29/10/2014 | Notícias
Preocupados com a conservação do meio ambiente e consequente a qualidade de vida, quatro turmas de alunos de escolas de Santa Terezinha e Dona Emma (SC) participaram nos dias 23 e 24 de outubro de 2014 de ações de educação ambiental.
As atividades foram realizadas através do Projeto Araucária, o qual é executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) com patrocínio da Petrobras por meio do programa Petrobras Socioambiental.
As primeiras turmas contempladas no dia 23 foram alunos de 7º e 8º ano da Escola de Educação Básica Padre João Kominek do município de Santa Terezinha. Durante este dia as atividades iniciaram com uma conversa com a equipe do projeto e professores sobre a importância do plantio de espécies nativas da Mata Atlântica. Em seguida, foram plantadas 520 mudas com o objetivo de promover a arborização do Parque de Exposições Mata Nativa e sensibilizar os estudantes da importância da proteção na beira de rios e nascentes para preservar os remanescentes hídricos. Além de promover o enriquecimento de áreas presentes no parque com o plantio de espécies nobres como araucária, sassafrás, imbuia entre outras. Destaca-se que no Parque Mata Nativa, encontra-se uma das maiores araucárias do estado, a árvore é tão alta e exuberante que se faz necessário cinco pessoas para conseguir abraçá-la, uma verdadeira relíquia.
No dia seguinte, 24 de outubro, foram envolvidos os alunos de 5ª séries da Escola de Ensino Básico Lino Sardagna. Recepcionados pela equipe da Apremavi e pelo senhor Nelcio Lindner em sua propriedade, os alunos puderam ouvir um breve e interessante relato sobre a história do município de Dona Emma. Além de curiosidades, dicas e sugestões em como melhorar a paisagem e a qualidade de vida nas propriedades rurais. A equipe do Projeto Araucária contribuiu também com esclarecimentos acerca de programas e projetos para recuperação de áreas degradadas e adequação ambiental. Depois da conversa, caminharam em meio à mata e realizaram o plantio de 120 mudas nativas diversas em uma área que anteriormente era utilizada para pastagem. Os alunos estavam animados, especialmente porque cada um confeccionou uma estaca com seu nome para identificar as mudas que plantaram.
A intenção da equipe do Projeto Araucária e dos professores responsáveis pelas atividades com os alunos é que se faça um acompanhamento periódico dos plantios, com o acompanhamento do desenvolvimento das áreas e as devidas manutenções que o plantio necessita, afinal, as mudas não marcam apenas um momento, a intenção é se plantar e expandir a ideia de preservação, de cuidado, de zelo e respeito para com a natureza.
A aluna Luana Pereira Kniazevski da Escola de Educação Básica Padre João Kominek, conta o que acha da iniciativa: "Acredito que o Projeto Araucária é ótimo, uma visão de futuro para Santa Terezinha. Uma iniciativa nota dez da Apremavi que colaborará muito com o Meio Ambiente e com o paisagismo da nossa região, principalmente do Parque Mata Nativa. É na minha opinião um dos melhores e mais produtivos que ocorreram na cidade. Adorei mesmo, afinal nos trará muitas vantagens.
Durante as atividades os alunos receberam camisetas do Projeto Araucária como um incentivo a mais pela dedicação e esforço de cada um no processo. Fica o desejo de que possamos alimentar e espalhar essas ideias, para pouco a pouco mudarmos a realidade do nosso clima.
Fotos: Daiana Tania Barth.
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17/10/2014 | Notícias
Setembro é um mês marcado pelo início da primavera, a estação das flores. Para comemorar esse mês e também auxiliar para o aumento de nossa área de florestas nativas na região do Alto Vale do Itajaí, foram entregues aproximadamente 11.000 mudas de árvores. A ação ocorreu através do Projeto Araucária, que também objetiva deixar as propriedades rurais mais belas.
O Projeto Araucária é realizado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), com patrocínio dla Petrobras por meio do programa Petrobras Socioambiental.
As famílias que foram contempladas nesta etapa estão inscritas no Projeto e residem nos municípios de Salete, Dona Emma e Vitor Meireles. Com o plantio dessas mudas serão recuperadas, principalmente, áreas de preservação permanente (APPs) localizadas no entorno de rios e nascentes, melhorando assim a disponibilidade de água nas propriedades rurais.
O trabalho não pára por aí, no mês de outubro serão entregues mudas em Atalanta e Braço do Trombudo. Serão realizadas também, atividades de educação ambiental em Santa Terezinha e Dona Emma.
A grande motivação para a realização do Projeto Araucária parte da necessidade de ações efetivas de recuperação e conservação de ambientes naturais, para tanto, o apoio e a parceria dos proprietários rurais é de extrema importância.
