creche elaboraram um bonito cartaz fazendo pintura com as mãos.

As cartas e demais materiais serão enviados ao BUND por intermédio da APREMAVI, que com a ajuda de colaboradores traduziu a carta coletiva para a língua alemã. As atividades que estão sendo realizadas na escola durante este ano são um excelente exemplo de ações de Educação Ambiental que podem ser desenvolvidas em outras escolas.

Carta Coletiva escrita pelos alunos

Ribeirão Matilde, Atalanta(SC) – Brasil, 20 de maio de 2019.

Olá querida Ong de Heidelberg.

Nós somos alunos da escola municipal de Ribeirão Matilde, município de Atalanta, Brasil, onde a 20 anos atrás vocês patrocinaram o plantio de 2 mil mudas de árvores nativas do bioma da Mata Atlântica em nossa escola, formando o Bosque de Heidelberg.

O local aonde foi feito o plantio de árvores era usado pela comunidade para jogar lixo. Ficava atrás do prédio escolar e os alunos e professores da época tiveram uma ideia de escrever uma carta para a Apremavi, pedindo mudas de árvores para serem plantadas no dia da árvore (21 de setembro).

A Apremavi trouxe então a ideia de limpar o local e ali instalar um bosque com as mudas doadas pela Ong da Alemanha. E assim foi feito.

Hoje 20 anos depois, o bosque está um local lindo, com pássaros, árvores, muitas flores, frutos, bancos para descansar e ler, balanços, bromélias… é um espaço de preservação ambiental e de estímulo para nós da escola fazermos projetos, feiras e mostras científicas.

Gostaríamos de agradecer a vocês por ter patrocinado nosso bosque que hoje nos traz tanta inspiração e orgulho em manter um local tão preservado. No bosque nós brincamos, estudamos, lemos, coletamos sementes, replantamos árvores, passeamos, identificamos espécies nativas…

O trabalho que vocês desenvolvem na Ong é muito importante para a preservação do meio ambiente.

Esperamos que vocês continuem ajudando projetos ambientais pelo mundo a fora.

Um forte abraço.

Alunos da EMEF Ribeirão Matilde.

Carta coletiva escrita pelos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental de Ribeirão Matilde que será entregue para a ONG Alemã BUND. Foto: Arquivo Apremavi.

Autora: Miriam Prochnow.

Bosque de Heidelberg em Atalanta completa 20 anos

Bosque de Heidelberg em Atalanta completa 20 anos

Bosques de Heidelberg

Em 2019 um dos primeiros Bosques de Heidelberg em Atalanta completa 20 anos. É o bosque da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ribeirão Matilde, plantado em 1999, dentro da parceria da Apremavi com a ONG alemã Bund.

A professora Rosane Jochem Herbst conta que o bosque foi implantado no ano em que ela começou a lecionar na escola: “tenho o privilégio de participar da implantação deste projeto desde o pedido das mudas de árvores pelos alunos para a Apremavi. O bosque já incentivou muitas ações pedagógicas, ajudando a conquistar prêmios e inspirando muitos projetos interdisciplinares, feiras, mostras científicas, como também se tornou um excelente lugar para lazer, leituras, brincadeiras e estudos”, salienta a educadora.

Uma das atividades desenvolvidas pela escola para comemorar os 20 anos do bosque foi um concurso de desenho “O bosque da escola”, onde os alunos, com a ajuda de seus familiares, puderam se expressar artisticamente sobre esse belo local. O desenho vencedor foi escolhido na semana do Dia da Biodiversidade, 22 de maio, por integrantes da Apremavi, durante visita à escola. Ele estará na capa da cartilha ecológica que está sendo produzida.

Mural de desenhos do concurso “O bosque e a escola”. Foto: Miriam Prochnow.

O desenho vencedor foi feito pelo aluno Nicolas Foss e sua família. Miriam Prochnow, presidente da Apremavi, conta que foi uma tarefa muito difícil fazer essa escolha, uma vez que todos os desenhos foram muito bem feitos, mostrando a ligação que os alunos tem com esse ambiente natural restaurado. Fica claro também a importância que áreas assim podem desempenhar da educação de nossas crianças e jovens, especialmente nos tempos atuais, onde o contato com a natureza é cada dia mais vital.

