Projetos desenvolvidos pela Apremavi são divulgados em nova publicação do Diálogo Florestal

Projetos desenvolvidos pela Apremavi são divulgados em nova publicação do Diálogo Florestal

Projetos desenvolvidos pela Apremavi são divulgados em nova publicação do Diálogo Florestal

No último dia 30 de outubro de 2019 o Diálogo Florestal lançou o volume 1 da Série Casos de Sucesso “Recursos Hídricos e Florestas Plantadas“. A publicação é resultado de uma chamada pública, organizada pelo Diálogo Florestal, que selecionou casos de sucesso vinculados a projetos que atestam o bom manejo florestal em nível de microbacia, evidenciando o antes e o depois no que tange aos recursos hídricos.

Neste primeiro volume da série são apresentados três casos, sendo que dois deles dizem respeito a trabalhos de restauração florestal realizados através de programas desenvolvidos pela Apremavi em parceria com a Klabin. Restauração florestal, formação de corredores ecológicos e conservação de recursos hídricos, caso 2 da publicação, apresenta os resultados do trabalho realizado em sete propriedades rurais no município de Reserva (PR), com apoio do Programa Matas Legais. Restauração de manancial de abastecimento público e educação ambiental, caso 3 da publicação, conta um pouco da trajetória e dos resultados dos trabalhos de restauração florestal realizados pelo Programa Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis.

Para Edilaine Dick, coordenadora de projetos da Apremavi, é muito gratificante ter dois projetos da instituição escolhidos para figurarem nesta primeira publicação do Diálogo Florestal. “Me sinto muito feliz em fazer parte dessa instituição e colaborar com projetos que tenham resultados tão positivos e de fato geram impacto nas comunidades aonde atuamos“, completa Edilaine.

O evento de lançamento da publicação aconteceu em Curitiba (PR) durante o Seminário Regional organizado pelo Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina. O Fórum PR e SC está pautado nos princípios do Diálogo Florestal e busca discutir e encaminhar em nível local os temas que dizem respeito à silvicultura e à conservação. A Apremavi compõe o Fórum desde a sua abertura, em 2008, exercendo hoje sua Secretaria Executiva.

Com o objetivo de promover a troca de experiências e a discussão sobre a gestão de recursos hídricos, o seminário teve como público alvo empresas do setor florestal, ONGs, plantadores de florestas, agricultores, extensionistas rurais, órgãos ambientais e poder público municipal, conselhos municipais de meio ambiente, comitês de bacia hidrográfica, empresas de consultoria, estudantes e demais interessados no tema.

Sueli Ota, diretora técnica da Taoway – Sustentabilidade Socioambiental, comenta que “o seminário, além de proporcionar conhecimento técnico de alta qualidade, imprimiu a importância do estabelecimento de parcerias para a gestão com seriedade, inovação e numa visão sistêmica que leva em conta a complexidade das ações para a sustentabilidade ambiental“.

Você pode acessar a versão digital do volume 1 dos Casos de Sucesso: Recursos Hídricos e Florestas Plantadas aqui.

Imagens do Seminário Regional do Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina que aconteceu em Curitiba (PR) no último dia 30 de novembro de 2019. Fotos: Marcos Rosa Filho.

Autora: Carolina Schäffer.

Apremavi participa de Congresso Mundial da IUFRO

Apremavi participa de Congresso Mundial da IUFRO

Apremavi participa de Congresso Mundial da IUFRO

Entre os dias 29 de setembro e 5 de outubro aconteceu em Curitiba (PR) o XXV Congresso Mundial da IUFRO. Com o tema “Pesquisa e Cooperação Florestal para o Desenvolvimento Sustentável“, o evento, sediado pela primeira vez na América Latina, foi uma ótima oportunidade para trocar experiências e conhecimentos sobre as mais recentes descobertas e tendências da pesquisa com florestas e silvicultura.

A Apremavi esteve no evento e acompanhou de perto as discussões e alguns eventos paralelos. Além disso teve a oportunidade de apresentar o resumo de dois projetos que desenvolve em parceria com a Klabin, o Programa Matas Legais e o Programa Matas Sociais. Maurício Reis, Coordenador Regional do Programa Matas Legais no Paraná, descreve o IUFRO como o maior congresso de pesquisa florestal do mundo: “foi uma excelente oportunidade para troca de experiências, divulgação das ações dos projetos que estamos desenvolvendo e adquirir dicas sobre como tornar nossas atividades mais eficientes“.

