Fridays for Future lança canção e se prepara para nova greve global dia 29/11

Fridays for Future lança canção e se prepara para nova greve global dia 29/11

Fridays for Future lança canção e se prepara para nova greve global dia 29/11

No dia 20 de setembro de 2019, mais de 4 milhões de pessoas participaram de protestos climáticos ao redor do mundo. Influenciada pelos jovens do movimento Fridays for Future (Sextas pelo Futuro), a maior greve da história da humanidade foi só o começo. “A crise climática já é uma realidade e por isso nosso ativismo não pode parar. Governos e sociedade precisam juntos criar ações imediatas para conter o colapso ambiental, doutra forma não haverá futuro para o nosso planeta e nem para a humanidade“, relata Carolina Schäffer, ativista ambiental e sócia da Apremavi.

Novas manifestações globais foram convocadas para o próximo dia 29 de novembro. A 4 #GreveGlobalPeloClima espera reunir milhares de pessoas novamente, no Brasil algumas cidades já agendaram os seus protestos. Você tá esperando o quê para participar desse movimento?

A 4a Greve Global pelo Clima acontecerá dia 29 de novembro. Banner: Arquivo Fridays for Future Brasil..

Worldwide Unity

Recentemente o movimento #FridaysforFuture lançou um vídeo clipe mundial para a canção Unity, escrita por Mark Long e Andrew Charlewood do Fridays for Future de Viena. Inspirada na força e no potencial dos jovens que fazem parte do movimento, a canção traz um chamado para pessoas de todas as idades também aderirem a causa e lutarem por um futuro para o Planeta.

Com versos marcantes o vídeo clipe é ilustrado com imagens de manifestações, ações e atividades desenvolvidas pelos jovens do Fridays for Future ao redor do mundo. As imagens brasileiras foram gravadas em Atalanta (SC) por uma iniciativa da Apremavi e do Plantando o Futuro.

É muito gratificante para nós, jovens de Atalanta, fazermos parte do movimento e ver que nossas ações aqui no interior de Santa Catarina estão sendo divulgadas ao redor do mundo. Estamos todos juntos lutando em prol de justiça climática e da preservação do meio ambiente“, relata Jacson Floresti, ativista jovem e participante do Plantando o Futuro.

Veja trechos da canção e também o vídeo o clipe abaixo:

Listen up as we say | Ouça o que estamos dizendo
Our future’s now it starts today | O nosso futuro é agora, ele começa hoje
Stand with us side by side | Fique conosco, lado a lado

Change is always possible | Mudar sempre é possível
Cause we are unstoppable | Porque nós somos invencíveis

Now the youth planet wide | Agora a juventude de todo o planeta
Take a stand on our mother’s side | Toma uma posição em favor da mãe terra
We’ll earn more by taking less | Ganharemos mais ao tomar menos
And now it’s time to give our best | E agora é hora de dar nosso melhor

“Change is always possible, ‘cause we are instopable – Mudar é sempre possível porque nós somos invencíveis” esse é o refrão que embala a música Unity, lançada recentemente pelo movimento Fridays for Future. Reparem que imagens feitas aqui em Atalanta (SC) estão incluídas no clipe. Vídeo: Arquivo Fridays for Future.

Autora: Carolina Schäffer.

Apremavi e Plantando o Futuro participam de 6º Seminário do Galo Verde

Apremavi e Plantando o Futuro participam de 6º Seminário do Galo Verde

Apremavi e Plantando o Futuro participam de 6º Seminário do Galo Verde

Sexto encontro de ativistas da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), conhecido como Seminário do Galo Verde, aconteceu em Rodeio (SC) no último dia 9 de novembro de 2019 e contou com a participação da Apremavi, de jovens do Grupo Plantando o Futuro e de cerca de 30 membros da IECLB. O físico aposentado e ativista ambiental Johannes Gerlach, coordenador do Programa Ambiental Galo Verde, conduziu o encontro que teve como tema “As igrejas e o cuidado com a Criação de Deus”.

Na abertura do encontro o pastor Alan Schulz leu a carta pastoral da Presidência da IECLB para novembro que aborda, entre outros assuntos, o derramamento de petróleo no litoral brasileiro. “Que atitudes podemos tomar e que ações precisamos desenvolver para defender a criação? Cada pessoa pode começar com pequenas ações: consumo consciente, diminuir o uso de plásticos, não desperdiçar água, economizar energia”, aconselha o manifesto.

A partir daí, ao longo do dia, foram feitas falas sobre a situação das lutas socioambientais no Brasil e a contribuição das organizações cristãs na temática ambiental. O pastor Nilton Giese, que veio especialmente ao seminário para falar dos crimes das mineradoras Samarco, em Mariana (MG), e da Vale, em Brumadinho (MG), apresentou um dramático documentário com relatos de vítimas e dos principais dramas que até hoje são vivenciados. “O que fazer? Também não sabíamos”, confessou. “Percebemos que a doação de galões de água e de cestas básicas era enorme e por isso decidimos optar por enviar também palavras de aconchego e esperança através de cartas que chegavam para nós de todo o Brasil e foram direcionadas para as vítimas com apoio da IECLB de Belo Horizonte“, complementou Nilton.

O pastor Werner Fuchs, de Curitiba (PR), ativista histórico e ecumênico de causas socioambientais, destacou as parcerias com as igrejas evangélicas e pleiteou o aprofundamento da Teologia da Criação. “Nós também precisamos abraçar as lutas ambientais“, comentou Werner.

A irmã franciscana Lucia Gianesini (ICAR), vice-presidente do Conselho Indigenista Missionário-CIMI, apresentou o Sínodo para a Amazônia. Ocorrido sob a liderança do Papa Francisco em Roma, em outubro, o encontro católico foi apresentado aos ativistas com um relato sobre o seu preparo, as resoluções e os desafios.

Recebidos com entusiasmo, os membros do Plantando o Futuro tiveram a oportunidade de apresentar algumas ações que o grupo vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos, bem como relatar os resultados das atividades de educação ambiental que são realizadas nas escolas, em especial na Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla em Atalanta (SC). Além disso, ao relatarem a experiência de engajamento do grupo com o movimento global de jovens, Fridays for Future, ficou evidente a marcas de encorajamento que o Plantando o Futuro deixou nos participantes do seminário.

O grupo estava acompanhado do conselheiro e sócio-fundador da Apremavi, Wigold Schäffer, que aproveitou a oportunidade para destacar a necessidade de todos, em todos os lugares e todos os momentos trabalhamos em prol do meio ambiente para o bem do futuro do nosso Planeta. “As igrejas ainda tem uma inserção muito grande na comunidade, muitas pessoas as tem como referencia e elas alcançam um público que os ambientalistas às vezes tem um pouco de dificuldade de alcançar”, complementa Wigold que acha fundamental a abordagem da temática ambiental também nos centros religiosos.

Após o seminário, o núcleo do Galo Verde realizou uma reunião para avaliar as ações e planejar passos futuros. Ficou definido que a principal ação será concluir e distribuir uma cartilha para ajudar comunidades interessadas a organizar eventos e festas que cuidem da questão ambiental.

Imagens dos participantes do 6º seminário do Galo Verde realizado no dia 9 de novembro, no Centro de Eventos Rodeio 12, em Rodeio (SC). Fotos: Arquivo Galo Verde.

Autores: Carolina Schäffer e Clovis Horst Lindner.

Plantando o Futuro tem mês cheio de ações ambientais

Plantando o Futuro tem mês cheio de ações ambientais

Plantando o Futuro tem mês cheio de ações ambientais

Mais de 300 pessoas foram engajadas nas ações do grupo Plantando o Futuro durante o mês de agosto de 2019. Desenvolvidas com o apoio da comunidade escolar da Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla, de Atalanta (SC), da Apremavi e de integrantes do grupo as atividades englobaram ações de educação e conscientização ambiental, restauração de áreas degradadas, mobilizações no âmbito do movimento #fridaysforfuture e reuniões de planejamento estratégico do grupo.

No dia 6 de agosto, alunos do Projeto Sementinha, iniciativa do Plantando o Futuro voltada para crianças, se reuniram para uma sessão de cinema com o filme “Wall-E”, que conta a história de um dos últimos robôs que existiam na Terra, abandonado pelos humanos após se tornar um planeta inabitável. A partir do enredo do filme e dos questionamentos que foram criados com o longa-metragem, serão desenvolvidas atividades que englobam as disciplinas e conteúdos programáticos do ano letivo, como leitura de gráficos nas aulas de matemática, e, decomposição dos materiais orgânicos nas aulas de ciências.

Já na segunda semana do mês, as crianças participaram da Semana do Caminhar 2019, uma iniciativa que visa unir organizações de todo o Brasil para celebrar o caminhar e trazer à tona questões relacionadas aos caminhantes nas cidades.