Além do concurso de desenhos e da cartilha ecológica, a escola programou outras atividades para comemorar os 20 anos do bosque, entre elas a identificação das espécies plantadas e o enriquecimento com espécies nobres que ainda não se encontram ali. A identificação das espécies já foi iniciada e já foram identificadas 69 espécies.

Para homenagear todos os participantes vamos divulgar aqui todo os desenhos inscritos.

Em destaque: Nicolas Foss, vencedor do concurso, ao lado do desenho que ele fez com sua família. Galeria: 40 desenhos participantes do concurso “O bosque da escola” e jurados em processo de seleção do desenho vencedor do concurso. Fotos: Miriam Prochnow.

Conheça a história dos Bosques de Heidelberg

A parceria da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) com a cidade de Heidelberg, na Alemanha, começou em 1998 com uma visita de Miriam Prochnow à cidade. A visita foi desdobramento de um seminário de intercâmbio entre ONGs brasileiras e alemãs, em Berlim. Após o seminário, Miriam e outros brasileiros foram até Heidelberg para uma série de reuniões com representantes da prefeitura e do Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland (BUND), uma ONG ambientalista local. A visita foi coordenada por Klemens Laschefski do BUND, que havia acabado de realizar um estágio na Apremavi.

O intercâmbio entre as instituições tem como principal atividade a restauração da Mata Atlântica e o primeiro Bosque de Heidelberg foi implantado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Ribeirão Matilde, em 1999, logo após a parceira ter sido acordada. O projeto ficou conhecido como Heidelberger Wäldchen in Atalanta (Bosques de Heidelberg em Atalanta). Com o passar dos anos e com a parceria gerando cada vez mais resultados, o projeto passou a ser chamado de Bosques de Heidelberg no Brasil. Já foram plantadas mais de 110 mil árvores de espécies nativas da Mata Atlântica, formando mais de 90 bosques, em 17 cidades.

Grande parte dos recursos arrecadados para possibilitar o plantio desses bosques no Brasil vem de esforços de alunos das escolas municipais de Heidelberg, através da venda de cucas e panquecas, produtos de Natal, entre outros. A concentração da captação acontece no período de Natal, quando os alunos são estimulados a “comprar” mudas de árvores para restaurar a Mata Atlântica e dar de presente o certificado desse plantio, ao invés dos presentes tradicionais.

Desde 2008, representantes da Apremavi realizam em Heidelberg uma semana de palestras com alunos. A ação faz parte do projeto Der Regenwald kommt in die Klassenzimmer (A Mata Atlântica vai às salas de aula), que acontece em parceria com a BUND, a cidade de Heidelberg e a Apremavi. Dentro da parceria, a Apremavi também já recebeu várias visitas e estagiários de Heidelberg, que tiveram a oportunidade de ajudar nas atividades de produção e plantio de mudas.

A história do Bosque na escola do Ribeirão Matilde é bem interessante, porque partiu de uma ação dos alunos. Estava se aproximando o dia da árvore e os alunos da primeira série fizeram uma carta para a Apremavi pedindo mudinhas para plantar em terreno localizado no pátio atrás da escola, que era usado como lixão. Foram 36 cartinhas, cada uma escrita por uma criança. A professora Rosane Jochem Herbst conta que eles estavam esperando a doação de algumas poucas mudas, mas tiveram uma surpresa, quando a Apremavi sugeriu modificar totalmente o espaço, transformando-o num bosque.

Um mutirão de limpeza foi realizado com pais e alunos e foram retirados caminhões de entulho do local. Um novo mutirão aconteceu para o plantio de 2 mil mudas de espécies nativas. Desde então, o bosque serve para incentivar as atividades ambientais da escola: aulas de ciências, leitura, educação física e educação ambiental. Os alunos ainda colhem frutas e sementes. O bosque que completa 20 anos em 2019 é uma pequena joia de biodiversidade na comunidade, abrigando mais de 60 espécies diferentes da Mata Atlântica.

Alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ribeirão Matilde posam para foto à sombra do Bosque plantado em 1999. Foto: Miriam Prochnow.

Autora: Miriam Prochnow.

Apremavi fala sobre a importância da Mata Atlântica para alunos da Alemanha

Apremavi fala sobre a importância da Mata Atlântica para alunos da Alemanha

Bosques de Heidelberg

Na semana de 08 a 12 de abril de 2019 a colaboradora e sócia da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), Carolina Schäffer, esteve na cidade de Heidelberg, Alemanha, para conversar com estudantes alemães sobre a importância da Mata Atlântica e sua biodiversidade.

Acompanhada de Brigitte Heinz, representante da ONG alemã BUND – Freunde der Erde, que é parceira da Apremavi, Carolina realizou atividades e palestras, ministradas na língua alemã, em 9 escolas diferentes, envolvendo 20 turmas e mais de 550 alunos, com idade entre 7 e 15 anos.

A ação desenvolvida pela Apremavi e pelo BUND, faz parte do projeto Bosques de Heildelberg no Brasil e é um excelente processo para trazer consciência ambiental para as crianças e jovens, pois expõe a imensa biodiversidade da Mata Atlântica e também a importância da sua preservação para o Brasil e o mundo. Além disso, incentiva os estudantes a tomarem ação no enfrentamento dos problemas ambientais globais.

O projeto

A ação “A Mata Atlântica vai às salas de aula – Der Regenwald kommt in die Klassenzimmer” faz parte do projeto Bosques de Heidelberg no Brasil e é realizada desde 2008 em parceria com a ONG ambientalista BUND – Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland, a cidade de Heidelberg e a Apremavi.

O projeto e o intercâmbio entre as instituições acontece desde 1999 e tem como principal objetivo restaurar a Mata Atlântica no Brasil e apoiar ações de educação ambiental.

Os Bosques de Heidelberg no Brasil – Heidelberger Wäldchen in Brasilien já somam mais de 117 mil árvores nativas plantadas com a ajuda de estudantes da região do Alto Vale do Itajaí em Santa Catarina.

Além das atividades nas escolas a Apremavi teve a oportunidade de participar da Assembleia Geral do BUND e pode prestar contas sobre o andamento do projeto e mostrar as principais conquistas do último ano. Foto: Carolina Schaffer.

1000 árvores antes dos 30

Em dezembro do ano passado a sócia e colaboradora da Apremavi, Carolina Schaffer, lançou um desafio para si mesma: plantar 1000 árvores em um ano. Desde então ela tem participado de vários plantios de árvores junto com a equipe da Apremavi aqui em Santa Catarina. Não contente em plantar árvores no Brasil, Carolina aproveitou a oportunidade e enquanto esteve em Heidelberg ela conseguiu plantar duas árvores nativas da floresta de coníferas tão típica da Europa.

Para Carolina ter a oportunidade de plantar árvores ao redor do mundo é especial,  “plantar árvores é uma das ações mais altruístas que o ser humano pode fazer, afinal é incrível saber que as sementes que plantamos agora serão as árvores que no futuro garantirão sombra, água e alimento para a humanidade” comenta Carolina.

Autora: Carolina Schäffer.

Bosques de Heidelberg chega ao Planalto Norte Catarinense

Bosques de Heidelberg chega ao Planalto Norte Catarinense

Bosques de Heidelberg

Nos dias 24 e 25 de setembro a Apremavi implantou os primeiros “Bosques de Heidelberg” no município de Canoinhas, localizado na região do Planalto Norte de Santa Catarina.

O Projeto Bosques de Heidelberg é fruto da parceria entre a Apremavi e a ONG Alemã BUND – Freunde der Erde. O BUND é uma organização sediada em Heidelberg, no sul da Alemanha, que trabalha desde 1976 pela proteção e conservação ambiental desenvolvendo projetos com foco especial na educação e conscientização de jovens e adultos.

A implantação dos Bosques foi feita através do plantio de mudas de árvores nativas. Um dos Bosques foi plantado em uma área no Quartel da Policia Militar Ambiental, e o outro Bosque foi plantado na propriedade do Selmo Steilein. Ao todo foram plantadas 1.100 mudas de árvores nativas.

