Jovens inglesas realizam trabalho voluntário na Apremavi

Jovens inglesas realizam trabalho voluntário na Apremavi

Jovens inglesas realizam trabalho voluntário na Apremavi

Os primeiros dias de novembro na Apremavi foram marcados pela presença de duas jovens inglesas que escolheram o Viveiro Jardim das Florestas para realizar trabalho voluntário. Falando apenas algumas palavras em português, a comunicação entre as jovens e a equipe foi um desafio superado, de um lado, pela enorme vontade de ajudar e de outro, pela grande vontade de passar conhecimentos.

Valeu a pena, como pode ser constatado no depoimento que Nina e Eloise deixaram para [email protected] da Apremavi: “Passamos momentos maravilhosos como voluntárias na Apremavi. Como duas jovens do Reino Unido, sem especialização prévia em florestas, aprendemos muito com nossas experiências aqui. Nossas tarefas variavam todos os dias, desde trabalhar no enorme viveiro de mudas com mais de 200 espécies nativas, plantar árvores no campo, coletar sementes, até fazer visitas de campo para envolver novos proprietários nos projetos. Além de testemunhar como a Apremavi trabalha para educar as gerações futuras. Também ficamos bem felizes em poder ver de perto o trabalho numa propriedade de produção orgânica. Estamos deixando a Apremavi inspiradas e com uma visão ampla dos muitos processos envolvidos na restauração e preservação da Mata Atlântica, do ponto de vista ecológico e também como um símbolo cultural e social. A equipe foi muito acolhedora e é apaixonada por seu trabalho e isso nos estimulava. Recomendamos a Apremavi para todas as pessoa interessadas em restauração e preservação de nossas florestas naturais.”

Nina Biddle está terminando o mestrado em Análise Cultural Comparada e Eloise Moench concluiu o mestrado de Filosofia, ambos na Universidade de Amsterdam.

Para Miriam Prochnow, vice-presidente da Apremavi e responsável por acompanhar o trabalho das voluntárias, foi uma experiência gratificante: “recebi o pedido de trabalho voluntário para a Nina e a Eloise através da Tamara Mohr, da Both Ends, ONG holandesa parceira da Apremavi de longa data. É muito importante que as pessoas se disponham a conhecer de perto o trabalho que as ONGs fazem, para saber da importância que esse trabalho tem para a sociedade como um todo. Essas ocasiões também oferecem oportunidades de que novas ações em prol da natureza sejam realizadas, além da formação de laços de amizade que duram para sempre, mesmo enfrentando grandes distâncias. Como presente de despedida elas fizeram um bolo de mandioca com coco que ficou excelente”.

A Apremavi tem um programa de estágios e trabalhos voluntários. As pessoas interessadas podem obter informações aqui.

Duas jovens inglesas estiveram no Viveiro Jardim das Florestas para realizar um trabalho voluntário. Fotos: Miriam Prochnow.

Autora: Miriam Prochnow

Tem uma área para restaurar? A produção de mudas está a mil

Tem uma área para restaurar? A produção de mudas está a mil

Tem uma área para restaurar? A produção de mudas está a mil

A Apremavi modernizou a produção de mudas nativas aumentando sua capacidade para atender a demanda da restauração da Mata Atlântica.

Em abril de 2019 o Viveiro Jardim das Florestas passou a produzir mudas no sistema Ellepot, que utiliza embalagens de papel, certificado pela Rainforest Alliance e pelo FSC. As embalagens de papel para espécies de árvores nativas, conhecidas como paperpot, duram de 5 a 18 meses no viveiro e possibilitam o plantio das mudas no campo com a embalagem. O novo sistema evita a deformação das raízes, aumenta a sobrevivência das mudas mais sensíveis, além de facilitar e otimizar o tempo do plantio.

O enchimento das embalagens é feito com máquina. Isso garante a uniformidade e facilita o processo de repicagem e manuseio das mudas no viveiro. A aquisição da máquina que faz o preenchimento das embalagens é resultado de uma parceria com a empresa fabricante, a Ellepot da Dinamarca. Para celebrar a parceria foi implantado em Atalanta, no terreno da Apremavi, o Bosque Ellepot.

O Viveiro foi modernizado e ampliado com a construção de estufa, bancadas metálicas, sistema de irrigação, galpão de trabalho e auditório para mais de 100 pessoas. Essa modernização teve o apoio do BNDES, através do projeto Restaura Alto Vale e investimentos da própria Apremavi.

Nesse curta você confere tudo o que rolou no dia do plantio do Bosque Ellepot. Vídeo: Arquivo Apremavi.

Campanha busca novas áreas para plantio

Com o aumento na capacidade de produção de mudas, a Apremavi está a procura de áreas que precisam de restauração e criou um espaço especial aqui no site para que os interessados conheçam as formas de participação e possam se cadastrar.

O plantio de árvores é uma das melhores formas de se combater a crise climática. Estudo publicado na revista Science, aponta que além de preservar as florestas existentes o Planeta precisa de 1,2 trilhão de novas árvores para conter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus.

A Apremavi lhe oferece uma grande oportunidade de fazer parte do time de #PlantadoresDeFlorestas. Entre em contato!

Tem uma área para restaurar e quem fazer parte da campanha? Entre em contato! Conhece alguém que teria interesse em participar? Mande esse banner para ele! Foto: Arquivo Apremavi.

Autora: Miriam Prochnow.

Apremavi realiza 2º Curso sobre Restauração de Áreas Degradadas

Apremavi realiza 2º Curso sobre Restauração de Áreas Degradadas

Apremavi realiza 2º Curso sobre Restauração de Áreas Degradadas

Durante os dias 25 e 26 de outubro de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) em parceria com a Universidade do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), realizou o 2º Curso sobre Restauração de Áreas Degradadas.

O curso foi realizado no Centro Ambiental Jardim das Florestas em Atalanta (SC) e teve como objetivo possibilitar o aprendizado e troca de experiências sobre a restauração de áreas degradadas, com ênfase no plantio de mudas nativas. Ministrado através de metodologias participativas, o curso contou com a experiência do casal de ambientalistas Wigold B. Schäffer e Miriam Prochnow, além do conhecimento de Leandro Casanova e Marluci Pozzan, ambos com prática em projetos de restauração já desenvolvidos pela Apremavi.

Aula prática no Viveiro de Mudas da Apremavi. Foto: Edilaine Dick.

O curso deu ênfase na restauração de áreas degradadas, a partir do plantio de mudas nativas, no entanto, outras técnicas de restauração como a nucleação e regeneração natural foram trabalhadas, assim como metodologias de monitoramento e resultados de projetos já realizados pela Apremavi. A importância da Mata Atlântica e legislação ambiental vigente também foi assunto abordado.

A parte prática do curso envolveu a visita ao Viveiro Jardim das Florestas, à áreas já restauradas pela Apremavi como as que se encontram na “Trilha da Restauração” localizada no Centro Ambiental da Apremavi e à propriedade do casal Antonio e Osnilda Pesenti, na comunidade Ribeirão Matilde.

Visita técnica a propriedade de Antonio e Osnilda Pesenti, na comunidade Ribeirão Matilde. Foto: Edilaine Dick.

Depoimento

Andréa, professora Universitária e técnica da Secretária de Agricultura, Desenvolvimento e Meio Ambiente do município de Caçador (SC), classificou o curso como excelente: “o diferencial é termos conhecido a parte prática do trabalho que a Apremavi desenvolve, essa receita de como se faz é fundamental para nós”. Andrea ainda complementou que agora se sente mais segura para aplicar o conhecimento adquirido.

Autora: Edilaine Dick.
Revisão: Carolina Schäffer.

30 anos da Apremavi, comemore conosco!

30 anos da Apremavi, comemore conosco!

Para comemorar nosso aniversário de 30 anos estamos organizando um Dia Festivo com diversas atrações… mas essa festa só estará completa se você participar!
Data: 30 de setembro de 2017
Hora: a partir das 9h
Local: Centro Ambiental Jardim das Florestas
Atalanta-SC

Centro Ambiental Jardim das Florestas

Participe do Passeio da Árvore em comemoração aos 30 anos da Apremavi!