Influenciados pelo tema da Semana do Caminhar que é “Aprender caminhando: potencial educativo do caminhar – ruas e cidades como espaço de aprendizado“, a Coordenadoria Executiva do Plantando o Futuro organizou caminhadas pelo centro de Atalanta (SC) com os alunos que participam do Projeto Sementinha, para a observação das paisagens e seus personagens. Na oportunidade, os participantes realizaram ainda a coleta de materiais que foram descartados de maneira incorreta ao longo das vias do município, e aprenderam como podemos tornar o local onde vivemos ou estamos a ser mais belo.

As ações do Plantando o Futuro visam sobretudo o protagonismo dos jovens diante dos temas de relevante interesse da sociedade, como meio ambiente e sustentabilidade. Fotos: Arquivo Plantando o Futuro.

#TodosPelaAmazônia e Canção Unity

Outra importante atividade foi a mobilização em prol da Amazônia que ocorreu dia 23 de agosto em decorrência do número alarmante de queimadas que vem devastando o bioma este ano. Conscientes da crise que a maior floresta tropical do mundo está enfrentando e da relevante importância para o bem-estar climático de toda a humanidade, o Plantando o Futuro organizou em Atalanta uma atividade de reflexão com os alunos e professores para que estes pudessem expressar suas opiniões em relação ao tema. Ao final da discussão o grupo gravou uma mensagem de apoio à Floresta Amazônica, sua biodiversidade e às populações tradicionais que nela habitam.

Lara Tayana Nazário, estudante e fundadora do Plantando o Futuro, menciona que o grupo é sinônimo de orgulho. “Eu me emocionei muito durante a manifestação em prol da Amazônia que aconteceu na nossa escola e em todo o país, principalmente por entender a importância da mobilização em prol da maior floresta tropical do mundo que hoje, em função da ganância, gula e cegueira coletiva, está virando pasto para boi. Juntar o meu grito à tantas outras vozes é gratificante, assim como também é ver a sementinha que eu ajudei a plantar, chamada Plantando o Futuro, hoje produzindo lindos frutos e conquistando seu espaço perante a comunidade.

Outra atividade no âmbito mundial foi a gravação de imagens para o projeto “Unity – Fridays for Future”. Unity é uma canção criada pela equipe do Fridays For Future (Sextas pelo Futuro) de Viena que fez um chamado para que todos os jovens do movimento gravassem imagens de seus protestos e cantassem a canção, que tem como refrão “change ir always possible, cause we are unstoppable – mudar sempre é possível, porque nada pode nos deter”.

A música servirá como hino para o movimento #fridaysforfuture e será enredo de um curta-metragem que mostrará a força dos jovens e de seu chamado durante as mobilizações em busca de justiça climática e preservação ambiental. O filme deve ser estreado durante a segunda Mobilização Global pelo Clima.

Na oportunidade o Plantando o Futuro aproveitou os diversos materiais criados e compartilhados com os colegas europeus, e lançou o próprio vídeo embalado com a música Unity.

Enquanto a Amazônia ardia em chamas, o Brasil e o mundo se mobilizaram numa grande campanha de ativismo no dia 23 de agosto e o Grupo Plantando o Futuro também mandou o seu recado. Fotos: Wigold B. Schäffer.

Plantio de mudas

No dia 04 de setembro de 2019 a Apremavi iniciou a implantação do Bosque Ellepot, na localidade de Santo Antônio, em Atalanta (SC). O plantio de 4.000 mudas de árvores nativas tem como objetivo celebrar a parceria com a empresa Ellepot, responsável pela tecnologia de mesmo nome, inaugurada pela Apremavi junto com as novas instalações do Viveiro Jardim das Florestasem abril desde ano.

O plantio foi realizado com a participação de integrantes do Grupo Plantando o Futuro e da equipe e diretoria da Apremavi.

O plantio de mudas no bosque do Ellepot foi uma ótima oportunidade para o Plantando o Futuro por a mão na massa. Fotos: Arquivo Apremavi.

Mobilização Geral pelo Clima

A Mobilização Global pelo Clima que acontecerá no próximo dia 20 de setembro marca o início da Semana Global pelo Futuro, ou Global #WeekForFuture. Prevista para acontecer entre os dias 20 e 27 de setembro de 2019, a semana é uma iniciativa do movimento Fridays for Future (Sextas pelo Futuro) que está convocando pessoas do mundo inteiro para, ao lado dos jovens, irem às ruas e apoiar, defender, exigir e optar por políticas e ações que nos livrem do colapso climático e político que estamos vivendo nos dias atuais sobretudo quando se trata da emergência climática que já afeta a humanidade.

No Brasil jovens de várias cidades estão organizando manifestos, e em Atalanta quem está a frente da programação são os integrantes do grupo Plantando o Futuro. A programação organizada está recheada de atividades, dentre elas oficinas de confecção de brinquedos, mobilização em frente a prefeitura do município e o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica em parceria com a Apremavi.

O ativismo é importante como um todo, mas entre os jovens ele é ainda mais significativo, haja vista que eles é que construirão o futuro do nosso país. Os jovens ativistas buscam dar voz às causas e pessoas que parecem invisíveis dentro da sociedade. Esse trabalho voluntário é magnífico, pois envolve doação e dedicação que geram não só avanços pessoais aos alunos, como também avanços sociais em assuntos importantes. Como educadora, é motivo de grande orgulho saber que alguns de meus alunos são engajados em causas de tamanha relevância social. E o reflexo deste engajamento é visível dentro da sala de aula: alunos mais críticos, questionadores, participativos e interessados em aprender, que contagiam o restante da turma a seguir o mesmo caminho.” Ana Paula Quiquio Wernke, professora de Língua Portuguesa e Literatura da E.E.B. Dr. Frederico Rolla.

A Mobilização Global pelo Clima é uma iniciativa do movimento Fridays for Future (sextas pelo futuro), uma tentativa de chamar a atenção do mundo para a emergência climática. Dia 20 de setembro é a #GreveGlobal. Tem certeza que você vai ficar de fora dessa? Ilustração: @jhoncortesdg.

Autores:  Carolina Schäffer e Vitor Lauro Zanelatto.

Mobilização Global pelo Clima é um chamado para toda a sociedade

Mobilização Global pelo Clima é um chamado para toda a sociedade

Mobilização Global pelo Clima é um chamado para toda a sociedade

O próximo dia 20 de setembro marca o início da Semana Global pelo Futuro e vai entrar para a história!

O movimento Fridays for Future (Sextas pelo Futuro) está convocando pessoas do mundo inteiro para, ao lado dos jovens, acompanharem a Mobilização Global pelo Clima. A mobilização parte do pressuposto que estamos vivendo numa era de emergências climática e política e que, para que seja possível garantir um futuro para humanidade, é necessário que todos comecem a apoiar, defender e optar por políticas e ações que nos livrem do colapso que estamos vivendo nos dias atuais.

A Semana Global pelo Futuro, ou Global #WeekForFuture, prevista para acontecer entre os dias 20 e 27 de setembro de 2019, é uma iniciativa do #fridaysforfuture; um chamado dos jovens para que milhões de pessoas saiam de seus trabalhos e lares para irem às ruas em mobilizações numa semana de ações que vão exigir sobretudo justiça climática para todos.

No Brasil jovens de várias cidades estão organizando manifestos, e em Atalanta quem está a frente da programação são os integrantes do grupo Plantando o Futuro, que na sexta-feira (20/09) se encontrarão em frente à Prefeitura de Atalanta e levantarão seus cartazes com mensagens e pedidos de atenção com a causa ambiental e climática. Na ocasião os jovens pretendem entregar uma carta com demandas do movimento para o Prefeito do município.

A Greve Global pelo Clima, que acontecerá no dia 20 de setembro de 2019, é um chamado dos jovens para que o mundo inteiro se mobilize, passe a agir e ajude a enfrentar a crise climática. Foto: @fridaysforfuture.sc.

Programação dos jovens de Atalanta

A programação organizada pelos jovens do grupo Plantando o Futuro para a Mobilização Global pelo Clima (#GreveGlobalPeloClima), está recheada de atividades, dentre elas oficinas de confecção de brinquedos, mobilização em frente a prefeitura do município e o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.

Parceira do grupo, a Apremavi apoiará os plantios de mudas previstos para os dias 21 de setembro (dia da árvore) e 23 de setembro. Além disso, uma das colaboradoras da Apremavi estará em Nova York acompanhando a greve global ao lado da Greta Thunberg, jovem ativista que iniciou o movimento Fridays for Future.

#ChegaDeClimão, é hora de agir para que o mundo tenha um futuro para chamar de seu.

 

20/09 | SEXTA-FEIRA
Abertura da Mobilização Global pelo Clima
Local: em frente à Prefeitura de Atalanta (em caso de chuva será na E.E.B. Dr. Frederico Rolla)
Horário: 9h
Público: evento aberto ao público.