Coordenado por Edegold Schaffer e Maíra Ratuchinski, funcionários da Apremavi, os plantios contaram com a participação do prefeito municipal de Canoinhas, do secretário de obras do município, de professores do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC, de professores da rede pública municipal, de estudantes e ambientalistas mirins, da equipe da Polícia Ambiental, de alguns servidores municipais, e, com a família do Selmo Steilein, proprietário do terreno aonde o plantio foi feito.

O Major Froehner, comandante da 3ª Companhia da Policia Militar Ambiental (PMA), e o Sargento Leonardo Joriel de Quadros, agradeceram imensamente a implantação dos Bosques de Heidelberg em Canoinhas e informaram que esses plantios vão ajudar a potencializar os projetos de educação ambiental já desenvolvidos pela PMA, como o Programa Unidos pelo Meio Ambiente (PUMA) e o Programa Protetor Ambiental Mirim.

Após o plantio dos Bosques, Edegold e Maíra visitaram seis famílias de agricultores, dos municípios de Canoinhas e Bela Vista do Toldo, que aderiram ao Projeto Restaura Alto Vale e irão realizar, com o apoio do projeto, a restauração das Áreas de Preservação Permanente (APPs) de suas propriedades.

Para Edilaine Dick, coordenadora do projeto Restaura Alto Vale, a restauração de APPs nessas propriedades em Bela Vista do Toldo é de extrema importância. “As áreas a serem restauradas são vizinhas da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Serra do Lucindo, de propriedade da Apremavi, e sua restauração possibilita a ampliação do fragmento florestal ali encontrado“, complementou Edilaine.

Autores: Edegold Schaffer, Maíra Ratuchinski e Edilaine Dick.
Revisão: Carolina Schäffer.
Fotos: Edegold Schaffer e Maíra Ratuchinski.

Apremavi faz palestras na Alemanha

Apremavi faz palestras na Alemanha

Bosques de Heidelberg

As representantes da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), Gabriela Schäffer e Grasiela Hoffmann, estiveram em Heidelberg (Alemanha), de 27 a 31 de março de 2017, para realizar palestras sobre a Mata Atlântica e outros biomas do Brasil e também sobre os trabalhos da Apremavi, especialmente sobre o projeto Bosques de Heidelberg no Brasil.

Foram visitadas e feitas palestras em 9 escolas, envolvendo 22 turmas e mais de 500 alunos, com idade entre 7 e 15 anos.

Grasiela Hoffmann da Apremavi e Brigitte Heinz do BUND conversando com os alunos. Foto: Gabriela Schaffer

Em 1999 a Apremavi iniciou uma importante parceria com a ONG Alemã BUND – Freunde der Erde, que é uma organização sediada em Heidelberg, que trabalha desde 1976 pela proteção e conservação ambiental desenvolvendo projetos com foco especial na educação e conscientização de jovens e adultos.

O Projeto Bosques de Heidelberg (Die Heidelberger Wäldchen in Brasilien) tem como objetivo estimular o intercâmbio entre as cidades de Heidelberg e de Atalanta (SC), incentivando o plantio de bosques com árvores nativas da Mata Atlântica e apoiando ações de educação ambiental. Desde o início da parceria, que completa 18 anos esse ano, já foram plantadas mais de 106 mil árvores nativas.

Apremavi e BUND ensinando que cada um pode fazer a sua parte. Foto: Arquivo Apremavi

Além das palestras que a Apremavi faz para crianças e jovens na Alemanha, também são realizadas palestras com escolas na região do Alto Vale do Itajaí. Após as palestras os alunos realizam o plantio das árvores junto com o time da Apremavi. O plantio dos bosques são uma verdadeira aula de educação ambiental ao ar livre com as crianças.

Além das palestras os alunos também participaram de atividade recreativas com o Jogo da Memória da Apremavi. Foto: Gabriela Schaffer

A semana não acaba aí, Gabriela vai ficar mais algum tempo para fazer um estágio voluntário na ONG alemã e com isso ainda serão realizadas outras 4 palestras, 3 em inglês e 1 em alemão. Segundo Gabriela, a oportunidade de trabalho voluntário vai trazer ainda mais integração entre as organizações, além de muito aprendizado.