As mudas entregues são produzidas no Viveiro de Mudas Nativas Jardim das Florestas da Apremavi em Atalanta, e no viveiro florestal instalado pelo projeto no município de Santa Terezinha.
01/10/2014 | Notícias
No período de 22 a 24 de setembro a equipe técnica do Projeto Araucária o qual é patrocinado pela Petrobras por meio do programa Petrobras Socioambiental e executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) participou do Seminário Nacional para Implantação da Nova Lei Florestal.
O evento ocorreu no município de Antonina (PR) e reuniu representantes dos diversos projetos patrocinados pela Petrobras, representantes do patrocinador, governo e outros interessados. O evento foi organizado pela Associação de Defesa do Meio Ambiente e Desenvolvimento de Antonina (Ademadan).
Na oportunidade, foram discutidas políticas públicas voltadas a implantação do Código Florestal (Lei nº 12651/12) e contribuições para a mesma, por meio de palestras e debates.
Além disso, foi realizada troca de experiências entre as equipes técnicas dos projetos por meio de amostra de painéis e vídeos, onde houve apresentação de painel com os resultados de um ano do Projeto Araucária.
Para finalizar a semana, no dia 25 de setembro a equipe realizou reunião com a Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA) e Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS) em Florianópolis (SC).
O assunto discutido na reunião foi a implantação de programas de pagamento por serviços ambientais a agricultores familiares com propriedades adequadas ambientalmente e a forma como os agricultores atendidos pelo Projeto Araucária que estão inseridos no Corredor Ecológico Chapecó podem ser contemplados.
25/09/2014 | Notícias
Na terça-feira, dia 16, e quarta-feira, dia 17 do mês de setembro, agricultores do município de Passos Maia realizaram visita de intercâmbio ao município de Atalanta e Otacílio Costa. A visita teve como objetivo conhecer iniciativas e formas de condução de sistemas agroflorestais e produção orgânica, ações práticas de recuperação de áreas degradadas e conservação de áreas de floresta nativa.
Esses agricultores são participantes do Projeto Araucária, que é executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), patrocinado pela Petrobras, através do programa Petrobras Socioambiental. Para organização da visita a Apremavi contou com apoio da Cooperativa de Trabalho e Extensão Rural Terra Viva (Cooptrasc).
No primeiro dia de intercâmbio, desembarcaram direto no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, que fica em Atalanta e é administrado pela Apremavi. No local, a equipe técnica apresentou os resultados do Projeto Araucária e fez também um link com a importância de unidades de conservação para o município e para o desenvolvimento de atividades relacionadas ao ecoturismo, além da possibilidade de formação de corredores ecológicos com essas UCs, potencial também verificado para o caso do Parque Nacional das Araucárias, localizado em Passos Maia.
Ainda no parque os agricultores tiveram contato direto com a natureza e desfrutaram de uma paisagem que conta com diversas espécies nativas. No final da trilha, ficaram encantados com a beleza da Cachoeira Perau do Gropp com 41 metros de altura. O agricultor José Alves de Lima encantado com a beleza declarou em todos os anos da minha vida, eu nunca tinha visto tanta coisa bonita.
Participantes do intercâmbio realizado pelo Projeto Araucária.Foto: Eloisa Donna.
Logo depois, os agricultores foram recebidos na Reserva Particular de Patrimônio Natural, (RPPN) onde conheceram um pouco mais sobre esta categoria de unidade de conservação. Visitaram também o viveiro de mudas nativas da Apremavi e entenderam o processo de produção das mudas utilizadas no projeto.
O segundo dia foi dedicado à visita nas áreas demonstrativas de recuperação florestal que a Apremavi tem instalada em Atalanta, onde puderam ver todo o processo de recomposição da floresta ao longo dos anos, e visitar uma área de plantio com araucárias e palmito. Em seguida visitaram a propriedade agroecológica da Dona Norma e Marcelo Sieves, onde é realizada a exploração comercial de frutas nativas da Mata Atlântica, através da produção de geleias e venda em feiras regionais.
No período da tarde os intercambistas visitaram a propriedade da senhora Fátima, integrante da AFAOC Associação das Famílias Agricultoras de Otacílio Costa. Inicialmente Fátima falou sobre a importância da implantação dos sistemas agroflorestais para diversificação da propriedade. Também salientou a produção orgânica e o comércio solidário como potenciais para agregar valor aos produtos comercializados.
A atividade de intercâmbio foi de extrema importância para os agricultores perceberem e visualizarem os benefícios da implantação de Sistemas Agroflorestais. Também foi um momento importante para troca de experiências entre regiões diferentes. O senhor Ademir Pereira salientou a gente vendo como as coisas funcionam, podemos aplicar e melhorar nossa propriedade.
