Apremavi lança jogo virtual

Começou outubro, o mês em que se comemora o dia das crianças. A Apremavi preparou uma novidade para a garotada e também para os mais crescidinhos. Está lançando o jogo Fique Legal! em versão online no seu site. É só entrar e jogar.

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Jogo Fique Legal! agora também tem versão online.

O jogo é baseado na versão impressa, que faz parte do kit Planejando Propriedades e Paisagens. Este kit é utilizado em vários projetos, como por exemplo, o Matas Legais. A versão gigante do jogo, um tabuleiro de lona que mede 6 X 4 metros, onde as pessoas são os peões que se deslocam de acordo com o resultado do dado gigante, tem sido muito utilizado nas atividades cotidianas de educação ambiental da Apremavi. O jogo gigante também faz a festa em inúmeros eventos, como no Encontro Nacional dos Escoteiros em Brasília, na Festa do Eucalipto em São Paulo, na Oficina do Projeto Rondon no Acre e até nas reuniões de planejamento da Apremavi.

A partir do mesmo tabuleiro da versão impressa e do jogo gigante, foi desenvolvida uma versão interativa, em formato Flash, ligada a um banco de dados, que armazena as perguntas e o ranking do jogo. Isso possibilita que os visitantes vejam sua colocação em relação aos outros participantes do jogo e também que o acervo de perguntas seja dinâmico e sempre renovado.

São 40 casas, entre perguntas, fotos e casas especiais, relacionadas às atividades da Apremavi e às questões de meio ambiente. O jogo virtual traz informações sobre inúmeros temas como: Mata Atlântica, áreas de preservação permanente, animais, plantas, curiosidades e ações que degradam a natureza e que devem ser evitadas.

A Apremavi decidiu investir numa versão virtual do jogo “Fique Legal”, porque as versões impressas têm feito muito sucesso e sido muito eficientes nas atividades de educação ambiental e com uma versão online será possível atingir um público muito maior e distante fisicamente da base da instituição.

Quem quiser colaborar, pode mandar sugestões de perguntas para o email: ascom@apremavi.org.br. A Apremavi vai analisar a sugestão e incorporá-la ao jogo.

Desejamos muita diversão a todos e ótimo aprendizado sobre as questões ambientais.

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Árvores nativas são sucesso na Semana da Primavera

Setembro sempre foi um mês especial para o Viveiro Jardim das Florestas. É o mês em que se comemora o dia da árvore e o início da primavera, mas também um mês em que as pessoas se animam muito em plantar árvores e por isso a movimentação no viveiro é grande. Grande por conta do número de mudas que são preparadas para deixar o viveiro rumo ao seu destino final e também porque começa a época em que se intensifica a coleta de sementes.

Em setembro foram coletas muitas sementes de várias espécies de ipês, que virarão belas mudas de árvores para serem plantadas no ano que vem. Este mês também foi intenso na realização de mutirões de plantio por parte de empresas, que também distribuíram mudas aos seus funcionários.

Durante o mês de setembro, foram retiradas do viveiro “Jardim das Florestas”, cerca de 100.000 mudas de árvores nativas. Dessas, 40 mil foram destinadas ao Programa Matas Legais em parceria com a Klabin e outras 30 mil foram retiradas pelo Supermercado Archer, que há 11 anos mantém parceria com a Apremavi. 8 mil foram para a Adami e 3 mil para a Malwee, que também mantém um amplo programa de plantio de nativas durante o ano todo.

Mas não foram só as empresas e as grandes quantidades que fizeram a movimentação no viveiro. Inúmeras pessoas como Tarcisio Polastre, Josemir Trentini e Joelson Eger retiraram entre 20 e 30 mudas cada um, ou o exemplo de Osni Schiestl que pegou 600, contribuindo dessa forma com a melhoria da qualidade de vida nas suas comunidades.

A certeza é de que todas essas mudas irão colaborar na amenização dos efeitos das mudanças climáticas e embelezarão os lugares  onde forem plantadas.