21/09 | SÁBADO – Dia da Árvore
Plantio no Bosque Ellepot
Local: Estrada Geral Santo Antônio, Km 7 (última propriedade)
Horário: 8h30
Público: evento aberto ao público.

23/09 | SEGUNDA-FEIRA
Plantio no Bosque de Heidelberg
Local: E.M.E.F. Ribeirão Matilde
Horário: 8h
Público: comunidade escolar da E.M.E.F. Ribeirão Matilde, membros do Plantando o Futuro e Apremavi.

24/09 | TERÇA-FEIRA
Oficina de placas para os jardins da escola
Local: E.E.B. Dr. Frederico Rolla
Horário: 7h30 e 13h30
Público: alunos do 6° e 7° ano da E.E.B. Dr. Frederico Rolla.

25/09 | QUARTA-FEIRA
Evento GTEA – Agricultura Orgânica e Possibilidades
Local: Auditório da E.E.B. Dr. Frederico Rolla
Horário: 10h e 14h
Público: alunos do 8° e 9° ano da E.E.B. Dr. Frederico Rolla, mas também é aberta ao público.
Obs: esta ação é em parceria com a Apremavi e associada ao GTEA.

26/09 | QUINTA-FEIRA
Oficina de brinquedos com materiais reciclados
Local: E.E.B. Dr. Frederico Rolla
Horário: 8h e 13h30
Público: alunos do 1° a 5° ano da E.E.B. Dr. Frederico Rolla.

27/09 | SEXTA-FEIRA
Oficina de confecção de puffs de pneu
Local: E.E.B. Dr. Frederico Rolla
Horário: 7h45
Público: alunos do Ensino Médio da E.E.B. Dr. Frederico Rolla.

A Semana Global pelo Futuro é uma iniciativa do Movimento Fridays for Future, uma tentativa de chamar a atenção do mundo para a emergência climática. Dia 20 de setembro é a #GreveGlobal, vai ficar de fora dessa? Ilustração: @jhoncortesdg.

Autora: Carolina Schäffer.

Plantando o Futuro se reune para discutir ações do segundo semestre

Plantando o Futuro se reune para discutir ações do segundo semestre

Plantando o Futuro se reune para discutir ações do segundo semestre

No último dia 24 de julho integrantes e colaboradores do Grupo Plantando o Futuro, acompanhados de membros do seu Conselho Consultivo e de estagiários da Apremavi, se reuniram no Centro Ambiental Jardim das Florestas para avaliar as ações realizadas ao longo do primeiro semestre de 2019 e discutir e planejar as atividades para o segundo semestre do corrente ano.

Com 19 ações públicas realizadas até o momento, o grupo acredita que o planejamento estratégico é uma ferramenta importante para avaliar os caminhos trilhados até aqui e construir um novo referencial para ações futuras. Pensando nisso, uma das dinâmicas realizadas, sob a coordenação de Jacson Floresti, Coordenador Institucional do Plantando o Futuro, foi a discussão dos resultados da avaliação que os jovens do Centro de Educação Adolfo Hedel, de Agrolândia (SC), realizaram na ocasião da visita do grupo, no dia 05 de julho. A análise desses dados permitiu a realização de ajustes nos conteúdos que serão apresentados durante as próximas visitas às escolas e também o aprimoramento das estratégias de comunicação do grupo.

Outro ponto importante do encontro foi a elaboração da agenda de ações ligadas ao movimento de jovens chamado sextas pelo futuro, ou em inglês, #fridaysforfuture. Desde a criação desse movimento, o Plantando o Futuro tem realizado inúmeras atividades todas as sextas-feiras, dentre elas oficinas, caminhadas, palestras e plantios de árvores nativas. O próximo ato mundial dos jovens está sendo convocado pela idealizadora do movimento, Greta Thunberg, para entre os dias 20 e 27 de setembro. Os membros do Plantando o Futuro concordaram em aderir à Paralisação Global e pretendem criar uma agenda especial para essa semana, que coincide com o Dia da Árvore (21/09), data celebrada todos os anos pelo Plantando o Futuro.

Uma iniciativa que também recebeu atenção especial foi planejamento dos próximos passos do Projeto Sementinha, concebido no âmbito do Plantando o Futuro, mas focado especificamente na educação ambiental de crianças. Além disso, no escopo da formação continuada para os integrantes do grupo ficou definido que ainda em 2019 todos deverão participar de uma oficina de comunicação para melhorar as habilidades em fotografia, redação e oratória, e, em setembro será realizada uma visita ao Parque Ecológico Ingo Altenburg, em Ituporanga (SC).

Para divulgar e engajar mais pessoas nas plataformas do Plantando o Futuro nas mídias sociais, local em que são expostos os trabalhos realizados e compartilhadas informações relevantes sobre os temas abordados pelo grupo, os membros foram convidados a visitar e curtir as páginas. Ainda no que se refere a comunicação do grupo, foi unânime a decisão de elaborar um novo vídeo institucional, bem como produzir materiais audiovisuais para as plataformas do Facebook e Instagram.

O ponto alto do planejamento foi a aventura pela Trilha da Restauração, um caminho de 1.7 km, localizado próximo ao Viveiro Jardim das Florestas, onde podem ser observadas diferentes áreas em restauração, nas quais a Apremavi utilizou metodologias variadas de plantio. Além disso, também são observadas áreas em regeneração natural, e na encosta da Serra do Pitoco, remanescentes de vegetação nativa da Mata Atlântica. Esse momento de “banho de natureza” trouxe muita inspiração para que todos continuem engajados com o trabalho em prol do meio ambiente.

Depoimento das fundadoras

Catherine Fronza e Poliana Bagio, fundadoras do grupo, também acompanharm a reunião de planejamento. Hoje cursando o ensino superior, as jovens compartilharam suas experiências na fundação e idealização do Plantando o Futuro e falaram sobre a importância que todas as atividades desenvolvidas no grupo tiveram, e ainda tem, para a formação pessoal e profissional das mesmas.

Catherine Fronza, hoje acadêmica do curso de Direito no Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI), uma das co-fundadoras do Grupo Plantando o Futuro, comenta que o grupo foi e continua sendo parte importante da sua formação como cidadã e que se sente muito honrada por fazer parte dessa história. “É recompensador perceber que aquela sementinha plantada anos atrás se transformou num grupo que hoje desenvolve múltiplas atividades e ações. Recordo que no início estavamos um pouco perdidos, não sabíamos exatamente como fazer acontecer, mas a nossa força de vontade de se tornar uma voz influente sobre temas socioambientais para a sociedade sempre foi nosso objetivo maior e hoje esse objetivo está sendo atingido, principalmente porque o grupo conta com o apoio da Apremavi e da E.E.B Dr. Frederico Rolla“, relembra Catherine.

Para Poliana Bagio acompanhar as notícias do grupo Plantando Futuro e de todas as ações que vem sido desenvolvidas é muito gratificante. “Sinto-me realizada em ter ajudado na gestão do grupo por um período, pois foi uma experiência única que trouxe muito frutos para mim e uma dose imensa de conhecimento. Inclusive tenho certeza que ter ajudado a fundar o grupo foi um diferencial no meu currículo quando consegui a bolsa de estudos na instituição de ensino superior aonde estudo hoje. Fica a minha recomendação para que todos os jovens procurem se engajar em atividades desta natureza“, complementa. Hoje Poliana é acadêmica do curso de Medicina Veterinária na Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Autores: Carolina Schäffer e Vitor Lauro Zanelatto.

Plantando o Futuro conquista espaços ao fortalecer ações pelo clima

Plantando o Futuro conquista espaços ao fortalecer ações pelo clima

Plantando o Futuro conquista espaços ao fortalecer ações pelo clima

O movimento #fridaysforfuture tem ganhado cada vez mais força pelo mundo com jovens indo às ruas todas as sextas-feiras para protestar e chamar atenção dos governos e sociedade e pedir que tomem atitudes para reverter a crise climática.

Participando desse movimento, em Atalanta, o Grupo Plantando o Futuro tem relizado inúmeras ações todas as sextas-feiras. Com o intuito de levar à comunidade a conscientização necessária para que uma real mudança de atitudes em relação ao meio ambiente surja o grupo tem criado cada vez mais espaços para discutir sobre pautas socioambientais, conversado com jovens sobre a importância da biodiversidade, informado a comunidade sobre a necessidade de criarmos novos hábitos no nosso dia-a-dia para enfrentar a crise climática, além, é claro, de plantar mudas de árvores nativas e flores.

Oficina de Cartazes

Uma das primeiras ações pelo clima realizadas pelo Grupo Plantando o Futuro no âmbito das #sextaspelofuturo, ou #fridaysforfuture, foi uma oficina de cartazes que ocorreu no dia 24 de maio. Na ocasião os alunos do Colégio Estadual Dr. Frederico Rolla confeccionaram cartazes e faixas sobre a emergência climática e a necessidade das práticas ativistas para garantir um futuro para a humanidade.