Ao final da visita foi servido um delicioso lanche a base de produtos orgânicos e nativos da região. Também foi realizada a avaliação do intercambio onde todos se mostraram muito satisfeitos com a visita e entusiasmados para a aplicação dos conhecimentos adquiridos.
Para Eloisa Donna, coordenadora regional do projeto, atividades como essa são fundamentais para o desenvolvimento do projeto Araucária, pois os agricultores vendo na prática como funcionam os processos de recuperação de áreas e sistemas agroflorestais, saem entusiasmados em realizar os trabalhos nas suas propriedades
Participantes do intercâmbio visitando RPPN. Foto: Eloisa Donna.
30/08/2014 | Notícias
O Projeto Araucária, executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida, (Apremavi) e patrocinado pela Petrobras através do programa Petrobras Socioambiental, completou no mês de agosto 01 ano de atividades.
Na região do Alto Vale, estão integrados com o Projeto Araucária os municípios de Atalanta (Onde fica a sede da Apremavi, o Centro Ambiental Jardim das Florestas), Braço do Trombudo, Dona Emma, Salete, Santa Terezinha e Vitor Meireles. Já no Oeste do estado, as cidades atendidas são Abelardo Luz, Galvão, Guatambu, Passos Maia, Ponte Serrada, São Domingos e Chapecó.
O objetivo deste trabalho é conservar e recuperar remanescentes florestais e espécies-chave da Mata Atlântica, por meio da implantação de sistemas agroflorestais, recuperação de áreas degradadas e enriquecimento de florestas secundárias, possibilitando o uso sustentável dos recursos naturais em propriedades rurais. Além do desenvolvimento de atividade de educação ambiental, realização de cursos de capacitação e seminários.
O presidente da Apremavi, Edegold Schäffer destaca a importância de ações como esta nas propriedades rurais: O Projeto Araucária tem sido muito importante, não só para preservar os últimos remanescentes de florestas com araucárias na região oeste do estado, mas também na ajuda aos proprietários rurais que realizam o planejamento da propriedade e recuperam as áreas degradadas, através da distribuição de mudas pelo projeto.
Os trabalhos do Projeto Araucária vão desde o planejamento ambiental da propriedade, até o plantio e os cuidados com as mudas, como ressalta a coordenadora regional, Eloisa Donna: "A metodologia do projeto consiste na mobilização e divulgação, através de reuniões e palestras, por intermédio dos parceiros. Aos interessados é realizada a visita técnica para identificação e levantamento das áreas em que será realizado o trabalho de conservação, recuperação, ou reconversão. Neste momento o produtor também recebe esclarecimentos sobre a legislação ambiental vigente. Em uma segunda visita é realizada a entrega de arame nas propriedades que precisam ser cercadas em virtude da presença de gado. Na terceira visita são entregues as mudas para realização do plantio e ao final uma visita de avaliação".
Edilaine Dick, coordenadora geral do projeto destaca Até o final do projeto, em agosto de 2015, deverão ser atendidas 250 propriedades rurais, além da distribuição de 300.000 mudas de espécies nativas, das quais 50.000 serão oriundas dos viveiros construídos pelo projeto. Edilaine ainda ressalta que o principal resultado alcançado pelo projeto é o envolvimento de diferentes pessoas, parceiros e agricultores familiares.
O projeto comemora um ano de existência com vários resultados positivos nas duas regiões de atuação, confira alguns resultados a seguir.
Fotos: Acervo Apremavi.
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Resultados 01 ano de atuação Projeto Araucária
Na região oeste houve o envolvimento de 111 proprietários rurais preocupados com a conservação e recuperação da Floresta com Araucária; entrega de aproximadamente 30.000 mudas nativas e entrega de arame para execução das atividades voltadas a recuperação de áreas degradadas, reconversão produtiva de área e conservação de florestas e áreas naturais.
No Alto Vale do Itajaí, foram atendidas 85 propriedades familiares e doadas aproximadamente 25.000 mudas e arames, para o desenvolvimento das atividades previstas no projeto.
Outro objetivo alcançado foi a implantação de dois viveiros florestais, o Viveiro de Mudas Nativas Ricardo Cunha Canci, instalado próximo ao Parque Estadual das Araucárias em São Domingos e gerenciado pelo Grupo de Apoio à gestão do Parque Estadual das Araucárias (Grimpeiro). E o viveiro florestal em Santa Terezinha gerenciado pelos membros da Cooperativa de Agricultores Familiares Produtores de Mate e Ervas Medicinais (Coopamater).
Com apoio do projeto Araucária, a Coopamater ainda está em processo de formalização, porém todos os agricultores envolvidos estão sendo atendidos pelo projeto e as mulheres incentivadas a participar do projeto através da criação de um grupo de mulheres da cooperativa.