Apremavi visita entidade parceira na Espanha

No dia 08 de setembro de 2008, o Presidente da Apremavi, Edegold Schaffer, e a Secretaria Executiva, Maria Luiza Schmitt Francisco, estiveram em Barcelona visitando a Fundació Natura. Foram recepcionados por Francesc Giro e Stefan Esser, ambos coordenadores dos trabalhos da organização na Espanha.

A Fundació Natura é parceira da Apremavi no projeto de preservação e restauração de uma área de Mata Atlântica localizada na Serra do Lucindo, município de Bela Vista do Toldo (SC).

O terreno de 316 hectares, onde o projeto esta sendo desenvolvido, foi adquirido pela Apremavi, com recursos doados pela fundação espanhola, no ano de 2006.

O objetivo do encontro foi ter uma maior aproximação com a  entidade parceira, bem como discutir pontos estratégicos do projeto em andamento. Os recursos que estão sendo aplicados no projeto são oriundos da venda de créditos de carbono junto a empresas da Espanha.

Além da preservação e recuperação, pretende-se também, numa segunda fase, desenvolver atividades de educação ambiental e ecoturismo envolvendo a comunidade local.

A parceria da Apremavi com a Fundació Natura foi estimulada pela Fundação Avina, que tem líderes nas duas organizações.

Imagem aérea da Serra do Lucindo. Mata Atlântica preservada.

Curso de Turismo em Atalanta faz saída de campo

Desde julho de 2008 a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a Prefeitura Municipal de Atalanta, vem promovendo o curso de Profissionalização para o Turismo, voltado para os jovens do município.

Sábado, dia 16 de agosto de 2008, os alunos que participam do curso, realizaram a primeira saída de campo no município, que teve por objetivo verificar "in loco" o processo de planejamento de uma propriedade rural, visando o desenvolvimento do turismo e de atividades agrícolas, com base na sustentabilidade.

No período da manhã os estudantes conheceram duas propriedades na comunidade de Alto Dona Luiza: A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Serra do Pitoco, utilizada pela Apremavi como propriedade modelo, e a Propriedade Paraíso das Trutas.

O grupo foi recepcionado pelo presidente da associação, Edegold Schäffer, que foi uma das primeiras pessoas do município de Atalanta que apostou no desenvolvimento do turismo em propriedades rurais. Edegold, mostrou aos jovens que é possível conciliar o desenvolvimento agrícola e econômico de uma propriedade, respeitando e cumprindo a legislação ambiental.

No período vespertino, os estudantes conheceram a propriedade de Abelino Jochem, na comunidade de São Miguel, que ainda não trabalha com turismo, mas, possui um grande potencial natural ainda a ser planejado.

O proprietário guiou o grupo em seis cachoeiras existentes no local, uma delas com a formação de duas grutas em rocha calcária. O acesso até as cachoeiras ainda é difícil, uma vez que o terreno apresenta declives acentuados e até o momento não existem trilhas planejadas até as mesmas.

A última visita do dia foi na Agroindústria que está sendo implantada na comunidade de Dona Luiza, por iniciativa do Projeto Microbacias 2. Um dos alunos do curso que faz parte do projeto, explicou ao grupo como se dará o processo de produção e comercialização dos produtos.

Com essa saída de campo os estudantes puderam ver na prática a teoria passada em sala de aula. O curso, que termina no final do ano e está sendo ministrado pela funcionária da Apremavi e acadêmica do curso de turismo, Jaqueline Pesenti, prevê mais duas saídas de campo.

As aulas teóricas estão sendo ministradas no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica.

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Atividades do Programa Matas Legais no Paraná

Durante o período de 22 a 26 de julho de 2008, técnicos da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) que atuam no Programa Matas Legais no estado de Santa Catarina (SC), estiveram na região de abrangência do programa no Estado do Paraná (PR). O objetivo do encontro foi integrar a equipe dos dois estados, bem como trocar informações juntamente com a equipe da Klabin sobre o andamento do programa. No estado do Paraná, as atividades do programa iniciaram-se no mês de abril deste ano, e em Santa Catarina já estamos no 4º ano de atividades.

