07/07/2009 | Notícias
O Programa Matas Legais, iniciativa da parceria entre a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, e a ONG Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), completa o primeiro ano de atividades no Paraná com importantes resultados para o meio ambiente. De seu lançamento, em junho de 2008, até maio deste ano, o Programa já distribuiu mais de 79 mil mudas de espécies nativas, quantidade suficiente para recuperar mais de 30 hectares de matas, e promoveu a demarcação de 188 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs), uma das prioridades do Programa.
As mudas de espécies nativas distribuídas a partir de setembro do ano passado foram plantadas em 212 propriedades rurais paranaenses após a etapa de estudo e mapeamento das áreas. As propriedades desta fase do Programa são localizadas nos municípios de Curiúva, Sapopema, São Jerônimo da Serra, Congonhinhas, Figueira e Ibaití. Também nos municípios de Reserva e Ventania algumas propriedades receberam projetos-pilotos especiais do Programa.
Por meio do Programa Matas Legais, os pequenos e médios produtores rurais recebem a orientação para planejar suas propriedades em atendimento à legislação ambiental. Eles também aprendem a conciliar a formação de matas ciliares saudáveis e a recuperação de áreas degradadas com a prática de outras atividades agrícolas produtivas. Este modelo sustentável contribui para o equilíbrio do ecossistema local e para o aprimoramento das atividades de florestas plantadas. O objetivo é, nos próximos anos, estender as atividades do Matas Legais para os demais produtores rurais já integrantes do Programa de Fomento Florestal da Klabin no estado.
A assistência técnica é realizada em campo pela equipe de profissionais da Apremavi. Além dos benefícios ambientais, há aspectos econômicos e sociais de imensa relevância, pois o Matas Legais permite geração de renda aos produtores e a preservação do meio ambiente, enfatiza Miriam Prochnow, coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi. Os resultados demonstram que é possível colocar em prática a legislação ambiental aliada à sustentabilidade, finaliza. Miriam explica que muitos integrantes do Programa são de assentamentos, que passam a adotar um modelo sustentável.
Um bom exemplo é a propriedade de Augustinho Fernandes Quevedo, no assentamento Paulo Freire, em São Jerônimo da Serra. O Matas Legais é muito importante para que o agricultor possa fazer seu trabalho e ter sua renda de uma forma correta. Hoje, trabalho com leite, milho, soja, trigo e tenho 4,5 alqueires de florestas plantadas na minha propriedade, diz. E desde que entrei no Programa, plantei mais 400 mudas de espécies nativas. Se todos fizerem a sua parte, o meio ambiente é que sai ganhando, completa.
De acordo com Carlos Mendes, gerente de Pesquisa e Planejamento Florestal da Klabin, o programa também inclui ações de educação ambiental. Trabalhar a consciência ecológica das comunidades é uma importante iniciativa para a conservação do patrimônio natural paranaense, principalmente no longo prazo, completa. O programa incentiva a preservação da Mata Atlântica e a introdução de espécies como araucária, imbuia, canela-preta, sassafrás, cedro, canjerana, ipê-amarelo, ipê-roxo, entre outras, sendo algumas delas ameaçadas de extinção. A recuperação das matas ciliares permite a formação dos corredores ecológicos de matas nativas, que, por sua vez, favorecem a manutenção e incremento da biodiversidade local, explica.
A iniciativa está em sintonia com a Política de Sustentabilidade da Klabin, pela qual a empresa se compromete a assegurar o abastecimento de madeira plantada para suas fábricas de forma sustentada, preservando os ecossistemas naturais associados. A companhia aposta no Programa Matas Legais, em parceria com a Apremavi, e em seus benefícios para o meio ambiente e para as comunidades. Assim, trazemos o meio rural e suas comunidades para participar de nossa cadeia produtiva de forma sustentável, finaliza Mendes.
Fotos: Miriam Prochnow
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03/07/2009 | Notícias
No dia 7 de julho de 2009, a Klabin e a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) realizarão um seminário em Curiúva (PR) com o objetivo de apresentar os resultados do Programa Matas Legais no Paraná, que acaba de completar um ano no Paraná. O Programa tem demonstrado desempenho positivo ao colocar em prática os conceitos de planejamento das propriedades rurais e de cumprimento da legislação, promovendo o desenvolvimento sustentável das atividades produtivas no campo.
Além da presença de representantes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e do Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural), o encontro contará com líderes das comunidades dos municípios paranaenses participantes do Programa Matas Legais: Curiúva, Sapopema, São Jerônimo da Serra, Congonhinhas, Figueira e Ibaití, Reserva e Ventania.
