Grupo Marista visita a Apremavi

Grupo Marista visita a Apremavi

Grupo Marista visita a Apremavi

No último dia 07 de fevereiro a Apremavi recebeu a visita de um grupo de colaboradores e professores do Centro Social Marista de Pouso Redondo (SC).

A visita iniciou com uma palestra sobre Consumo Consciente e Sustentabilidade, ministrada pelo vice-presidente da Apremavi Urbano Schmitt Jr.

Palestra no Centro Ambiental da Apremavi. Foto: Arquivo Apremavi

Em seguida visitaram o viveiro Jardim das Florestas, onde conheceram todo o processo de produção de mudas nativas. Após a visita ao viveiro, o grupo foi conhecer algumas áreas demonstrativas de restauro florestal.

No período da tarde visitaram a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN Serra Pitôco) e encerraram o dia de visita ao município de Atalanta, conhecendo o Parque Natural Municipal Mata Atlântica, principal atrativo turístico da região.

No Mirante do Parque Mata Atlântica. Foto: Arquivo Apremavi

O Centro Social Marista Pouso Redondo, pertence a Rede Marista de Solidariedade. Atende 200 crianças e adolescentes de 05 a 15 anos, com o principal foco de atuação a promoção, a defesa e a garantia de direitos.

Segundo o professor e assistente de Pastoral Francisco Decezaro, a visita dos colaboradores a APREMAVI, teve como principal objetivo o estudo sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2017: Biomas Brasileiros e a Defesa da Vida. Sendo a APREMAVI uma instituição com 30 anos de atuação no cuidado e defesa do meio ambiente e da vida, é o local ideal para discutir o tema da Campanha da Fraternidade 2017, comentou Francisco.

 

Na trilha em meio a Mata Atlântica. Foto: Arquivo Apremavi

O professor Francisco comentou ainda que o Centro Social Marista desenvolverá junto aos educandos três projetos com os seguintes temas: Solidariedade, Diversidade e sobre o Território de Pouso Redondo. O tema da CF 2017 é transversal, propício e nos dá subsídios para a discussão em todos os projetos.

A Apremavi está cada vez mais se tornando uma referência para visitas técnicas e de estudos, não só para acadêmicos, mas também para agricultores, professores, técnicos e profissionais de diferentes áreas. Ao longo dos quase 30 anos, a instituição já recebeu a visita de milhares de pessoas de diferentes estados do Brasil e exterior.

Autor: Miriam Prochnow

Comentários

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

No dia 07 de outubro de 2016 foi realizado o primeiro seminário do Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis, no Centro dos Idosos de Imbaú, Paraná. O encontro contou com a participação de 200 pessoas, principalmente agricultores que participam do projeto, além de parceiros e apoiadores.

O evento é uma realização do Projeto Matas Sociais, uma iniciativa da Klabin em parceria com a Apremavi, TNC, Sebrae e apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira, Telêmaco Borba.

O encontro teve como objetivo a aproximação e troca de experiências entre os participantes envolvidos no projeto e a socialização de conhecimentos relacionados aos temas abordados no evento, por meio das seguintes apresentações:

– O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis: Sabrina Bicca – Klabin.

– Adequação ambiental, legal e paisagística da pequena e média propriedade rural: Leandro da Rosa Casanova – Apremavi.

– Potencialidades existentes em hortaliças e fruticultura na região: Antonio Roberto Nogueira – Secretaria de Agricultura de Apucarana (PR).

– Potencialidades existentes em gado de leite e corte na região: Lindomar Schimitz – Sebrae.

O evento contou ainda com a parceria da Emater de Imbaú, que trouxe ao Seminário a maquete de uma propriedade rural que concilia diversificação da produção com o respeito à legislação ambiental; e do Grupo de Mulheres do Assentamento Guanabara, que serviu o café colonial aos participantes.

Para Sabrina Bicca, da Klabin, coordenadora geral do Projeto Matas Sociais, o Seminário tinha o objetivo de consolidar e aprofundar as temáticas centrais que estão sendo trabalhadas em campo e permitiu um retorno importante para a equipe do projeto: “Pelo número de adesões e pela participação do público do início ao fim do evento, foi um demonstrativo de que estamos no caminho certo”, pontua Sabrina.

O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

Programa Matas Legais investe em educação ambiental

O programa Matas Legais, uma parceria da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e da Klabin, realizou no dia 31 de agosto de 2016, no município de Otacílio Costa (SC), palestras para alunos do 5º ano da rede municipal de ensino. A ação surgiu durante os encontros dos grupos que compõem o Fórum Otacílio Costa dos Nossos Sonhos, que é uma inciativa da Klabin através do Fórum de Desenvolvimento de Otacílio Costa. Este fórum se reúne desde o final do ano de 2015, em encontros mensais, contando com a participação de pessoas e instituições do município, tem como objetivo “Criar um espaço de diálogo em Otacílio Costa para pensar e contribuir com o desenvolvimento local sustentável do município, ou seja, melhorar a qualidade de vida em Otacílio Costa!”