O Programa Matas Legais é uma parceria da Apremavi com a Klabin S/A que tem como objetivo principal desenvolver um programa de conservação, educação ambiental e fomento florestal que ajude a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, melhore a qualidade de vida da população e minimize impactos da produção florestal, levando em consideração o planejamento de propriedades e paisagens.

Durante as visitas nas propriedades foi possível confirmar o empenho da equipe na realização das demarcações das Áreas de Preservação Permanente (APPs), bem como na forma de abordagem realizada nestas propriedades. A sensibilização através da Educação Ambiental está promovendo resultados satisfatórios. Os fomentados estão vendo o programa de forma positiva. Eles recebem orientação sobre a legislação ambiental vigente e a forma de realizarem a adequação ambiental gradativa e consorciada com o fomento florestal realizado pela Klabin. Os fomentados estão se propondo a recuperar áreas ciliares com mudas nativas da Mata Atlântica em suas propriedades.

A Klabin desenvolve suas atividades florestais e industriais com base no conceito de Desenvolvimento Sustentável, como forma de garantir a biodiversidade e o equilíbrio do ecossistema das regiões onde atua.

Entende-se que a Educação Ambiental é um processo contínuo e longo de aprendizagem. Visa buscar uma compreensão global do ambiente, através da elucidação de conceitos, da compreensão das relações e inter-relações da sociedade com a natureza e do resgate de valores éticos. Deve ser eminentemente interdisciplinar, participativa, comunitária, criativa e deve valorizar a ação orientada para a busca da melhoria da qualidade de vida local.

Entrega de material de educação ambiental

Dentro desta perspectiva, qualquer proposta de ação de Educação Ambiental deve fundamentar-se e adaptar-se aos aspectos característicos do local de atuação, trabalhando com seus problemas específicos e soluções próprias, respeitando a cultura, os hábitos, os aspectos psicológicos, as características biofísicas e sócio-econômicas de cada localidade.

De acordo com Leandro Casanova, Coordenador Geral do Programa Matas Legais nos dois estados, “Foi possível constatar durante as visitas aos proprietários rurais, que a percepção ambiental está mudando. A preocupação com relação as questões ambientais fazem parte, hoje, da vida de grande parte de pessoas que vivem no meio rural. O Programa Matas Legais veio dar um incentivo e um estímulo aos fomentados da Klabin no que se refere ao planejamento de propriedades”.

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Metalúrgica Riosulense promove Semana de Educação Ambiental

De 07 e 11 de julho de 2008, aconteceu nas dependências da Metalúrgica Riosulense S/A, em Rio do Sul (SC), a 2ª Semana Interna de Qualidade e Meio Ambiente. O evento teve como objetivo, mostrar aos funcionários da empresa a importância da preservação do meio ambiente, e que todos devem estar envolvidos na responsabilidade de cuidar dele.

Na abertura do evento, os participantes assistiram a uma apresentação teatral, com a Trup Teatro, e em seguida a uma palestra da Bovespa sobre “Visão Financeira”.

No dia 10, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), esteve presente no evento através de seu funcionário Edinho Pedro Schäffer, para aplicar atividades lúdicas de Educação Ambiental com os funcionários da empresa.

Edinho Pedro Schaffer, aplicou junto aos funcionários o jogo gigante "Fique Legal" do Programa Planejando Propriedades e Paisagens. O conceito do Planejando Propriedades e Paisagens mostra que é completamente possível ter uma propriedade bonita, planejada e de bem com o meio ambiente.

Os participantes foram divididos em grupos de dez pessoas e cada grupo levou em média 30 minutos para a realização do jogo.

No decorrer do evento, ocorreram outras palestras sobre segurança e meio ambiente, captação de água da chuva e a relação da energia com o meio ambiente.

A Apremavi e a Metalúrgica Riosulense são parceiras na gestão do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, localizado no município de Atalanta (SC). O Parque é administrado pela Apremavi desde 2004, através de um Termo de Parceria com a Prefeitura Municipal de Atalanta.