A abertura do seminário será realizada pelo gerente de Planejamento e Pesquisa Florestal da Klabin, Carlos Mendes. Na seqüência, Miriam Prochnow, coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi, apresentará os benefícios do planejamento da paisagem rural e o convidado Eric Schaitza, Secretário Executivo do Programa de Gestão Ambiental Integrada em Microbacias no estado do Paraná, falará sobre a importância da agricultura para a conservação da biodiversidade. Na ocasião, o público também conhecerá ainda os novos materiais técnicos do Programa Matas Legais e os resultados detalhados do primeiro ano do Programa.
O Matas Legais envolve o correto planejamento da propriedade rural, de forma a atender a legislação ambiental vigente, além de promover a recuperação da mata nativa, por meio do plantio de mudas, e contribuir para a conservaçao do meio ambiente. A palavra legal, assim, remete a dois sentidos o do cumprimento da legislação ambiental vigente e o ligado a um lugar agradável, bonito e bom de viver para todos.
30/04/2009 | Notícias
Aconteceu no dia 28 de abril de 2009, o primeiro seminário do Programa Matas Legais no estado do Paraná. O seminário foi destinado aos produtores rurais integrados ao programa. O evento aconteceu no município de São Jerônimo da Serra (PR), e contou com 90 participantes, dos quais 84 são agricultores do Assentamento Paulo Freire e Dom Helder.
No período da manhã as palestras foram realizadas no Clube Serrano. Leandro Casanova, Coordenador Geral do Programa Matas Legais da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), palestrou sobre Legislação Ambiental, dando destaque às Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL).
Em seguida, Paulo Vicente Ângelo, extensionista florestal da Klabin, realizou sua palestra abordando a importância da parceria existente entre Apremavi e Klabin para a adequação das propriedades à legislação ambiental e para a transformação das propriedades num local agradável, em harmonia com a natureza. O palestrante também destacou a grande presença das mulheres no evento, mostrando que elas estão ocupando seus lugares no gerenciamento das propriedades.
Os dois palestrantes comentaram sobre o projeto de isolamento das APPs do assentamento Paulo Freire, que está sendo executado através da parceria criada entre o Programa Matas Legais, o INCRA e os Assentados. O projeto prevê a construção de cercas em todas as APPs do assentamento, isolando-as dos animais domésticos, bem como a recuperação das APPs degradadas com o plantio de mudas de árvores nativas. Leandro Casanova destacou a importância do projeto para a criação de corredores ecológicos que irão conectar importantes fragmentos florestais existentes na região e para a manutenção da biodiversidade local.
A tarde aconteceu uma visita à campo, na propriedade de Lauro Skiba, com o tema Recuperação de Nascentes Degradadas e Agroecologia Rumo à Propriedade Legal. Os técnicos do programa Matas Legais (PR), Emílio André Ribas e Evilásio Putkkamer Junior, fizeram demonstrações práticas de recuperação de nascentes degradadas e cultivo agrícola, utilizando pó da rocha de basalto em substituição à adubação química e inseticidas sintéticos.
Lauro Skiba iniciou a recuperação de uma nascente degradada há oito meses. Construiu uma cerca para isolar animais domésticos e o plantio de 1.800 mudas de árvores nativas, da nascente. Os participantes do seminário puderam acompanhar o desenvolvimento das árvores plantadas numa área tomada pelo capim braquiária (de extrema agressividade) e verificaram a importância dos tratos culturais para o desenvolvimento destas plantas. A demonstração sobre agroecologia foi feita com base num experimento realizado na propriedade, utilizando o pó de rocha basalto como adubação para o milho. O destaque para esta apresentação foi a minimização dos custos de produção com boa produtividade da lavoura, o que viabiliza economicamente a conversão da agricultura convencional para a agroecologia.
O agricultor ficou muito contente em ceder sua propriedade para as atividades do seminário. Segundo Lauro Skiba, a presença de agricultores de outro assentamento é importante para criarmos intercâmbios de conhecimentos, e o programa Matas Legais assume papel fundamental nesse processo.
O coordenador do Programa Matas Legais no Paraná, Evilásio Puttkamer Junior, avalia o evento de maneira positiva: nos assentamentos estamos em contato com pessoas humildes e estas pessoas nos surpreendem ao demonstrarem grande interesse em preservar e recuperar as florestas nativas, diferentes da maioria dos grandes proprietários que demonstram maior resistência na preservação ambiental. Tenho certeza que os participantes do seminário retornaram às suas propriedades ainda mais conscientes de sua importância como grandes parceiros na preservação do meio ambiente.