Os grupos que compõem o fórum já realizaram inúmeras atividades no município, sendo que uma das atividades elencada como prioritária foi a educação ambiental com os alunos da rede municipal de ensino de Otacílio Costa.Surgiu assim o Projeto Ambiental Apremavi e Klabin, que pretende desenvolver temas relacionados à sustentabilidade, com o público escolhido.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

O Projeto prevê a realização de encontros mensais com alunos do 5º e 6º ano das escolas da rede municipal de ensino, pretendendo atender cerca de 400 alunos. Na palestra inaugural foram atendidos 120 alunos das Escolas de Educação Básica Pedro Álvares Cabral e Escola de Educação Básica Marechal Rondon.

A palestra foi ministrada pelo engenheiro florestal Leandro da Rosa Casanova, que tratou de assuntos como poluição, água, lixo, aquecimento global e sustentabilidade. Após a palestra, Edinho Schaffer, técnico do programa, coordenou uma atividade de descontração e aprendizado, com os estudantes se divertindo com dois jogos lúdicos e educativos: o Jogão Fique Legal, que é um jogo de trilha em tamanho gigante, e o Jogo da Memória da Fauna e Flora da Mata Atlântica, também em tamanho grande. A atividade contou com o auxilio da Estagiária da Apremavi, Maíra Ratuchinski, estudante do curso de engenharia florestal.

Como recordação das atividades realizadas, os alunos puderam levar para casa um jogo da memória que traz ilustrações de animais e plantas, oferecido pela Klabin, e também uma muda de pitanga para plantar nos quintais de suas casas. O Projeto contou com a parceria da Secretaria de Educação e da Secretaria do Meio Ambiente do município.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

Grupo Plantando o Futuro debate ações de proteção à fauna e paisagismo

Grupo Plantando o Futuro debate ações de proteção à fauna e paisagismo

Grupo Plantando o Futuro debate ações de proteção à fauna e paisagismo

No dia 03 de setembro aconteceu mais uma reunião do Grupo Plantando o Futuro. O grupo é formado por alunos da Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla de Atalanta (SC) e tem como objetivo discutir assuntos importantes para a sustentabilidade no município e ações na própria escola. As reuniões do grupo são orientadas por integrantes da equipe da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e por professores e direção do Colégio.

Neste encontro, Wigold Schaffer, integrante do Conselho da Apremavi, apresentou registros fotográficos de aves e outros animais, feitos no quintal de sua casa e no Parque Natural Municipal Mata Atlântica. Entre as espécies registradas estão sabiás, saíras, saís, beija-flores, tucanos, pica-paus, etc. Algumas espécies registradas são raras e que tem como principal habitat florestas bem protegidas, não sendo comum avistá-las em áreas abertas e até mesmo nos jardins das casas.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

Ele essalta que se estamos observando espécies que não eram vistas há muito tempo, isso quer dizer que nossas florestas estão com um grau de proteção melhor e com alimento e condições favoráveis para a reprodução na região: “o que precisamos agora é de uma grande campanha de conscientização de combate à caça e apreensão de animais nativos, atividades que, mesmo proibidas, ainda existem no município”, destaca Wigold.

O grupo decidiu que deverá desenvolver atividades de educação ambiental visando a proteção do animais nativos de Atalanta. Dentre as atividades sugeridas está um levantamento em todo o município, para identificar quais espécies de aves e animais ocorrem em maior frequência em nossa cidade, a montagem de uma exposição fotográfica e a realização de palestras sobre o tema.

Candidato Jean de Liz assina o documento. Foto: Arquivo Apremavi.

Outra ação que o grupo discutiu, foi sobre o paisagismo do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica com espécies nativas, tanto flores como árvores. A ação visa o embelezamento do parque, mostrando que é possível fazer paisagismo com plantas nativas. Durante o encontro os participantes tiveram a oportunidade de conhecer um jardim e várias espécies nativas que poderão ser utilizadas.

Ambientalistas mirins se reúnem na Apremavi

Ambientalistas mirins se reúnem na Apremavi

Ambientalistas mirins se reúnem na Apremavi

Nos dias 26 e 27 de julho de 2016 a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) recebeu no Centro Ambiental Jardim das Florestas, alunos da Escola de Educação Básica Doutor Frederico Rolla, que integram o grupo de Ambientalistas Mirins de Atalanta, Plantando o Futuro.

Nos dois dias foram desenvolvidas diversas atividades. O objetivo era mostrar um pouco dos trabalhos e da história da Apremavi. No primeiro dia, acompanhados pela Conselheira da Apremavi, Miriam Prochnow, conheceram os canteiros de mudas nativas, os plantios e bosques no entorno do Centro ambiental e à tarde fizeram um pequeno estágio no viveiro, onde todos participaram de todas as atividades para a produção de uma muda. À noite pernoitaram no Centro Ambiental e tiveram uma conversa com Gabriela Schaffer, sobre experiências de intercâmbio no exterior. Também foi um momento de troca de informações com as estudantes Gabriela Alencar e Eduarda Sofka, que estavam estagiando na Apremavi.

No dia 27 foram conhecer algumas propriedades parceiras da Apremavi, onde os jovens puderam ver que os trabalhos realizados estão dando um excelente resultado para a o proprietário e também para o meio ambiente.