Os cartazes e faixas ficam expostos todas as sextas-feiras no muro do colégio e também são utilizados durante as outras ações que o grupo organiza, como nos plantios de mudas, nas rodas de conversa e visitas a outras escolas.

Cartazes elaborados pelos alunos da Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla de Atalanta (SC) e pelos participantes do Plantando o Futuro para as ações climáticas realizadas no âmbito das #sextaspelofuturo (#fridaysforfuture).

Visita ao Centro de Educação Adolfo Hedel

Para divulgar os trabalhos do Plantando o Futuro e instigar novos jovens a aderirem ao movimento #sextaspelofuturo (#fridaysforfuture), os participantes do grupo visitaram no dia 05 de julho o Centro de Educação Adolfo Hedel, em Agrolândia (SC), e tiveram uma conversa super animada com os alunos e professores. A iniciativa teve apoio da Prefeitura de Atalanta (SC), da Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla de Atalanta e da Apremavi.

A visita começou com uma apresentação das ações realizadas pelo Plantando o Futuro nos últimos meses e foi seguida de uma rica troca de informações sobre a importância dos ativistas diante de tempos tão incertos. Para despertar o interesse dos alunos foram retratados perfis e trabalhos desenvolvidos por alguns ativistas brasileiros que atuam em diferentes contextos geográficos e sociais. Obviamente que a história de Greta Thunberg, a adolescente sueca que passou a se manifestar todas as sextas-feiras em frente ao Parlamento da Suécia para exigir de seus governantes mais proatividade e reais soluções diante do aquecimento global – e assim deu início ao movimento #fridaysforfuture, não ficou de fora da conversa. Para terminar a seção #AtivismoSim, também foi exibido o curta-metragem “Aos Ativistas da Mata Atlântica“, elaborado pela Apremavi e que conta a história dos primeiros ativistas que lutaram para proteger o Bioma.

Para o Coordenador de Ações do grupo, Vitor Lauro Zanelatto, cada vez que demonstramos as ações que desenvolvemos com o Plantando o Futuro para outras escolas percebemos que há sim uma evidência clara que eles também podem replicar o que estamos fazendo. Além do mais, “nossa decisão de visitar outras escolas também surge da necessidade de incentivar cada vez mais jovens a serem voz ativa na sociedade e a lutar em defesa dos intereses públicos, sobretudo com na área ambiental“, complementa Vitor.

Plantando o Futuro visita Colégio Estadual Adolfo Hedel, em Agrolândia (SC), e faz convite a alunos para que façam parte do movimento #AtivismoSim.

O Plantando o Futuro

O Plantando o Futuro tem a finalidade de trabalhar pela defesa, preservação e recuperação do meio ambiente, promover a educação ambiental em centros educacionais, escolas e quaisquer locais de ensino, incentivar a participação e protagonismo de jovens em atividades voluntárias, valorizando a natureza e respeitando a biodiversidade, e promover ações de combate, mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Autores: Carolina Schäffer e Vitor Lauro Zanelato.
Fotos: Arquivo Plantando o Futuro.

Jovem de Atalanta vai integrar Rede de Jovens Transformadores da Ashoka

Jovem de Atalanta vai integrar Rede de Jovens Transformadores da Ashoka

Jovem de Atalanta vai integrar Rede de Jovens Transformadores da Ashoka

No dia 27 de maio de 2019, Vitor Lauro Zanelatto, Coordenador de Ações do Grupo Plantando o Futuro, de Atalanta, foi convidado oficialmente a integrar a Rede de Jovens Transformadores da Ashoka (JTA). O convite vem após Vitor ter participado de um painel, realizado nos dias 18 e 19 de maio, em São Paulo, para o qual haviam sido selecionados 10 jovens brasileiros, de 13 a 20 anos, que lideram causas, projetos e ações que impactam positivamente a sociedade brasileira.

A iniciativa Jovens Transformadores Ashoka (em inglês Ashoka Young Changemakers) pretende conectar jovens criadores, fundadores ou líderes de empreendimentos sociais exemplares, formando uma rede de conhecimento. O projeto quer mostrar que todo jovem tem potencial para ser transformador da sua realidade. Esse é também um dos motes usado pelo Grupo Plantando o Futuro, que aposta no protagonismo dos jovens, como um dos princípios para o desenvolvimento das ações.

A Ashoka percebe uma nova realidade mundial: pessoas corajosas e inovadoras serão os grandes líderes do planeta e terão a oportunidade de fazer dele um lugar melhor. A partir dessa visão, busca, através de bons exemplos como o dos jovens de Atalanta, incentivar mais jovens a serem protagonistas perante os problemas do lugar em que vivem.

Segundo Vitor, o evento foi muito proveitoso e inspirador, com troca de experiências e conselhos entre os participantes: “Conheci diferentes realidades e desafios, projetos para mitigar problemas ambientais, sociais e educacionais. Entre tantas diferenças, a empatia e vontade de criar um futuro melhor uniam todos”, salienta Vitor.

Encontro da Rede de Jovens Transformadores da Ashoka que aconteceu em São Paulo no início de maio. Fotos: Ashoka.

A Ashoka é uma organização que atua em mais de 85 países, incluindo o Brasil. Fundada pelo americano Bill Drayton em 1980 com o objetivo de potencializar as transformações sociais por meio do reconhecimento e do apoio a empreendedoras e empreendedores sociais inovadores, a Ashoka abriu seu primeiro escritório na India em 1981. Hoje, a Ashoka opera em 89 países em todos os continentes, tendo reconhecido e apoiado mais de 3.500 empreendedoras/empreendedores sociais e 300 Escolas Transformadoras em todo o mundo.

No Brasil desde 1986, a Ashoka tem 383 empreendedoras/empreendedores sociais e 18 Escolas Transformadoras no país, fornecendo apoio para suas iniciativas. Um destes empreendedores apoiados no Brasil é Wigold B. Schaffer que tornou-se empreendedor social (fellow) da rede Ashoka em 1995, pelo seu trabalho na proteção da Mata Atlântica e por ser um dos fundadores da Apremavi. Atualmente, ele e a Associação apoiam as ações do Plantando o Futuro.

O apoio recebido da Ashoka entre 1995 e 1999, foi fundamental para que eu pudesse me dedicar em tempo integral ao trabalho na Apremavi em defesa da Mata Atlântica, período no qual a instituição conseguiu importantes avanços na ampliação do viveiro e na visibilidade nacional do trabalho, fato que influenciou inclusive o convite para trabalhar no Ministério do Meio Ambiente a partir de 1999”, relata Wigold.

A Ashoka tem como foco a visão de que  “Todos Podemos Ser Agentes de Transformação™”. Num momento verdadeiramente histórico em que qualquer pessoa é capaz de criar uma mudança positiva, todas e todos precisam se tornar agentes de transformação para prosperar e devem estar equipados com as habilidades necessárias para esse fim.

Segundo Bill Drayton, fundador da Ashoka, “os empreendedores sociais são a força corretiva essencial. São empreendedores da mudança sistêmica e indivíduos cuja essência, e consequentemente, cujas ações estão profundamente comprometidas para o bem estar comum.

O trabalho da Ashoka visa cocriar uma sociedade na qual:

  • Todas as crianças desenvolvam sua empatia desde os primeiros anos de vida;
  • Todo jovem se reconheça como agente de transformação;
  • As equipes sejam colaborativas e empáticas nos diferentes tipos de instituições.

Nas próximas semanas será lançada a iniciativa LeadYoung: Histórias que Transformam, que consiste em elaborar vídeos curtos, mas de alto impacto, contando a história de cada jovem, projeto e realidade.

Autores: Vitor L. Zanelatto e Wigold B. Schäffer.

#AçãoPeloClima marcará a participação do Alto Vale na 2ª Greve Mundial pelo Clima

#AçãoPeloClima marcará a participação do Alto Vale na 2ª Greve Mundial pelo Clima

#AçãoPeloClima marcará a participação do Alto Vale na 2ª Greve Mundial pelo Clima

 O movimento mais conhecido por Greve Mundial pelo Clima ou Sextas Pelo Futuro, é um movimento de jovens que surgiu com a iniciativa de Greta Thunberg, uma adolescente sueca, que passou a se manifestar todas as sextas-feiras em frente ao Parlamento da Suécia, para exigir de seus governantes mais proatividade e reais soluções diante do aquecimento global.

No dia 24 de maio de 2019 acontecerá a 2ª Greve Mundial e a Apremavi vai apoiar as atividades da #AçãoPeloClima que serão realizadas pelo Grupo Plantando o Futuro na Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla, em Atalanta. Será um dia de conscientização e confecção de materiais para mobilização pelo clima.