O Programa Matas Legais é uma parceria da Apremavi e da Klabin S/A. No estado do Paraná o projeto encontra-se no 2º ano de atividades, e no estado de Santa Catarina em seu 4º ano. O programa tem o objetivo de desenvolver um programa de conservação, educação ambiental e fomento florestal que ajude a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, melhore a qualidade de vida da população e minimize impactos da produção florestal, levando em consideração o planejamento de propriedades e paisagens.
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12/02/2009 | Notícias
Lançado ano passado no Paraná, o Programa Matas Legais, iniciativa da Klabin e da ONG Apremavi (Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida), está alcançando mais uma meta no estado. Nesta nova etapa, produtores rurais participantes do Programa de Fomento Florestal da companhia e demais produtores de diversos municípios participarão de palestras e conhecerão propriedades rurais que estão sendo adequadas à legislação ambiental, garantindo, assim, a geração de renda e a preservação ambiental.
O primeiro seminário será realizado no dia 18 de fevereiro, no município de São Jerônimo da Serra (PR). Além da visita a uma propriedade modelo, os participantes assistirão a palestras sobre legislação ambiental e a associação de florestas plantadas às matas nativas. O objetivo é demonstrar, na prática, que é possível conciliar retorno financeiro e preservação ambiental. Dentro do conceito de planejamento da paisagem, orientamos os agricultores a viabilizar suas atividades produtivas e ao mesmo tempo manter as reservas destinadas a Áreas de Preservação Permanente (APPs), que protegem as nascentes dos rios, os corredores ecológicos e as espécies nativas, detalha Ivone Fier, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento, Qualidade e Ambiência Florestal da Klabin.
Durante a tarde de campo, os assuntos principais serão a recuperação de nascentes degradadas e a agroecologia. "Estamos satisfeitos com resultados apontados pelo Programa Matas Legais, já desenvolvido há três anos em Santa Catarina. Nossa expectativa é disseminar os mesmos conceitos de desenvolvimento sustentável por meio de seminários como este primeiro aqui no Paraná", afirma Leandro Casanova, engenheiro florestal da Apremavi.
Os participantes do Matas Legais no Paraná contam ainda com o suporte do Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural), que tem convênio firmado com a Klabin pelos próximos cinco anos. Esta parceria prevê aquisição de equipamentos e fortalece as atividades de capacitação e assistência técnica no desenvolvimento da atividade florestal.
Sobre o Programa Matas Legais
O Programa Matas Legais auxilia os produtores rurais a planejar suas propriedades de forma adequada, desenvolvendo atividades produtivas sustentáveis de acordo com a legislação. Dessa forma, uma equipe técnica especializada é responsável por ensinar aos produtores conceitos de ecologia e orientar o desenvolvimento atividades como agricultura, ecoturismo e fomento florestal. O resultado é o cumprimento das normas ambientais vigentes e, ainda, a formação de um lugar agradável para se viver e trabalhar.
Sobre o Programa de Fomento Florestal
A Klabin mantém, desde 1984, o Programa de Fomento Florestal, que é parte de sua Política de Sustentabilidade. Ao todo, são 17 mil proprietários fomentados, de 76 municípios de São Paulo, Santa Catarina e Paraná. O programa incentiva o cultivo sustentável de florestas plantadas nas áreas ociosas das propriedades, permitindo a diversificação das atividades produtivas e a geração de uma poupança verde, que gera renda extra para os produtores rurais e suas famílias. O fomento florestal também traz benefícios ambientais, pois as florestas plantadas são recursos naturais renováveis que protegem o solo e contribuem para regularizar o fluxo das águas. Além de fornecer matéria-prima para a Klabin, o fomento disponibiliza madeira para usos industriais. Além do apoio da Klabin, a iniciativa conta com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora), modalidades de financiamento em que a Klabin se torna avalista dos produtores rurais.
Sobre a Klabin
A Klabin é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil. É líder na produção de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, além de comercializar madeira em toras. Fundada há 109 anos, possui 17 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina. É pioneira no setor de papel e celulose no Brasil a ter suas florestas e seus processos produtivos certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council), confirmando que a empresa desenvolve suas atividades dentro dos mais elevados padrões socioambientais.