Atividades de educação ambiental também foram desenvolvidas, com palestras, brincadeiras relacionadas à preservação do meio ambiente e plantio de mudas nativas no entorno das escolas que participaram da programação da semana comemorativa ao Dia Mundial do Meio Ambiente (02 a 06 de Junho de 2014).
Seminários, cursos de capacitação e dias de campo estão sendo realizados pelo projeto, com o objetivo de aproximar os agricultores e permitir que conheçam melhor as atividades que estão sendo implantadas nas propriedades, e o processo de produção de mudas, como o curso realizado em março/2014 para os responsáveis pelos viveiros florestais.
Mais detalhes podem ser acessados no site do projeto.
18/08/2014 | Notícias
O dia 14 de agosto de 2014 ficou marcado pela alegria e espontaneidade de um grupo de mulheres de Santa Terezinha que visitou a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi).
O grupo composto de 21 mulheres é fruto do trabalho que a instituição vem desenvolvendo no município, junto a Cooperativa de Produtores de Mate e Ervas Medicinais (COOPAMATER), que está em processo de criação. A atividade faz parte do Projeto Araucária, executado pela Apremavi, que tem patrocínio da Petrobras, através do programa Petrobras Socioambiental.
Edilaine Dick e Daiana Tânia Barth, técnicas do Projeto Araucária e da Apremavi, recepcionaram as mulheres no Centro Ambiental Jardim das Florestas, onde foi servido um delicioso café colonial. Na sequencia, Edegold Schäffer, presidente da instituição, fez um breve relato sobre a história do município de Atalanta. Também foi apresentado o vídeo institucional da Apremavi.
Edilaine relatou em detalhes os objetivos do Projeto Araucária e demais atividades que são desenvolvidas no município de Santa Terezinha e falou sobre a importância da participação das mulheres e da família nas atividades desenvolvidas junto a cooperativa e na propriedade rural. Para Edilaine, a participação da família é essencial para o sucesso dos trabalhos desenvolvidos em cada propriedade e na comunidade: todos devem se sentir parte do processo e cuidar das áreas de restauração ou sistemas agroflorestais que estão sendo implantados, uma vez que todos serão beneficiados com os resultados alcançados.
Ela destaca ainda que a visita foi importante para que as mulheres pudessem visualizar aspectos importantes da propriedade como o paisagismo, e vislumbrar novas oportunidades como a confecção de artesanatos, a produção de geleias de frutas nativas e o plantio e uso de plantas medicinais.
Exposição de produtos artesanais. Foto: Edilaine Dick.
Durante a visita foi realizada uma exposição de artesanato do Clube de Mães Recanto da Cachoeira, de Atalanta e da loja Nigenete, de Agrolândia. Também foram expostos produtos orgânicos, como geleias e compotas, da Associação de Produtores Agroecológicos Semente do Futuro, de Atalanta. As mulheres foram presenteadas com vários desses produtos.
O grupo teve ainda a oportunidade de conhecer o viveiro de mudas nativas da Apremavi, o quintal e as orquídeas da Dona Anita Schaffer e áreas de recuperação de mata ciliar na propriedade de Edegold Schaffer. Conheceram também o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, uma importante Unidade de Conservação da região do Alto Vale do Itajaí.
Visitando área de mata ciliar recuperada. Foto: Edilaine Dick.
A despedida foi uma visita na Floricultura Mondini em Pouso Redondo (SC). Segundo Lourdes Juraszek e sua filha Enizeli o grupo gostou muito da visita: com certeza voltaremos outras vezes, porque todo o passeio foi muito bom e aprendemos muito.
07/08/2014 | Notícias
O Projeto Araucária, executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), esteve em Santa Terezinha de 30 de julho a primeiro de agosto de 2014 para implantar pomares de espécies nativas em três propriedades localizadas no município. A implantação dos pomares é a primeira etapa para a formação de sistemas agroflorestais (SAFs) nessas propriedades.
O trabalho foi coordenado pelo Engenheiro Florestal Leandro Casanova e contou com a participação de outros integrantes da equipe da Apremavi e também dos proprietários das áreas.
Por sistemas agroflorestais entende-se a agricultura realizada em conjunto com espécies florestais e/ou com animais numa mesma área. As espécies florestais utilizadas fornecem produtos úteis ao produtor rural, além de manter fertilidade dos solos, pois adubam naturalmente o solo, reduzindo o uso de insumos e atuando na recuperação de áreas degradadas. A diversificação de espécies é a essência dos SAFs.