Durante o congresso, o Diálogo Florestal Brasileiro e o Diálogo Florestal Internacional (The Forest Dialogue – TFD) promoveram um evento paralelo, dia 30 de setembro, com espaço para divulgar e debater as atividades da iniciativa conhecida como Diálogo do Uso do Solo – Land Use Dialogue (LUD). Além disso, na ocasião também foi lançado o volume nove da publicação Cadernos do Diálogo.

A apresentação de resumos sobre os Programas Matas Legais e Matas Sociais durante o Congresso Mundial da IUFRO foram feitas pela equipe da Apremavi e da Klabin.

Lançamento do novo Cadernos do Diálogo

No dia 30 de setembro de 2019 o Diálogo Florestal lançou o volume 9 do Cadernos do Diálogo “O Diálogo do Uso do Solo: planejando paisagens sustentáveis”. A publicação traz uma apresentação conceitual e histórica sobre paisagens e como a humanidade tem se relacionado com o tema, passando por exemplos de projetos concretos que podem motivar ações em outras regiões. Apresenta também um roteiro sobre os elementos essenciais para conduzir iniciativas de diálogo do uso do solo.

Um dos capítulos da publicação é dedicado inteiramente a explicar o projeto Diálogo do Uso do Solo na Mata Atlântica – Planejando Paisagens Sustentáveis no Alto Vale do Itajaí, que surgiu a partir de uma parceria entre o Diálogo Florestal, o TFD, a Apremavi e a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O Alto Vale do Itajaí foi escolhido como piloto para esse projeto, em razão do reconhecimento de que o uso do solo na região já atende em grande medida aos preceitos do que se entende como paisagens sustentáveis.

O evento de lançamento do Caderno, organizado pela parceria entre o Diálogo Florestal e o TFD, aconteceu paralelamente ao Congresso Mundial da IUFRO e contou com a participação de representantes dos Fóruns Florestais do Diálogo, além de estudantes, empresários, sociedade civil e demais participantes do congresso.

Fernanda Rodrigues, secretária executiva do Diálogo Florestal, abriu o evento dando as boas-vindas aos participantes. Na sequência, Gary Dunning, do TFD, apresentou o modelo do LUD e contou sobre a experiência de aplicação da iniciativa ao redor do mundo. Desde que foi lançado, o LUD já produziu uma série de resultados importantes tendo sido replicado na região do Alto Vale do Itajaí (SC), na Amazônia Brasileira, em GanaUgandaRepública Democrática do Congo e na Tanzânia. “O LUD é uma ferramenta de liderança local com um enorme potencial de apoiar a resolução de conflitos nos territórios e de assegurar a sustentabilidade nas regiões aonde é implantado“, comentou Fernanda.

Com o intuito de divulgar e debater as atividades relacionadas ao LUD, Miriam Prochnow, vice-presidente da Apremavi, apresentou as principais lições aprendidas no Alto Vale do Itajaí (SC), e Ivone Namikawa, consultora de Sustentabilidade Florestal na Klabin, contou um pouco sobre as perspectivas da realização do LUD na Amazônia e no Brasil. Para completar a programação, Márcio Braga, secretário executivo do Fórum Florestal Extremo Sul da Bahia, trouxe para o debate o tema das Plantações Florestais na Paisagem, e Sérgio Adeodato, jornalista da Página 22, expôs o conceito de Paisagem, ainda em evolução.

Miriam, que também é co-organizadora da publicação, comenta que ajudar a organizar o caderno e apresentar a experiência do AVI no evento paralelo do Congresso da IUFRO foi muito gratificante. “Estou muito feliz em estar nesse evento de lançamento do caderno sobre LUD, porque ele apresenta de fato uma metodologia de pensar e implementar paisagens sustentáveis e isso é fundamental para nosso futuro“, completa Miriam.

 

Diálogo Florestal lança publicação sobre Diálogo do Uso do Solo durante Congresso da IUFRO.

Autora: Carolina Schäffer.

Projeto Matas Sociais recebe Troféu Onda Verde

Projeto Matas Sociais recebe Troféu Onda Verde

Projeto Matas Sociais recebe Troféu Onda Verde

O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis é um dos vencedores do 25º Prêmio Expressão de Ecologia e foi premiado nesta sexta-feira, dia 31 de agosto, com o Troféu Onda Verde.

A cerimônia de premiação aconteceu durante o Fórum de Gestão Sustentável de 2018 na sede da Fiesc, em Florianópolis (SC). Durante o evento a Editora Expressão também lançou o livro “Trajetória Ambiental do Sul” que conta a história dos 25 anos do Prêmio Expressão de Ecologia e faz uma retrospectiva com todos os ganhadores do prêmio ao longo desse um quarto de século.