Grasiela ressalta que as palestras são um excelente processo para a Educação Ambiental das crianças, pois ajudam a mostrar a imensa biodiversidade da Mata Atlântica e também a importância da sua preservação. Além das belezas naturais do Brasil.

Autoras: Gabriela Schäffer e Grasiela Hoffmann
Revisão: Miriam Prochnow

Jovens da Apremavi em ação na Alemanha

Jovens da Apremavi em ação na Alemanha

Bosques de Heidelberg

No mês de novembro de 2015, uma dupla de jovens da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) entrou em ação na cidade de Heidelberg, Alemanha. Gabriela Schäffer, estudante e sócia da Apremavi, e Edinho Schäffer, Coordenador de Projetos e Diretor da Apremavi, realizaram, na semana de 16 a 20, atividades e palestras com alunos, de 11 a 17 anos, de escolas publicas e particulares de Heidelberg.

A ação faz parte do projeto “Der Regenwald kommt in die Klassenzimmer” (A Mata Atlântica vai às salas de aula) que acontece em parceria com a ONG ambientalista BUND (Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland), a cidade de Heidelberg e a Apremavi. O intercâmbio entre as instituições acontece desde 1998 e tem como principal atividade a restauração de florestas, os chamados “Heidelberger Wäldchen in Brasilien” (Bosques de Heidelberg no Brasil), e  já  plantou mais de 100 mil árvores de espécies nativas da Mata Atlântica. Desde 2008, representantes da Apremavi realizam em Heidelberg uma semana de palestras com alunos.

Gabriela Schäffer ministrando palestra para as crianças. Foto: Edinho Schäffer

As atividades e palestras, ministradas na língua alemã, foram realizadas com o  acompanhamento de Brigitte Heinz, representante do BUND. No total foram realizadas 8 apresentações, em 7 escolas diferentes, com mais de 360 alunos. Uma das apresentações foi realizada fora de Heidelberg, na cidade de Nierswalde.

Gabriela e Edinho falaram sobre o Brasil, sobre Meio Ambiente, mais especificamente sobre a Mata Atlântica, os problemas ambientais globais e o que pode ser feito. Também mostraram os projetos desenvolvidos pela Apremavi e os resultados da parceria com o BUND.

Além das palestras foram apresentados dois vídeos, editados por Wigold Schäffer, que retratam um pouco dos biomas brasileiros, com sua imensidão de fauna e flora, e também os problemas que ainda enfrentamos no Brasil, como desmatamentos, queimadas e outros problemas enfrentados diariamente na luta ambiental.

Como novidade, em 2015, foi realizado um momento de aprendizagem diferente. Nossos jovens levaram um Jogo da Memória da Apremavi, em tamanho A4, tendo como tema a biodiversidade, para ser jogado com os alunos de forma descontraída e divertida. O jogo fez muito sucesso.

 

Crianças se divertindo com Jogo da Memória em tamanho grande. Foto: Gabriela Schäffer

Segundo Gabriela, os alunos das escolas alemãs estão muito bem informados sobre problemas ambientais atuais e o que se pode fazer para amenizá-los: “de um forma geral, todos estavam bem curiosos, com muitas perguntas sobre o Brasil, encantados com nossa fauna e flora. O jogo da memória foi um momento de muita diversão para eles. Eu não tenho nem como descrever em palavras o quão incrível essa semana foi e o crescimento pessoal e profissional que isso me trouxe. As crianças são demais e pude sentir o carinho de cada uma delas a sua maneira, nos ajudando e sempre perguntando sobre os mais diversos tópicos.”