Nesta primeira etapa do trabalho foram utilizadas espécies de árvores frutíferas nativas, próprias para consumo humano, como: a grumixama (Eugenia brasiliensis), a gabiroba (Campomanesia reitziana), a jabuticaba (Myrciaria trunciflora), a pitanga (Eugenia uniflora), a uvaia (Eugenia pyriformis) e a cereja (Eugenia involucrata). Em cinco anos estas espécies já estarão produzindo frutos. Para que as mesmas produzam satisfatoriamente é necessário cuidar bem das mudinhas plantadas, utilizando técnicas como o coroamento, tutoriamento, roçadas, adubação e podas.
Estas frutas podem ser consumidas in natura e também ser utilizadas na preparação de doces, bolos, sobremesas entre outros. Além do consumo humano, estas espécies ao frutificarem também atraem a fauna local, servindo de alimento para diversos pássaros e pequenos roedores como a cutia.
No plantio também foram utilizados o ingá-feijão (Inga marginata) e o ingá-anão (Inga cylindrica), que por serem leguminosas, possuem associação com bactérias fixadoras de nitrogênio, atuando como fertilizantes naturais. Além disso, são espécies de crescimento rápido e irão fornecer o sombreamento necessário às plantas de erva-mate que serão introduzidas posteriormente.
Numa segunda etapa está previsto o plantio de erva-mate (Illex paraguariensis) nas entre-linhas de frutíferas nativas, completando o SAF com uma espécie de grande potencial econômico. Além da erva-mate serão plantadas também mudas de pinheiro brasileiro (Araucaria angustifolia), palmiteiro (Euterpe edulis) e bracatinga (Mimosa scabrella), todas visando a utilização de algum produto no futuro. Espécies de madeiras nobres como o cedro, o sassafrás, a peroba também podem ser introduzidas em sistemas agroflorestais com objetivos madeireiros no longo prazo.
A implantação de sistemas agroflorestais faz parte das atividades do Projeto Araucária, executado pela Apremavi, com partocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.
Implantandos SAFs. Foto: Leandro Casanova.
06/08/2014 | Notícias
No dia 29 de julho de 2014 o Projeto Araucária, executado pela a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), realizou um dia de campo no município de Santa Terezinha, com o objetivo de demonstrar aos produtores rurais a metodologia do enriquecimento ecológico de florestas secundárias.
O enriquecimento de florestas secundárias é uma ideia pioneira da Apremavi e tem sido utilizado como uma forma de acelerar os processos naturais de regeneração destas florestas, que se encontram presentes na maioria das propriedades rurais da Mata Atlântica.
Florestas secundárias, também chamadas de capoeiras ou capoeirões, são matas resultantes de um processo de regeneração natural da vegetação, em áreas que já haviam sido totalmente desmatadas e usadas para agricultura ou pastagens. Também são conhecidas como secundárias as florestas descaracterizadas por intensa e irracional exploração madeireira.
Enriquecer florestas secundárias é aumentar, através do plantio, a quantidade de espécies de árvores e outras plantas em determinada área, contribuindo para o incremento da biodiversidade e para a aceleração na regeneração da floresta. A técnica pode trazer também inúmeras vantagens, como o retorno econômico através da retirada de lenha e uso de espécies como o palmito e a erva-mate.
Dentro do Projeto Araucária está sendo estimulado o plantio de erva-mate para o enriquecimento de florestas secundárias. Foto: Morgana Freitas.
O enriquecimento de florestas secundárias em um primeiro momento prevê a roçada de cipós, samambaias e taquaras a fim de proporcionar condições para posterior corte seletivo de árvores pioneiras, exóticas, árvores secas, quebradas e em toiças, bastante comuns em remanescentes secundários. Essa intervenção tem como resultado imediato a produção de lenha. É importante lembrar que de acordo com a Lei da Mata Atlântica, o limite permitido é 15 m³ de lenha a cada ano por propriedade, para uso doméstico. É vedado o corte de espécies ameaçadas de extinção.
Como resultados de médio prazo das atividades de enriquecimento de florestas secundárias, existem várias espécies a serem aproveitadas, entre elas o palmito, a erva-mate, a espinheira santa, bem como árvores nobres como a araucária, cedro, canafístula e outras. O modelo a ser utilizado em cada propriedade dependerá das características da região.
O enriquecimento ecológico de florestas secundárias está normatizado pelo Decreto 6660 de novembro de 2008.
O dia de campo foi realizado na propriedade do Sr. Demétrio Bossy e foram realizadas as seguintes atividades: corte de cipós, taquaras e samambaias de chão; seleção e corte das espécies arbóreas pioneiras; recorte das árvores derrubadas em pedaços de um metro para lenha; e medição do volume de lenha retirada. O material retirado deve ser usado na propriedade. Na área trabalhada o proprietário fará o plantio de erva-mate com espaçamento recomendado de 3m entre linhas e 1,5m entre plantas.