Sobre a Apremavi
A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), é uma instituição sem fins lucrativos fundada em 1987. Assume o papel de vanguarda no que se refere aos problemas ambientais do Estado de Santa Catarina, apontando agressões ambientais e tomando iniciativas para solucioná-las por meio de ações educativas, produção de mudas florestais nativas, projetos de reflorestamento e recuperação de áreas e práticas de agricultura orgânica.
01/12/2008 | Notícias
No dia 28 de novembro de 2008 a Klabin e a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), realizaram em Otacílio Costa (SC), a 1ª Festa do Fomento Florestal do Estado de Santa Catarina. O evento contou com a participação de mais de 100 agricultores da região do Alto Vale do Itajaí, além de técnicos da Epagri, sempre parceiros das instituições.
O objetivo do encontro foi promover uma integração entre os fomentados e premiar aqueles que tiveram maior destaque no Programa Matas Legais, uma parceria da Klabin com a Apremavi que já existe há mais de três anos. O objetivo do Programa Matas Legais é promover a adequação ambiental dos fomentados (agricultores parceiros da empresa no plantio de eucalipto) frente à legislação florestal. Essa parceria tem contribuído muito para o desenvolvimento de uma silvicultura sustentável na região de atuação da empresa.
A programação do evento iniciou com uma visita à Fábrica de Papel e Celulose da Klabin, onde todos tiveram a oportunidade de conhecer as etapas do processo produtivo da empresa. Em seguida, reuniram-se no salão da igreja São José, município de Otacílio Costa, para a entrega da premiação e finalizou com um delicioso almoço de confraternização.
Foram premiados 11 agricultores que mais se destacaram no Programa Matas Legais. Alguns critérios utilizados para a premiação foram: Respeito às áreas de preservação permanente (APPs), recuperação de APPs com plantio de árvores nativas, existência de reserva legal averbada na propriedade, entre outras. Critérios silviculturais com relação ao Eucalipto, também foram considerados nessa avaliação.
Amilton Vessel, um dos premiados, expressou sua satisfação: sei que ganhei o prêmio porque plantei as árvores nativas nas minhas nascentes. Isso mostra a consciência ambiental e faz com que parcerias como o Programa Matas Legais tenham tanto sucesso.
Nesse momento de dor pelo qual passa o Estado de Santa Catarina, por conta das enchentes e deslizamentos, é bom lembrar que o cumprimento da legislação ambiental é fundamental para evitar ou minimizar acontecimentos desse tipo.
Almoço de confraternização da 1ª Festa do Fomento Florestal de SC
11/11/2008 | Notícias
Nos dias 6 e 7 de novembro aconteceu o II Encontro do Fórum Regional Paraná e Santa Catarina, do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e Pampa, uma iniciativa que reúne empresas do setor florestal e organizações ambientalistas e que vêem discutindo e implementando ações destinadas a conservação da biodiversidade associadas às operações da produção florestal.
O II Encontro foi coordenado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), The Nature Conservancy (TNC), Klabin e Rigesa, e contou com a presença de 30 representantes de organizações ambientalistas e empresas do setor florestal. O encontro aconteceu no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica em Atalanta, Santa Catarina.
Os fóruns regionais têm como objetivo discutir e encaminhar soluções em nível local para os temas que dizem respeito à silvicultura e à conservação. Além disso, os fóruns regionais têm mais condições do que o fórum nacional de colocar projetos efetivamente em andamento, comentou Miriam Prochnow, Coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi e atual Secretária Executiva do Fórum Nacional do Diálogo.
Neste II Encontro aconteceram as reuniões dos Grupos de Trabalho (GTs) do Projeto Piloto e do Fomento e seus resultados e encaminhamentos foram discutidos em reunião plenária, para a definição das ações regionais.
O GT do Projeto Piloto definiu uma região geográfica onde será realizado um diagnóstico e montado um banco de dados, que servirá para definir as ações a serem implementadas na região. As informações a serem sistematizadas e compiladas são:
- Áreas georeferenciadas de empresas contendo perímetro de fazendas, áreas de preservação permanente, alocação de reservas legais e áreas de vegetação nativa não alocadas como reserva legal;
- Áreas georeferenciadas de atuação das ONGs contendo pontos de atuação e/ou perímetro de projetos (áreas próprias, RPPNs,…), dando sempre preferência para o último;
- Unidades de Conservação e Terras Indígenas;
- Áreas de desmatamento/ameaças
- Existência de ações do Projeto Microbacias
- Dados sobre as Prefeituras (conselhos, fundo de meio ambiente e plano diretor)
- Mapa de planejamento de empreendimentos (hidrelétricos, industriais, infraestutura, etc.)
