Diálogo sobre uso do solo será realizado no Alto Vale do Itajaí

Diálogo sobre uso do solo será realizado no Alto Vale do Itajaí

Diálogo sobre uso do solo será realizado no Alto Vale do Itajaí

O Diálogo do Uso do Solo, conhecido em inglês pela sigla LUD (Land Use Dialogue), a ser desenvolvido no Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina, é uma iniciativa da parceria entre o Diálogo Florestal Internacional (TFD – The Forests Dialogue), o Diálogo Florestal Brasileiro, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Assista o vídeo.

A ideia é discutir cenários sustentáveis no longo prazo para a Mata Atlântica, levando em conta a paisagem e as diferentes formas de uso do solo. A proposta é reunir o conhecimento existente e envolver os diversos setores da sociedade para discutir cenários que permitam uma melhor governança e o desenvolvimento inclusivo em paisagens em risco de destruição, como é o caso da Mata Atlântica.

O projeto faz parte da iniciativa internacional do TFD, que pretende estimular diálogos sobre uso do solo e planejamento de paisagens sustentáveis, em diversos países.

A primeira reunião está prevista para ser realizada no final de abril de 2016, no Centro Ambiental Jardim das Florestas, em Atalanta (SC). A reunião contará com a participação de representantes de organizações internacionais, nacionais e locais, vindos de vários setores.

O projeto como um todo, que desenvolverá várias atividades até o final do ano, espera como resultados: ações diretas de planejamento de paisagens sustentáveis na região do Alto Vale do Itajaí, uma avaliação de oportunidades de restauração na região, o estabelecimento de intercâmbio com o Diálogo Florestal, visando a aplicação do aprendizado em outras regiões do Brasil, que também apresentem paisagens de risco e o intercâmbio com as outras iniciativas do TFD nos outros países.

Visita de Gary à Associação dos municípios do Alto Vale do Itajaí (AMAVI). Foto: Wigold Schaffer.

Para Gary Dunning, secretário Executivo do TFD, que visitou a região no início de março, o objetivo é que se possa construir um banco de dados de como o planejamento de paisagens funciona no solo, com pessoas reais e situações reais, não somente um professor em algum lugar escrevendo sobre o conceito de planejamento de paisagens: “para mim, estar nesse lugar nos fornece inspiração e esperança. Você pode ver com seus olhos e sentir com suas mãos como, com o tempo, uma paisagem que provavelmente era sem vida e de alguma forma danificada, pode ser restaurada. Quando pensamos em planejar paisagens, estamos pensando em restauração, pensando em uso do solo, pensando em todas as coisas que irão nos ajudar a restaurar o meio ambiente, mas também criar meios de sustento e acarretar em desenvolvimento sustentável.”

Visita ao Centro Ambiental Jardim das Florestas. Foto: Wigold Schaffer.

Matas Legais tem resultados impressionantes no Paraná

Matas Legais tem resultados impressionantes no Paraná

Matas Legais tem resultados impressionantes no Paraná

O Programa Matas Legais, uma parceria entre a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a Klabin, tem obtido resultados muito animadores no Paraná, região onde está atuando desde 2008.

O programa teve início em 2005 em Santa Catarina e em 2008 foi implantado no Paraná, atendendo três municípios do norte pioneiro: Curiúva, Sapopema e São Jerônimo da Serra. Sete anos se passaram desde sua implementação, e atualmente temos atividades em 30 municípios: Arapoti, Bandeirantes, Candido de Abreu, Congonhinhas, Conselheiro Mairinck, Curiúva, Figueira, Ibaiti, Imbaú, Jaboti, Jaguariaíva, Londrina, Mauá da Serra, Nova Santa Barbara, Ortigueira, Pinhalão, Piraí do Sul, Reserva, Santana do Itararé, Santo Antônio da Platina, Sapopema, Siqueira Campos, Tamarana, Telêmaco Borba, Tibagi, Tomazina, Uraí, Ventania e Wenceslau Braz, estando localizados nas regiões: Norte Pioneiro, Centro Oriental e Norte Central do Paraná.

O objetivo do programa é desenvolver ações de conservação, educação ambiental e fomento florestal, que ajudam a recuperar os remanescentes florestais nativos, a melhorar a qualidade de vida da população e a aprimorar o desenvolvimento florestal, tendo como base o planejamento de propriedades e paisagens.

Atualmente o Matas Legais PR conta com a participação de 599 propriedades, distribuídas em quatro bacias hidrográficas: Bacia do Rio Tibagi, Ivaí, Cinzas e Itararé. Já restaurou mais de 1.500 hectares entre áreas de preservação permanente e reservas legais, destes hectares, 294 foram restaurados através do plantio de mudas nativas da Mata Atlântica, o restante está em regeneração natural. O trabalho envolveu a conservação de quase 7 mil hectares de  vegetação nativa em diversos estágios de regeneração.