Para Edinho, a experiência também foi ímpar: “em todas as escolas e turmas onde realizamos as palestras, o entusiasmo das crianças era grande sobre o tema meio ambiente.Quando perguntávamos a elas o que teríamos que fazer para melhorar o meio ambiente ou sobre o aquecimento global, todas queriam dar a sua contribuição e todas as respostas com um bom nível de conhecimento sobre o tema. Em uma das turmas, no final da palestra, algumas crianças chegaram ate nós dizendo: essa é nossa contribuição para os bosques de Heidelberg, para vocês plantarem as árvores lá no Brasil por nós.  Com essa ação das crianças de 8 anos de dar uma pequena contribuição para os trabalhamos de conservação e recuperação da Mata Atlântica através do projeto Bosques de Heidelberg  que a Apremavi executa aqui no Brasil mostrou o quanto é importante a conscientização sobre os temas ambientais com as crianças“.

Além da semana de intercâmbio com os alunos, os jovens da Apremavi tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da flora alemã, com passeios nos bosques de Heidelberg, observando a beleza do outono na Alemanha e a diferença entre os dois países.
A cidade de Heidelberg e o BUND já enviaram uma mensagem à Apremavi dizendo que gostaram muito das atividades realizadas e que a parceria vai continuar.

Apremavi participa de ações ambientais na Alemanha

Apremavi participa de ações ambientais na Alemanha

Bosques de Heidelberg

Entre os dias 27 e 29 de abril, o presidente e a secretária executiva da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) Edegold Schäffer e Grasiela Hoffmann, acompanharam uma comitiva da ONG ambientalista Alemã BUND, da cidade de Heidelberg, até a Floresta Negra no sul da Alemanha.

O objetivo dessa viagem foi conhecer uma unidade de conservação regional que fica dentro do estado de Baden-Würtenberg, onde encontra-se o lago Wildes See.

O BUND, juntamente com outras organizações ambientais, está fazendo uma mobilização para que essa unidade de conservação seja transformada em Parque Nacional.

O principal argumento para esta reivindicação é o fato de que nesta floresta ocorrem alguns dos poucos exemplares da maior ave da Europa, que está fortemente ameaçada de extinção, o “Auer hahn” ou Galo Silvestre. A comitiva teve a grata surpresa de avistar um exemplar: “tivemos a grata surpresa de avistar esta ave de perto, algo muito raro de acontecer” afirma Edegold.

Outro fator que surpreendeu a todos foi uma grande nevasca que aconteceu durante a madrugada do dia 28: “para nós brasileiros não poderia ter sido melhor, pois nunca tínhamos presenciado algo assim. Já para os alemães, é um indicativo bem claro das mudanças climáticas, pois estamos em plena primavera aqui na Europa” comenta Edegold.

No dia 30 de abril os representantes da Apremavi ajudaram o BUND a distribuir tonéis de lixo e colar cartazes no caminho de acesso à montanha que contorna a cidade de Heidelberg. Nesta montanha existe uma grande arena ao ar livre, onde se reúnem todos os anos na noite do dia 30 de abril, milhares de jovens para celebrar a noite das bruxas.

Na manhã do dia 02 de maio, Edegold e Grasiela conheceram um Centro de Recebimento e Triagem de lixo. Na cidade de Heidelberg existem quatro unidades como esta. Nestes locais as próprias pessoas levam seu lixo, devidamente separado.

O que surpreendeu os representantes da Apremavi é o fato das pessoas terem que pagar para poder depositar certos tipos de lixo, como por exemplo os restos de materiais de construção, pilhas, lâmpadas e alguns outros materiais de difícil destino. Já outros materiais como sapatos, roupas e eletrodomésticos em bom estado de conservação, são separados e posteriormente destinados a pessoas carentes.

Na Alemanha cada família possui tonéis individuais de lixo, nos quais deverá depositar o lixo devidamente separados, pois existe uma fiscalização rigorosa e se o mesmo não estiver separado de forma correta, a família recebe uma multa de aproximadamente 150 euros, equivalente a aproximadamente R$ 400,00.

No último dia 26, os representantes da Apremavi haviam encerrado uma série de palestras nas escolas do ensino fundamental da cidade de Heidelberg na Alemanha. Ao todo, foram sete palestras com a participação de mais de 600 alunos.