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Conferência Internacional sobre Biodiversidade – COP9

De 19 a 30 de maio aconteceu em Bonn, na Alemanha, a 9ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU. Participaram das duas semanas de encontro, mais de quatro mil pessoas, entre representantes de países, organizações da sociedade civil, empresas e institutos de pesquisa. Na conferência oficial os delegados tomaram 37 decisões, entre as quais a adoção de um "Mapa do Caminho" para orientar a finalização do regime internacional, sobre acesso aos recursos genéticos e repartição de benefícios em 2010, no Japão, onde será realizada a próxima conferência.

Para os representantes da sociedade civil, acompanhar a conferência oficial é sempre um exercício de grande paciência, uma vez que os avanços das discussões são lentos, se comparados à urgência das ações em prol do futuro. Mas levando em conta que essas discussões estão sendo feitas com todo o mundo, resta a esperança de que o que está sendo decidido, de fato seja colocado em prática.

Vários assuntos polêmicos ficaram ainda sem uma definição concreta, como é o caso do financiamento das ações de conservação da biodiversidade, ou seja: quem paga a conta?, a questão da fertilização dos oceanos como estratégia para amenizar os efeitos das mudanças climáticas e a questão das árvores trangênicas, sem falar é claro, nos biocombustíveis.

É sempre bom lembrar que uma das metas da convenção da biodiversidade, é que cada país tenha no mínimo 10% de cada Bioma, protegido em Unidades de Conservação (UCs) de Proteção Integral. Para o Brasil esse é realmente um grande desafio. A Amazônia conta hoje com um grande programa de Unidades de Conservação, que é o ARPA (Áreas Protegidas da Amazônia) e que tem feito um excelente trabalho a caminho da conservação de pelo menos 30% do Bioma.

Se pensarmos na Mata Atlântica, onde temos cerca de 6% do que resta do Bioma em UCs, sendo que destes, 2,5% são de proteção integral, fica evidente que ainda temos muito a fazer. Mas se olharmos para os outros biomas: Cerrado, Caatinga, Pantanal e Pampa, vemos que a situação é ainda mais grave e que medidas de conservação precisam ser tomadas imediatamente.

Paralelamente à conferência oficial, foi organizada uma ampla exposição da biodiversidade, onde os países mostraram o que tem feito pela conservação dos recursos naturais ao redor do mundo. Além disso, uma centena de eventos paralelos, os chamados “side events” fizeram a festa de quem foi para a COP9 para participar de discussões concretas e variadas sobre meio ambiente.

A Mata Atlântica se fez presente com um estande, organizado em conjunto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) e os organismos da Cooperação Internacional Brasil/Alemanha. O estande que representou muito bem a diversidade do Bioma fez muito sucesso, inclusive com as crianças que se divertiram montando o quebra-cabeças gigante, colorindo ilustrações e tirando fotos com o totem do mico-leão-dourado, mascote do Estande.

O side event, realizado no dia 27 de maio (Dia da Mata Atlântica), lotou o auditório do Ministério do Meio Ambiente da Alemanha, com discussões sobre a atual situação do Bioma e ações que ainda precisam ser realizadas para a conservação de uma das florestas mais ricas em biodiversidade do mundo.

Umas das marcas registradas da conferência em Bonn foi o toque irônico das mensagens, presente nos postais, cartazes e grandes painéis. Um dos painéis que fez mais sucesso mostrava um macaco falando para os humanos, que biodiversdiade não é palhaçada: "vielfalt ist kein affentheater". Um outro mostrava uma reunião de animais dizendo: "os humanos estariam melhor protegidos em parques nacionais". Quem sabe esse tom irônico consiga chegar à consciência das pessoas com mais facilidade, para dizer na verdade que a questão do meio ambiente precisa ser tratada sim, com muita seriedade.

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Parque Mata Atlântica comemora oito anos de criação

Para comemorar os oito anos de criação do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a Prefeitura Municipal de Atalanta(SC), realizaram no dia 09 de maio de 2008, nas dependências do parque, um evento com o objetivo de apresentar ao público a importância das Unidades de Conservação e os resultados e perspectivas para o parque. O evento contou com a presença de cerca de 60 pessoas e foi realizado com o apoio da Metalúrgica Riosulense S/A.