Já o GT do Fomento, fez uma análise detalhada dos critérios já aprovados no Fórum do Sul e Extremo Sul da Bahia (em anexo) e referendados pelo Fórum Nacional, propondo uma adequação para a realidade local. Os critérios foram revistos pela plenária e agora serão discutidos internamente nas empresas.
Durante o evento também foi apresentado o Programa de Constituição da Reserva legal da Klabin, vide apresentação anexa. A Apremavi também fez a apresentação do Programa Matas Legais, em parceria com a Klabin, e do projeto de Recuperação de APPs, em parceria com a Adami.
Além de todas essas discussões, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto os projetos da Apremavi, em especial o Viveiro de Mudas Nativas Jardim das Florestas , alguns plantios do Programa Clima Legal e o Parque Natural Mata Atlântica.
O próximo encontro acontecerá em março de 2009, na cidade de Caçador e contará com o apoio da ONG Gato do Mato e da empresa Adami, além das organizações que já fazem parte da coordenação do Fórum.
O Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e Pampa, em nível nacional, é atualmente coordenado pelas seguintes organizações não-governamentais: Instituto BioAtlântica, The Nature Conservancy (TNC), Conservação Internacional (CI), Biodiversitas e Apremavi; e pelas seguintes empresas do setor de papel e celulose: Rigesa/MeadWestvaco, Suzano Papel e Celulose, Veracel Celulose, Cenibra e VCP.
O objetivo geral do Diálogo é construir uma visão comum entre empresas e ambientalistas, para a promoção de ações efetivas em prol da conservação da biodiversidade associadas às operações de produção florestal, e ampliar a escala dos esforços e gerar benefícios tangíveis, tanto para os participantes do Diálogo quanto para a sociedade em geral.
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10/11/2008 | Notícias
Nos dias 05 e 06 de novembro de 2008, foi realizado em Piracicaba (SP), na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) USP, o 2º Workshop sobre Adequação Ambiental e a Propriedade Rural. O evento foi organizado pela ESALQ USP e pelo Grupo de Adequação Ambiental (GADE) formado por professores e alunos da Universidade.
A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), participou do evento a convite dos organizadores, para ministrar palestra sobre o programa Matas Legais (programa ambiental de parceria entre Klabin e Apremavi). A palestra cujo título foi: Programa Matas Legais: um caminho para a sustentabilidade do setor florestal teve como principal objetivo mostrar a experiência realizada com fomentados da empresa Klabin, no Estado de Santa Catarina e Paraná, com relação ao desenvolvimento de uma silvicultura sustentável nas regiões de atuação da empresa.
A exposição foi voltada principalmente nos aspectos referentes ao respeito às APPs (Áreas de Preservação Permanente), mostrando as potencialidades do setor florestal brasileiro, mas salientando que o respeito a legislação ambiental deve ser observado para que se possa assim atingir a sustentabilidade do setor.
De acordo com Leandro Casanova, engenheiro florestal da Apremavi, o evento foi bastante produtivo. As falas dos palestrantes tiveram uma temática ambiental significativa e unânime, demonstrando que a atual época tem como missão reverter processos responsáveis por parte das degradações ambientais do passado.
21/10/2008 | Notícias
A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a Klabin S/A, conquistaram em conjunto o 16º Prêmio Expressão de Ecologia, com o case Programa Matas Legais, na categoria Conservação de Recursos Naturais.
O Programa Matas Legais, é uma parceria da Apremavi e Klabin iniciada em 2005 no estado de Santa Catarina e, devido ao grande sucesso das atividades e ótimos resultados até o momento, o programa foi estendido, este ano, para o estado do Paraná. O objetivo do Programa Matas Legais é desenvolver ações de Conservação, Educação Ambiental e Fomento Florestal que ajudem a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, a melhorar a qualidade de vida da população e aprimorar o desenvolvimento florestal, tendo como base o planejamento de propriedades e paisagens.
Em matéria recente, o Matas Legais foi mostrado no Programa Globo Rural.
Resultados
O Programa Matas Legais tem um forte componente no que se refere à questão de educação ambiental, e por isso, quantificar momentaneamente os resultados é uma meta difícil. Seu resultado no médio e longo prazo é algo transformador.
O programa disponibiliza uma série de materiais didáticos direcionados aos fomentados: livros e cartilhas com temáticas ambientais, jogos educativos, visando despertar o interesse das crianças com relação ao meio ambiente. Somente a educação é um fator gerador de mudanças. O programa também disponibiliza camisetas, bonés e placas para o fomentado, trazendo o reconhecimento como participante do Programa Matas Legais.