A visita do grupo foi finalizada no Parque Natural Municipal Mata Atlântica, onde em conversa, foram lançados os novos passos e atividades a serem desenvolvidas pelo grupo.

Para Taís Fontanive, Técnica da Apremavi que acompanha o grupo, o grupo deve ser como uma árvore, hoje pequeno, amanhã grande: “o mundo precisa de pessoas para cuidar dele. Nossos jovens se tornam especiais quando se interessam por essa área e se preocupam com o futuro. Cada um enxerga e pode mudar o mundo por pequenas ações, que podem ser desenvolvidas no dia-a-dia”, completa Taís.

Abaixo, comentários de alguns dos participantes do grupo sobre suas experiências nesses dois dias.

Lara Tayana Nazário – (15 anos, 9º ano, mora no Bairro Centro): “Falar em público, colocar em prática uma ideia, ser empreendedor, corajoso, ter visão de futuro, saber aonde quer chegar, se auto conhecer, ter um referencial, entre outros. Isso tudo você pode desenvolver ainda cedo/novo, ou seja, participando de movimentos estudantis, e a verdade é que, além de tudo isso, as oportunidades crescem ao seu redor e te abrem portas, só basta saber aproveitá-las. Estes foi um dos motivos que me fez participar do grupo Plantando o Futuro, o qual preserva e ama a natureza. Sem dúvidas todos os encontros que tivemos, foram de extrema importância, em especial os dois dias de estudo, aonde tivemos a oportunidade de adquirir conhecimento e aprendizado, fortalecendo nossos laços com a natureza e com os participantes, os dois dias vão ficar para sempre em minha memória”.

Murilo Hammes – (14 anos, 8º ano, mora no Bairro Centro): “Nesses dois dias que passei aí, gostei muito de ter conhecimento  sobre como são feitas as mudas, também de ver o trabalho e a dificuldade de ter uma planta sadia. Gostei de ir nas propriedades e ver como que as árvores mudam o clima do local e de ver que as plantas mudam o jeito de algumas pessoas pensarem das coisas ruins que praticavam e agora fazem de tudo para proteger o meio ambiente”.

Geanini Zanelatto– (Professora de História, mora no Bairro Centro): “O Meio Ambiente é o bem mais precioso que a humanidade tem nas mãos, e sendo assim, o homem precisa entrar em harmonia com a natureza. Nosso encontro foi digno de muito conhecimento, novas experiências e muita energia, que certamente nos moverá para continuar a caminhada. Como educadora, fico feliz de ver meus alunos construindo a Cidadania, cumprindo seus deveres em prol do Meio Ambiente, fazendo a diferença para renovar a esperança de um mundo melhor”.

Catherine Fronza– (15 anos, 1º ano ensino médio, mora no Bairro Centro): “Superar expectativas, lutar por uma causa, ajudar, crescer, conhecer, fazer o bem, pensar no futuro e proteger a espécie humana é preciso. Foi isso que instigou alguns jovens a sair do conforto e integrar um grupo preocupado com as causas ambientais. Participar dele, foi, está sendo e será, uma experiência incrível. Dentre as ações que foram propostas, uma delas era participar de algumas atividades no centro ambiental da Apremavi. Nos dando todo apoio possível, pernoitamos no centro, foram dois dias de um aprendizado enorme. Conhecer toda a história da ONG, reconhecer as lutas e as conquistas durante 30 anos de Apremavi, me fez perceber que realmente existem pessoas preocupadas com o mundo, que apesar de toda dificuldade não desistiram e fizeram a diferença. Além de ficarmos por dentro de toda essa história, adquirimos muita experiência e conhecimento. Viver junto à natureza e entender um pouco como funciona um viveiro de mudas, saber de experiências internacionais de intercâmbio, entender propriedades modelos e tirar dúvidas e curiosidades sobre floresta também fizeram parte dos dois dias. Só tenho a dizer que foi incrível, que todo o aprendizado ficará guardado e isso só serviu para nos motivar ainda mais a fazer o bem para nós mesmo e preservarmos o que nos faz viver”.

Poliana Bagio (15 anos, 1º ano ensino médio, mora na Comunidade do Rio Caçador): “Foram tantas experiências ótimas nestes dois dias, realmente as coisas mais simples são as que mais agradam. É incrível poder acompanhar um trabalho maravilhoso ao lado de pessoas que querem o bem da nossa nação, que pensam em nosso futuro e de futuras gerações. Foi gratificante poder passar um ”pedacinho” das minhas férias na Sede da Apremavi, ao lado dos meus amigos; fazendo as dinâmicas propostas, aprendendo, rindo, caminhando. Tudo valeu a pena. É maravilhoso passar um pouco do tempo com humanos que querem um futuro melhor. Ainda levamos sorte de ter duas estagiárias no local Gabriela de Manaus e Eduarda de Rio do Sul, além disso tivemos uma palestra com a Gabriela Schaffer, que fez intercâmbio no Estados Unidos e foi para a Alemanha para fazer palestras. O Sr. Edegold também falou sobre a sua experiência no interior. É fantástico como são produzidas as mudas, o modo como cuidam e como nos acolhem”.