São duas modalidades:
4km de caminhada
17km de pedalada

Exposição fotográfica: As Belezas da Mata Atlântica

E tem mais:

Música
Chopp
Lanche colonial
Inauguração da ecoloja
Plantio de sementes
Espaço para a criançada
Trilha da restauração

Confirme sua presença na nossa festa:

Defender, preservar e recuperar o meio ambiente e os valores culturais, buscando a sustentabilidade em todas as dimensões e a melhoria da qualidade de vida na Mata Atlântica e outros biomas é a missão da Apremavi.

Sobre o cuidado da Casa Comum

Sobre o cuidado da Casa Comum

Sobre o cuidado da Casa Comum

No dia 1º de agosto a Apremavi recebeu a visita do Bispo da Diocese de Rio do Sul, Dom Onécimo Alberton, acompanhado dos Bispos Eméritos Dom Augustinho Petry, Dom José Jovencio Balestieri e mais 37 padres, freis e diáconos da região. Os religiosos realizaram uma celebração na Igreja São José de Atalanta e depois visitaram o Centro Ambiental Jardim das Florestas e o Viveiro de Mudas Nativas da Apremavi em Alto Dona Luiza.

Foram recepcionados pelos Diretores da Apremavi, Edinho P. Schäffer, Urbano Schmitt Junior e Edegold Schaffer e, pelo fundador e conselheiro, Wigold B. Schäffer. No Centro Ambiental assistiram ao vídeo institucional da Apremavi e discutiram sobre o papel e a importância da participação da Igreja no enfrentamento dos principais temas ambientais da atualidade: perda da biodiversidade, questão hídrica, agrotóxicos e mudanças climáticas e suas consequências como os eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Segundo Dom Onécimo, o Papa Francisco, através da Encíclica Laudato si “nos trouxe o poema da vida, que nos reporta ao seio do criador e da criação e nos convida a sairmos de uma cultura de exploração e entrarmos em um novo modo de agir, de ser e de interagir com toda a natureza que é a (cultura) da proteção. Proteger o que temos ainda para garantirmos um futuro e esse futuro somente é garantido com atitudes concretas no momento presente, de tomarmos a consciência de que a vida precisa ser preservada para que nós tenhamos vida e vida em abundância”.

Bispos e Padres da Igreja Católica da Diocese de Rio do Sul abençoam o Centro Ambiental Jardim das Florestas da Apremavi. Foto: Wigold B. Schäffer.

O Diretor da Apremavi, Urbano Schmitt Junior, destacou que essa visita e parceria com a igreja é extremamente importante principalmente pelo potencial dos religiosos de replicarem nas comunidades as questões relacionadas à preservação e recuperação do meio ambiente. “Os Padres e os Bispos tem uma inserção muito grande na comunidade, muitas pessoas os tem como referencia e eles alcançam um público que os ambientalistas às vezes tem um pouco de dificuldade de alcançar”, destacou Urbano.

Maiores detalhes desse evento podem ser vistos no vídeo documentário da visita ao Centro Ambiental Jardim das Florestas da Apremavi. O vídeo mostra o trabalho da Apremavi e o engajamento da igreja nas questões ambientais, abordando temas propostos pelo Papa Francisco na Encíclica Laudato si.

Vídeo documentário da visita dos Bispos e Padres da Igreja Católica da Diocese de Rio do Sul no Alto Vale do Itajaí – SC ao Centro Ambiental Jardim das Florestas da Apremavi. Fonte: Arquivo Apremavi

Um momento importante da visita ocorreu quando todos se reuniram na frente do Centro Ambiental Jardim das Florestas e fizeram uma benção especial ao trabalho da Apremavi.

Autor: Wigold B. Schäffer

Viveiro Jardim das Florestas é premiado pela Editora Expressão

Viveiro Jardim das Florestas é premiado pela Editora Expressão

Viveiro Jardim das Florestas é premiado pela Editora Expressão

O Viveiro de Mudas Jardim das Florestas, da Apremavi, foi um dos vencedores do 24º Prêmio Expressão de Ecologia entregue durante o Fórum de Gestão Sustentável 2017 na última sexta-feira (28) na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis.

Na categoria Conservação de Recursos Naturais, o prêmio recebido pelo Viveiro reafirma a importância do trabalho desenvolvido pela instituição na busca da sustentabilidade ambiental, pois assim como as mudas viram árvores, também é objetivo da Apremavi que as atividades em prol da natureza sejam cada vez mais sólidas e perenes.

Funcionários do Viveiro, Sidnei Prochnow, Luis Esser e Gilmar Santos, receberam o Troféu Onda Verde das mãos de Ricardo Castelli, Superintendente do Instituto Chico Mendes para Conservação da Natureza (ICMBio) para a Região Sul. Para Sidnei, na Apremavi a cerca de 20 anos, “é muito gratificante ser reconhecido pelo serviço que desenvolvemos no interior de Santa Catarina e muito importante saber que o desenvolvimento da instituição e seu crescimento estão atrelados ao ganho ambiental do Estado”.

Gilmar dos Santos, Sidnei Prochnow e Luis Esser representaram a Apremavi na premiação da categoria Conservação de Recursos Naturais entregue por Ricardo Castelli, do ICMBio. Foto: Marcos Campos.

Para o Vice-Presidente da Apremavi, Edinho Schaffer, receber o prêmio “é um exemplo para a nova geração de funcionários da Apremavi… que venham os próximos 30 anos!”.

Graziela Hoffmann, Secretária Executiva da Apremavi, comenta que é muito gratificante trabalhar numa instituição que pela 7vez recebe o Prêmio Expressão de Ecologia, “é prazeroso acompanhar o trabalho de uma instituição que não visa o lucro, mas batalha pelo objetivo de trazer consciência ambiental a toda comunidade”.

Edegold Schaffer, Coordenador Geral da Apremavi, dedica o prêmio recebido a equipe de funcionários do Viveiro. “O Prêmio vem coroar o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos e por isso precisa ser compartilhado com todos os funcionários – atores principais do Viveiro Jardim das Florestas, que fizeram que ele tenha o reconhecimento, tanto pela quantidade como pela diversidade de espécies de mudas produzidas”, comentou. Destacou ainda que “o prêmio vai servir como motivação para que a Apremavi possa cada vez mais seguir na sua jornada e lutar por um mundo mais sustentável”.

Para Daiana Barth, Técnica Ambiental da Apremavi, receber o prêmio “é muito gratificante e reforça todo o trabalho, a dedicação e o comprometimento da equipe da Apremavi com os projetos que a instituição desenvolve”.

“A Apremavi é uma família e eu me sinto muito feliz por fazer parte dela há 12 anos”, comentou Luis Esser, Viveirista.

Maria Luiza Schimtt, Coordenadora Administrativa, destaca que “receber essa homenagem no ano em que a Apremavi completa 30 anos é reconhecer a importância dos trabalhos de recuperação de áreas degradadas, do planejamento de propriedades e paisagens e do trabalho com as comunidades”.

Uma equipe da RBA TV acompanhou a Apremavi até Florianópolis e fez uma bela reportagem sobre o recebimento do Prêmio. Fonte: RBA TV.

Miriam Prochnow é escolhida Personalidade Ambiental de Santa Catarina

A fundadora e atual Presidente da Apremavi, Miriam Prochnow, recebeu o troféu Onda Verde de Personalidade Ambiental pelos visionários trabalhos desenvolvidos ao longo de sua jornada e por ser considerada uma aguerrida guardiã das florestas. “O Prêmio Expressão de Ecologia é um reconhecimento muito importante das atividades que temos desenvolvido nos últimos 30 anos. Estendo essa homenagem à família Apremavi e a todos os ambientalistas de Santa Catarina e do Brasil pelas atividades que desenvolvem em prol da qualidade de vida de todos os seres vivos”, destacou Miriam.

Aplaudida de pé durante o Fórum, Miriam fez um chamamento a toda a comunidade: “vamos juntar todas essas ondas verdes de projetos e transformá-los em um tsunami em favor do desenvolvimento de paisagens sustentáveis. Sigamos o exemplo do lema que inspirou a criação da Apremavi: boca no trombone e mão na massa para combater todos os retrocessos ambientais que estão em andamento”.