Este ano 126 projetos se inscreveram no edital e junto com a Apremavi outras 28 instituições/entidades foram premiadas. Acesse aqui o case do Projeto Matas Sociais e confira abaixo uma galeria com imagens da cerimônia de premiação.

O Projeto Matas Sociais

O Projeto Matas Sociais é uma iniciativa da Klabin, em parceria com a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), a The Nature Conservancy (TNC) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O Programa é realizado nos municípios de Imbaú, Ortigueira, Telêmaco Borba e Reserva, no Paraná. Tem como objetivo o fortalecimento ambiental, social e econômico de pequenas e médias propriedades rurais.

As ações auxiliam o produtor rural na recuperação de áreas degradadas, na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade e no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

A equipe do Programa Matas Sociais acredita que é possível planejar propriedades e construir cenários para implementar paisagens produtivas sustentáveis que permitam organização social, aumento de produtividade e conservação da biodiversidade.

Atividades de Educação Ambiental estão no escopo do Projeto Matas Sociais. Foto: Arquivo Apremavi.

O Prêmio Expressão de Ecologia

É a maior premiação ambiental do Sul e de maior longevidade no país, com a participação de 2.643 cases inscritos das principais empresas, ONGs, prefeituras e entidades da região durante esses 25 anos.

O Prêmio Expressão de Ecologia foi criado em 1993 pela Editora Expressão, um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro – Eco 92. A ideia do prêmio era divulgar as ações ambientais das empresas da região Sul do Brasil e incentivar que outras seguissem o mesmo caminho.

Os projetos vencedores desta edição e também das edições anteriores do Prêmio serão publicados no Livro Trajetória Ambiental do Sul. Esta publicação especial da Editora Expressão circula em julho e será lançada no evento de premiação.

Conheça aqui os projetos vencedores  da 25ª edição do Prêmio Expressão de Ecologia.

A Apremavi já foi premiada outras 8 vezes (1998, 2002, 2007, 2008, 2013, 2016 e em 2 vezes em 2017) e é hoje uma das entidades mais premiados do Estado.

Autores: Carolina Schäffer e Marcos Alexandre Danieli.

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Projeto Matas Sociais: Planejando Propriedades Sustentáveis promove visita técnica com estudantes

Como parte das ações voltadas à Educação Ambiental do Projeto Matas Sociais – Planejamento de Propriedades Sustentáveis, no dia 27 de abril de 2017 foi realizada uma visita técnica com estudantes do ensino fundamental (3º ao 5º ano) da Escola Municipal Otávio Mendes Batista, do município de Imbaú, à duas propriedades rurais atendidas pelo Projeto Matas Sociais, na Comunidade Jacutinga, deste município.

A atividade promoveu a aproximação entre escola e propriedades rurais com o objetivo de sensibilizar os estudantes sobre os temas trabalhados na oficina, relacionados à agricultura familiar, alimentação saudável e conservação e recuperação ambiental. A oficina foi ministrada pela Apremavi, com apoio da Klabin, Prefeitura de Imbaú, escola envolvida e agricultores visitados e envolveu cerca de 80 participantes.

Na propriedade da Dona Dalva Aparecida dos Santos da Silva e Sr. Carlos Aparecido da Silva, que fazem parte do Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE), os estudantes conheceram de onde vem e como é produzida a merenda escolar ao visitar a horta da propriedade e ajudar no plantio de mudas de alface.

Plantio de alface. Foto: Emílio Ribas

Já na propriedade da Dona Iraci Conceição Cavalheiro e Sr. Antônio Ramos Cavalheiro, os estudantes plantaram diferentes mudas nativas da Mata Atlântica para a adequação ambiental de uma nascente, contribuindo assim com a conservação da biodiversidade e serviços ambientais associados.

Para a diretora Luciane Moraes, “a saída técnica com os alunos as propriedade rurais foi simplesmente sensacional, pois além de proporcionar aos alunos  conhecimentos de práticas de campo, essa atividade ampliou-lhes o conhecimento e despertou um olhar para além do que o livro didático e as aulas expositivas oferecem”.

Paulo Vicente Angelo, da Klabin, destaca que atividades pedagógicas fora das salas de aula são mais ricas e interativas e podem trazer muitas vantagens para a formação das crianças, como a atividade realizada, que ofereceu às crianças a oportunidade de aprender usando os sentidos (visão, tato, audição, olfato). “Seguramente esse aprendizado os acompanhará ao longo da vida no desempenho da cidadania consciente”, destaca.