Gabriela Prochnow– (15 anos, 1º ano ensino médio, mora na Comunidade de Alto Dona Luiza): “O trabalho realizado nesses dias foi uma oportunidade muito interessante e que chamou atenção de todos de imediato, quando proposta. Apesar de nem todos do grupo não poderem estar presente, o desenvolvimento da atividade foi de forma muito eficaz para que quem estivesse participando adquirisse o máximo de conhecimento possível. Desde conversas, palestras, trabalho no viveiro até visitas a propriedades, as atividades foram feitas todas acompanhadas, onde as pessoas acabaram contando um pouco de sua história, deixando em todos nós, uma admiração e um exemplo de que tudo se deve ao esforço nosso e de todos. Dois fatos que mais me marcaram e que levarei comigo foram que: “Amanhã é outro dia, portanto devemos cuidar do meio ambiente” e “A iniciativa sempre nos leva longe”. No meu ponto de vista, foi uma oportunidade ótima e que fez toda a diferença para sabermos o que de fato a APREMAVI fez e vem fazendo até hoje”.

Lucas Sens (14 anos, 8º ano, mora na Comunidade de Ribeirão Matilde): “Depois desta experiência percebo de como a natureza é bela e perfeita, de como seus recursos que ela acaba nos oferecendo são importantes, de que estar rodeado pela sua extraordinária beleza é muito bom, e principalmente, estar ajudando a humanidade para que seu futuro não seja extinto é uma das coisas que mais me motiva a admirar o trabalho destes ambientalistas. E também admiro o trabalho do nosso grupo Plantando o Futuro por estrar abraçando esta causa, saindo de nossas casas para aprender um pouco mais deste trabalho incrível e quem sabe no futuro estar seguindo neste rumo. Só agradecemos pela experiência e aprendizado que a Apremavi está nos dando”.

Jacson Floresti – (15 anos, 9º ano, mora no Bairro Centro): “Esses dois dias passados na APREMAVI foram muito importantes e uma experiência muito boa. Grandes conhecimentos foram passados de várias formas. Conhecer o terreno da APREMAVI foi muito interessante, eu pude ver coisas que nunca tinha visto antes. Quanto às visitas às propriedades foi muito bom, podemos perceber ainda mais a importância de plantar árvores em terrenos. Trabalhar no viveiro foi a melhor experiência de todas, tem várias etapas, todas fundamentais para que a planta tenha vida. Eu aproveitei cada momento que passei lá”.

Vinicius Testoni Longen– (15 anos, 1º ano ensino médio, mora no Bairro Centro):”’o futuro está nas mãos dos jovens, serão eles que irão construí-lo’. Baseado nesta frase que a diferença será feita na sociedade, pois eles (os jovens) irão reverter ou dar procedimento ao que já foi encaminhado. Porém, não é necessário que esse futuro chegue para que as ações iniciem. Portanto, um grupo de ambientalistas mirins foi formado com o objetivo de conscientizá-los sobre as ações ambientais pelo mundo, em especial, no município no qual estão inseridos. Para que o grupo tenha uma base, o mesmo, sob orientação de profissionais na área, teve algumas palestras teóricas e outras ações, como trilhas e visitas a campo em algumas propriedades de pessoas preocupadas com o futuro ambiental. O trabalho foi iniciado e o destino reserva mais ainda”.

Anna Julia Koch – (13 anos, 8º ano, mora na Comunidade do São João): “Bom, esses dois dias que passamos na sede da Apremavi só serviram para me mostrar o quanto a natureza é importante para todos nós, o quando cada árvore, cada flor, cada fruta tem sua função, e por menor que seja essa função ela tem sua importância para continuar mantendo o mundo em ordem. Por isso, precisamos restaurar cada vez mais o que foi destruído, para que assim possamos viver em um mundo melhor”.

Ariana Hammes – (Integrante da Equipe do Centro Ambiental Jardim das Florestas): “Acredito na força de vontade dos alunos e que eles façam a diferença e dêem jus ao nome “Grupo Plantando o Futuro”. Foram dois dias de muito aprendizado e dedicação, espero que eles levem isso com eles, que tenha novas atividades, buscando novas metas e objetivos a serem cumpridos. Que não desistam da caminhada que não é tão simples e que o grupo cresça e se fortaleça cada vez mais pra fazer a diferença”.

Projeto Matas Sociais promoveu oficina de Educação Ambiental em Imbaú

Projeto Matas Sociais promoveu oficina de Educação Ambiental em Imbaú

Projeto Matas Sociais promoveu oficina de Educação Ambiental em Imbaú

Como parte das ações voltadas à Educação Ambiental do Projeto Matas Sociais – Planejamento de Propriedades Sustentáveis, no dia 30 de junho de 2016, mês do meio ambiente, foi realizada uma oficina sobre compostagem e proteção e recuperação de nascente. A atividade envolveu estudantes do 3º ao 5º ano da Escola Municipal Otávio Mendes Batista, do município de Imbaú e foi realizada na propriedade de Luciane Moraes, atendida pelo projeto e diretora da escola. A oficina foi ministrada pela Apremavi, com apoio da Klabin, Prefeitura de Imbaú e escola envolvida.