De acordo com a legislação ambiental não é permitida a eliminação ou supressão total de nenhuma espécie e em áreas de preservação permanente não podem ser subtraídas plantas de qualquer espécies e nem introduzir espécies exóticas.
O dia de campo fez parte das atividades do Projeto Araucária, executado pela Apremavi, com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.
30/07/2014 | Notícias
Julho é o mês do aniversário da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi). Em 2014 a associação completa 27 anos de fundação. A educação ambiental tem sido uma das ferramentas mais usadas pela Apremavi visando desenvolver a conscientização ambiental da população. Para comemorar a data, a Apremavi compartilha algumas das ações que realizou nos meses de junho e julho, em parceria com escolas de Atalanta, mostrando exemplos que podem ser seguidos e replicados.
As escolas da rede municipal e estadual do município de Atalanta são grandes parceiras dos trabalhos da Apremavi. Os alunos das 5ª séries do ensino fundamental da Escola de Ensino Básico Dr. Frederico Rolla visitaram o Centro Ambeintal Jardim das Florestas e participaram de uma roda de conversa sobre mudanças climáticas e a importância da recuperação de áreas degradadas.
A escola Ribeirão Matilde foi parceira nas atividades em comemoração a Semana do Meio Ambiente. Os conhecimentos adquiridos foram aplicados nos trabalhos para a XII Feira Municipal de Matemática e de Ciências que foi realizada no dia 19 de julho em Atalanta.
Dentro do projeto Um novo olhar sobre o bosque, onde a escola trabalha com as árvore nativas de um bosque implantado nas dependências da escola há 15 anos, foram criados dois grupos ambientais, RM Ambiental e Patrulha das Sementes. Do trabalho dos grupos surgiram duas pesquisas científicas. A primeira com os alunos do 7º ano com o tema Propriedade Rural: Organizar pra Fica Legal, que trabalhou as questões da mata ciliar, reserva legal, corredor ecológico, erosão, etc. Para a apresentação na Feira foi montada uma maquete com uma propriedade rural dentro dos padrões legais e ambientais para uma agricultura sustentável. Para chegar neste resultado os alunos tiveram aulas práticas de restauração de mata ciliar numa propriedade da comunidade e realizaram estudos sobre a sucessão ecológica e espécies indicadas para o plantio.
A outra pesquisa científica foi denominada de Plantando Sementes: Relembrando o Passado com os alunos do 5º ano. Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de explorar as características das diversas espécies nativas existentes no bosque da escola. Estas duas pesquisas foram apresentadas na XII Feira Municipal de Matemática e de Ciências sendo que ambos os trabalhos receberam a premiação Destaque e irão representar a escola na XIV Feira de Matemática e XIV Feira de Ciências da região de Ituporanga (FEMACRI) em agosto.
A Escola Municipal Vila Gropp, que também é parceira da Apremavi de longa data, também expôs trabalhos ambientais na Feira Municipal: Coopermática – Cooperativismo para a Sustentabilidade; O Solo Nosso de Cada Dia; e Belezas Cênicas da Nossa Terra: Beija-flor
A Escola Municipal Vila Gropp também organizou um passeio ciclístico no dia 25 de julho, data em que se comemorou o Dia do Colono e do Motorista. O passeio ciclístico é uma forma de conscientizar as pessoas da importância da prática de atividades físicas e chamar a atenção para a diminuição do uso de combustíveis fósseis.
Muitas das atividades de educação ambiental da Apremavi são desenvolvidas através do Projeto Araucária, patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.
Esta matéria foi publicada no Jornal Diário do Alto Vale no dia 29 de julho de 2014. O Espaço Apremavi é publicado quinzenalmente.
29/07/2014 | Notícias
No dia 22 de julho de 2014 foi realizado, através do Projeto Araucária, o Seminário Regional sobre Conservação Ambiental e Cultivo de Erva-Mate em Santa Terezinha – SC.
O projeto Araucária é executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), com patrocínio da Petrobras, através do programa Petrobras Socioambiental.
O Seminário teve como objetivo repassar informações aos agricultores visando o uso sustentável dos recursos naturais, a preservação da mata ciliar em torno de rios e nascentes e o incremento na geração de renda a partir da estruturação da cadeia produtiva da erva-mate: a ideia é capacitar os agricultores para melhor forma de plantio e manejo desta cultura dentro de suas propriedades rurais, diz Edilaine Dick, coordenadora do Projeto Araucária.
Cerca de 100 pessoas, entre agricultores, técnicos e estudantes, participaram do evento, que foi considerado por Davi Kubchen, secretário da agricultura uma iniciativa muito importante aos munícipes de Santa Terezinha.