O Programa tem se mostrado uma importante ferramenta para planejamento de propriedades e paisagens, levando em consideração a restauração de áreas degradadas, tornando-se referência para região e também para diversas instituições de outros setores.

Fórum Florestal PR e SC discute planejamento de propriedades e paisagens

Fórum Florestal PR e SC discute planejamento de propriedades e paisagens

Fórum Florestal PR e SC discute planejamento de propriedades e paisagens

Nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2016, o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina se reuniu para sua XXIII reunião, na sede da Klabin, no município de Telêmaco Borba (PR). Participaram da reunião 22 representantes de organizações ambientalistas e empresas do setor de base florestal.

Foram dois dias de troca de experiências sobre o planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis, incluindo visita técnica em uma propriedade modelo, que alia produção e conservação.

Miriam Prochnow, secretária executiva do Diálogo Florestal Nacional e conselheira da Apremavi, abordou planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis, especialmente sobre a importância de unir recuperação, produção e conservação em um cenário de mudanças climáticas.

Durante a realização do Fórum, Miriam lançou o  volume 7, da série Cadernos do Diálogo, publicação que conta a experiência do Fórum Florestal do Sul e Extremo Sul da Bahia e também do Fórum Nacional e outros Fóruns Regionais.

Nos relatos de experiência sobre trabalhos voltados ao planejamento da propriedade rural, restauração de áreas e certificação, Ivone Namikawa, coordenadora de Sustentabilidade Florestal da Klabin, trouxe o histórico e a importância do processo de certificação do Grupo de Produtores Florestais do Médio Rio Tibagi.

Maurício Reis, coordenador do Programa Matas Legais no Paraná (parceria Apremavi e Klabin), apresentou as oportunidades e resultados do trabalho desenvolvido no período de 2008 a 2016, que já envolveu mais de 350 propriedades em ações de preservação e recuperação de remanescentes florestais nativos.

Sabrina de Freitas Bicca, coordenadora do Projeto Planejando Propriedades Sustentáveis, juntamente com Emílio André Ribas, da Apremavi e Paulo Santana, da TNC, apresentaram este projeto, que tem como objetivo a melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais das pequenas e médias propriedades rurais nos municípios de Ortigueira, Imbaú e Telêmaco Borba.

Marcos Alexandre Danieli, secretário executivo do Fórum, apresentou um balanço das atividades realizadas no período de 2014 a 2015. Em grupos, também foram discutidas as prioridades de atuação do Fórum, um trabalho que segue em andamento.

Conhecendo o sistema silvipastoril durante a visita técnica. Foto: Marcos Alexandre Danieli.

No segundo dia de reuniões, o destaque foi a visita técnica realizada a uma propriedade do município de Reserva(PR), guiada por Vinicius Oliveira e Victor Fagundes/2Tree Consultoria, Maurício Reis/Apremavi, Ivone Namikawa/Klabin e o proprietário, Sr. Júlio Pisani F. A propriedade desenvolve um modelo silvipastoril (eucalipto consorciado com ovinos) e possui certificação FSC (Forest Stewardship Council), selo que reconhece a produção responsável de produtos florestais. Ela também integra o Programa Matas Legais e já foi beneficiada com o plantio de 20.660 mudas nativas durante as ações de restauração.

No local os participantes do Fórum tiveram a oportunidade de ver na prática os temas apresentados no primeiro dia. Somado à troca de experiências dos dois dias de reunião, saem do evento com o importante papel de levar a experiência às suas empresas e instituições, sabendo que a demanda por projetos que aliem conservação e produção dentro de uma visão de planejamento de propriedades e paisagens sustentáveis é crescente e estratégica dentro dos objetivos do Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina.

As reuniões do Fórum acontecem em importantes momentos para a troca de experiências entre os participantes, de maneira que experiências bem sucedidas possam servir de exemplos e replicadas para o setor florestal e organizações ambientalistas.

Para mais informações, entre em contato com a secretaria executiva: Marcos A. Danieli – marcos@apremavi.org.br.

Propriedades ficam mais bonitas com Paisagismo Rural

Quando se fala em paisagismo geralmente as pessoas se lembram de belos jardins e praças de cidades. Entretanto, os ensinamentos da arte paisagística podem e devem ser aplicados também nas áreas rurais, onde já existem vários elementos naturais como ar puro, terra fofa e presença de árvores, que trazem uma noção de ordem e beleza.

Como a propriedade rural, principalmente para o agricultor familiar, é um espaço de trabalho, moradia e lazer, o paisagismo adquire uma importância ainda maior. É o local onde a maioria dos agricultores passa o maior tempo da vida, um local considerado “sagrado” e que expressa o amor pela terra e pela forma de produzir a sua própria existência e a da família.