Os estudantes participaram de uma apresentação de introdução ao tema abordado, realizada na Secretaria de Educação de Imbaú. De lá, todos seguiram para a propriedade, onde acompanharam e ajudaram a fazer a composteira, demonstrando na prática como é fácil dar um destino adequado aos resíduos orgânicos gerados em meio rural ou urbano. O grupo também participou de um plantio de diferentes mudas nativas da Mata Atlântica para recuperação de uma nascente.

Momento do plantio para proteção de nascente. Foto: Marcos Alexandre Danieli.

A experiência dos estudantes foi sistematizada em desenhos durante as atividades em sala de aula.

Segundo a diretora Luciane Moraes, a atividade realizada enriqueceu o conhecimento teórico e prático dos alunos sobre a importância da preservação do meio ambiente onde eles vivem. “Em nome da Escola Otávio Mendes, professores e alunos, agradecemos a oportunidade de fazer parte deste projeto”, conclui.

Na oportunidade, também foi realizada a proteção de uma nascente da propriedade, adotando o modelo Caxambú, uma alternativa de baixo custo, simples construção e que contribui para a manutenção das fontes de água no meio rural necessárias aos usos produtivos.

A experiência da composteira também será levada para a escola envolvida logo após o termino das reformas. Outras oficinas serão realizadas ao longo do projeto, com diferentes temáticas: horta escolar, alimentação saudável e saída técnica às propriedades atendidas pelo projeto e que destinam alimentos à escola.

Aprendendo a fazer uma composteira. Foto: Arquivo Apremavi.

O projeto

O projeto é uma iniciativa da parceria entre a Klabin, Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae e com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná.

O objetivo principal é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais dos municípios envolvidos. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Mês do Meio Ambiente tem muitas visitas à Apremavi

Mês do Meio Ambiente tem muitas visitas à Apremavi

Mês do Meio Ambiente tem muitas visitas à Apremavi

Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho.

Na Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), o dia do Meio Ambiente é comemorado todos os dias, mas no mês de junho, as atividades ganham ainda mais força.

Visita dos alunos da Escola de Ribeirão Matilde. Foto: Arquivo Apremavi.

A Apremavi recebe visitantes de todo o estado para conhecerem as atividades desenvolvidas no Centro Ambiental e Viveiros de Mudas de árvores da Apremavi. Os visitantes tem ainda a oportunidade de conhecer o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica – Atalanta (SC). Edegold Schaffer, presidente da Apremavi comenta que é uma satisfação muito grande atender aos visitantes e poder disseminar o conhecimento que a Apremavi conquistou ao longo dos 29 anos de história.

No início do mês a Apremavi recebeu a visita da 6º fase dos cursos de agronomia e engenharia florestal da UFSC de Curitibanos (SC). Um dos temas abordados durante a visita técnica foi o Planejamento de Paisagens Sustentáveis. Os alunos assistiram um vídeo sobre o tema e em seguida foram conhecer na prática algumas áreas demonstrativas, o viveiro de mudas nativas, nascentes preservadas e um plantio de araucária consorciado com palmito. Também conheceram a RPPN Serra Pitoco e Parque Natural Municipal Mata Atlântica.

Visita dos alunos da UFSC de Curitibanos. Foto: Arquivo Apremavi.

Na mesma semana, a Apremavi realizou um plantio de mudas de árvores nativas com alunos da Escola Ribeirão Matilde, da cidade de Atalanta (SC). Antes doplantio os alunos assistiram o vídeo sobre mata ciliar.

Na semana seguinte, foi a vez da visita de 35 alunos com idade entre 5 e 6 anos do Centro de Educação Infantil Martha Wulff Zimmermann de Mirim Doce (SC). O Centro de Educação Infantil Chapeuzinho Vermelho também esteve no Centro Ambiental realizando atividades de educação ambiental.

Visita do alunos do Chapeuzinho Vermelho. Foto: Arquivo Apremavi.

Em Witmarsum, Vale Norte de Santa Catarina, foram realizadas duas palestras sobre meio ambiente com a participação de cerca de 200 pessoas entre agricultores, lideranças municipais, professores e alunos do município. Após as palestras foram plantadas 500 mudas nativas em uma área de mata ciliar, próxima ao colégio municipal.

A Apremavi também realizou uma distribuição de mudas nativas durante uma missa na igreja católica da cidade de Atalanta (SC).

Dentro do Programa Matas Legais, em parceria com a Klabin, foi realizado o 1º concurso Fotográfico Ambiental direcionado aos alunos da escola de Educação Básica Pedro Américo, de Agrolândia (SC). O tema do concurso foi “Além da Minha Janela” e contou com mais de trinta fotos inscritas.

Os técnicos do programa Matas Legais também auxiliaram na catalogação e identificação de árvores do pátio da Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla em Atalanta (SC). Foram identificas 35 espécies diferentes da Mata Atlântica. O objetivo da identificação das espécies é para que os alunos conheçam as árvores que tem em sua escola e possam utilizá-las para trabalhos de educação ambiental dentro e fora da sala de aula.