Foram realizadas 04 palestras: Nelcio Lindner falou sobre a importância da floresta na produção de alimentos e erva-mate; Paulo Floss discorreu sobre sistemas de plantio e cultivo de erva-mate em sistemas agroflorestais; Rafael Kamke relatou sobre a erva-mate como alternativa a agricultura familiar; e, Salesiano Durigon orientou sobre a legislação trabalhista referente ao cultivo da erva-mate.
O evento foi encerrado com uma visita ao Viveiro Florestal do Projeto que está localizado na comunidade de Ouro Verde em Santa Terezinha.
O seminário foi realizado com apoio dos agricultores que participam do projeto Araucária e do grupo de mulheres da comunidade e fez parte da programação da semana do agricultor organizada pela Epagri, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Prefeitura Municipal de Santa Terezinha SC.
O cultivo da erva-mate e o seminário foram destaque na programação da RBA Notícias. Assista a reportagem.
Fotos: Marcos Alexandre Danieli e Edegold Schaffer.
10/07/2014 | Notícias
O Projeto Araucária, executado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), convida agricultores e técnicos para o Seminário Regional Conservação Ambiental e Cultivo da Erva-mate.
O Seminário será realizado no dia 22 de julho de 2014 das 08:30 às 16:30 horas nas dependências do Salão da Igreja Ucraniana do Colorado, no município de Santa Terezinha (SC).
O Projeto Araucária é patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.
A iniciativa faz parte da programação da semana do agricultor organizada pela Epagri, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Prefeitura Municipal de Santa Terezinha.
A foto ao lado mostra um pouco sobre a cultura do chimarrão na região (Foto: Marcos Alexandre Danieli) .
Os interessados devem confirmar presença até o dia 16/07/2014, através do telefone da Apremavi 35350119, Epagri de Santa Terezinha com Lucimari ou Jean, ou no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Vitor Meireles.
Programação do Seminário
08h30min Cadastramento e mesa de abertura
09h15min Palestras
- Importância da Floresta na produção de alimentos e erva-mate
- Sistemas de plantio e cultivo de erva-mate em sistemas agroflorestais
12h00min Palestra
- Erva-mate como alternativa a agricultura familiar
13h00min Almoço
14h30min Palestra
- Legislação ambiental e trabalhista ao cultivo da erva-mate
15h30min Visita ao viveiro florestal do projeto
09/07/2014 | Código Florestal, Notícias
No dia 08 de julho de 2014 foi realizado o Seminário Técnico sobre a implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Alto Vale do Itajaí, organizado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), em parceria com o Departamento de Botânica da Universidade Federal de Santa Catarina. O evento aconteceu nas dependências do Centro Ambiental Jardim das Florestas da Apremavi, localizado em Alto Dona Luiza – Atalanta-SC.
O Seminário, teve como objetivo discutir a integração do Sistema de Cadastro Ambiental Rural – CAR desenvolvido pela Amavi e o SICAR – Sistema de Cadastro Ambiental Nacional e definir formas de apoio técnico aos proprietários rurais na implementação do CAR e dos Planos de Recuperação Ambiental (PRAs).
Os organizadores iniciaram com uma apresentação destacando as implicações da revisão do Código Florestal e o desafio de implementar o CAR, configurando-o como verdadeiro instrumento de gestão ambiental, ressaltando a importância da participação da sociedade civil organizada no processo, assim como a relevância do CAR no aprimoramento de politicas de conservação da biodiversidade, notadamente quanto a possibilidade de utilização do CAR como ferramenta para criação de corredores de biodiversidade.
O representante do MMA, Hélio Pereira, fez uma detalhada apresentação do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), explicando suas distintas funcionalidades e as possibilidades de integração de informações. Destacou a importância de ampliar a participação de diferentes atores na implementação do CAR e a necessidade de operacionalizar a entrada de dados no sistema de forma integrada, buscando aproveitar ao máximo as iniciativas já implementadas, e colocando a equipe técnica do SICAR a disposição para orientação e treinamento dos técnicos envolvidos para, se necessário, promover ajustes que viabilizem a migração de dados para o SICAR.
Helio dos Santos Pereira afirmou que o Sistema de Cadastro Ambiental Rural – CAR desenvolvido pela Amavi deverá ser integrado ao SICAR Nacional e para isso já deixou com os técnicos da Amavi o Manual de Integração dos sistemas. Segundo Hélio, o próximo passo vai ser a ida de técnicos da Amavi até a Universidade Federal de Lavras em Minas Gerais, responsável pelo desenvolvimento do SICAR, para fazer a integração dos sistemas e tão logo isso seja feito, a Amavi poderá transmitir diretamente os dados dos imóveis já cadastrados para o cadastro nacional. Depois da integração dos sistemas, os proprietários de terra que fizerem seu cadastramento nas prefeituras do Alto Vale, terão os dados imediatamente transferidos para o SICAR Nacional.