O paisagismo no ambiente rural possibilita tornar a propriedade um local agradável de viver, transformando-a em uma bela paisagem a ser admirada, além de oferecer sombra para tomar o chimarrão da tarde na varanda, sombra para as crianças brincarem e colocar o balanço, a rede, espaço para as reuniões com os amigos, entre outros benefícios.

Uma bela paisagem também é um grande atrativo para o turismo rural e ecológico, que atualmente é uma alternativa muito procurada por pessoas que querem fugir da poluição e do estresse das grandes cidades. Representa um potencial de renda para os proprietários rurais e de desenvolvimento para as pequenas cidades.

Com o paisagismo os outros elementos de uma propriedade rural também ganham destaque. Foto: Miriam Prochnow.

Por essa razão o paisagismo na propriedade rural deve ser planejado para trazer beleza cênica e funcionalidade para a área. O projeto deve ser executado levando em consideração a cultura local, o clima predominante, as características do solo, a topografia, a disponibilidade de água, a beleza das plantas e a presença de crianças, adultos e as espécies de animais existentes no local.

O plantio de árvores, arbustos e flores em alguns pontos das propriedades como por exemplo nas margens das estradas e nos quintais, somado às florestas naturais situadas nas áreas de preservação permanente e reservas legais, permite criar uma paisagem harmônica e melhorar a qualidade de vida. Isto aplicado ao conjunto das propriedades cria um ambiente comunitário harmonioso e bonito, ajudando a desenvolver ou resgatar a cultura de amor à terra. O gosto e o amor pela terra natal, tantas vezes cultivado pelos mais idosos, pode ser resgatado e apreciado pelos jovens.

É importante a utilização de espécies de árvores e flores nativas e com diferentes épocas de floração e frutificação, que disponibilizarão alimento para os pássaros durante a maior parte do ano, constituindo-se em mais um atrativo para a propriedade.

Bons exemplos são as pousadas que fazem parte do Projeto Acolhida na Colônia na região do Alto Vale do Itajaí, que recebem centenas de visitantes todos os anos. Proporcionam aos hospedes momentos de tranquilidade e grande integração com a natureza e com o meio rural. Nessas propriedades a hospedagem é na própria casa da família e o turista participa das atividades do dia-a-dia, como tirar leite e dar comida aos animais.

Outras atividades desenvolvidas são: pescaria, passeios a cavalo, bicicleta, charrete, pedalinho, trilhas, visitas a cachoeiras, jogos  e brincadeiras dirigidas ao turismo pedagógico, além da gastronomia típica que atrai muitos visitantes.

Saiba mais sobre o Projeto Acolhida na Colônia.

Quem quiser mudas para embelezar a propriedade por entrar em contato com a Apremavi.

Esta matéria foi publicada no Jornal Diário do Alto Vale no dia 17 de junho de 2014. O Espaço Apremavi é publicado quinzenalmente.

Capacitação para adequação ambiental rural é discutida

Entre os dias 02 e 05 de abril de 2014, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) participou do Seminário Nacional de Formação de Multiplicadores em Desenvolvimento Rural Sustentável e Adequação Ambiental nas Propriedades Rurais da Agricultura Familiar.

O seminário é uma iniciativa da Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (ADEOP), foi realizado em Foz do Iguaçú (PR) e teve como papel principal formar multiplicadores em desenvolvimento rural sustentável.

Com o objetivo de capacitar lideranças e entidades ambientais e rurais no âmbito da Educação Ambiental, dando ênfase na regulamentação ambiental das propriedades rurais de acordo com o Novo Código Florestal – Lei 12.651/2012, foram realizadas palestras  e troca de experiências entre os participantes, trabalhos em grupo de acordo com o bioma de cada região, além de uma atividade de campo para conhecer as iniciativas do extremo oeste do Paraná.

Foi elaborado um esboço de cartilha que servirá de guia para os agricultores familiares utilizarem em suas propriedades. Esta cartilha separa as diferentes regiões do Brasil e aponta em cada uma delas o que foi realizado com sucesso no planejamento das propriedades rurais.

Outro resultado do seminário foi a criação de uma rede para troca de informações, essa rede é um espaço virtual para divulgação de atividades, ações e contribuições.

A próxima etapa é a realização dos seminários regionais, que ocorrerão em Recife, Goiânia, Manaus, Belo Horizonte e Curitiba. Com o objetivo de formar 400 multiplicadores que atuarão em suas respectivas regiões. Em Santa Catarina, a Apremavi auxiliará na divulgação e indicação de multiplicadores com atuação na agricultura familiar

Para Edilaine Dick, coordenadora do Projeto Araucária desenvolvido pela Apremavi, a participação da instituição nesse tipo de evento é muito enriquecedora: "pois nos permite conhecer os trabalhos desenvolvidos em outros estados e ver o que pode ser aprimorado nos projetos que vem sendo desenvolvidos em Santa Catarina.”