Entre os presentes, estavam representantes do poder público e legislativo de Atalanta e de outros municípios da região do Alto Vale do Itajaí, membros da Apremavi, estudantes das escolas municipais e da escola estadual do município, comunidade local, representantes da Metalúrgica Riosulense e da família Gropp.

O Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, localizado no município de Atalanta (SC), tem 54 hectares e desde 2004 é gerido e administrado pela Apremavi, através de um Termo de Parceria firmado com a Prefeitura Municipal. No passado, a área abrigava uma fecularia pertencente à família Gropp e hoje é a primeira e até o momento, a única área pública oficialmente protegida dentro do município de Atalanta.

Na gestão do parque, a Apremavi conta com o valiosíssimo apoio da empresa Metalúrgica Riosulense S/A desde 2005. Ações como esta, vem provar que a visão empreendedora ultrapassa os limites da empresa e se foca na preservação ambiental local e regional e defende um planeta ecologicamente sustentável e equilibrado.

A primeira palestra da noite foi ministrada por Lucia Sevegnani, que falou sobre a criação de Unidades de Conservação e sua importância, apresentando dados e fotos alarmantes sobre a situação ambiental do planeta terra. Lúcia é mestre em Botânica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Dra. em Ecologia pela Universidade de São Paulo, Professora e Pesquisadora em Botânica e Ecologia Florestal, Cursos de Ciências Biológicas e Engenharia Florestal, professora do Mestrado em Engenharia Ambiental da Universidade Regional de Blumenau – FURB.

A segunda palestra da noite foi ministrada pelos funcionários da Apremavi, Leandro Casanova e Jaqueline Pesenti que apresentaram ao público as atividades que foram realizadas desde a criação do parque, relembrando os fatos históricos nos tempos em que ainda funcionava a fecularia. Foi enfatizada a importância do parque para o desenvolvimento da economia local, além de apresentadas algumas idéias de projetos que se pretende desenvolver na área do parque.

O evento contou com a apresentação especial dos alunos da Escola Municipal Vila Gropp, que se localiza nas proximidades do parque. Os estudantes cantaram uma canção e leram trechos da carta escrita pela adolescente canadense Seven Suzuki, apresentada em 1992 aos representantes de quase todos os países do mundo durante a ECO 92. A carta mostra que muitas vezes as crianças podem dizer verdades inconvenientes e que estão preocupadas com o futuro do planeta.

Desde a sua criação, o Parque Mata Atlântica já recebeu cerca de 7 mil visitantes de várias cidades, estados e até de fora do país. A estrutura de recepção e trilhas existentes na área permite que o parque receba e sensibilize crianças desde a pré-escola até grupos de terceira idade, sempre enfatizando e motivando essas pessoas a valorizar e preservar os recursos naturais existente no seu município de origem e região.

É importante salientar que cada um de nós tem uma parcela de responsabilidade na preservação do meio ambiente. Nós somos os responsáveis pelo ambiente que queremos!

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Matas Legais realiza seminário em Lages

No dia 06 de maio de 2008, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e a Klabin, promoveram em Lages (SC), no Salão de Atos da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), o 3º Seminário Regional do Programa Matas Legais. Participaram do evento, técnicos da Epagri da região do Alto Vale e Planalto Catarinense, acadêmicos de diversos cursos da Uniplac e da Universidade do Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Udesc), secretários de meio ambiente e agricultura de diversos municípios da região e técnicos da área ambiental.

O Programa Matas Legais é uma parceria entre a Apremavi e a Klabin, lançado em 2005. Em seu primeiro ano trabalhou com apenas 11 proprietários rurais, mas o sucesso do programa pode ser visto através das adesões após o terceiro ano, 232 produtores. O objetivo do programa é aumentar as áreas de mata nativa no estado de Santa Catarina, e conscientizar os proprietários rurais sobre a importância da prática do desenvolvimento sustentável e da conservação do meio ambiente.