Miriam Prochnow emociona a todos durante sua fala de agradecimento. Foto: Carolina Schaffer.

Guia de Sustentabilidade

Durante o evento também foi lançado o Guia de Sustentabilidade da Editora Expressão, que apresenta investimentos, ações e os resultados dos projetos inscritos na região sul ilustrados com fotos. Além disso, o Guia traz uma ampla reportagem sobre os trabalhos visionários da Presidente da Apremavi, Miriam Prochnow, que pelas palavras deles é “uma aguerrida guardiã da Mata Atlântica, herdeira dos antigos ambientalistas que viveram em Santa Catarina, Fritz Müller, Fritz Plaumann e Padre Reitz”.

Para acessar a matéria, veja o pdf aqui.

Capa do Guia de Sustentabilidade 2007 traz nossa Personalidade Ambiental, Miriam Prochnow. Foto: Marcos Campos.

 Maior premiação ambiental do Sul

Em 24 anos de realização, o Prêmio Expressão de Ecologia já registrou 2.517 iniciativas inscritas pelas principais empresas, ONGs, fundações, institutos, prefeituras e entidades do Sul. O Prêmio foi criado em 1993 pela Editora Expressão e é reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul do país.

Reportagem da BAND Cidade durante o 24º Prêmio Expressão de Ecologia. Fonte: BAND Cidade.

Autora: Carolina Schäffer.

O Viveiro de Mudas Jardim das Florestas, da Apremavi, foi um dos vencedores do 24º Prêmio Expressão de Ecologia entregue durante o Fórum de Gestão Sustentável 2017 na última sexta-feira (28) na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis.

Na categoria Conservação de Recursos Naturais, o Prêmio recebido pelo Viveiro reafirma a

Sidnei Prochnow, Luis Esser e Gilmar Santos receberam o Troféu Onda Verde das mãos do Ricardo Castelli, Superintendente do Instituto Chico Mendes para Conservação da Natureza (ICMBio). Para Sidnei, na aprwmavi a 20 anos , acampacnhar o desenvolvimento da entidade, coleta semenste e produz mudas e plantios – importante ver como a apremavi cresceu e evoliuii eo quanto o meio ambiente ganhou pelo tranbalho que fez. gratificante ver reconhcecimento de um projeto dele.

O viveiro é um dos principais pilares para a realização dos projetos ambientais desenvolvidos pela Apremavi, permitindo a instituição cumprir a sua missão que é “defesa, preservação e recuperação do meio ambiente, dos bens e valores culturais, buscando a melhoria da qualidade de vida humana na Mata Atlântica.” O viveiro é um grande apoio na busca da sustentabilidade da instituição, assim como as mudas viram árvores, também é objetivo da Apremavi que as atividades em prol da natureza sejam cada vez mais sólidas e perenes.

 

Vídeo RBA!

 

Aplaudida de pé durante o Fórum, a Apremavi, uma das maiores ONGs do Sul do Brasil, tem a missão de trabalhar pela defesa, preservação e recuperação do meio ambiente, buscando a sustentabilidade e a qualidade de vida na Mata Atlântica.

Miriam Prochnow é a Personalidade Ambiental de Santa Catarina

A fundadora e atual Presidente da Apremavi, Miriam Prochnow, recebeu o troféu Onda Verde de Personalidade Ambiental pelos visionários trabalhos desenvolvidos ao longo de sua jornada e por ser considerada uma aguerrida guardiã das florestas. “O Prêmio Expressão de Ecologia é um reconhecimento muito importante das atividades que temos desenvolvido nos últimos 30 anos. Estendo essa homenagem à família Apremavi e a todos os ambientalistas de Santa Catarina e do Brasil pelas atividades que desenvolvem em prol da qualidade de vida de todos os seres vivos”, destacou Miriam.

Aplaudida de pé durante o Fórum, Miriam fez um chamamento a toda a comunidade: “vamos juntar todas essas ondas verdes de projetos e transformá-los em um tsunami em favor do desenvolvimento de paisagens sustentáveis. Sigamos o exemplo do lema que inspirou a criação da Apremavi: boca no trombone e mão na massa para combater todos os retrocessos ambientais que estão em andamento”.

Foto!!!

Para Edinho Schaffer, vice-presidente da Apremavi, receber esse premio é um satisfacao grande para a nova geraçao da apremavi e um exemplo para as novas geracoes. o premio é dedicado a equipe do viveiro.

Edegold Schaffer, coroa o rabalkho dos ultimos anos e precisa ser compartilhado com todos os funcuonarios atores principais do viveiro e fizeram que ele tenha o reconhcimento (quantidade e diversidade de especies). Sirva de motivaçao para que a Apremavi possa cada vez mais seguir na sua jornada de lutar por um mundo mais sustentável.

Luis Esser se sente muito feliz, 12 anos na apremavi – fica feliz pela homenagem que a familia apremavi recebeu,

Almir socio, o premio vem coroar o trabakho de 30 anos da apremvi em favor do nosso meio ambiente.

Graziela gratificante trabakhar numa instituicao que  pela 7 vez recebe o premio devido as acoes ambientais que promoveu – e é feliz acompanhar o trabalho de uma instituiçao que nao visa o lucro, mas pela objetivo de trazer consciencia ambiental a toda comunidade.

Guia de Sustentabilidade

Durante o evento também foi lançado o Guia de Sustentabilidade da Editora Expressão, que apresenta investimentos, ações e os resultados dos projetos inscritos na região sul ilustrados com fotos. Além disso, o Guia traz uma ampla reportagem sobre os trabalhos visionários da Presidente da Apremavi, Miriam Prochnow, que pelas palavras deles é “uma aguerrida guardiã da Mata Atlântica, herdeira dos antigos ambientalistas que viveram em Santa Catarina, Fritz Müller, Fritz Plaumann e Padre Reitz”.

Fotos da matéria!

 Maior premiação ambiental do Sul

Em 24 anos de realização, o Prêmio Expressão de Ecologia já registrou 2.517 iniciativas inscritas pelas principais empresas, ONGs, fundações, institutos, prefeituras e entidades do Sul. O Prêmio foi criado em 1993 pela Editora Expressão e é reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul do país.

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Apremavi recebe 24º Prêmio Expressão de Ecologia

Apremavi recebe 24º Prêmio Expressão de Ecologia

Apremavi recebe 24º Prêmio Expressão de Ecologia

Editora Expressão promove no dia 28 de julho o Fórum de Gestão Sustentável, evento que apresenta os projetos ambientais que estão se destacando na região sul do Brasil. Durante o evento, será entregue o Troféu Onda Verde às empresas vencedoras da 24ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia. Para participar do Fórum, que será realizado na sede da Fiesc, em Florianópolis, às 14h, basta fazer o credenciamento no site da Editora.

Com reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente, a iniciativa é considerada a maior premiação ambiental do Sul do Brasil e evidência o trabalho de valorização do meio ambiente de grandes empresas, cooperativas, ONGs, prefeituras, entidades e pequenos empreendimentos. “Ao longo dos 24 anos de história, o Prêmio Expressão de Ecologia já reconheceu e foi responsável por garantir notoriedade aos principais projetos socioambientais executados na região Sul”, comenta o Diretor Executivo da Editora Expressão, Rodrigo Coutinho.

Durante o evento, também serão apresentados cases, palestras e vídeos socioambientais de organizações com destacada atuação em sustentabilidade na região. “Além disso, todos os participantes do evento recebem uma edição do Guia Sustentabilidade, publicação que apresenta mais uma centena de ações sustentáveis desenvolvidas por organizações com sede ou atuação no Sul. A ideia é mostrar no Guia projetos que tenham potencial de serem replicados por toda a sociedade brasileira”, explica Rodrigo.

Promovido pela Editora Expressão, o Fórum de Gestão Sustentável é um evento patrocinado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e conta com apoio institucional da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e da Fundação do Meio Ambiente (Fatma).