Fotos: Thiago Ribeiro Nogueira

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Seminário sobre Código Florestal

O seminário “Código Florestal: Brasil celeiro do mundo ou realidade socioambiental?”, que aconteceu em Brasília, no dia 06 de abril de 2010, promovido pelo Ipam, reuniu parlamentares, técnicos e proprietários rurais. Entre os parlamentares presentes, destaque para a Senadora Marina Silva.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida foi representada por Miriam Prochnow que apresentou alguns dos trabalhos da instituição, relacionados à adequação ambiental de propriedades rurais.

A adequação ambiental é possível também para propriedades localizadas nas regiões de Mata Atlântica, onde restaram pouco mais de 7% de florestas bem conservadas. Para Miriam, coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi: “a aplicação do Código Florestal faz diferença na qualidade de vida e renda da população rural e também na urbana, como pudemos constatar nas recentes tragédias em Santa Catarina (no final de 2008), São Paulo e Angra dos Reis, no início deste ano, e agora no Rio de Janeiro, onde a grande maioria das vítimas estava em Áreas de Preservação Permanente (APPs) que não poderiam ter sido ocupadas”, disse.

Com o objetivo de adequar as propriedades, a Apremavi mantém o prograna Matas Legais, em parceria com a empresa Klabin, através do qual projetos de recuperação e conservação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) estão sendo desenvolvidos em dois assentamentos rurais no Paraná – Paulo Freire (72 famílias) e Banco da Terra (63 famílias) -, nos quais 146 hectares de APPs degradadas estão sendo recuperadas (com a doação de 150.000 mudas nativas). Nos dois assentamentos, foram demarcados 446 ha de APPs e 191 ha de Reserva Legal.

O programa desenvolve ações de conservação, educação ambiental e fomento florestal. Dentro do programa, a palavra “legal” procura traduzir dois sentidos: o legal do cumprimento da legislação ambiental e o legal da expressão de lugar agradável, bonito e bom de morar e viver.

A coordenadora da Apremavi contou, ainda, que a Apremavi é parceira em um projeto da Associação dos Municípios do Alto Vale Itajaí (Amavi), de Santa Catarina, que está ajudando 25 mil produtores rurais (a maioria com pequenas propriedades) dos 28 municípios da Associação a averbarem suas Reservas Legais. “O mais interessante neste processo é constatar que a maior parte das propriedades tem floresta suficiente para fazer a demarcação e que menos de 5% delas têm alguma dificuldade real para se adequar à legislação ambiental”, diz.

Neste projeto, estão sendo realizados o mapeamento dos remanescentes, a proposição das Reservas Legais formando corredores ecológicos, a capacitação de técnicos das 28 prefeituras, cursos de capacitação para técnicos e proprietários e o apoio na restauração de áreas.

Veja os depoimentos dos participantes do seminário “Código Florestal: Brasil celeiro do mundo ou realidade socioambiental?”

Lançado Pacto pela Restauração da Mata Atlântica

Mais de 60 organizações ambientalistas, empresas e governos se uniram e assinaram no dia 07 de abril de 2009, o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. A iniciativa visa promover a restauração florestal em larga escala, por meio da integração de ações e da ampliação do alcance dos projetos, criando sinergias entre os diferentes agentes que atuam na região.

”A perda de cobertura florestal e a fragmentação dos remanescentes compromete a biodiversidade e os serviços ambientais da Mata Atlântica. É necessário reverter o processo de degradação e começar um amplo programa de recuperação dessa floresta. A restauração florestal deverá estar associada a outras ações, como a criação de Unidades de Conservação, mosaicos e corredores de biodiversidade, a promoção do uso sustentável dos recursos naturais e a eficácia de instrumentos de fiscalização e controle. Somente assim será possível manter vivo este bioma, que garante o abastecimento de água para quase 130 milhões de pessoas, além de ser um dos maiores repositórios de biodiversidade do planeta”, comenta Miguel Calmon, coordenador geral do Conselho de Coordenação do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica.

Durante os últimos dois anos, especialistas de algumas das principais organizações que atuam no bioma realizaram um mapeamento que identificou 15 milhões de hectares de áreas potenciais para restauração na Mata Atlântica. A meta do Pacto é ter essa área restaurada até 2050, a partir de um esforço coletivo que também visa disseminar informações sobre técnicas de restauração florestal a fim de melhorar a qualidade dos projetos e monitorar as ações desenvolvidas em toda a Mata Atlântica, ampliando a eficácia do reflorestamento e os índices de sucesso.