O Plantando o Futuro é um grupo de jovens criado em 2016 por alunos e professores da E.E.B. Dr. Frederico Rolla, de Atalanta, com o intuito de levar à comunidade a conscientização necessária para que uma real mudança de atitudes em relação ao meio ambiente surja. O Grupo desenvolve ações para encontrar novas maneiras de viver e se desenvolver, maneiras que preservem a vitalidade da Terra e que sejam, portanto, sustentáveis no longo prazo.

A Apremavi também vai fazer o lançamento de uma página especial sobre Ativismo “#AtivismoSim”, para mostrar a importância da mobilização social para as causas do bem comum e repassar informações sobre mobilizações que estão sendo realizadas, principalmente na área ambiental.

O Grupo Plantando o Futuro desenvolve ações para encontrar novas maneiras de viver e se desenvolver, maneiras que preservem a vitalidade da Terra e que sejam, portanto, sustentáveis a longo prazo. Foto: Miriam Prochnow.

As atividades do Grupo Plantando o Futuro terão início às 8h e se estenderão por todo o dia, dentro dos seguintes momentos:

Momento 1
Encontro e aquecimento.

Momento 2
Apresentação das ações do Grupo Plantando o Futuro.

Momento 3
Conversa sobre ativismo com a ambientalista Miriam Prochnow, presidente da Apremavi.

Momento 4
Seção cinema – “Aos ativistas da Mata Atlântica”

Momento 5
Oficina de Comunicação Ativa: confecção de cartazes e faixas sobre a emergência climática e como os jovens podem ser voz ativa, mudar a realidade e garantir um futuro. Os materiais produzidos serão utilizados pelo Grupo na próxima #SextapeloFuturo #AçãoPeloClima #GrevePeloClima.

– Local da atividade: Colégio Dr. Frederico Rolla, Atalanta – SC.
– Horário: turno escolar (matutino, vespertino e noturno).
– Participantes: alunos do ensino fundamental (7° ao 9° ano) e ensino médio (1° ao 3° ano).

Contato

Apremavi
Presidente | Miriam Prochnow – 47 988407072

Grupo Plantando o Futuro
Coordenador Institucional | Jacson Floresti – 47 989228071
Coordenador de Ações | Vitor Zanellatto – 47 988154086
Coordenadora de Comunicação | Ana Steinheuser – 47 988887750

Autora: Miriam Prochnow.

Foto de capa: Michael Campanella.

Grupo Ambiental Plantando o Futuro realiza assembleia geral para aprovar estatuto

Grupo Ambiental Plantando o Futuro realiza assembleia geral para aprovar estatuto

Grupo Ambiental Plantando o Futuro realiza assembleia geral para aprovar estatuto

O Grupo Plantando o Futuro realizou sua assembleia geral de aprovação de estatuto no dia 04 de maio de 2019. Criado em 2016 por alunos da Escola Frederico Rolla, com apoio da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), o grupo promove ações de preservação e educação ambiental com o protagonismo dos jovens.

No mesmo dia os membros realizaram a reunião de planejamento, como é feito todos os anos, no Centro Ambiental Jardim das Florestas da Apremavi. Na reunião aprovou-se o Estatuto do Grupo Ambiental e também foram eleitos os novos membros da Coordenadoria e Conselho Consultivo. A coordenação ficou com a seguinte composição:

  • Coordenador Institucional: Jacson Floresti;
  • Coordenador de ações: Vitor Zanellatto;
  • Coordenador Comunicativo: Ana Steinheuser.

Participantes do Grupo Plantando o Futuro. Foto: Arquivo Apremavi.

Além disso, os membros contaram com a presença da ambientalista e pedagoga Miriam Prochnow que abordou o assunto do ativismo e lançou um desafio aos integrantes do grupo: se unirem ao movimento fridaysforfuture, liderado pela jovem sueca Greta Thunberg. Greta é uma ativista do clima, conhecida por protestar em frente ao parlamento sueco, pedindo compromentido dos governantes com o combate ao aquecimento global. Desde agosto de 2018, todas as sextas feiras, ela faz greve para divulgar a causa. Seu empenho já está mobilizando milhões de outros jovens ao redor do mundo, tendo sido realizada uma greve mundial no dia 15 de março de 2019. A próxima ação mundial está programada para o dia 24 de maio.

O grupo ficou bem empolgado com a ideia e já está fazendo planos de ações que podem ser realizadas todas as sextas feiras e também no dia 24 de maio.

Carolina Schaffer, colaboradora da Apremavi, está organizando uma seção sobre ativismo no site da Apremavi, onde poderão ser divulgadas as ações realizadas no âmbito deste movimento global, bem como conteúdos sobre mudanças climáticas, a maior crise ambiental do planeta.

Para finalizar, Taís Fontanive guiou uma visita às novas instalações do viveiro de mudas, onde todos puderam conhecer a máquina Ellepot que vai aumentar a produção de mudas da Apremavi e que produz embalagens biodegradáveis!

MUDE O MUNDO: COMECE POR VOCÊ!

Autores: Taís Fontanive e Jacson Floresti.
Revisão: Miriam Prochnow.

Grupo Plantando o Futuro se reúne para formação e planejamento

Grupo Plantando o Futuro se reúne para formação e planejamento

Grupo Plantando o Futuro se reúne para formação e planejamento

No dia 02 de julho, os membros do grupo de jovens ambientalistas Plantando o Futuro reuniram-se no Centro Ambiental Jardim das Florestas; Sede da Apremavi, para uma reunião, visando elencar novas metas e planejar atividades para os próximos meses.

Os trabalhos foram conduzidos pela ambientalista e fundadora da Apremavi, Miriam Prochnow, que aconselhou os participantes sobre os desafios para com a proteção ambiental. Ela também apresentou o livro “Apremavi – 30 Anos, 30 Causas” lançado em abril deste ano, em comemoração aos 30 anos de existência e de trabalho em prol do Meio Ambiente da organização, completados em 2017.

Grupo Plantando o Futuro durante encontro de planejamento. Foto: Arquivo Apremavi.

O grupo que já está em seu terceiro de ano de existência, conversou sobre atividades prioritárias para os próximos meses, após a apresentação sobre ações já realizadas. Foram priorizadas as seguintes ações: 1 – Trabalho em campo, com mutirões de plantio de mudas nativas para restaurar nascentes e matas ciliares; 2 – Realização de expedições para conhecer locais preservados de Atalanta, com a possibilidade de acampamento; e 3 – Visita ao centro de triagem de Atalanta, com campanha de conscientização sobre a questão do lixo.

Outras ações que também foram listadas: limpeza dos rios, campanhas de conscientização ambiental, estágios na Apremavi, plantio de árvores na escola e espaços próximos e utilização do material fotográfico coletado em 2017.

Existe um grande ânimo do grupo em participar de ações de recuperação de áreas degradadas da Mata Atlântica em propriedades rurais, contribuindo para a adequação das mesmas com a legislação ambiental e para a manutenção dos mananciais hídricos e da biodiversidade no Alto Vale do Itajaí.

Ainda na data, a colaboradora da Apremavi Taís Fontanive falou sobre as obras de modernização das instalações do viveiro, e também do sistema de produção, objetivando uma maior produção e sustentabilidade.

Para finalizar os trabalhos o grupo fez uma visita aos canteiros de mudas.

Mude o Mundo, comece por você!

Confira a galeria com fotos do encontro

Autor: Vitor Lauro Zanelatto.

Grupo Plantando o Futuro debate ações de proteção à fauna e paisagismo

Grupo Plantando o Futuro debate ações de proteção à fauna e paisagismo

Grupo Plantando o Futuro debate ações de proteção à fauna e paisagismo

No dia 03 de setembro aconteceu mais uma reunião do Grupo Plantando o Futuro. O grupo é formado por alunos da Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla de Atalanta (SC) e tem como objetivo discutir assuntos importantes para a sustentabilidade no município e ações na própria escola. As reuniões do grupo são orientadas por integrantes da equipe da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e por professores e direção do Colégio.

Neste encontro, Wigold Schaffer, integrante do Conselho da Apremavi, apresentou registros fotográficos de aves e outros animais, feitos no quintal de sua casa e no Parque Natural Municipal Mata Atlântica. Entre as espécies registradas estão sabiás, saíras, saís, beija-flores, tucanos, pica-paus, etc. Algumas espécies registradas são raras e que tem como principal habitat florestas bem protegidas, não sendo comum avistá-las em áreas abertas e até mesmo nos jardins das casas.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

Ele essalta que se estamos observando espécies que não eram vistas há muito tempo, isso quer dizer que nossas florestas estão com um grau de proteção melhor e com alimento e condições favoráveis para a reprodução na região: “o que precisamos agora é de uma grande campanha de conscientização de combate à caça e apreensão de animais nativos, atividades que, mesmo proibidas, ainda existem no município”, destaca Wigold.