Parque Estadual das Araucárias é inaugurado

Parque Estadual das Araucárias é inaugurado

Parque Estadual das Araucárias é inaugurado

O Parque Estadual das Araucárias está oficialmente aberto à visitação pública. O evento de inauguração ocorreu no dia 07 de abril de 2016, no Centro de Visitantes da Unidade, em São Domingos (SC) e contou com cerca de 300 participantes. A data também marcou o aniversário de 53 anos de emancipação dos municípios de São Domingos e Galvão.

Momento inaugural. Ascom/FAIC São Domingos.

Alcimar de Oliveira, Prefeito do Município de São Domingos, mencionou que é uma imensa alegria fazer a inauguração e entrega desta Unidade de Conservação para o conjunto da sociedade catarinense, frisando que “São Domingos contribui, juntamente com o município de Galvão, com mais de 600 hectares de áreas de seu território para serem preservadas e serem colocadas à disposição da comunidade, para que a gente construa um ambiente melhor para se viver”.

Angelo Milani, presidente do Grupo de Apoio à Gestão do Parque Estadual das Araucárias (Grimpeiro) agradeceu todos os parceiros que contribuíram e apoiaram o Parque e sua abertura, e aproveitou para convidar todos para visitar e conhecer a área.

Alexandre Waltrick Rates, presidente da Fundação de Meio Ambiente (Fatma), ressaltou que uma unidade de conservação não se faz de forma individualizada, mas em um trabalho coletivo, que deve envolver interação, lazer, pesquisa e principalmente educação ambiental. Destacou também que “É com muito carinho que nós entregamos essa Unidade e temos a certeza que a população da região vai aproveitar bastante”.

Carlos Chiodini, Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina, mencionou que os Parques existem para promover a sinergia entre a comunidade e a sociedade local e estadual com as riquezas que nele se encontram, de forma educativa, promovendo a conscientização e funcionando como espaço para pesquisa e inovação. Finalizando sua fala dizendo que “Esse patrimônio é um presente para os municípios de São Domingos e Galvão”.

Marcos Alexandre Danieli, da Apremavi, foi o mestre de cerimônias do evento, que também contou com a assinatura do contrato de apoio do Sicredi à gestão compartilhada do Parque, entre Fatma e Grimpeiro, e com uma homenagem às pessoas que se destacaram no histórico de apoio ao Parque.

Urbano Schmitt, vice-presidente da Apremavi, entregando o plano de manejo revisado ao presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates. Foto: Ascom/FAIC São Domingos.

O processo de revisão deste plano foi realizado no período de abril de 2013 a dezembro de 2015, no âmbito do projeto “Planejamento e Capacitação em UCs”, coordenado pela Apremavi e financiado pelo Tropical Forest Conservation Act (TFCA), por meio do Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO).

Foram diversas reuniões e oficinas de planejamento, sensibilização e mobilização até chegar ao plano de manejo revisado. As ações contaram com a anuência e parceria da Fatma, e parceria do Grimpeiro, Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), além de instituições e comunidades do Conselho Consultivo do Parque.

A Apremavi agradece a todos pela parceria e deseja sucesso na gestão do Parque Estadual das Araucárias, na expectativa de ver o plano de manejo revisado efetivamente implementado e na busca por tornar o Parque referência em gestão e implementação de Unidades de Conservação.

Apremavi na FAIC

No dia 08 de abril a Apremavi participou na 5ª Feira Agropecuária, Artesanal, Industrial e Comercial (FAIC) de São Domingos, a convite do Grimpeiro, em um estande também compartilhado com a Unochapecó e Unoesc. Foi um momento para divulgar os resultados dos projetos realizados (Projeto Planejamento e Capacitação em UCs e Projeto Araucária), falar sobre ações em andamento (PSA em Santa Catarina) e convidar os visitantes para conhecerem o Parque inaugurado.

A Apremavi recebeu a homenagem “Você faz parte do Parque Estadual das Araucárias”. Foto: Antonio de Almeida Correia Junior.

O Parque

O Parque é uma Unidade de Conservação (UC) Estadual de proteção integral de 612,5 hectares, que foi criada em maio de 2003, nos municípios de São Domingos e Galvão, Oeste de Santa Catarina, como medida de compensação pela implantação da Usina Hidrelétrica Quebra Queixo. Sua missão é proteger e conservar uma amostra representativa de Floresta com Araucárias, e possibilitar a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.

A Fatma é responsável pela gestão do Parque, que agora será realizada de maneira compartilhada com Grimpeiro, ONG local que existe há cinco anos e que trabalhou voluntariamente no Parque até janeiro deste ano, quando então foi firmado um contrato para a gestão no período de dois anos.

A visitação

O Parque está aberto para visitação de quarta-feira à domingo, das 09h às 12h e das 13h30 às 17h. O acesso se dá a partir do centro de São Domingos, indo em direção à Vila Milani, com entrada pelo Portão de Acesso Norte.

Para mais informações, entre em contato com o Parque no telefone: (49) 9132-4969 e email: grimpeiro@gmail.com.