Além do setor privado, o Pacto irá estabelecer parcerias com os governos estaduais, municipais e o federal, que tem a meta oficial de preservar 10% do bioma.

A iniciativa conjunta também prevê a geração de trabalho e renda na cadeia produtiva da restauração por meio da manutenção das áreas, produção de mudas, coleta de sementes, valoração e pagamento por serviços ambientais. Os esforços vão ainda se concentrar em ações de facilitação do cumprimento do Código Florestal brasileiro através da adequação ambiental das propriedades rurais, por meio da averbação de reservas legais e áreas de preservação permanente nos 17 estados do bioma Mata Atlântica.

O Pacto pretende, ainda, realizar eventos regionais para garantir a adesão de atores locais, promover cursos e treinamentos para a capacitação em restauração florestal nas principais regiões da Mata Atlântica e o estímulo à formação de centros de excelência em reflorestamento e serviços ambientais. Além disso, também está prevista a criação de um fundo privado para apoiar as ações diretas de restauração e garantir a sustentabilidade e a escala dos esforços planejados.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) é umas das organizações signatárias do Pacto e integra também o Conselho de Coordenação do mesmo, juntamente com outras 15 instituições. Para Miriam Prochnow, representante da Apremavi junto ao Pacto, essa iniciativa é de grande relevância para a Mata Atlântica e está mostrando que parcerias para a conservação e restauração do meio ambiente são necessárias e possíveis.

Em anexo podem ser acessados os documentos produzidos pelo Pacto até o momento. Maiores informações também podem ser obtidas no site do pacto: www.pactomataatlantica.org.br

A Apremavi realiza ações de restauração da Mata Atlântica, desde a sua fundação em 1987. O Programa Clima Legal é um exemplo, como mostram as fotos abaixo.

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Prêmio Expressão de Ecologia é entregue à Apremavi

No dia 18 de março de 2008, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), recebeu o Prêmio Expressão de Ecologia, na categoria Conservação de Recursos Naturais. O prêmio que está em sua 15ª edição, é concedido pela Revista Expressão às iniciativas que se destacam na área ambiental, nos 3 estados do Sul do Brasil. O evento de premiação ocorreu no Parque Malwee em Jaraguá do Sul (SC) e contou com a presença de cerca de 300 pessoas, representando empresas, ONGs, universidades, órgãos governamentais e outros.

Ao todo foram 1208 inscrições de projetos. Desses, 31 foram premiados, entre instituições públicas, privadas, pessoa física e ONGs ambientalistas. O projeto premiado da Apremavi foi o “Planejando Propriedades e Paisagens”, desenvolvido no período de outubro de 2004 à abril de 2007, com o apoio da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e da Fundação Interamericana e parceria com a The Nature Conservancy, a Prefeitura Municipal de Atalanta e a Epagri.

O Projeto Planejando Propriedades e Paisagens foi desenvolvido em 35 propriedades rurais das cidades de Atalanta e Petrolândia (SC) com o objetivo de implantar na prática, o conceito de Propriedade Legal, ou seja, aquela que cumpre a legislação ambiental e ao mesmo tempo é um lugar bom e gostoso de se viver, com renda e qualidade de vida.

Uma das palestrantes do evento foi a conselheira da Apremavi Miriam Prochnow, que fez uma apresentação sobre a questão das parcerias entre o Terceiro Setor e o Setor Privado. Segundo ela, a formação de parcerias feitas com base em princípios sólidos, conteúdo, compromisso e profissionalismo são a receita para o sucesso das ações em comum e que também é fundamental que as organizações nunca e afastem dos seus objetivos originais.

Miriam falou também que ainda existem muito desafios a serem trabalhados e um deles é o fato de ainda termos nos dias atuais realidades tão distintas, como por exemplo: uma empresa como a Malwee Malhas apresentando tecnologias tão eficientes que até eliminam as emissões aéreas das chaminés e, ao mesmo tempo empresas como a Malhas Atalanta Ltda, que no dia 13 de março literalmente “pintou” de vermelho o rio que abastece o Parque Natural Municipal Mata Atlântica.

Outro assunto abordado na palestra foi a apresentação de uma experiência muito importante chamada "Diálogo Florestal para a Mata Atlântica", que tem reunido numa mesma mesa de discussões e projetos concretos, empresas do setor florestal e organizações ambientalistas. É uma iniciativa que poderia ser copiada para outros setores.

O Premio Expressão de Ecologia surgiu logo após a Rio-92, quando os principais líderes globais debateram no Rio de Janeiro os desafios para melhorar a interação do homem com a natureza. Na época, a Revista Expressão acompanhou as mudanças nas empresas sulistas na área ambiental e registrou a conferência em uma edição especial que relatou os principais projetos ambientais e as novidades nas políticas de meio ambiente estaduais.