O grupo decidiu que deverá desenvolver atividades de educação ambiental visando a proteção do animais nativos de Atalanta. Dentre as atividades sugeridas está um levantamento em todo o município, para identificar quais espécies de aves e animais ocorrem em maior frequência em nossa cidade, a montagem de uma exposição fotográfica e a realização de palestras sobre o tema.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

Outra ação que o grupo discutiu, foi sobre o paisagismo do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica com espécies nativas, tanto flores como árvores. A ação visa o embelezamento do parque, mostrando que é possível fazer paisagismo com plantas nativas. Durante o encontro os participantes tiveram a oportunidade de conhecer um jardim e várias espécies nativas que poderão ser utilizadas.

Ambientalistas mirins se reúnem na Apremavi

Ambientalistas mirins se reúnem na Apremavi

Ambientalistas mirins se reúnem na Apremavi

Nos dias 26 e 27 de julho de 2016 a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) recebeu no Centro Ambiental Jardim das Florestas, alunos da Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla, que integram o grupo de Ambientalistas Mirins de Atalanta, Plantando o Futuro.

Nos dois dias foram desenvolvidas diversas atividades. O objetivo era mostrar um pouco dos trabalhos e da história da Apremavi. No primeiro dia, acompanhados pela Conselheira da Apremavi, Miriam Prochnow, conheceram os canteiros de mudas nativas, os plantios e bosques no entorno do Centro ambiental e à tarde fizeram um pequeno estágio no viveiro, onde todos participaram de todas as atividades para a produção de uma muda. À noite pernoitaram no Centro Ambiental e tiveram uma conversa com Gabriela Schaffer, sobre experiências de intercâmbio no exterior. Também foi um momento de troca de informações com as estudantes Gabriela Alencar e Eduarda Sofka, que estavam estagiando na Apremavi.

No dia 27 foram conhecer algumas propriedades parceiras da Apremavi, onde os jovens puderam ver que os trabalhos realizados estão dando um excelente resultado para a o proprietário e também para o meio ambiente.

A visita do grupo foi finalizada no Parque Natural Municipal Mata Atlântica, onde em conversa, foram lançados os novos passos e atividades a serem desenvolvidas pelo grupo.

Para Taís Fontanive, Técnica da Apremavi que acompanha o grupo, o grupo deve ser como uma árvore, hoje pequeno, amanhã grande: “o mundo precisa de pessoas para cuidar dele. Nossos jovens se tornam especiais quando se interessam por essa área e se preocupam com o futuro. Cada um enxerga e pode mudar o mundo por pequenas ações, que podem ser desenvolvidas no dia-a-dia”, completa Taís.

Abaixo, comentários de alguns dos participantes do grupo sobre suas experiências nesses dois dias.

Lara Tayana Nazário – (15 anos, 9º ano, mora no Bairro Centro): “Falar em público, colocar em prática uma ideia, ser empreendedor, corajoso, ter visão de futuro, saber aonde quer chegar, se auto conhecer, ter um referencial, entre outros. Isso tudo você pode desenvolver ainda cedo/novo, ou seja, participando de movimentos estudantis, e a verdade é que, além de tudo isso, as oportunidades crescem ao seu redor e te abrem portas, só basta saber aproveitá-las. Estes foi um dos motivos que me fez participar do grupo Plantando o Futuro, o qual preserva e ama a natureza. Sem dúvidas todos os encontros que tivemos, foram de extrema importância, em especial os dois dias de estudo, aonde tivemos a oportunidade de adquirir conhecimento e aprendizado, fortalecendo nossos laços com a natureza e com os participantes, os dois dias vão ficar para sempre em minha memória”.

Murilo Hammes – (14 anos, 8º ano, mora no Bairro Centro): “Nesses dois dias que passei aí, gostei muito de ter conhecimento  sobre como são feitas as mudas, também de ver o trabalho e a dificuldade de ter uma planta sadia. Gostei de ir nas propriedades e ver como que as árvores mudam o clima do local e de ver que as plantas mudam o jeito de algumas pessoas pensarem das coisas ruins que praticavam e agora fazem de tudo para proteger o meio ambiente”.

Geanini Zanelatto– (Professora de História, mora no Bairro Centro): “O Meio Ambiente é o bem mais precioso que a humanidade tem nas mãos, e sendo assim, o homem precisa entrar em harmonia com a natureza. Nosso encontro foi digno de muito conhecimento, novas experiências e muita energia, que certamente nos moverá para continuar a caminhada. Como educadora, fico feliz de ver meus alunos construindo a Cidadania, cumprindo seus deveres em prol do Meio Ambiente, fazendo a diferença para renovar a esperança de um mundo melhor”.

Catherine Fronza– (15 anos, 1º ano ensino médio, mora no Bairro Centro): “Superar expectativas, lutar por uma causa, ajudar, crescer, conhecer, fazer o bem, pensar no futuro e proteger a espécie humana é preciso. Foi isso que instigou alguns jovens a sair do conforto e integrar um grupo preocupado com as causas ambientais. Participar dele, foi, está sendo e será, uma experiência incrível. Dentre as ações que foram propostas, uma delas era participar de algumas atividades no centro ambiental da Apremavi. Nos dando todo apoio possível, pernoitamos no centro, foram dois dias de um aprendizado enorme. Conhecer toda a história da ONG, reconhecer as lutas e as conquistas durante 30 anos de Apremavi, me fez perceber que realmente existem pessoas preocupadas com o mundo, que apesar de toda dificuldade não desistiram e fizeram a diferença. Além de ficarmos por dentro de toda essa história, adquirimos muita experiência e conhecimento. Viver junto à natureza e entender um pouco como funciona um viveiro de mudas, saber de experiências internacionais de intercâmbio, entender propriedades modelos e tirar dúvidas e curiosidades sobre floresta também fizeram parte dos dois dias. Só tenho a dizer que foi incrível, que todo o aprendizado ficará guardado e isso só serviu para nos motivar ainda mais a fazer o bem para nós mesmo e preservarmos o que nos faz viver”.

Poliana Bagio (15 anos, 1º ano ensino médio, mora na Comunidade do Rio Caçador): “Foram tantas experiências ótimas nestes dois dias, realmente as coisas mais simples são as que mais agradam. É incrível poder acompanhar um trabalho maravilhoso ao lado de pessoas que querem o bem da nossa nação, que pensam em nosso futuro e de futuras gerações. Foi gratificante poder passar um ”pedacinho” das minhas férias na Sede da Apremavi, ao lado dos meus amigos; fazendo as dinâmicas propostas, aprendendo, rindo, caminhando. Tudo valeu a pena. É maravilhoso passar um pouco do tempo com humanos que querem um futuro melhor. Ainda levamos sorte de ter duas estagiárias no local Gabriela de Manaus e Eduarda de Rio do Sul, além disso tivemos uma palestra com a Gabriela Schaffer, que fez intercâmbio no Estados Unidos e foi para a Alemanha para fazer palestras. O Sr. Edegold também falou sobre a sua experiência no interior. É fantástico como são produzidas as mudas, o modo como cuidam e como nos acolhem”.

Gabriela Prochnow– (15 anos, 1º ano ensino médio, mora na Comunidade de Alto Dona Luiza): “O trabalho realizado nesses dias foi uma oportunidade muito interessante e que chamou atenção de todos de imediato, quando proposta. Apesar de nem todos do grupo não poderem estar presente, o desenvolvimento da atividade foi de forma muito eficaz para que quem estivesse participando adquirisse o máximo de conhecimento possível. Desde conversas, palestras, trabalho no viveiro até visitas a propriedades, as atividades foram feitas todas acompanhadas, onde as pessoas acabaram contando um pouco de sua história, deixando em todos nós, uma admiração e um exemplo de que tudo se deve ao esforço nosso e de todos. Dois fatos que mais me marcaram e que levarei comigo foram que: “Amanhã é outro dia, portanto devemos cuidar do meio ambiente” e “A iniciativa sempre nos leva longe”. No meu ponto de vista, foi uma oportunidade ótima e que fez toda a diferença para sabermos o que de fato a APREMAVI fez e vem fazendo até hoje”.

Lucas Sens (14 anos, 8º ano, mora na Comunidade de Ribeirão Matilde): “Depois desta experiência percebo de como a natureza é bela e perfeita, de como seus recursos que ela acaba nos oferecendo são importantes, de que estar rodeado pela sua extraordinária beleza é muito bom, e principalmente, estar ajudando a humanidade para que seu futuro não seja extinto é uma das coisas que mais me motiva a admirar o trabalho destes ambientalistas. E também admiro o trabalho do nosso grupo Plantando o Futuro por estrar abraçando esta causa, saindo de nossas casas para aprender um pouco mais deste trabalho incrível e quem sabe no futuro estar seguindo neste rumo. Só agradecemos pela experiência e aprendizado que a Apremavi está nos dando”.