A primeira palestra do seminário, ministrada pelo Engenheiro Florestal da Apremavi, Leandro Casanova, teve como tema o Programa Matas Legais. Leandro fez uma explanação sobre o andamento das atividades do programa, os resultados alcançados até o momento, também mostrou aos presentes os benefícios que um programa como esse oferece aos proprietários que o integram.

O Programa Matas Legais é uma iniciativa inédita entre uma empresa do setor florestal e uma organização não governamental, que tem como objetivo principal o cumprimento da legislação ambiental, a conservação dos recursos naturais existentes na propriedade, além de ter uma preocupação especial com os aspectos paisagísticos das propriedades rurais.

Na seqüência, o Engenheiro Florestal e gerente de fomento da Klabin, Ronaldo Luiz Sella, falou sobre o programa de fomento florestal da Klabin. O objetivo principal da palestra foi mostrar as vantagens que a floresta plantada pode ter em relação a outras atividades agrícolas em médio prazo. Procurou incentivar a participação das pessoas no plantio correto e planejado das florestas. Disse que os produtores fomentados, têm a possibilidade de vender sua madeira á Klabin, tendo um incremento na renda familiar.

Dando continuidade às palestras, a Coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi, Miriam Prochnow, falou sobre o Diálogo Florestal para a Mata Atlântica. O Diálogo tem como objetivo reunir os ativos dos dois setores em prol da conservação da Mata Atlântica. Entre os temas prioritários do Diálogo estão o fomento florestal e o ordenamento territorial.

Para finalizar, o professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) Walter de Paula Lima, ministrou a palestra “As florestas plantadas e a água”, enfatizando a relação existente entre as florestas plantadas e a disponibilidade de água de boa qualidade para o consumo. Em sua palestra, Walter diz que “a formação dessas florestas em áreas degradadas deve contribuir, em médio e longo prazo, para a melhoria gradativa do funcionamento hidrológico das microbacias, desde que a floresta plantada seja manejada de forma adequada”.

Na opinião da professora da Uniplac, Silvana Meirelles Coimbra, “o evento foi uma oportunidade para a comunidade serrana e as pessoas que trabalham com reflorestamento, saber que existe uma empresa como a Klabin, que se preocupa com o meio ambiente. O Programa Matas Legais contribui muito, porque chama a universidade para a realidade local, e mostra os resultados obtidos. As pessoas aprendem a respeitar os limites da paisagem serrana, e assim pode-se construir uma paisagem mais diversificada, através de um planejamento com o objetivo de torná-la legal”.

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Apremavi presente na mostra Ecos da Terra

Entre os dias 23 e 30 de abril de 2008, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), participou do evento que faz parte do Projeto SESCiência, em espaço cedido pelo CEDUP “Renato Ramos da Silva” em Lages/SC.

A engenheira agrônoma Adelina Berns da Apremavi, esteve presente durante os sete dias do evento, explanando aos visitantes detalhes sobre os trabalhos desenvolvidos pela Apremavi nas área de preservação e recuperação do meio ambiente.

A mostra teve como objetivo, levar aos participantes a importância da conservação e uso consciente dos quatro elementos: ar, água, terra e fogo; através da exploração de maquetes que abordaram o conhecimento da energia eólica, energia solar, erosão, enchentes e também através de espaços onde foram simulados uma floresta com espécies de árvores nativas em equilíbrio com os animais, mostrando a importância destas florestas para a sobrevivência da fauna e para o equilíbrio do ambiente, um mini viveiro para produção de mudas florestais e uma tenda onde havia contadores de histórias.

A Apremavi colaborou no evento com a doação de mudas florestais de espécies nativas, além de mostrar um pouco mais do seu trabalho na preservação do meio ambiente, enfocando o Programa Matas Legais em parceria com a Klabin e os trabalhos com educação ambiental.

O evento teve a participação de aproximadamente 3.800 alunos de 25 escolas da rede de ensino municipal, estadual e particular do município de Lages (SC).

Conhecer a importância da preservação é o primeiro passo para que os seres vivos continuem usufruindo os recursos que os mesmos proporcionam e garantam esses benefícios às gerações futuras. O ser humano não pode esquecer que faz parte da natureza e a contribuição para a conservação da mesma é essencial para sua própria existência.