Depois desta edição especial da revista, ficou um sentimento de que o trabalho estava apenas começando. Foi daí que nasceu o Prêmio Expressão de Ecologia, que viria a se tornar um dos maiores do gênero no país para empresas, entidades ONGs e poder público. Já estava consolidada a idéia de que a onda verde tinha vindo para durar, de que não se tratava apenas de um simples modismo, e as empresas passavam a dedicar efetiva atenção ao assunto, que começava a fazer parte de suas estratégias de negócios.

Este já é o terceiro Premio Expressão de Ecologia que a Apremavi recebe. Em 2002, na 10ª edição do Prêmio, foi vencedora na categoria Manejo Florestal com o case “Conservando a Mata Atlântica através do Enriquecimento das Florestas Secundárias”, e em 1998, na 6ª edição, foi vencedora na categoria Educação Ambiental com o case “Programa Agroeducação”.

A Apremavi já recebeu inúmeros outros prêmios relacionados à proteção e recuperação do meio Ambiente, com destaque para o “Prêmio Bem Eficiente 1997” concedido à Apremavi pela Kanitz & Associados de São Paulo como uma das 50 entidades sem fins lucrativos mais bem administradas e eficientes do Brasil. Também recebeu duas edições do Prêmio Fritz Muller de Ecologia, concedido pela Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), em 1996 e 2005, pelo destaque no profissionalismo e pela defesa da natureza e da qualidade de vida dos catarinenses.

Grupo de premiados

Apremavi promove viagem técnica

A Apremavi promoveu, com o apoio da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC de Lages, uma viagem técnica ao município de Joinville, SC, no dia 09 de novembro passado, com o objetivo de conhecer um modelo de reflorestamento com espécies nativas para fins econômicos, implantado dentro do sistema agroflorestal – SAF.

O projeto visitado localiza-se no distrito de Pirabeiraba, mais precisamente, no Sitio Ribeirão do Braço, pertencente ao casal Nilsa e Ivo Grankow que também são integrantes da ONG Vida Verde. Este projeto, pioneiro em Santa Catarina, deixou os visitantes impressionados com o desenvolvimento das árvores nativas, sinalizando um grande sucesso ambiental e econômico.

O sistema agrolforestal visitado foi implantado em fevereiro de 2006. Foram plantadas 6.500 mudas, adquiridas do viveiro Jardim das Florestas, das seguintes espécies: Louro-pardo (4.000), Ipê-rosa (250), Canjerana (250), Tucaneira (250), Angico (250), Guapuruvu (250), Canafistula (250), Ripão (250), Cedro (250), Garuva (250) e Sucurujuva (250).

Na mesma propriedade também já haviam sido plantadas 2.000 mudas, no ano de 2001, com o apoio do projeto PDA.

A comitiva era composta por 26 pessoas, entre eles: 18 alunos do curso de Engenharia Florestal da UDESC de Lages, SC, liderados pelos professores André e Germano Gütller; um representante da ONG Mãe D,água de Ituporanga; o engenheiro agrônomo e secretário municipal de agricultura de Atalanta, SC, Lauro Krunwald; a Apremavi nas pessoas do presidente Edegold Schäffer, o vice-presidente Urbano Schmitt Jr. e o engenheiro florestal Leandro Casanova.

Acompanhou também a viagem o engenheiro mecânico Ângelo Sarda, brasileiro, residente na Alemanha há 11 anos, que está investindo na compra de terras no município de Atalanta para implantar um projeto semelhante, o qual será monitorado pelos alunos do curso de engenharia florestal da Udesc sob a coordenação e orientação dos professores André e Germano.

Os proprietários apresentaram aos visitantes, além do reflorestamento, a empresa Via Pax Bio, instalada na propriedade com o propósito de industrializar e embalar produtos orgânicos.

A viagem/estudo serviu para agregar conhecimento e comprovar as perspectivas otimistas da experiência em vista da sustentabilidade ambiental e econômica das propriedades rurais.

Em julho de 2007, uma outra equipe da Apremavi, acompanhada de William Dent, da Natural Partners dos Estados Unidos, já havia visitado o projeto e constatado o enorme sucesso do mesmo. Hoje este projeto já pode ser considerado um modelo para a implantação de outros projetos com o mesmo objetivo, na região.

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Apremavi recebe Prêmio Expressão de Ecologia

O projeto premiado da Apremavi, "Planejando Propriedades e Paisagens", foi executado com patrocínio do programa de Ecodesenvolvimento da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e da Fundação Interamericana de Desenvolvimento, com o apoio da Prefeitura Municipal de Atalanta, da Epagri e da The Nature Conservancy.