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis inaugura mais um Espaço do Produtor

O município de Ortigueira agora também possui seu Espaço do Produtor. A inauguração do local ocorreu no dia 30 de março de 2016, como parte das ações do projeto “Planejando Propriedades Sustentáveis”, uma iniciativa da parceria entre a Klabin, Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae e com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná. Este projeto integra o Plano de Ação Socioambiental do Projeto Puma, empreendimento da Klabin que contempla a nova fábrica em Ortigueira.

O Espaço, sediado na Secretaria de Agricultura de Ortigueira, vai atender, ouvir e orientar produtores rurais, tendo como objetivo a melhoria ambiental, social e econômica das propriedades, incluindo a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Junto com o Espaço do Produtor inaugurado em Imbaú no dia 28 de janeiro de 2016, fortalecem-se os espaços de comunicação e troca de experiências entre a equipe do projeto, parceiros e produtores da região.

Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é contribuir para o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Acesse aqui o folder do projeto.

Apremavi conquista 23ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia

Apremavi conquista 23ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia

Apremavi conquista 23ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) acaba de conquistar, na categoria Educação Ambiental, o Prêmio Expressão de Ecologia, reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul do Brasil.

É a 6ª vez que a Apremavi conquista o prêmio, e nessa edição, com o Projeto Araucária, realizado no período de agosto de 2013 a dezembro de 2015.

A premiação contou com a participação de 129 relevantes projetos ambientais em 2015 e já contabiliza, em mais de duas décadas, 2.408 cases inscritos das principais empresas, ONGs, prefeituras e entidades do Sul do Brasil.

O projeto teve como objetivo a conservação e recuperação de remanescentes florestais e espécies-chave do Bioma Mata Atlântica, por meio da implantação de sistemas agroflorestais, recuperação de áreas degradadas e enriquecimento de florestas secundárias, promovendo o uso sustentável dos recursos naturais.

Também objetivou promover a educação ambiental por meio de atividades de comunicação, capacitação, socialização e troca de experiências entre os diversos atores sociais envolvidos. O trabalho foi realizado em 13 municípios de Santa Catarina, sendo seis situados na região do Alto Vale do Itajaí: Atalanta, Vitor Meireles, Dona Emma, Braço do Trombudo, Santa Terezinha e Salete; e sete na região Oeste: Chapecó, Guatambu, Galvão, São Domingos, Abelardo Luz, Passos Maia e Ponte Serrada.

Curso de educação ambiental realizado em Chapecó. Foto: Arquivo Apremavi

Principais resultados do projeto

  • Envolvimento direto de 2.300 pessoas durante a realização do projeto, a partir da realização de reuniões de sensibilização e mobilização, seminários regionais, cursos de capacitação, palestras e visitas de intercâmbio.
  • Planejamento ambiental de 270 propriedades rurais.
  • Produção e distribuição/plantio de 320.000 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.
  • Construção de 02 viveiros florestais.
  • 228 hectares de áreas localizadas em propriedades rurais recuperadas e/ou conservadas.
  • 29 hectares de áreas degradadas localizadas em unidades de conservação recuperadas.
  • Realização de palestras e atividades de educação ambiental em escolas dos municípios envolvidos.
  • Elaboração de materiais de educação e comunicação: Cartilha e vídeo “Projeto Araucária conservação e recuperação a Mata Atlântica”. Jogo da memória “Biodiversidade na Mata Atlântica”.

O Projeto Araucária foi uma iniciativa Apremavi, patrocinado pela Petrobras, Governo Federal, por meio do programa Petrobras Socioambiental.

A trajetória da Apremavi no Prêmio Expressão iniciou em 1998, com a premiação do Projeto Agroecoeducação, em seguida foram contemplados os projetos: Conservando a Mata Atlântica através do Enriquecimento de Florestas Secundárias (2002), Planejando Propriedades e Paisagens (2007),  Programa Matas Legais (2008) e Integração e Capacitação de Conselhos e Comunidades na Gestão Participativa de Unidades de Conservação em 2013.

Para Miriam Prochnow, conselheira da Apremavi, a conquista de mais esse prêmio traz uma grande satisfação e o reconhecimento do empenho e seriedade do trabalho de toda equipe da instituição: “o Projeto Araucária é um marco na história da Apremavi e é resultado de um trabalho amplo de parceria”.

Conheça aqui os vencedores 23ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia.

Para saber mais sobre o projeto acesse: Projeto Araucária.

Assistia abaixo o vídeo do Projeto Araucária!

Projeto Araucária desenvolve ações de educação ambiental

Projeto Araucária desenvolve ações de educação ambiental

Projeto Araucária desenvolve ações de educação ambiental

Durante dois anos de execução do Projeto Araucária, diversas foram as atividades de educação ambiental desenvolvidas na região Oeste e Alto Vale do Itajaí em Santa Catarina. Atividades essas que deram maior consistência as diversas outras atividades desenvolvidas pelo Projeto Araucária, junto com agricultores e seus familiares, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e aptos a tomar decisões sobre questões ambientais envolvidas na sua propriedade ou comunidade local.

Uma das alternativas para a inclusão da temática ambiental no meio escolar é a aprendizagem em forma de projetos e percebeu-se que em diversas escolas o Projeto Araucária foi incorporado ao ambiente escolar.