Viveiro Ambiental Jardim das Florestas e Miriam Prochnow, presidente da Apremavi, recebem a 24ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia. Foto: Diário do Alto Vale

Viveiro de Mudas e Guardiã das Florestas

Além do Viveiro de Mudas Jardim das Florestas, que receberá o Prêmio na categoria Conservação de Recursos Naturais, a presidente da Apremavi, Miriam Prochnow, também receberá o Troféu Onda Verde de Personalidade Ambiental pela brilhante jornada em defesa do meio ambiente e das florestas nativas.

Fonte: Editora Expressão

Apremavi promove 2º curso de restauração de áreas degradadas

Apremavi promove 2º curso de restauração de áreas degradadas

Apremavi promove 2º curso de restauração de áreas degradadas

Durante os dias 25 e 26 de outubro de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) em parceria com a Universidade do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), promoverá no Centro Ambiental Jardim das Florestas em Atalanta (SC), curso de curta duração sobre “Restauração de Áreas Degradadas”.

O curso tem como objetivo “Possibilitar o aprendizado e troca de experiências sobre a restauração de áreas degradadas, com ênfase no plantio de mudas nativas”.

Estudantes, educadores, gestores ambientais, profissionais da área, extencionistas rurais e demais interessados no tema, podem participar do curso, que será ministrado por instrutores com ampla experiência no assunto.

O curso será ministrado através de metodologias participativas, onde os alunos terão acesso aos principais assuntos:

  • Contextualização sobre a Mata Atlântica;
  • Legislação ambiental aplicada;
  • Restauração de áreas degradadas a partir do plantio de mudas nativas;
  • Outras técnicas de restauração de áreas degradadas;
  • Monitoramento e resultados obtidos em plantios de restauração;
  • Aula prática e visita à áreas restauradas pela Apremavi.
  • Visitas técnicas.

Esse é o segundo curso que a Apremavi realizará sobre o tema para publico externo da instituição. O primeiro foi realizado em novembro de 2016, e contou com a participação de 27 pessoas de diferentes perfis e formação acadêmica, que avaliaram o curso como didático, objetivo e metodologia adequada para ser aplicada no dia-a-dia.

Nos valores estão inclusos hospedagem e alimentação. As inscrições devem ser realizadas até o dia 15/10/2017. Para mais informações, entre em contato através dos e-mails: [email protected] e [email protected] ou telefone (47)35210326.

Apremavi Promove Curso de Planejamento de Propriedades e Paisagens

Apremavi Promove Curso de Planejamento de Propriedades e Paisagens

Apremavi Promove Curso de Planejamento de Propriedades e Paisagens

Durante os dias 11 e 12 de julho de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) em parceria com a Universidade do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), promoverá no Centro Ambiental Jardim das Florestas em Atalanta (SC), curso de curta duração sobre “Planejamento Ambiental de Propriedades e Paisagens”.

Com o objetivo de “Promover momentos de aprendizagem e possibilitar um olhar amplo sobre os principais elementos a serem considerados no planejamento ambiental de propriedades e paisagens”, o curso é destinado para estudantes, educadores, gestores ambientais, profissionais da área, extencionistas rurais e demais interessados no tema.

Será ministrado por instrutores com ampla experiência no assunto.

O curso será ministrado através de metodologias participativas, onde os alunos terão acesso aos principais assuntos:

  • Contextualização sobre a Mata Atlântica;
  • Legislação ambiental aplicada;
  • Unidades de conservação: criação e gestão;
  • Gestão de recursos hídricos;
  • Gestão participativa de ambientes naturais;
  • Ferramentas de planejamento de paisagens e propriedades;
  • Visitas técnicas.

O investimento para estudantes e associados da Apremavi é de 550,00. Participantes de cursos anteriores realizados pela Apremavi = R$ 630,00 e Demais inscritos = R$ 700,00. Nesse valor estão inclusos hospedagem e alimentação.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 03/07/2017, através do link https://goo.gl/GIqimx

Maiores informações através do e-mail: [email protected] e [email protected] ou telefone (47) 35210326.

Confira no Anexo, informações sobre a ementa do curso, currículo dos palestrantes, entre outras informações importantes.

Agende também os próximos cursos que serão realizados pelas Apremavi: Dias 25 e 26/10/2017 – Restauração de Áreas Degradadas e Dias 20 e 21/02/2018 – Produção de Mudas Nativas.

Autora: Edilaine Dick

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Como parte das ações voltadas à Educação Ambiental do Projeto Matas Sociais – Planejamento de Propriedades Sustentáveis, no dia 27 de abril de 2017 foi realizada uma visita técnica com estudantes do ensino fundamental (3º ao 5º ano) da Escola Municipal Otávio Mendes Batista, do município de Imbaú, à duas propriedades rurais atendidas pelo Projeto Matas Sociais, na Comunidade Jacutinga, deste município.

A atividade promoveu a aproximação entre escola e propriedades rurais com o objetivo de sensibilizar os estudantes sobre os temas trabalhados na oficina, relacionados à agricultura familiar, alimentação saudável e conservação e recuperação ambiental. A oficina foi ministrada pela Apremavi, com apoio da Klabin, Prefeitura de Imbaú, escola envolvida e agricultores visitados e envolveu cerca de 80 participantes.

Na propriedade da Dona Dalva Aparecida dos Santos da Silva e Sr. Carlos Aparecido da Silva, que fazem parte do Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE), os estudantes conheceram de onde vem e como é produzida a merenda escolar ao visitar a horta da propriedade e ajudar no plantio de mudas de alface.

Plantio de alface. Foto: Emílio Ribas

Já na propriedade da Dona Iraci Conceição Cavalheiro e Sr. Antônio Ramos Cavalheiro, os estudantes plantaram diferentes mudas nativas da Mata Atlântica para a adequação ambiental de uma nascente, contribuindo assim com a conservação da biodiversidade e serviços ambientais associados.

Para a diretora Luciane Moraes, “a saída técnica com os alunos as propriedade rurais foi simplesmente sensacional, pois além de proporcionar aos alunos  conhecimentos de práticas de campo, essa atividade ampliou-lhes o conhecimento e despertou um olhar para além do que o livro didático e as aulas expositivas oferecem”.

Paulo Vicente Angelo, da Klabin, destaca que atividades pedagógicas fora das salas de aula são mais ricas e interativas e podem trazer muitas vantagens para a formação das crianças, como a atividade realizada, que ofereceu às crianças a oportunidade de aprender usando os sentidos (visão, tato, audição, olfato). “Seguramente esse aprendizado os acompanhará ao longo da vida no desempenho da cidadania consciente”, destaca.

Segundo Paulo, é muito provável que o evento tenha permitido às crianças compreender a importância de cuidar bem da terra porque dela brotam a comida para o sustento das pessoas, as árvores que protegem as nascentes de água que usamos para sobreviver e as árvores plantadas usadas para tantos fins, como produção do papel dos cadernos, livros, lápis e borrachas usados na escola. “A Klabin acredita e apoia ações como esta”, finaliza.

Em sala de aula, os alunos elaboraram textos e desenhos sobre a atividade prática realizada:

“Eu aprendi que temos que cuidar na natureza porque a maioria dos alimentos que nós comemos vem dela […]” (Estudante 1 – 5ª ano).

“A saída de campo me ensinou a importância da água no nosso planeta e também me ajudou a descobrir que muitos produtos que nós consumimos estão cheios de veneno. E nós também plantamos mudas de alface e muitas mudas de árvores frutíferas bem perto de uma nascente […] para protegê-la” (Estudante 2 – 5ª ano).

Orientações para plantio de árvores nativas. Foto: Marcos A. Danieli

Em continuidade às ações do projeto, será realizada uma oficina envolvendo as merendeiras da escola, onde serão elaboradas receitas que contribuam para uma alimentação saudável e que consideram a vocação agrícola da região.

A experiência da horta, juntamente com a composteira, trabalhada em uma oficina anterior, será levada para a escola com auxílio dos produtores do projeto e dos estudantes, que agora contam com a bagagem das oficinas realizadas.

Para que estas ações na escola fossem possíveis, o Projeto Matas Sociais aproveitou o momento de construção das novas estruturas da escola e, mediante diálogo com a escola e Prefeitura de Imbaú, buscou a delimitação do espaço da composteira e horta, além de ter incentivado a instalação de cisterna para a captação de água da chuva e a manutenção das árvores e gramado do terreno, que funcionarão como espaços de lazer de leitura.