Como grande meta o programa tem como missão desenvolver na região de atuação a conquista de uma tradição florestal que desperte além do interesse pela atividade produtiva, a recuperação e a conservação dos remanescentes florestais nativos, visando o desenvolvimento de uma silvicultura sustentável.
A mudança de paradigma com relação ao uso sustentável da atividade florestal, no que se refere principalmente ao respeito as Áreas de Preservação Permanente (nascentes, riachos e rios) é uma conquista muito importante que poderá se traduzir na revitalização dos recursos hídricos da região, já em alguns casos comprometidos. Dessa forma temos não só beneficiados diretos com esses ganhos ambientais, como também beneficiados indiretos: toda a sociedade a qual são usuários de água da bacia hidrográfica.
Ao se considerar que pela primeira vez na região ou talvez no país, um programa ambiental de parceria de uma empresa do setor de base florestal e uma ONG ambientalista exigem o cumprimento de aspectos legais por parte de seus fomentados no sentido de se adequarem ambientalmente à atividade florestal produtiva, nota-se aí uma inovação.
Como resultados quantitativos podemos apontar que, até julho de 2008 o programa Matas Legais já promoveu:
- Cadastramento de 232 produtores fomentados nas regiões do Alto Vale do Itajaí e do Planalto Catarinense;
- 17 cidades atendidas pelo programa;
- Visitas técnicas para o planejamento da propriedade;
- Entrega de 258 mil mudas de espécies nativas e conscientização ambiental, com a distribuição de cartilhas e cartazes;
- Realização de cerca de 50 eventos, entre seminários, cursos e exposição.
O exemplo do Programa Matas Legais tem um forte potencial de replicação, pois, outros setores, além do florestal, seriam importantes para somarem forças nesse novo modelo econômico. No Alto Vale do Itajaí a economia é baseada no setor primário, principalmente na agricultura, portanto, proprietários rurais e empresas diretamente ligadas a esse setor teriam também um papel importante nesse contexto, como é o caso de agricultores ligados à rizicultura, fumicultura e também empresas fumageiras, pelo seu potencial de alcance no meio rural e capacidade de gerar impactos positivos.
Os bons resultados do programa no Estado de Santa Catarina serviram de estímulo para a replicação do programa no estado do Paraná, em julho de 2008.
16º Edição do Prêmio
Esta é a 16º edição do Prêmio Expressão de Ecologia e é a quarta vez que a Apremavi é selecionada. Em 1998, a entidade venceu a 6ª edição com o case Programa Agroeducação na categoria Educação Ambiental; em 2002, na 10ª edição, a Apremavi venceu com o case Conservando a Mata Atlântica através do enriquecimento de florestas secundárias na categoria Conservação dos Recursos Naturais; e em 2007 a entidade venceu a 15ª edição com o case Planejando Propriedades e Paisagens na categoria Conservação dos Recursos Naturais.
A coordenação do Prêmio Expressão de Ecologia também concedeu um prêmio especial denominado Ação Ambiental Especial para o Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, no qual a Apremavi participa da coordenação geral.
O Prêmio Expressão de Ecologia foi criado em 1993 pela Editora Expressão, um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro – Eco 92. Para a Apremavi, é uma honra ser vencedora de mais uma edição deste prêmio que é referência nacional.
A cerimônia de premiação dos ganhadores, deve ocorrer no mês de março de 2009.
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29/08/2008 | Notícias
No dia 26 de agosto de 2008, o programa Globo Rural da TV Globo, exibiu reportagem sobre o Programa Matas Legais.
O Matas Legais é uma parceria da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) com a Klabin, e tem com o objetivo desenvolver ações de conservação, educação ambiental e fomento florestal, ajudando a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, melhorar a qualidade de vida da população e aprimorar o desenvolvimento florestal, tendo como base o planejamento de propriedades e paisagens.
Leandro Casanova, engenheiro florestal da Apremavi diz que através dessa parceria foi possível fazer um trabalho integrado com os fomentados que plantam eucalipto no sentido de dar apoio e subsídio para que eles tenham condições de recuperar suas áreas com espécies nativas.
O Programa é executado em Santa Catarina desde 2005 e agora está em sua segunda fase. Em junho de 2008 o programa foi lançado no Paraná, expandindo as suas atividades.
Até o momento projeto doou cerca de 260 mil mudas de espécies nativas para agricultores recuperarem áreas de preservação permanente, principalmente em topos de morros, margens e rios.