Jacson Floresti – (15 anos, 9º ano, mora no Bairro Centro): “Esses dois dias passados na APREMAVI foram muito importantes e uma experiência muito boa. Grandes conhecimentos foram passados de várias formas. Conhecer o terreno da APREMAVI foi muito interessante, eu pude ver coisas que nunca tinha visto antes. Quanto às visitas às propriedades foi muito bom, podemos perceber ainda mais a importância de plantar árvores em terrenos. Trabalhar no viveiro foi a melhor experiência de todas, tem várias etapas, todas fundamentais para que a planta tenha vida. Eu aproveitei cada momento que passei lá”.

Vinicius Testoni Longen– (15 anos, 1º ano ensino médio, mora no Bairro Centro):”’o futuro está nas mãos dos jovens, serão eles que irão construí-lo’. Baseado nesta frase que a diferença será feita na sociedade, pois eles (os jovens) irão reverter ou dar procedimento ao que já foi encaminhado. Porém, não é necessário que esse futuro chegue para que as ações iniciem. Portanto, um grupo de ambientalistas mirins foi formado com o objetivo de conscientizá-los sobre as ações ambientais pelo mundo, em especial, no município no qual estão inseridos. Para que o grupo tenha uma base, o mesmo, sob orientação de profissionais na área, teve algumas palestras teóricas e outras ações, como trilhas e visitas a campo em algumas propriedades de pessoas preocupadas com o futuro ambiental. O trabalho foi iniciado e o destino reserva mais ainda”.

Anna Julia Koch – (13 anos, 8º ano, mora na Comunidade do São João): “Bom, esses dois dias que passamos na sede da Apremavi só serviram para me mostrar o quanto a natureza é importante para todos nós, o quando cada árvore, cada flor, cada fruta tem sua função, e por menor que seja essa função ela tem sua importância para continuar mantendo o mundo em ordem. Por isso, precisamos restaurar cada vez mais o que foi destruído, para que assim possamos viver em um mundo melhor”.

Ariana Hammes – (Integrante da Equipe do Centro Ambiental Jardim das Florestas): “Acredito na força de vontade dos alunos e que eles façam a diferença e dêem jus ao nome “Grupo Plantando o Futuro”. Foram dois dias de muito aprendizado e dedicação, espero que eles levem isso com eles, que tenha novas atividades, buscando novas metas e objetivos a serem cumpridos. Que não desistam da caminhada que não é tão simples e que o grupo cresça e se fortaleça cada vez mais pra fazer a diferença”.

Apremavi estará no revezamento da Tocha Olímpica

Apremavi estará no revezamento da Tocha Olímpica

Apremavi estará no revezamento da Tocha Olímpica

No próximo dia 9 de julho, um dos mais importantes símbolos das Olimpíadas passará pela cidade de Araranguá (SC) nas mãos da ambientalista Miriam Prochnow, conselheira da Associação de Preservação de Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e uma das indicadas pelo FSC® Brasil a conduzir a Tocha Olímpica. Miriam é uma das condutoras “Abraça”, que representam as causas de Sustentabilidade dos Jogos Rio 2016. Numa feliz coincidência, exatamente neste dia, a Apremavi comemora 29 anos de fundação.

O FSC Brasil e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 são parceiros no compromisso de usar madeira e produtos de origem florestal adquiridos pela organização do evento, tais como, estruturas temporárias, mobiliário e materiais de comunicação e papelaria, certificados.

Miriam plantando Araucária. Foto: Wigold Schäffer

Para aproveitar os holofotes do maior evento esportivo do mundo e jogar luz sobre a luta pela conservação do meio ambiente, Miriam, representando a Apremavi, se juntou ao FSC e a ONG Sócios da Natureza para plantar mudas de ipês e árvores frutíferas nativas, nas margens do rio Araranguá e também distribuir outras duzentas mudas de Grumixama, Ingá-anão e Jabuticaba, para quem estiver assistindo ao revezamento da tocha na Praça Hercílio Luz, centro de Araranguá.

“É uma alegria imensa poder participar do revezamento da Tocha Olímpica levando a mensagem da sustentabilidade e chamando a atenção para a proteção das nossas florestas”, diz Miriam Prochnow. “Precisamos cada vez mais de pessoas comprometidas com a preservação e uso sustentável do meio ambiente”, completa.

Miriam ao lado de um Mulungu. Foto: Wigold Schäffer

No dia seguinte, 10 de julho, mais dez mudas serão plantadas no balneário Morro dos Conventos, um santuário ecológico formado por falésias, dunas, restingas e Mata Atlântica, contornado pela foz do rio Araranguá e pelo mar, e um dos principais pontos turísticos da região. Além do FSC, da comitiva do Comitê Olímpico Rio 2016 e da Apremavi, contará com a receptividade dos integrantes da ONG Sócios da Natureza de Araranguá.

“Para nós, que defendemos que as florestas são para todos e para sempre, é muito importante que assuntos como manejo responsável, conservação e consumo consciente estejam continuamente e cada vez mais em pauta. Porque informação – e empatia – é a chave para boas escolhas”, diz Aline Tristão, diretora executiva do FSC Brasil.

Slogan Abraça Sustentabilidade Olimpíadas Rio 2016.

Sobre o FSC

É uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, que promove o manejo florestal responsável ao redor do mundo desde 1994. Com sede na Alemanha, está presente em mais de 80 países. O FSC é o sistema de certificação florestal de maior credibilidade internacional e o único que incorpora, de forma igualitária, os interesses de grupos sociais, ambientais e econômicos.

Sobre a APREMAVI

Fundada em 1987, a Associação tem como missão trabalhar pela defesa, preservação e recuperação do meio ambiente, dos bens e valores culturais, buscando a qualidade de vida na Mata Atlântica e em outros biomas.

Sobre a Sócios da Natureza

O movimento ambientalista foi criado em 1980 para combater a intensa poluição na Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá, Urussanga e Tubarão. Tem como objetivo principal a preservação da natureza e uma melhor qualidade de vida para a população da região sul de Santa Catarina.

Sobre o Comitê Organizador Rio 2016

É uma associação civil de direito privado, com natureza desportiva, sem fins econômicos, formada por Confederações Brasileiras Olímpicas, pelo Comitê Olímpico Brasileiro e pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Sua missão é promover, organizar e realizar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, seguindo as diretrizes do Contrato da Cidade-Sede, do Comitê Olímpico Internacional, do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) e da Agência Mundial Antidoping, e respeitando a legislação brasileira, a Carta Olímpica e o Manual de Regras do IPC.

Para saber mais sobre a Miriam Prochnow, assista o vídeo.

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

O município de Ortigueira agora também possui seu Espaço do Produtor. A inauguração do local ocorreu no dia 30 de março de 2016, como parte das ações do projeto “Planejando Propriedades Sustentáveis”, uma iniciativa da parceria entre a Klabin, Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae e com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná. Este projeto integra o Plano de Ação Socioambiental do Projeto Puma, empreendimento da Klabin que contempla a nova fábrica em Ortigueira.

O Espaço, sediado na Secretaria de Agricultura de Ortigueira, vai atender, ouvir e orientar produtores rurais, tendo como objetivo a melhoria ambiental, social e econômica das propriedades, incluindo a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Junto com o Espaço do Produtor inaugurado em Imbaú no dia 28 de janeiro de 2016, fortalecem-se os espaços de comunicação e troca de experiências entre a equipe do projeto, parceiros e produtores da região.

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é contribuir para o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Acesse aqui o folder do projeto.

Fórum Florestal PR e SC discute planejamento de propriedades e paisagens

Fórum Florestal PR e SC discute planejamento de propriedades e paisagens

Fórum Florestal PR e SC discute planejamento de propriedades e paisagens

Nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2016, o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina se reuniu para sua XXIII reunião, na sede da Klabin, no município de Telêmaco Borba (PR). Participaram da reunião 22 representantes de organizações ambientalistas e empresas do setor de base florestal.

Foram dois dias de troca de experiências sobre o planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis, incluindo visita técnica em uma propriedade modelo, que alia produção e conservação.

Miriam Prochnow, secretária executiva do Diálogo Florestal Nacional e conselheira da Apremavi, abordou planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis, especialmente sobre a importância de unir recuperação, produção e conservação em um cenário de mudanças climáticas.

Durante a realização do Fórum, Miriam lançou o  volume 7, da série Cadernos do Diálogo, publicação que conta a experiência do Fórum Florestal do Sul e Extremo Sul da Bahia e também do Fórum Nacional e outros Fóruns Regionais.

Nos relatos de experiência sobre trabalhos voltados ao planejamento da propriedade rural, restauração de áreas e certificação, Ivone Namikawa, coordenadora de Sustentabilidade Florestal da Klabin, trouxe o histórico e a importância do processo de certificação do Grupo de Produtores Florestais do Médio Rio Tibagi.

Maurício Reis, coordenador do Programa Matas Legais no Paraná (parceria Apremavi e Klabin), apresentou as oportunidades e resultados do trabalho desenvolvido no período de 2008 a 2016, que já envolveu mais de 350 propriedades em ações de preservação e recuperação de remanescentes florestais nativos.