Reunindo a experiência acumulada pela Apremavi nos 20 anos de existência, em atividades de recuperação de matas ciliares e áreas degradadas, enriquecimento de florestas secundárias e agricultura ecológica, o projeto tinha como objetivo conservar e recuperar áreas de Mata Atlântica, através da manutenção e implantação de modelos de planejamento de propriedades e paisagens e a capacitação de técnicos e proprietários rurais, contribuindo para o aumento da qualidade de vida dos mesmos e o incremento de renda nas suas propriedades. As atividades foram concentradas no município de Atalanta, no Vale do Itajaí, mas difundidas em todo Estado de Santa Catarina.

Num resumo, foram executadas as seguintes atividades:

1 – Manutenção da propriedade demonstrativa onde está o viveiro da Apremavi.
2 – Implantação de modelos de reflorestamento com espécies nativas de potencial econômico de forma “piloto” na propriedade jardim das florestas.
3 – Implantação de uma propriedade modelo em conservação de floresta com araucária na região de ocorrência natural desta floresta.
4 – Implantação de experiências em 35 propriedades em Atalanta.
5 – Produção de 200 mil mudas de árvores nativas para atender as atividades do projeto.
6 – Realização de visitas de assistência técnica aos proprietários onde foram implantadas as experiências.
7 – Elaboração de um Kit com modelos de planejamento de propriedades e paisagens.
8 – Realização de cursos de capacitação e seminários regional e estadual.
9 – Manutenção de um banco de dados sobre a propriedades implantadas

Os 30 projetos vencedores desta premiação serão retratados no Anuário Expressão de Ecologia 2007, que estará em circulação a partir da segunda quinzena do mês de novembro. Essa tradicional edição de ecologia vai apresentar um panorama completo sobre as iniciativas em benefício do meio ambiente na região Sul e os atuais debates acerca da questão ambiental e o aquecimento global.

Os vencedores serão homenageados em cerimônia de premiação que acontecerá entre os dias 28 a 30 de novembro, durante o evento Eco Power, que será realizado em Florianópolis (SC).

Saiba mais sobre o Programa: Planejando Propriedades e Paisagens da Apremavi

Veja em anexo o "case" inscrito, com todos os detalhes do projeto

Kit "Propriedade Legal" elaborado pelo projeto

Capacitação é ferramenta de Educação Ambiental

Para que as pessoas sejam capazes de se desenvolver elas precisam serem capazes de controlar suas próprias atividades dentro da estrutura das suas comunidades. Precisam participar, não apenas do trabalhobraçal, mas também do seu planejamento e da determinação de prioridades.

Nesse sentido a capacitação de setores da sociedade, na questão do planejamento de propriedades e paisagens, é indispensável. Pois para que essa ação aconteça de maneira efetiva é importante toda a família estar envolvida no processo, assim comooutros atores sociais, entre eles: técnicos e professores, que são os principais disseminadores de informações.

Considerando esses fatores a APREMAVI, através do projeto Planejando Propriedades e Paisagens, realizou uma jornada de cursos de capacitação que envolveu estudantes, agricultores, merendeiras, professores e técnicos. Os cursos foram realizados no município de Atalanta (SC).O primeiro curso aconteceu no dia 19/03, e foi realizado nas dependências do Viveiro Jardim das Florestas. Estiveram presentes técnicos de diversas instituições, entre elas ONGs, instituições governamentais e empresas privadas da região. O tema do curso foi Legislação Ambiental e teve como objetivo principalrepassar informações sobre as principais leis e regulamentos em vigorpara que os técnicos possam orientar proprietáriose também terem subsidios para atuarem frente aos crimes ambientais que vem acontecendo na região.

No dia 26, aconteceu na propriedade do Sr. Raimundo Hobus e do Sr. Argemiro Kubiack um dia de campo sobre Permacultura.Num primeiro momento foi discutido qual era o objetivo coletivo do grupo não somente para esse dia, mas também para os próximos anos. A parte prática aconteceu na propriedade do Sr. Argemiro Kubiack. Durante esse momento foram levantados os principais problemas encontrados na propriedade, mas também quais eram as espectativas da familia em curto, médio e longo prazo. Adiscussão possibilitou ao grupo encontrar algumas soluções simples e economicamente viáveis de ações que podem ser realizadas.

Segundo o palestrante Jorge Thimmerman um passo importante no planejamento não é apenas identificar os problemas, mas sim o agricultor identificar o que ele quer para ele e para sua familia.