Para assistir a matéria clique aqui.
31/07/2008 | Notícias
Durante o período de 22 a 26 de julho de 2008, técnicos da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) que atuam no Programa Matas Legais no estado de Santa Catarina (SC), estiveram na região de abrangência do programa no Estado do Paraná (PR). O objetivo do encontro foi integrar a equipe dos dois estados, bem como trocar informações juntamente com a equipe da Klabin sobre o andamento do programa. No estado do Paraná, as atividades do programa iniciaram-se no mês de abril deste ano, e em Santa Catarina já estamos no 4º ano de atividades.
O Programa Matas Legais é uma parceria da Apremavi com a Klabin S/A que tem como objetivo principal desenvolver um programa de conservação, educação ambiental e fomento florestal que ajude a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, melhore a qualidade de vida da população e minimize impactos da produção florestal, levando em consideração o planejamento de propriedades e paisagens.
Durante as visitas nas propriedades foi possível confirmar o empenho da equipe na realização das demarcações das Áreas de Preservação Permanente (APPs), bem como na forma de abordagem realizada nestas propriedades. A sensibilização através da Educação Ambiental está promovendo resultados satisfatórios. Os fomentados estão vendo o programa de forma positiva. Eles recebem orientação sobre a legislação ambiental vigente e a forma de realizarem a adequação ambiental gradativa e consorciada com o fomento florestal realizado pela Klabin. Os fomentados estão se propondo a recuperar áreas ciliares com mudas nativas da Mata Atlântica em suas propriedades.
A Klabin desenvolve suas atividades florestais e industriais com base no conceito de Desenvolvimento Sustentável, como forma de garantir a biodiversidade e o equilíbrio do ecossistema das regiões onde atua.
Entende-se que a Educação Ambiental é um processo contínuo e longo de aprendizagem. Visa buscar uma compreensão global do ambiente, através da elucidação de conceitos, da compreensão das relações e inter-relações da sociedade com a natureza e do resgate de valores éticos. Deve ser eminentemente interdisciplinar, participativa, comunitária, criativa e deve valorizar a ação orientada para a busca da melhoria da qualidade de vida local.
Entrega de material de educação ambiental
Dentro desta perspectiva, qualquer proposta de ação de Educação Ambiental deve fundamentar-se e adaptar-se aos aspectos característicos do local de atuação, trabalhando com seus problemas específicos e soluções próprias, respeitando a cultura, os hábitos, os aspectos psicológicos, as características biofísicas e sócio-econômicas de cada localidade.
De acordo com Leandro Casanova, Coordenador Geral do Programa Matas Legais nos dois estados, Foi possível constatar durante as visitas aos proprietários rurais, que a percepção ambiental está mudando. A preocupação com relação as questões ambientais fazem parte, hoje, da vida de grande parte de pessoas que vivem no meio rural. O Programa Matas Legais veio dar um incentivo e um estímulo aos fomentados da Klabin no que se refere ao planejamento de propriedades.
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20/06/2008 | Notícias
No dia 19 de junho de 2008, foi lançando em Telêmaco Borba (PR), o Programa Matas Legais, uma parceria entre a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e Klabin.
O Programa já existe em Santa Catarina desde 2005, onde tem apresentando resultados animadores. No primeiro ano contava com apenas 11 proprietários rurais, já no terceiro ano, esse número subiu para 238 produtores. Desde o início do programa, foram doadas cerca de 258 mil mudas de espécies nativas.
Além da recuperação da mata nativa, o programa estimula o planejamento da propriedade rural, com a adequação das propriedades à legislação, promove educação ambiental e a conservação do meio ambiente, utilizando o conceito da Propriedade Legal, ou seja, aquela que cumpre a legislação e ao mesmo tempo é lugar agradável, bonito, bom de viver e com geração de renda.
Inicialmente, no Paraná, as cidades beneficiadas pelo programa serão Curiúva, Sapopema e São Jerônimo da Serra. Com o decorrer do projeto, outras cidades poderão ser incluídas no programa.
"Os resultados apontados pelo Programa Matas Legais demonstram que é possível colocar em prática os conceitos do cumprimento da legislação, aliados ao desenvolvimento sustentável. Por isso, estamos apostando em sua expansão", afirma Miriam Prochnow, Coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi. Assim, incentivamos a melhoria da qualidade de vida da população e do desenvolvimento florestal, com base no planejamento das paisagens, completa. O programa também incentivará a silvicultura com plantas exóticas e nativas, o enriquecimento de florestas secundárias, agricultura orgânica e ecoturismo.