Sabrina de Freitas Bicca, coordenadora do Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis, juntamente com Emílio André Ribas, da Apremavi e Paulo Santana, da TNC, apresentaram este projeto, que tem como objetivo a melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais das pequenas e médias propriedades rurais nos municípios de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba.

Marcos Alexandre Danieli, secretário executivo do Fórum, apresentou um balanço das atividades realizadas no período de 2014 a 2015. Em grupos, também foram discutidas as prioridades de atuação do Fórum, um trabalho que segue em andamento.

Conhecendo o sistema silvipastoril durante a visita técnica. Foto: Marcos Alexandre Danieli.

No segundo dia de reuniões, o destaque foi a visita técnica realizada a uma propriedade do município de Reserva(PR), guiada por Vinicius Oliveira e Victor Fagundes/2Tree Consultoria, Maurício Reis/Apremavi, Ivone Namikawa/Klabin e o proprietário, Sr. Júlio Pisani F. A propriedade desenvolve um modelo silvipastoril (eucalipto consorciado com ovinos) e possui certificação FSC (Forest Stewardship Council), selo que reconhece a produção responsável de produtos florestais. Ela também integra o Programa Matas Legais e já foi beneficiada com o plantio de 20.660 mudas nativas durante as ações de restauração.

No local os participantes do Fórum tiveram a oportunidade de ver na prática os temas apresentados no primeiro dia. Somado à troca de experiências dos dois dias de reunião, saem do evento com o importante papel de levar a experiência às suas empresas e instituições, sabendo que a demanda por projetos que aliem conservação e produção dentro de uma visão de planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis é crescente e estratégica dentro dos objetivos do Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina.

As reuniões do Fórum acontecem em importantes momentos para a troca de experiências entre os participantes, de maneira que experiências bem sucedidas possam servir de exemplos e replicadas para o setor florestal e organizações ambientalistas.

Para mais informações, entre em contato com a secretaria executiva: Marcos A. Danieli – [email protected]

1º Pedal no Parque Nacional das Araucárias

1º Pedal no Parque Nacional das Araucárias

1º Pedal no Parque Nacional das Araucárias

O 1º Pedal no Parque Nacional das Araucárias será realizado em comemoração ao aniversário do município de Passos Maia e à inauguração da trilha de visitação no Parque.

O encontro principal será às 08h30 da manhã do dia 12/12 (sábado), na Praça Municipal de Passos Maia.  Traga sua bicicleta e venha pedalar! O percurso será de aproximadamente 10km e podem participar todas as pessoas aptas à atividade de ciclismo. Menores de 14 anos devem vir acompanhados dos pais.

Os interessados no passeio ciclístico devem preencher a ficha de inscrição (anexo ao final da matéria) e entregar em um estabelecimento parceiro do evento, no local da largada ou enviar os dados para o e-mail: [email protected]

A chegada será no Parque, para a inauguração e visita à trilha, às 11h. Também haverá um piquenique e venda de lanche no local pela Secretaria de Ação Social de Passos Maia, ao custo de R$5,00. Os valores serão revertidos em ações beneficentes.

Não tem bicicleta? Não tem problema! A inauguração da trilha é aberta a todos os interessados. Participe!!

O Parque e a Apremavi

A inauguração da trilha dá continuidade ao evento realizado em outubro deste ano, de abertura à visitação pública do Parque Nacional das Araucárias e à comemoração dos seus 10 anos de criação.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) tem sido grande apoiadora e parceria do Parque Nacional das Araucárias. Contribuiu com a criação da Unidade, com a formação e fortalecimento do conselho e com a elaboração do Plano de Manejo. Hoje, continua apoiando o Parque por meio da participação no conselho e pelos projetos que realiza. Destaque para o Projeto Planejamento e Capacitação em UCs, que apoiou a gestão do uso público; e o Projeto Araucária, pelo trabalho de conservação e recuperação da Floresta com Araucária em parceria com agricultores vizinhos da Unidade.

Equipe da Apremavi e familiares em visita no Parque Nacional das Araucárias. Foto: Edilaine Dick

Recentemente, a equipe da Apremavi e familiares realizou excursão no Oeste de Santa Catarina e visitou o Parque para conversar de perto sobre trabalho que está sendo realizado, de abertura ao uso público. Na oportunidade, foi realizado um plantio de mudas nativas, simbólico ao momento.

Que as plantas nativas e os projetos continuem frutificando e gerando benefícios a esta Unidade de Conservação que é fundamental para a conservação da biodiversidade e uso público na região da Floresta com Araucárias em Santa Catarina.

Confira a programação do aniversário de Passos Maia aqui.

Parabéns ao Parque Nacional das Araucárias pela inauguração da trilha de visitação e à Prefeitura de Passos Maia pelo seu 24ª aniversário!!

Os Desafios da Restauração

Os Desafios da Restauração

Os Desafios da Restauração

Restauração é um dos assuntos mais discutidos nos eventos paralelos da conferência do clima (COP21) em Paris. É uma das questões-chave para enfrentar os desafios das mudanças climáticas, porque contribui diretamente para a solução dos principais problemas da humanidade: perda da biodiversidade, proteção dos mananciais hídricos e captura de carbono amenizando o aumento da temperatura. Contribui ainda com a geração de emprego e renda e para a melhoria da paisagem e consequentemente a qualidade de vida humana. É também o link mais fácil de ser feito com a sociedade, porque plantar árvores é uma ação da qual todos podem participar.

Existem diversos conceitos sobre o que é restauração e estes tem evoluído à medida que novos conhecimentos são gerados. Numa visão ampla se fala em restauração de paisagens, o que é algo mais complexo e mais desafiador do que restauração de florestas, porque implica realmente em acordos intersectoriais, para que resultados concretos sejam alcançados. Na restauração de paisagens é muito importante considerar os ecossistemas originais e tentar, a partir da realidade atual, restaurar o máximo de atributos desses ecossistemas, suas espécies de fauna e flora e a interação dessas espécies.

Na restauração de paisagens um elemento que precisamos preservar para todos e que dinheiro nenhum vai conseguir comprar se acabarmos com ele, porque é insubstituível, é a água. E a água precisa passar pelo coração, dela devemos cuidar com amor e respeito.

Aqui em Paris, importantes acordos estão sendo firmados para tentar garantir os recursos financeiros para tudo que precisa ser feito. Essa é uma boa notícia. Entretanto, a “vertente econômica” não vai dar conta do desafio mundial de restauração, se antes não houver o compromisso. Engajamento baseado apenas em dinheiro é vulnerável e momentâneo. Para que o engajamento dure para sempre, é necessário um compromisso global. O lema do Fórum Mundial de Paisagens (Glocal Landscape Fórum) é mostrar que tudo está conectado. Sim, tudo está conectado, mas existe um lugar fundamental por onde todas as conexões precisam passar e esse lugar é o coração!

A maioria dos proprietários de terra, agricultores e pecuaristas gostam do seu sítio, chácara ou fazenda, mas ainda não tem a mesma paixão pelas florestas, os animais silvestres e os recursos hídricos, que são fundamentais para o sucesso de suas atividades. A restauração dos ecossistemas nos imóveis e na paisagem precisa virar uma paixão nacional e global.

Para isso, é necessário que as políticas públicas, a exemplo dos financiamentos agrícolas, contemplem estímulos e incentivos, como juros menores, prazos mais longos e até descontos no valor das prestações para aqueles que conservarem e restaurarem os ecossistemas no imóvel. É nescessário também destinar um percentual do crédito rural para a restauração e conservação dos recursos naturais no imóvel.

Restaurar os ecossistemas é uma necessidade global e por isso precisamos de apoio externo, com grandes fundos para apoiar principalmente os mais pobres, mas é necessário que cada país e cada região e município faça seus arranjos locais para prover apoio técnico e também financeiro às comunidades e detentores de imóveis.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) vem trabalhando com restauração e planejamento de propriedades e paisagens há mais de 28 anos, sempre buscando parcerias com os agropecuaristas, instituições de ensino e pesquisa e com as instituições públicas em todos os níveis. Os resultados alcançados, que envolvem milhões de mudas plantadas e áreas restauradas em milhares de propriedades rurais e urbanas, mostram claramente duas coisas importantes: 1) a natureza é generosa e responde positivamente a toda ação de proteção ou restauração; 2) as pessoas que plantam a primeira árvore passam a ter verdadeiro amor e paixão pelo trabalho que fizeram e não param mais de plantar e cuidar da floresta.

Enfim, para alcançar resultados na conservação e restauração é importante o engajamento e a participação direta do proprietário ou detentor do imóvel. Um programa nacional ou global de restauração deve ser feito com as pessoas e não para as pessoas, caso contrário não terá efetividade no longo prazo, pois não haverá o necessário engajamento e sem isso, não haverá amor e respeito pelas áreas restauradas.

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