Um dos objetivos da permacultura é planejar a propriedade de maneira que se tenha qualidade de vida, e segundo o palestrante Hernades Werner a alimentação é a base da nossa saúde, pois o alimento saudável proporciona qualidade de vida. Por isso no dia 27/03 foi feito uma discussão entre agricultores, merendeiras e professoras sobre ocultivo agroecologico de hortaliças, através de um curso no Parque Natural Municipal Mata Atlântica. O objetivo do curso é estimular que as escolas do município possam oferecer uma alimentação saudável para os alunos e que os agricultores passem a utilizar a técnica em suas propriedades.A parte prática do curso foi realizada na propriedade Serra do Pitoco.

Já é fato comprovado, que a prática do paisagismo eleva a alto estima das pessoas, da mesma maneira que os jardins proporcionam um clima harmônico entre as mesmas. Para atingir esse objetivo, foi realizado nos dias 28 e 29 de março um curso de jardinagem em duas comunidades do município: Rio Caçador e Dona Luiza respectivamente. O curso foi marcado por aulas praticas e teóricas, sendo as mesmas realizadas nas escolas das comunidades e em propriedades particulares. Durante os dois dias estiveram participando do evento professoras, agricultores e os grupos de mulheres organizados dentro do Projeto Microbacias 2.

Um dos principais problemas hoje enfrentados na agricultura, é o êxodo rural, principalmente por parte dos jovens, o que nos leva a crer que é necessária uma ação urgente para auxiliar no processo de reversão desse quadro. Como passo inicial foi então realizada também no dia 29 de março, uma palestra no Parque Natural Municipal Mata Atlântica, voltada a jovens agricultores e estudante do ensino médio. O tema abordado durante a palestra foi A importância do agricultor para a sociedade.

A jornada de capacitação foi desenvolvida durante todo o mês de março, com o envolvimento de 150 pessoas. Entre os palestrantes estiveram presentes representantes da Epagri, do Ministério do Meio Ambiente e profissionais autônomos.

Seminário Estadual enfatiza importância das Unidades de Conservação

O Seminário Estadual “Planejando Propriedades e Paisagens” que aconteceu nos dias 08 e 09 de dezembro, no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, em Atalanta (SC), contou com a expressiva participação de 90 pessoas, entre estudantes, agricultores, professores, empresários e técnicos de vários municípios de Santa Catarina.

O assunto de maior destaque foi a conservação da biodiversidade, principalmente através da criação e consolidação de Unidades de Conservação, sejam elas públicas ou privadas.

Alexandre Martinez, presidente da Confederação Nacional de RPPNs, explicou aos presentes os procedimentos necessários para se criar uma Reserva Particular do Patrimônio Natural e a contribuição fundamental que o conjunto de RPPNs já criadas tem dado para a preservação da Mata Atlântica. Fez ainda um apelo para que mais proprietários transformem suas propriedades, em áreas protegidas. Cláudio Klems da TNC completou falando sobre como proteger o meio ambiente em propriedades privadas. Veja como criar uma RPPN no site: www.rppncatarinense.org.br

A ecologista Miriam Prochnow falou sobre as metas da convenção da biodiversidade e de como ainda temos trabalho pela frente para atingir os 10% do território transformados em Parques e Reservas, índice necessário, segundo a convenção, para que se tenha uma efetiva garantia da conservação da rica biodiversidade brasileira.

Lauro Eduardo Bacca da Acaprena e Nélcio Lidner do Parque das Nascentes, falaram sobre a importância e a relação das florestas com a conservação da água e do balanço hídrico, enquanto que Edilaine Dick, bióloga da Apremavi e Alessandro Ângelo, professor da UFPR, abordaram a questão do planejamento de propriedades e paisagens e a interação da fauna e flora com a recuperação de áreas degradadas.

O evento faz parte do Projeto Planejando Propriedades e Paisagens, realizado pela APREMAVI em parceria com a Fundação O Boticário de Proteção a Natureza e a Fundação Interamericana e apoio da Prefeitura Municipal de Atalanta e da TNC. O seminário contou ainda com o apoio do Projeto Piava e da Epagri. No dia 08, após a realização das palestras aconteceu uma visita às trilhas do Parque Mata Atlântica , com o objetivo de mostrar a importância da criação de Unidades de Conservação Municipais e no dia 09 os participantes do seminário visitaram o viveiro Jardim das Florestas e a propriedade modelo da APREMAVI, onde puderam verificaram “in loco” que é possível aliar produção com conservação da natureza.

Os participantes ainda aprovaram dois manifestos, um aos Deputados Estaduais da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, pedindo a imediata aprovação do Projeto de Lei que cria o ICMS Ecológico, por se tratar de uma ferramenta fundamental para a conservação ambiental no Estado e o outro à Ministra Marina Silva apoiando e pedindo a criação do Parque Nacional do Campo dos Padres, cujas consultas públicas aconteceram também nos dias 08 e 09 de dezembro.

Fotos: Miriam Prochnow e Edilaine Dick

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