Representantes da AMAVI e da Prefeitura de Atalanta fizeram a exposição das experiências já acumuladas na região do Alto Vale, destacando que o trabalho já desenvolvido na região pode agilizar bastante o processo de cadastramento.
São diversas as vantagens do Sistema CAR da Amavi para os proprietários e também para as prefeituras:
a) o agricultor será atendido no seu município, perto de sua casa e por pessoas que ele conhece;
b) eventuais dificuldades ou problemas no cadastramento serão resolvidos diretamente na prefeitura, evitando assim perda de tempo e gastos;
c) as prefeituras, por força da Lei 12.651/12, prestarão, de forma gratuita, toda assistência técnica e jurídica aos proprietários ou posseiros com até 4 módulos fiscais;
d) para as prefeituras a maior vantagem do CAR da Amavi é que elas ficarão com a base de dados e poderão com isso desenvolver inúmeras políticas públicas nas áreas de agricultura, meio ambiente, saúde, infraestrutura, etc;
A atuação do Governo do Estado de Santa Catarina na implementação do CAR foi apresentada pelo Diretor de Saneamento e Meio Ambiente, Luiz Antônio Garcia Corrêa e por Bruno Henrique Beilfuss, ambos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. Na apresentação destacaram o investimento feito na configuração de parcerias e no treinamento de multiplicadores e facilitadores para implementação do CAR no estado.
Na avaliação de João de Deus Medeiros, Diretor do Departamento de Botânica da UFSC, o evento, que contou a participação de cerca de 80 pessoas, incluindo prefeitos, vereadores, técnicos, ambientalistas, estudantes e proprietários rurais, foi bastante proativo: foram tirados encaminhamentos oportunos, capitalizando a participação das diferentes esferas do governo, e indicando alternativas para que dados já cadastrados no sistema da AMAVI possam migrar para o SICAR, formas de aproveitamento das imagens disponibilizadas pelo Governo de Santa Catarina para a operacionalização dos cadastros, bem como indicação objetiva de dialogo entre técnicos das instituições para viabilização da operação colaborativa e integrada, o que por certo resultará em maior eficácia e ganho de escala no processo de registro dos imóveis rurais no CAR.
O prefeito de Agrolândia e Presidente da Amavi, José Constante, lembrou que os prefeitos dos 28 municípios do Alto Vale deliberaram por unanimidade que a Amavi deveria desenvolver um Sistema de Cadastro Ambiental Rural para auxiliar os agricultores e proprietários rurais na região na regularização ambiental de seus imóveis. Constante também falou que o Governo do Estado repassou para a Amavi e para as prefeituras as imagens de alta resolução (aerofotografias) que vão ajudar muito nos trabalhos.
Já o Prefeito de Atalanta Tarcisio Polastri disse que as imagens cedidas pelo Governo do Estado estão com muito melhor resolução e do que as imagens disponibilizadas pelo Ministério do Meio Ambiente, por isso ele defende que o CAR da Amavi utilize as imagens do Governo do Estado. Polastri também destacou que os técnicos da Prefeitura de Atalanta já fizeram diversos trabalhos com ajuda das imagens cedidas pelo Governo do Estado como por exemplo o mapeamento de toda a vegetação nativa do município e de todos os reflorestamentos, o mapeamento de todos os lotes urbanos e o mapeamento das nascentes e cursos dágua que são utilizadas por mais de uma família no meio rural, este último por exigência de um Termo de Ajustamento de Conduta assinado no Ministério Público.
O representante do MMA esclareceu que as imagens disponibilizadas pelo Governo Federal tem resolução espacial de 5 metros, que é inferior à resolução das imagens do Governo do Estado de Santa Catarina. Isso se deve em função de que foram as únicas imagens disponíveis para todo o território nacional. Segundo Pereira, é perfeitamente possível e desejável, como no caso do Alto Vale de do Estado de SC, que tem imagens de melhor resolução, que estas sejam utilizadas no CAR. Para isso, solicitou, durante o Seminário, que a Amavi e o Governo do Estado enviem técnicos para Lavras e lá façam a compatibilização das imagens com o SICAR Nacional.
Wigold Schaffer, Coodernador do Conselho Consultivo da Apremavi avalia que o seminário foi um sucesso e que possibilitou o encaminhamento de ações que podem de fato transformar o CAR em realidade no Alto Vale do Itajaí e em outras regiões de Santa Catarina e disse que a Apremavi vai continuar trabalhando para que isso aconteça no menor prazo possível.
A Apremavi também irá desenvolver atividades relacionadas ao CAR, junto aos proprietários rurais parceiros do Programa Matas Legais e do Projeto Araucária.