Alunos do município de Lages (SC), recebendo orientação educacional.

Apremavi no Projeto Rondon 2008

O mês de fevereiro foi especial para a funcionária Jaqueline Pesenti da Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí (Apremavi). Ela participou do Projeto Rondon, na Operação Retorno Verão 2008, no município de Mâncio Lima (AC), como estutande de turismo, da Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (Unidavi).

O Projeto Rondon foi criado em 11 de julho de 1967, quando trinta estudantes e dois professores partiram do Rio de Janeiro para o território de Rondônia, para trabalhar em benefício das comunidades carentes daquela região. O projeto tem como principal objetivo desenvolver atividades voluntárias de universitários e aproximar esses estudantes da realidade do país, além de contribuir com o desenvolvimento das comunidades. É coordenado pelo Ministério da Defesa e conta com a colaboração da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação – MEC. O nome atribuído ao projeto foi inspirado no trabalho do militar e humanista, Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.

Em 2008 a operação verão, também chamada de “operação retorno”, oportunidade em que as equipes regressaram a cidades já visitadas para darem continuidade aos projetos desenvolvidos em operações anteriores, contou com a participação de 215 estudantes universitários de 22 instituições de diferentes localidades do país, que atuaram em 23 municípios distribuídos em oito estados brasileiros.

Jaqueline levou na bagagem o jogo gigante “Fique Legal” e vários materiais do projeto “Planejando Propriedades e Paisagens”, da Apremavi, para realizar atividades de educação ambiental junto às comunidades em Mâncio Lima. “A Apremavi sempre possibilita aos seus funcionários adquirir um amplo conhecimento e foi esse conhecimento, referente à utilização racional dos recursos naturais e culturais, planejamento de propriedades e paisagens, sustentabilidade nas atividades que são desenvolvidas no município, entre outros temas, que tentei transmitir para as comunidades. A participação em um projeto social como o Rondon é de suma importância, pois além de você transmitir, também agrega muito conhecimento e é uma lição de vida e cidadania para toda vida”, comenta a rondonista Jaqueline.

Os trabalhos da equipe catarinense no município, de Mâncio Lima, se concentraram em torno da elaboração do Plano de Desenvolvimento Turístico Municipal, saídas a campo para elaboração do diagnóstico turístico, oficinas de capacitação profissional para o turismo, educação ambiental, ecoturismo, plano diretor, lixo e hortas escolares.

O Projeto Rondon proporciona aos estudantes o contato direto com outras realidades do Brasil e segundo Jaqueline, conhecer culturas e histórias de vidas diferentes, colaborar com o desenvolvimento sustentável do país e ver nos olhos de um povo que apesar das dificuldades nunca perde a esperança, é um trabalho gratificante. “A realidade de vida das comunidades ribeirinhas, fizeram as lágrimas correr no rosto de muitos rondonistas, porém brotou no coração daquela população a esperança e a vontade de mudar essa situação”, comenta a estudante.

Outro comentário é de Lais Abreu, também acadêmica do curso de turismo: “O conhecimento que foi adquirido nessa viagem, nunca conseguiríamos ter dentro de uma sala de aula. Por isso que o Projeto Rondon se faz tão importante, além de levarmos nosso conhecimento, também adquirimos, e as pessoas que realmente se identificam com o projeto nunca mais vão querer parar de desenvolver trabalhos sociais. Se pudesse, voltaria hoje para o Acre e faria tudo outra vez”.

No relatório entregue à Apremavi e que se encontra em anexo, está registrada uma frase que parece sintetizar toda a emoção vivida nesta expedição: ”A operação 2008 do Projeto Rondon chegou ao fim! Porém, nossa missão como cidadãos brasileiros ainda não. Temos certeza que todos ainda continuam sendo rondonistas de coração e que esta foi apenas a primeira missão de muitas que podemos realizar. A lição que nos foi passada durante essa operação ficará marcada para o resto de nossas vidas”.

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