A iniciativa está em sintonia com a Política de Sustentabilidade da Klabin, pela qual a empresa se compromete a assegurar o abastecimento de madeira plantada para suas fábricas de forma sustentada, preservando os ecossistemas naturais associados. A companhia aposta no Programa Matas Legais, em parceria com a Apremavi, e em seus benefícios para o meio ambiente e para as comunidades. Com esta ação, trazemos a sociedade para participar de nossa cadeia produtiva de forma sustentável, enfatiza Carlos Mendes, gerente da Unidade Florestal da Klabin no Paraná.
O evento, que ocorreu no Clube Harmonia, na fazenda Monte Alegre em Telêmaco Borba, foi um sucesso e contou com a presença de mais de 150 pessoas, entre elas proprietários rurais, representantes de prefeituras, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), do Ministério do Meio Ambiente e de outros parceiros da Apremavi, como a The Nature Conservancy (TNC), a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e o Mater Natura.
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07/05/2008 | Notícias
No dia 06 de maio de 2008, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a Klabin, promoveram em Lages (SC), no Salão de Atos da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), o 3º Seminário Regional do Programa Matas Legais. Participaram do evento, técnicos da Epagri da região do Alto Vale e Planalto Catarinense, acadêmicos de diversos cursos da Uniplac e da Universidade do Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Udesc), secretários de meio ambiente e agricultura de diversos municípios da região e técnicos da área ambiental.
O Programa Matas Legais é uma parceria entre a Apremavi e a Klabin, lançado em 2005. Em seu primeiro ano trabalhou com apenas 11 proprietários rurais, mas o sucesso do programa pode ser visto através das adesões após o terceiro ano, 232 produtores. O objetivo do programa é aumentar as áreas de mata nativa no estado de Santa Catarina, e conscientizar os proprietários rurais sobre a importância da prática do desenvolvimento sustentável e da conservação do meio ambiente.
A primeira palestra do seminário, ministrada pelo Engenheiro Florestal da Apremavi, Leandro Casanova, teve como tema o Programa Matas Legais. Leandro fez uma explanação sobre o andamento das atividades do programa, os resultados alcançados até o momento, também mostrou aos presentes os benefícios que um programa como esse oferece aos proprietários que o integram.
O Programa Matas Legais é uma iniciativa inédita entre uma empresa do setor florestal e uma organização não governamental, que tem como objetivo principal o cumprimento da legislação ambiental, a conservação dos recursos naturais existentes na propriedade, além de ter uma preocupação especial com os aspectos paisagísticos das propriedades rurais.
Na seqüência, o Engenheiro Florestal e gerente de fomento da Klabin, Ronaldo Luiz Sella, falou sobre o programa de fomento florestal da Klabin. O objetivo principal da palestra foi mostrar as vantagens que a floresta plantada pode ter em relação a outras atividades agrícolas em médio prazo. Procurou incentivar a participação das pessoas no plantio correto e planejado das florestas. Disse que os produtores fomentados, têm a possibilidade de vender sua madeira á Klabin, tendo um incremento na renda familiar.
Dando continuidade às palestras, a Coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi, Miriam Prochnow, falou sobre o Diálogo Florestal para a Mata Atlântica. O Diálogo tem como objetivo reunir os ativos dos dois setores em prol da conservação da Mata Atlântica. Entre os temas prioritários do Diálogo estão o fomento florestal e o ordenamento territorial.
Para finalizar, o professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) Walter de Paula Lima, ministrou a palestra As florestas plantadas e a água, enfatizando a relação existente entre as florestas plantadas e a disponibilidade de água de boa qualidade para o consumo. Em sua palestra, Walter diz que a formação dessas florestas em áreas degradadas deve contribuir, em médio e longo prazo, para a melhoria gradativa do funcionamento hidrológico das microbacias, desde que a floresta plantada seja manejada de forma adequada.
Na opinião da professora da Uniplac, Silvana Meirelles Coimbra, o evento foi uma oportunidade para a comunidade serrana e as pessoas que trabalham com reflorestamento, saber que existe uma empresa como a Klabin, que se preocupa com o meio ambiente. O Programa Matas Legais contribui muito, porque chama a universidade para a realidade local, e mostra os resultados obtidos. As pessoas aprendem a respeitar os limites da paisagem serrana, e assim pode-se construir uma paisagem mais diversificada, através de um planejamento com o objetivo de torná-la legal.
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