O projeto

O projeto é uma iniciativa da Klabin, em parceria com a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae, com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná.

O objetivo principal é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais dos municípios envolvidos. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Plantio em área de nascente. Foto: Marcos A. Danieli

Autor: Marcos Alexandre Danieli
Colaboradores: Emílio André Ribas e Marcos José dos Santos

Apremavi faz palestras na Alemanha

Apremavi faz palestras na Alemanha

Apremavi faz palestras na Alemanha

As representantes da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), Gabriela Schäffer e Grasiela Hoffmann, estiveram em Heidelberg (Alemanha), de 27 a 31 de março de 2017, para realizar palestras sobre a Mata Atlântica e outros biomas do Brasil e também sobre os trabalhos da Apremavi, especialmente sobre o projeto Bosques de Heidelberg no Brasil.

Foram visitadas e feitas palestras em 9 escolas, envolvendo 22 turmas e mais de 500 alunos, com idade entre 7 e 15 anos.

Grasiela Hoffmann da Apremavi e Brigitte Heinz do BUND conversando com os alunos. Foto: Gabriela Schaffer

Em 1999 a Apremavi iniciou uma importante parceria com a ONG Alemã BUND – Freunde der Erde, que é uma organização sediada em Heidelberg, que trabalha desde 1976 pela proteção e conservação ambiental desenvolvendo projetos com foco especial na educação e conscientização de jovens e adultos.

O Projeto Bosques de Heidelberg (Die Heidelberger Wäldchen in Brasilien) tem como objetivo estimular o intercâmbio entre as cidades de Heidelberg e de Atalanta (SC), incentivando o plantio de bosques com árvores nativas da Mata Atlântica e apoiando ações de educação ambiental. Desde o início da parceria, que completa 18 anos esse ano, já foram plantadas mais de 106 mil árvores nativas.

Apremavi e BUND ensinando que cada um pode fazer a sua parte. Foto: Arquivo Apremavi

Além das palestras que a Apremavi faz para crianças e jovens na Alemanha, também são realizadas palestras com escolas na região do Alto Vale do Itajaí. Após as palestras os alunos realizam o plantio das árvores junto com o time da Apremavi. O plantio dos bosques são uma verdadeira aula de educação ambiental ao ar livre com as crianças.

Além das palestras os alunos também participaram de atividade recreativas com o Jogo da Memória da Apremavi. Foto: Gabriela Schaffer

A semana não acaba aí, Gabriela vai ficar mais algum tempo para fazer um estágio voluntário na ONG alemã e com isso ainda serão realizadas outras 4 palestras, 3 em inglês e 1 em alemão. Segundo Gabriela, a oportunidade de trabalho voluntário vai trazer ainda mais integração entre as organizações, além de muito aprendizado.

Grasiela ressalta que as palestras são um excelente processo para a Educação Ambiental das crianças, pois ajudam a mostrar a imensa biodiversidade da Mata Atlântica e também a importância da sua preservação. Além das belezas naturais do Brasil.

Autoras: Gabriela Schäffer e Grasiela Hoffmann
Revisão: Miriam Prochnow

Produzido primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí

Produzido primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí

Produzido primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí

Ao final de três dias de trabalho, os participantes do “II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí”, concluíram o primeiro Mapa de Áreas Prioritárias de Paisagens Sustentáveis para os 28 municípios do Alto Vale do Itajaí e dos municípios de Alfredo Wagner e Itaiópolis, que concentram inúmeras nascentes do rio Itajaí, e Leoberto Leal e Apiúna que integram as regiões administrativas do Alto Vale.

Momento de trabalho em grupo. Foto: Wigold Schaffer.

Foram intensas discussões de alto nível, entre 90 pessoas (algumas em tempo parcial) de praticamente todos os municípios da região, representando agricultores, empresas, academia, poder público e ONGS, além de representantes de diversas organizações de outros estados brasileiros e representantes internacionais de Portugal e Moçambique. O resultado desse esforço é o primeiro Mapa de Áreas Prioritárias para Implantação de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaícom áreas e ações prioritárias nos seguintes temas:

1 – As áreas onde já existe ou tem potencial para o desenvolvimento do turismo rural ou turismo ecológico.

2 – As áreas onde já existem ou tem potencial para o desenvolvimento de atividades de produção sustentável tais como: produção agroecológica, sistemas agroflorestais, cordões vegetais/quebraventos, plantio/exploração de erva-mate, apicultura, etc.

3 – As áreas prioritárias para conservação da biodiversidade e dos recursos naturais tais como: belezas cênicas naturais, remanescentes florestais bem conservados, locais de abrigo de fauna e flora ameaçada, endêmica ou rara, nascentes de água e mananciais hídricos, etc.

4 – As áreas prioritárias para restauração tais como: APPs, Reserva Legal e áreas para criar corredores de fauna e flora.

5 – As áreas onde existem agressões ambientais que precisam ser sanadas tais como: poluição, desmatamento, extração ilegal de madeira nativa, caça, etc.

6 – As áreas com potencial de enriquecimento ecológico da vegetação existente com espécies nativas (frutíferas, palmito, erva-mate, etc.)

7 – As áreas prioritárias para formação de corredores ecológicos e manejo integrado da paisagem.

Versão preliminar do Mapa de Áreas Prioritárias para a Implantação de Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí. Foto: Miriam Prochnow.

Realizado no Parque Universitário Unidavi em Rio do Sul, nos dias 21, 22 e 23 de março de 2017, o seminário foi uma iniciativa da Associacão de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e do Diálogo Florestal, em parceria com o Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e a Faculdade Metropolitana de Rio do Sul (Uniasselvi-Famesul), e teve apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), do Diálogo Florestal Internacional (TFD) e do Programa de Florestas do Banco Mundial (PROFOR).

O Grupo de Trabalho regional deve agora ser ampliado com a participação da empresa Pamplona Alimentos SA, da Cooperativa de Crédito Cresol e outras instituições.

Em breve o GT divulgará detalhes do mapa e os próximos passos que devem ser dados.

Autor: Wigold Schäffer

Viveiro Jardim das Florestas recebe Prêmio Expressão de Ecologia

Viveiro Jardim das Florestas recebe Prêmio Expressão de Ecologia

Viveiro Jardim das Florestas recebe Prêmio Expressão de Ecologia

No ano em que completa 30 anos, o Viveiro de Mudas Nativas Jardim das Florestas da Apremavi, que começou com 18 mudinhas no fundo do quintal, está na lista dos vencedores do 24º Prêmio Expressão de Ecologia. O viveiro possui hoje capacidade instalada para produção de 600.000 a 1.000.000 de mudas de diferentes espécies nativas da Mata Atlântica. E é um dos principais pilares para a realização dos projetos ambientais desenvolvidos pela Apremavi.

Confira a lista de vencedores do 24º Prêmio Expressão de Ecologia.

Mudas do Viveiro em 1897. Foto: Wigold Schäffer

O viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas está equipado com estufas grandes e médias, galpão para movimentação do substrato e atividades de preenchimento de saquinhos e repicagem, várias sementeiras de chão e canteiros externos.

Uma equipe, coordenada pelo presidente da Apremavi e por um técnico da instituição, trabalha diretamente na produção das mudas que compreende várias etapas, cada qual com sua particularidade e cuidados necessários: coleta de sementes, extração e tratamento das sementes, semeadura, preparação do substrato, preenchimento das embalagens, repicagem e armazenamento das mudas nos canteiros e estufas.

A produção de mudas conta também com apoio de estagiários de diferentes níveis de graduação e de diferentes locais do Brasil e até do exterior. Em 30 anos o viveiro já contribuiu com a formação de 720 estagiários.

Viveiro Jardim das Florestas em 2017. Foto: Arquivo Apremavi

Enquanto isso, outros colaboradores trabalham na identificação de áreas prioritárias para restauração, atores sociais e agricultores familiares interessados em restaurar suas áreas. Trabalham também na elaboração de projetos junto a entidades governamentais e empresas do setor privado, para angariar recursos para a produção das mudas e posterior doação das mesmas, além de outras ações desenvolvidas pela Apremavi no campo das politicas publicas e educação ambiental.