As palestras aconteceram dentro de um projeto que a Apremavi tem em parceria com a ONG alemã BUND desde 1999, chamado “Der Regenwalt Komt in Die Klasserzimmer” ou “A Mata Atlântica vem para a sala de aula”.

O BUND é uma organização da sociedade civil alemã que luta pela preservação do meio ambiente. Atualmente, tem mais de duas mil filiais espalhadas por toda Alemanha e apóia projetos em vários países da América do Sul, Ásia e África, além da própria Alemanha.

A próxima etapa da viagem dos representantes da Apremavi será na Itália para conhecer uma usina de reciclagem de lixo que transforma o mesmo em energia elétrica e gás natural. O objetivo desta visita é trazer subsídios para os municípios da AMAVI em relação à tecnologia utilizada na Europa.

Autores: Edegold Schäffer e Grasiela Hoffmann.

Mata Atlântica é atração na Alemanha

Mata Atlântica é atração na Alemanha

Bosques de Heidelberg

Na semana de 21 de abril de 2013, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) iniciou uma série de palestras sobre a Mata Atlântica e os projetos desenvolvidos pela instituição, em escolas da cidade alemã de Heidelberg.

Não por acaso, é uma semana especial, por conta de várias datas históricas e ambientais, como o dia de Tiradentes, o aniversário de Brasília e o dia mundial da Terra. Mas talvez o fato mais significativo, neste caso, seja o de que nesta semana completamos 513 anos da chegada dos euporeus ao Brasil, que foi quando a destruição da Mata Atlântica começou. 513 anos depois,  é a Mata Atlântica que vai à Europa para falar de sua importância para a manutenção da biodiversidade no Brasil e no mundo.

As palestras estão sendo proferidas por Edegold Schäffer e Grasiela Hoffmann, respectivamente presidente e secretária executiva da Apremavi, através de uma parceria, que existe desde 1998, com a ONG ambientalista alemã BUND e a cidade de Heidelberg.

Nestes 15 anos, a parceria “Heidelberg Weldchen in Brasilien” (Bosques de Heidelberg no Brasil), já plantou 92 mil árvores nativas em diversos bosques, muitos deles na cidade de Atalanta. As palestras sobre a Mata Atlântica estão inseridas nesta parceria e são desenvolvidas dentro de um projeto que o BUND   mantém com as escolas de ensino fundamental, chamado “Der Regenvald kommt in der Klassezimmer” (A Mata Atlântica visita as salas de aula). Desde 2009 as palestras sobre Mata Atlântica nas escolas têm sido proferidas por representantes da Apremavi. Ao todo serão ministradas, nesta semana,  07 palestras em escolas diferentes, envolvendo cerca de 600 estudantes.

Na segunda-feira no período da manhã, aconteceu a primeira palestra para 102 alunos no Colégio Holderlin Gymnasium com alunos do sexto e sétimo ano do ensino fundamental. Na terça feira aconteceu mais uma palestra para um grupo de 80 alunos no Colégio Englisches Institut de Heidelberg.

Além das atividades nas escolas, no dia 22 de abril, os representantes da Apremavi fizeram uma apresentação durante a Assembleia Geral Ordinária do BUND, onde foi mostrado o trabalho que a Apremavi desenvolve no Brasil e também sobre o projeto que a ONG  alemã vem apoiando nestes 15 anos.

Autores: Edegold Schäffer e Grasiela Hoffmann.
Revisão: Miriam Prochnow.

A importância das parcerias para a preservação

A importância das parcerias para a preservação

Bosques de Heidelberg

O ano de 2011 chega ao seu final. Foi um ano de muitos acontecimentos na área ambiental: avanços e retrocessos. Na área das políticas públicas infelizmente o balanço não é bom, especialmente se analisarmos a questão do Código Florestal e de outras legislações que ainda correm o risco de serem desmanteladas em nome de um “falso progresso”.  Muitas das análises apontam que em 2011 tivemos os maiores retrocessos dos últimos 20 anos na área ambiental no Brasil.