Segundo Paulo, é muito provável que o evento tenha permitido às crianças compreender a importância de cuidar bem da terra porque dela brotam a comida para o sustento das pessoas, as árvores que protegem as nascentes de água que usamos para sobreviver e as árvores plantadas usadas para tantos fins, como produção do papel dos cadernos, livros, lápis e borrachas usados na escola. “A Klabin acredita e apoia ações como esta”, finaliza.

Em sala de aula, os alunos elaboraram textos e desenhos sobre a atividade prática realizada:

“Eu aprendi que temos que cuidar na natureza porque a maioria dos alimentos que nós comemos vem dela […]” (Estudante 1 – 5ª ano).

“A saída de campo me ensinou a importância da água no nosso planeta e também me ajudou a descobrir que muitos produtos que nós consumimos estão cheios de veneno. E nós também plantamos mudas de alface e muitas mudas de árvores frutíferas bem perto de uma nascente […] para protegê-la” (Estudante 2 – 5ª ano).

Orientações para plantio de árvores nativas. Foto: Marcos A. Danieli

Em continuidade às ações do projeto, será realizada uma oficina envolvendo as merendeiras da escola, onde serão elaboradas receitas que contribuam para uma alimentação saudável e que consideram a vocação agrícola da região.

A experiência da horta, juntamente com a composteira, trabalhada em uma oficina anterior, será levada para a escola com auxílio dos produtores do projeto e dos estudantes, que agora contam com a bagagem das oficinas realizadas.

Para que estas ações na escola fossem possíveis, o Projeto Matas Sociais aproveitou o momento de construção das novas estruturas da escola e, mediante diálogo com a escola e Prefeitura de Imbaú, buscou a delimitação do espaço da composteira e horta, além de ter incentivado a instalação de cisterna para a captação de água da chuva e a manutenção das árvores e gramado do terreno, que funcionarão como espaços de lazer de leitura.

O projeto

O projeto é uma iniciativa da Klabin, em parceria com a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC) e Sebrae, com apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba, no Paraná.

O objetivo principal é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais dos municípios envolvidos. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

Plantio em área de nascente. Foto: Marcos A. Danieli

Autor: Marcos Alexandre Danieli
Colaboradores: Emílio André Ribas e Marcos José dos Santos

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

Seminário do Projeto Matas Sociais foi um sucesso

No dia 07 de outubro de 2016 foi realizado o primeiro seminário do Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis, no Centro dos Idosos de Imbaú, Paraná. O encontro contou com a participação de 200 pessoas, principalmente agricultores que participam do projeto, além de parceiros e apoiadores.

O evento é uma realização do Projeto Matas Sociais, uma iniciativa da Klabin em parceria com a Apremavi, TNC, Sebrae e apoio das Prefeituras Municipais de Imbaú, Ortigueira, Telêmaco Borba.

O encontro teve como objetivo a aproximação e troca de experiências entre os participantes envolvidos no projeto e a socialização de conhecimentos relacionados aos temas abordados no evento, por meio das seguintes apresentações:

– O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis: Sabrina Bicca – Klabin.

– Adequação ambiental, legal e paisagística da pequena e média propriedade rural: Leandro da Rosa Casanova – Apremavi.

– Potencialidades existentes em hortaliças e fruticultura na região: Antonio Roberto Nogueira – Secretaria de Agricultura de Apucarana (PR).

– Potencialidades existentes em gado de leite e corte na região: Lindomar Schimitz – Sebrae.

O evento contou ainda com a parceria da Emater de Imbaú, que trouxe ao Seminário a maquete de uma propriedade rural que concilia diversificação da produção com o respeito à legislação ambiental; e do Grupo de Mulheres do Assentamento Guanabara, que serviu o café colonial aos participantes.

Para Sabrina Bicca, da Klabin, coordenadora geral do Projeto Matas Sociais, o Seminário tinha o objetivo de consolidar e aprofundar as temáticas centrais que estão sendo trabalhadas em campo e permitiu um retorno importante para a equipe do projeto: “Pelo número de adesões e pela participação do público do início ao fim do evento, foi um demonstrativo de que estamos no caminho certo”, pontua Sabrina.

O Projeto Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis

O objetivo principal do projeto é o fortalecimento econômico, ambiental e social de pequenas e médias propriedades rurais de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba. O programa auxilia o produtor na adequação ambiental, legal e paisagística da propriedade, no planejamento e diversificação da produção, fortalecendo iniciativas de associação e cooperativismo, e facilitando o acesso às novas oportunidades de mercado e de desenvolvimento regional.

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