O excedente das mudas que não são destinadas gratuitamente aos agricultores, são vendidas para diferentes públicos e auxiliam no desenvolvimento institucional da Apremavi, para a realização de outros projetos, campanhas e atividades de educação ambiental.

Edinho realizando atividade de Educação Ambiental com as crianças. Foto: Arquivo Apremavi

No viveiro e no Centro Ambiental Jardim das Florestas são realizados cursos, dias de campo e seminários com diferentes temáticas ambientais, entre os temas está a produção de mudas nativas e restauração de áreas degradadas.

Áreas demonstrativas em restauração florestal, foram instaladas nos arredores do terreno onde está localizado o viveiro e também em propriedades vizinhas, para que as pessoas possam conhecer na prática que conservar e restaurar florestas é uma prática viável e possível em um curto e médio espaço de tempo.

Confira abaixo o vídeo da RBA TV sobre a Apremavi:

Viveiro de Mudas! Viveiro de Mudas da Apremavi está entre os vencedores do Prêmio Expressão Ecologia! Conheça o projeto e assista às imagens históricas de 1987, quando tudo começou.#JornalRegional

Publicado por RBA TV em Quinta, 30 de março de 2017

Autoras: Edilaine Dick e Miriam Prochnow

II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica acontecerá de 21 a 23 de março, em Rio do Sul (SC)

II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica acontecerá de 21 a 23 de março, em Rio do Sul (SC)

II Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica acontecerá de 21 a 23 de março, em Rio do Sul (SC)

O Seminário Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí é uma iniciativa da Associacão de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e do Diálogo Florestal, em parceria com a Fundação Universitária para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e a Faculdade Metropolitana de Rio do Sul (Uniasselvi-Famesul), e tem apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), do Diálogo Florestal Internacional (TFD) e do Programa de Florestas do Banco Mundial (PROFOR).

O Diálogo do Uso do Solo pretende reunir conhecimento existente sobre a região, nos diversos setores que atuam na paisagem, e a partir disso oportunizar processos de envolvimento da sociedade e seus diversos segmentos e organizações para definir cenários e ações que permitam uma melhor governança, em busca do desenvolvimento sustentável.

O trabalho começou em abril de 2016, num seminário realizado em Atalanta (SC), com a participação de ONGs, agricultores, empresas privadas e públicas, governos locais, cooperativas e associações de produtores e universidades de diferentes países e de vários estados brasileiros e da região do Alto Vale.

Como resultado desse seminário foi criado um Grupo de Trabalho para dar seguimento às discussões na região. O grupo ajudou a produzir e divulgar o vídeo Diálogo do Uso do Solo – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí, e, ao longo do ano de 2016, realizou diversas reuniões e decidiu fazer um segundo seminário, desta vez para discutir cenários para 2030/2050.

Todos buscamos o desenvolvimento. Mas o desenvolvimento para ser duradouro tem que ser também sustentável nos aspectos ambiental, social e econômico.

Segundo a ONU, tem que ser um processo que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.

Por isso é tão importante dialogarmos sobre uso do solo e paisagens sustentáveis, para as presentes e futuras gerações.

O Alto Vale do Itajaí foi escolhido como área piloto para esse trabalho em razão do reconhecimento de que o uso do solo na região já atende em grande medida aos preceitos do que se entende como paisagens sustentáveis.

O que se espera do II Seminário no Alto Vale do Itajaí

1. Reunir e tornar analisáveis de forma integrada o maior volume possível de informações disponíveis sobre a região;

2. Reunir especialistas e conhecedores da região para definirem, de forma consensual, as áreas consideradas prioritárias para a conservação, recuperação e uso sustentável da paisagem regional visando alcançar o desenvolvimento sustentável;

3. Estabelecer ações prioritárias para cada área identificada, para os cenários de curto, médio e longo prazos, considerando a pressão antrópica atual e futura e a atuação e desenvolvimento dos principais setores da economia regional (agropecuária, silvicultura, construção civil, indústria e comércio, serviços, turismo).

4 – Elencar ações de caráter geral para os setores público e privado e para a comunidade sobre como melhorar a ocupação e uso do solo nas áreas urbana e rural, visando a prevenção e mitigação dos riscos e efeitos de eventos climáticos extremos, a proteção do solo, a melhoria dos processos produtivos, a proteção e recuperação das florestas e da biodiversidade, a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e a proteção dos recursos hídricos.

Confira a programação

Dia 21.03.2017

13:30 horas

Abertura e contextualização 

Pelo Grupo de Trabalho: Apremavi, Amavi, Epagri, Unidavi, Uniasselvi/Famesul, Cravil, Afubra

Apresentação do vídeo Diálogo do Uso do Solo – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí”

14:15 horas

Experiência brasileira: Como envolver a comunidade na construção de Corredores Ecológicos e proteção dos recursos naturais: O trabalho do Centro Ecológico Ipê no entorno do Parque Estadual Morro do Diabo – SP – Laury Cullen Jr. Ph.D. – Coordenador de Projetos e Pesquisas

15:00 horas

Experiências Internacionais:

Os trabalhos da Fundação Micaia de Moçambique – Hercília Chipanga

A experiência do WWF internacional com a iniciativa New Generation Plantations – Luis Neves Silva

15:45 horas – café

16:00 horas

Apresentação do resultado do diagnóstico “Qual a sua opinião sobre Cenários para 2030/2050 no Alto Vale do Itajaí?”. Pesquisa realizada junto a pessoas conhecedoras da realidade do Alto Vale do Itajaí.

Unidavi, Apremavi, Epagri, Amavi

17:00 horas debate

Dia 22.03.2017

08:30 horas

Apresentação detalhada da Metodologia para mapeamento das áreas, definição de ações prioritárias e discussão dos cenários futuros. A metodologia vai ser participativa e interativa entre todos os participantes do seminário. Para isso serão constituídos Grupos de Trabalho por região administrativa. Os trabalhos de cada região serão apresentados ao plenário para discussão, validação e incorporação aos trabalhos dos demais grupos.

Marcos Reis Rosa – ARCPLAN-SP

Miriam Prochnow – Diálogo Florestal e Apremavi

09:15 horas – Café

09:30 horas

Grupos de trabalho por região administrativa (4 grupos)

Os grupos trabalharão na identificação em mapas de áreas críticas/prioritárias por tema (aspectos ambientais e socioeconômicos) com elaboração de mapas temáticos e preenchimento de formulários com características e ações propostas para cada área.

11:30 horas

Apresentações dos resultados dos grupos e debate

12:15 horas – Almoço – no local do evento

13:30 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa (4 grupos)

15:30 horas – Café

15:45 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa (4 grupos)

17:00 horas

Apresentações dos resultados dos grupos e debate

Dia 23.03.2017

08:30 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa

Integração de dados ambientais e socioeconômicos (elaboração de mapas regionais)

09:45 horas – Café

10:00 horas

Continuação dos Grupos de trabalho por região administrativa

Integração de dados ambientais e socioeconômicos (elaboração de mapas regionais)

12:15 horas – Almoço – no local do evento

13:30 horas

Apresentação dos resultados dos Grupos de Trabalho e debate

15:30 horas – Café

15:45 horas

Plenária final e validação dos resultados.

Debate sobre governança e próximos passos.

Autor: Miriam Prochnow

Grupo Marista visita a Apremavi

Grupo Marista visita a Apremavi

Grupo Marista visita a Apremavi

No último dia 07 de fevereiro a Apremavi recebeu a visita de um grupo de colaboradores e professores do Centro Social Marista de Pouso Redondo (SC).

A visita iniciou com uma palestra sobre Consumo Consciente e Sustentabilidade, ministrada pelo vice-presidente da Apremavi Urbano Schmitt Jr.

Palestra no Centro Ambiental da Apremavi. Foto: Arquivo Apremavi

Em seguida visitaram o viveiro Jardim das Florestas, onde conheceram todo o processo de produção de mudas nativas. Após a visita ao viveiro, o grupo foi conhecer algumas áreas demonstrativas de restauro florestal.