Exemplo disso foram os trabalhos desenvolvidos pelas escolas das comunidades Ribeirão Matilde e Vila Groop, de Atalanta. E as escolas Escola de Educação Básica Lindo Sardagna de Dona Emma e Escola de Educação Básica Padre João Kominek de Santa Terezinha.

Atividade realizada com escola de Dona Emma. Foto: Arquivo Apremavi

Essas escolas participaram ativamente de plantios educativos, visitaram o viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas, participaram de palestras, entre outras ações que mereceram destaque na apresentação realizada nos seminários de encerramento do projeto realizados em outubro e novembro/2015.

Diretamente nas duas regiões foram envolvidas cerca de 2.300 pessoas entre reuniões de mobilizações, participações em palestras e plantios educativos, visitas de campo, cursos de capacitação, intercâmbios e seminários. E foram nesses momentos que muitos agricultores relataram ter aprimorado o seu conhecimento sobre legislação ambiental e outras temáticas ambientais.

O projeto também incentivou e apoiou a criação e reativação de grupos ambientais mirins, que auxiliaram na identificação e mobilização de agricultores interessados em participar do projeto e realizar a recuperação de áreas de APPs e nascentes.

Atividade desenvolvida na escola Ribeirão Matilde em Atalanta. Foto: Arquivo Apremavi

Materiais didáticos foram produzidos, como a cartilha e vídeo “Projeto Araucária conservação e recuperação a Mata Atlântica” e o Jogo da memória “Biodiversidade na Mata Atlântica”, certamente importantes ferramentas que podem não apenas levar conhecimento, mas entretenimento ao publico envolvido.

31.275 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica foram doadas para escolas, instituições ou empresas que promoveram alguma ação visando a conscientização e preservação do meio ambiente.

Daiana Tânia Barth, técnica do projeto destaca que “Essas e outras atividades visam demonstrar na prática que ações de recuperação ambiental são necessárias e possíveis. Que agindo de maneira consciente cada um pode fazer a diferença para se chegar ao patamar de sustentabilidade necessário”.

O projeto Araucária foi executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), patrocinado pela Petrobras, Governo Federal, por meio do programa Petrobras Socioambiental.

Para acompanhar os resultados do projeto clique aqui.

Fotos: Arquivos Projeto Araucária.

Projeto Araucária realiza seminários municipais

Projeto Araucária realiza seminários municipais

Projeto Araucária realiza seminários municipais

Durante os meses de outubro e novembro, toda a equipe técnica do Projeto Araucária se dedicou a organizar 05 seminários municipais, que tiveram como objetivo a socialização dos resultados alcançados com o Projeto, durante o período de execução deste importante trabalho (agosto/2013 a dezembro/2015). Além de ser uma grande festa de confraternização entre todos os envolvidos.

Os seminários na região do Alto Vale do Itajaí foram realizados nos dias 06 de outubro, 11 e 13 de novembro de 2015 em Atalanta, Santa Terezinha e Vitor Meireles respectivamente. Na região Oeste foram realizados no dia 24 em Galvão e 26 de novembro de 2015, em Ponte Serrada.

Aproximadamente 400 pessoas participaram do evento, entre agricultores, parceiros, gestores ambientais, prefeitos municipais, estudantes e professores que se envolveram de alguma forma com o projeto.

Comunidade participando do Seminário do projeto Araucária. Foto: Arquivo Apremavi

Para Eloisa Donna, coordenadora regional do projeto “Socializar as experiências adquiridas com os participantes é uma forma de motivá-los a continuarem atuando como agentes de recuperação e conservação de remanescentes florestais. É importante também para fortalecer os vínculos criados com parceiros e agricultores para futuros projetos e ações a serem desenvolvidas nas áreas de atuação”.

Após a apresentação dos resultados qualitativos e quantitativos e do vídeo do Projeto Araucária, abriu-se espaço para a troca de experiências entre agricultores, parceiros e executores. Foi um momento único para entender como o projeto impactou positivamente nas regiões atendidas e na vida das pessoas que participaram.

Egon Gabriel Júnior, Prefeito Municipal de Dona Emma, destacou que “o Projeto Araucária gerou um impacto muito positivo para o município de Dona Emma, pois veio de encontro com a ideia de preservação que a prefeitura tem, preservando e recuperando áreas de nascente no município. Outro fator importante foi o trabalho pedagógico realizado nas escolas com o incentivo na educação ambiental, e isso nos dá esperança de um futuro melhor para o meio ambiente”.

Participantes do Seminário. Foto: Arquivo Apremavi

O projeto Araucária foi executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), patrocinado pela Petrobras, Governo Federal, por meio do programa Petrobras Socioambiental.
Para acompanhar os resultados do projeto clique aqui.

O vídeo Projeto Araucária: Conservando e Recuperando a Mata Atlântica está disponível na íntegra no youtube.

A Apremavi agradece a todos que acreditam na conservação e recuperação das florestas para um mundo melhor e que deram a sua contribuição para o projeto acontecer. 

Fotos: Edilaine Dick, Marcos Alexandre Danieli e Francieli Delazeri.

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