Para contrapor um pouco esse balanço negativo, felizmente temos no Brasil e no mundo, inúmeras iniciativas que mostram que não podemos desistir e que na verdade precisamos ampliar essas experiências e projetos. Na Apremavi  um desses projetos é a parceria  com a organização alemã BUND (Bund Für Umwelt und Naturschutz Deutschland) e tem como objetivo desenvolver o Projeto “Heidelberger Wäldchen in Brasilien” (Bosques de Heidelberg no Brasil).

A parceria existe desde 1998 e já plantou cerca de 90 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica. Desde 2008 representantes da Apremavi também participam de uma semana de palestras sobre a Mata Atlântica, para estudantes em Heidelberg. Este ano a responsável pelas palestras foi a Bióloga e sócia da Apremavi, Carolina Schaffer. Ela esteve em Heidelberg de 05 a 09 de dezembro, conversando com cerca de 570 alunos, com idade de 10 a 13 anos, de 9 escolas, públicas e particulares. O objetivo dessas palestras foi conscientizar os estudantes sobre a importância da Mata Atlântica e também sobre as questões ambientais globais e o que cada um pode fazer para contribuir. Nas palestras, Carolina esteve acompanhada de Brigitte Heinz, representante do BUND e de Rose Bopp, estagiária brasileira do BUND.

Para Brigitte Heinz as palestras foram muitos boas: “A nossa semana foi muito proveitosa e nossas palestras muito boas porque conseguimos ver que a maioria das crianças ficaram bastante comovidas com as imagens de destruição e isso fez com que elas se interessassem em agilizar uma mobilização para continuar ajudando o projeto das Florestas de Heidelberg no Brasil.” Ela complementa:  “As imagens da destruição eram fortes mas serviram para motivar as crianças que é importante ajudar e que cada um pode fazer alguma coisa. Outra percepção importante foi que as crianças fizeram muitos comentários positivos sobre as imagens da natureza brasileira e sobre as espécies que existem no Brasil, principalmente dos bichos. O Puma foi o mais adorado!”

Para Carolina Schaffer, o ciclo de palestras “Der RegenWald Komnt in die Klassenzimmer” foi sensacional: “Tivemos uma semana muito proveitosa na companhia das crianças. A percepção que fica é que na maioria das escolas as crianças já estavam bem informadas sobre os problemas relacionados à destruição das florestas. Muitos se posicionaram a favor de uma mudança urgente de hábitos. As principais mudanças de hábito discutidos entre os alunos sempre eram: o uso de papel reciclado (nos cadernos, guardanapos, papel higiênico, lenços de papel), o uso de madeira legal (que não venha dos trópicos), comer menos carne ou comer “carne bio” (carne certificada e que não promova o desmatamento das florestas tropicais), comprar ração que seja feita de soja certificada. Todos também ficaram felizes em saber que podem se mobilizar  na Alemanha para que florestas sejam restauradas no Brasil”.

Carolina ainda avalia que o grau de informação dos estudantes de lá é alto. Em uma das turmas um menino levantou o dedo e perguntou: “mas de que adianta a gente continuar plantando ou juntando dinheiro aqui para plantar árvores no Brasil se eu li no jornal hoje que as leis ambientais no Brasil vão mudar e para pior?”. Carolina comenta: “Pelo visto até as crianças da Alemanha sabem o que nossos políticos não sabem e aproveitamos a oportunidade para explicar a eles a importância das atividades de mobilização”.

Muitos se interessaram em visitar a Apremavi e plantar árvores, a exemplo de Jonas Pucher, que estagiou durante 3 meses na Apremavi, de setembro a novembro de 2011. Durante sua estada em Atalanta, Jonas traduziu algumas das seções do site da Apremavi para a língua alemã e plantou algumas árvores junto com seu pai Stephan Pucher, da diretoria do BUND, durante sua  rápida passagem pelo Brasil, em novembro.

A Apremavi aposta que a multiplicação de parcerias como esta com o BUND é uma das saídas para a crise ambiental local e mundial. As pessoas precisam urgentemente se dedicar mais à preservação do meio ambiente se quiserem garantir um futuro sustentável para seus filhos e netos. Que 2012 seja um ano melhor para as florestas ao redor do mundo.

Autoras: Carolina Schaffer e Miriam Prochnow.

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