No período da tarde visitaram a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN Serra Pitôco) e encerraram o dia de visita ao município de Atalanta, conhecendo o Parque Natural Municipal Mata Atlântica, principal atrativo turístico da região.

No Mirante do Parque Mata Atlântica. Foto: Arquivo Apremavi

O Centro Social Marista Pouso Redondo, pertence a Rede Marista de Solidariedade. Atende 200 crianças e adolescentes de 05 a 15 anos, com o principal foco de atuação a promoção, a defesa e a garantia de direitos.

Segundo o professor e assistente de Pastoral Francisco Decezaro, a visita dos colaboradores a APREMAVI, teve como principal objetivo o estudo sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2017: Biomas Brasileiros e a Defesa da Vida. Sendo a APREMAVI uma instituição com 30 anos de atuação no cuidado e defesa do meio ambiente e da vida, é o local ideal para discutir o tema da Campanha da Fraternidade 2017, comentou Francisco.

 

Na trilha em meio a Mata Atlântica. Foto: Arquivo Apremavi

O professor Francisco comentou ainda que o Centro Social Marista desenvolverá junto aos educandos três projetos com os seguintes temas: Solidariedade, Diversidade e sobre o Território de Pouso Redondo. O tema da CF 2017 é transversal, propício e nos dá subsídios para a discussão em todos os projetos.

A Apremavi está cada vez mais se tornando uma referência para visitas técnicas e de estudos, não só para acadêmicos, mas também para agricultores, professores, técnicos e profissionais de diferentes áreas. Ao longo dos quase 30 anos, a instituição já recebeu a visita de milhares de pessoas de diferentes estados do Brasil e exterior.

Autor: Miriam Prochnow

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Apremavi promoveu capacitação em geoprocessamento

Apremavi promoveu capacitação em geoprocessamento

Apremavi promoveu capacitação em geoprocessamento

No período de 23 a 27 de janeiro de 2017, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) promoveu uma semana de capacitação em geoprocessamento e uso sistemas de gerenciamento de projetos ambientais com uso de geotecnologias para integrantes da equipe técnica, na sede da instituição, em Atalanta (SC). Participaram técnicos da Apremavi que trabalham em Atalanta e Chapecó-SC e Imbau e Curiuva-PR.

O objetivo foi a qualificação em ferramentas de geoprocessamento para o uso nos projetos de planejamento de propriedade e paisagens, como o Matas Legais, Matas Sociais e Diálogo do Uso do Solo. O curso abordou o uso de imagens de satélite, drones e plataformas para armazenamento e gerenciamento de projetos e foi ministrado por Fernando Partenost, da Arcplan, de São Paulo, e pelos espanhóis Manuel Sanabria Soto e Borja Terán Pickering, da Green UAV, com sede em Londres, no Reino Unido.

A Arcplan está desenvolvendo um Portal Ambiental, plataforma de gerenciamento de projetos que a Apremavi vai utilizar para gerenciar todos os seus projetos.

Fernando ensinando os técnicos a usarem a plataforma. Foto: Wigold Schaffer

De acordo com Partenost, este Portal foi feito para que as propriedades se adequem a lei do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a partir dele está sendo desenvolvido um módulo de gerenciamento de projetos técnicos, que é o que vai ajudar a Apremavi no planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de restauração e conservação dentro das propriedades. Com esta ferramenta “ganha-se em agilidade e escala, pois você consegue ampliar o trabalho para um maior número de pessoas e gerar relatórios de forma automatizada”, frisa.

Manuel Sanabria Soto estagiou na Apremavi em 2009 e 2012 para desenvolver seu trabalho de graduação aplicado a dinâmica de usos do solo e estado de conservação da Mata Atlântica. Seu retorno à Apremavi é marcado pela sua motivação em apoiar voluntariamente a instituição nos trabalhos de geoprocessamento, agora, com a bagagem do mestrado na área e de sua experiência de trabalho.

Ele comentou que em sua primeira vinda à Apremavi ficou impressionado com qualidade do trabalho que a instituição desenvolvia com as ferramentas e os recursos disponíveis. “Eu me dei conta, depois, estudando na universidade e um pouco mais tarde trabalhando em uma empresa geoespacial no Reino Unido que muitas das ferramentas que nós estamos usando lá em nossos projetos podem ser utilizadas aqui na Apremavi para aumentar a qualidade e eficiência dos projetos que a Apremavi está desenvolvendo”, cita.

Manuel Sanabria Soto e Borja Koste em atividade prática com o Drone. Foto: Wigold Schaffer

Segundo Sanabria Soto, uma combinação de tecnologias para capturar dados em campo, como aplicativos para o telefone, drones e imagens de satélite podem otimizar o trabalho de campo, utilizando os drones para cobrir áreas maiores e com dificuldade de acesso. “Eu sinto que trabalhar com vocês no passado e poder voltar para ajudar com uma informação que eu tenho e a possibilidade de ensinar a utilizar algumas destas metodologias foi um sonho, estou muito feliz”, ressalta.

Ao final do curso os espanhóis doaram um Drone para a Apremavi. Além do trabalho de mapeamento e planejamento ambiental o Drone serve para capturar fotos e imagens de vídeo e já rendeu imagens belíssimas. Confira na reportagem produzida pela RBA TV, de Rio do Sul.

Wigold Schaffer, fundador e conselheiro da Apremavi, destacou que a semana de capacitações foi fundamental, tanto com a vinda dos espanhóis como pela vinda do Fernando, da Arcplan, que está efetivamente desenvolvendo a plataforma que a Apremavi vai usar.

Segundo Schaffer as ferramentas trabalhadas no curso têm dois objetivos extremamente importantes para a Apremavi. O primeiro deles é melhorar a capacidade da Apremavi de fazer planejamento de uso do solo, planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis. “Você poder enxergar o micro na propriedade e o integrado na microbacia, no município, na região, e essas ferramentas permitem isso. Esse é um objetivo final extremamente importante”, frisa. O outro é a partir do uso dessas ferramentas começar a qualificar o trabalho e dar mais escala ao trabalho. “Poder fazer mais com mais qualidade e de uma forma mais rápida”, destacou Schaffer.

Segundo Edegold Schaffer, presidente da Apremavi, a presença simultânea da Arcplan e dos técnicos espanhóis da Green UAV foi extremamente importante para o futuro dos projetos, pois mostrou que existe a possibilidade de integração dos trabalhos e assim melhorar ainda mais as ferramentas que estão sendo desenvolvidas para a Apremavi.

Manuel e Borja presenteando a equipe da Apremavi. Foto: Gabriela Schaffer

Autor: Marcos Alexandre Danieli

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

No dia 07 de outubro de 2016 foi realizado o primeiro seminário do Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis, no Centro dos Idosos de Imbaú, Paraná. O encontro contou com a participação de 200 pessoas, principalmente agricultores que participam do projeto, além de parceiros e apoiadores.

O evento é uma realização do Projeto Matas Sociais, uma iniciativa da Klabin em parceria com a Apremavi, TNC, Sebrae e apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira, Telêmaco Borba.

O encontro teve como objetivo a aproximação e troca de experiências entre os participantes envolvidos no projeto e a socialização de conhecimentos relacionados aos temas abordados no evento, por meio das seguintes apresentações:

– O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis: Sabrina Bicca – Klabin.

– Adequação ambiental, legal e paisagística da pequena e média propriedade rural: Leandro da Rosa Casanova – Apremavi.

– Potencialidades existentes em hortaliças e fruticultura na região: Antonio Roberto Nogueira – Secretaria de Agricultura de Apucarana (PR).

– Potencialidades existentes em gado de leite e corte na região: Lindomar Schimitz – Sebrae.

O evento contou ainda com a parceria da Emater de Imbaú, que trouxe ao Seminário a maquete de uma propriedade rural que concilia diversificação da produção com o respeito à legislação ambiental; e do Grupo de Mulheres do Assentamento Guanabara, que serviu o café colonial aos participantes.

Para Sabrina Bicca, da Klabin, coordenadora geral do Projeto Matas Sociais, o Seminário tinha o objetivo de consolidar e aprofundar as temáticas centrais que estão sendo trabalhadas em campo e permitiu um retorno importante para a equipe do projeto: “Pelo número de adesões e pela participação do público do início ao fim do evento, foi um demonstrativo de que estamos no caminho certo”, pontua Sabrina.

O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Início da primavera foi marcado por visitas à Apremavi

Início da primavera foi marcado por visitas à Apremavi

Início da primavera foi marcado por visitas à Apremavi

No mês em que se comemora o dia da Árvore e o início da Primavera, as atividades de educação ambiental se intensificam na Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (APREMAVI), com visitas ao Centro Ambiental Jardim das Florestas e aos Viveiros de Mudas.

No dia 26 de setembro recebemos a visita de um grupo de Ambientalistas Mirins de Ituporanga (SC), orientados pelo Soldado Borguesan, e em 28 de setembro os alunos do 3º ano do ensino médio da E.E.B. Walter Probst de Aurora (SC). O objetivo de ambas as turmas era conhecer o Centro Ambiental, viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas e o trabalho desenvolvido pela instituição na área de planejamento de propriedades e paisagens, com visitas as áreas demonstrativas e nascentes preservadas. Para finalizar a programação dirigiram-se até o Parque Natural Municipal Mata Atlântica, onde percorreram a trilha até a cachoeira Perau do Gropp, que oferece aos seus visitantes uma ótima oportunidade de contemplar belas paisagens do município de Atalanta.

Nos dias 27 e 29 de Setembro foi a vez dos pequeninos do pré-escolar da C.E.I. Uta Kriesere da Escola Complementar Ewald Bruno Julius Kress, de Agrolândia (SC), conhecerem a Apremavi. As crianças estavam eufóricas, especialmente porque cada uma delas pôde aprender a semear sementes de Baguaçú e Paineira rosa, plantaram mudas de Azaléia próximo ao Centro Ambiental e ainda conheceram uma nascente preservada.Após a pequena experiência na Apremavi, se divertiram com brincadeiras nos jardins da Oma Anita.

 

As atividades foram monitoradas por Edegold Schäffer, Taís Fontanive e pela Estagiária Maíra Ratuchinski, que através de conversas e jogos, transmitiram aos jovens estudantes informações sobre a importância do contato com a natureza e, consequentemente, a importância de ajudar a preservá-la.

Além das instituições citadas acima, tivemos mais grupos visitando. Veja a lista completa:

  • 10/09/2016 Grupo da 3º idade de Dona Emma (SC);
  • 14/09/2016 Grupo de agricultores do Programa de Diversificação da Coopertec, Taió (SC);
  • 16/09/2016 Turma de Engenharia Sanitária da UDESC de Ibirama (SC);
  • 21/09/2016 Colégio Monte Alverne de Ituporanga (SC).

Venha conhecer um pouco mais do nosso universo.

Agende você também sua visita através do nosso telefone ou e-mail:

Fone: (47) 3535-0119

E-mail: [email protected]

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

O programa Matas Legais, uma parceria da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e da Klabin, realizou no dia 31 de agosto de 2016, no município de Otacílio Costa (SC), palestras para alunos do 5º ano da rede municipal de ensino. A ação surgiu durante os encontros dos grupos que compõem o Fórum Otacílio Costa dos Nossos Sonhos, que é uma inciativa da Klabin através do Fórum de Desenvolvimento de Otacílio Costa. Este fórum se reúne desde o final do ano de 2015, em encontros mensais, contando com a participação de pessoas e instituições do município, tem como objetivo “Criar um espaço de diálogo em Otacílio Costa para pensar e contribuir com o desenvolvimento local sustentável do município, ou seja, melhorar a qualidade de vida em Otacílio Costa!”

Os grupos que compõem o fórum já realizaram inúmeras atividades no município, sendo que uma das atividades elencada como prioritária foi a educação ambiental com os alunos da rede municipal de ensino de Otacílio Costa.Surgiu assim o Projeto Ambiental Apremavi e Klabin, que pretende desenvolver temas relacionados à sustentabilidade, com o público escolhido.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

O Projeto prevê a realização de encontros mensais com alunos do 5º e 6º ano das escolas da rede municipal de ensino, pretendendo atender cerca de 400 alunos. Na palestra inaugural foram atendidos 120 alunos das Escolas de Educação Básica Pedro Álvares Cabral e Escola de Educação Básica Marechal Rondon.

A palestra foi ministrada pelo engenheiro florestal Leandro da Rosa Casanova, que tratou de assuntos como poluição, água, lixo, aquecimento global e sustentabilidade. Após a palestra, Edinho Schaffer, técnico do programa, coordenou uma atividade de descontração e aprendizado, com os estudantes se divertindo com dois jogos lúdicos e educativos: o Jogão Fique Legal, que é um jogo de trilha em tamanho gigante, e o Jogo da Memória da Fauna e Flora da Mata Atlântica, também em tamanho grande. A atividade contou com o auxilio da Estagiária da Apremavi, Maíra Ratuchinski, estudante do curso de engenharia florestal.

Como recordação das atividades realizadas, os alunos puderam levar para casa um jogo da memória que traz ilustrações de animais e plantas, oferecido pela Klabin, e também uma muda de pitanga para plantar nos quintais de suas casas. O Projeto contou com a parceria da Secretaria de Educação e da Secretaria do Meio Ambiente do município.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

1,5°C o recorde que não devemos quebrar

1,5°C o recorde que não devemos quebrar

1,5°C o recorde que não devemos quebrar

Às vésperas do início das Olimpíadas, maior evento esportivo do planeta, quando se espera a quebra de muitos recordes, uma campanha é lançada para alertar sobre o recorde que não deve ser ultrapassado: 1,5o C. Esse é o limite para que aumento da temperatura média do planeta não se torne perigoso.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), que integra o Observatório do Clima e também participou do Revezamento da Tocha Olímpica através da Conselheira Miriam Prochnow, conclama a todos para participarem ativamente dessa campanha.

Veja o vídeo “Apremavi na campanha 1,5°C o recorde que não devemos quebrar”.

A campanha pelo clima teve início no dia 29 de julho de 2016, com o objetivo de alertar a sociedade para as consequências das mudanças climáticas e conclamar todo mundo a implementar ações que tornem possível que o limite de um e meio grau Celsius não seja ultrapassado.

Viveiro Jardim das Florestas. Foto: Gabriela Schäffer

Como diz a campanha: “Isso é urgente porque sabemos agora o tamanho da ameaça à prosperidade e até mesmo à existência das nações que um aumento acima desse limite representa. As mudanças de temperatura podem soar mínimas, mas o aquecimento de 1o C que já tivemos resultou na duplicação dos dias e noites extremamente quentes em muitos países, bem como em tempestades sem precedentes, inundações, secas, crises alimentares, derretimento das capas glaciais e dos solos congelados, além da elevação do nível dos mares e submersão de grandes áreas de terra” alguns países já perderam ilhas e tiveram que resgatar seus habitantes. No Acordo de Paris, o primeiro tratado universal contra as mudanças climáticas, adotado em 2015, o mundo se comprometeu a fazer esforços para evitar que o aquecimento global ultrapasse 1,5o C. Não cumprir essa meta trará riscos significativos à sobrevivência de nações-ilhas como Kiribati, Maldivas e Tuvalu, a regiões costeiras como o Delta do Mekong, Flórida e sul de Bangladesh e cidades costeiras como o Rio de Janeiro, Santos e Recife.

Os 15 anos mais quentes já registrados ocorreram neste século. O ano passado foi o mais quente desde o início das medições e tudo indica que em 2016 teremos um novo recorde. Se continuarmos neste ritmo, enfrentaremos problemas cada vez mais graves de abastecimento de água e produção de alimentos, além da maior disseminação de epidemias transmitidas por mosquitos”.

A campanha é uma iniciativa do Observatório do Clima (OC), do Fórum dos Países Vulneráveis ao Clima (CVF), do Gestão de Interesse Público (GIP) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Preservar e restaurar os ecossistemas naturais é uma das melhores formas de combater as mudanças climáticas.

Acesse o site e faça sua parte. Conheça também o Programa Clima Legal da Apremavi e ajude a plantar árvores nativas.

 

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