Seminário sobre Código Florestal

O seminário “Código Florestal: Brasil celeiro do mundo ou realidade socioambiental?”, que aconteceu em Brasília, no dia 06 de abril de 2010, promovido pelo Ipam, reuniu parlamentares, técnicos e proprietários rurais. Entre os parlamentares presentes, destaque para a Senadora Marina Silva.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida foi representada por Miriam Prochnow que apresentou alguns dos trabalhos da instituição, relacionados à adequação ambiental de propriedades rurais.

A adequação ambiental é possível também para propriedades localizadas nas regiões de Mata Atlântica, onde restaram pouco mais de 7% de florestas bem conservadas. Para Miriam, coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi: “a aplicação do Código Florestal faz diferença na qualidade de vida e renda da população rural e também na urbana, como pudemos constatar nas recentes tragédias em Santa Catarina (no final de 2008), São Paulo e Angra dos Reis, no início deste ano, e agora no Rio de Janeiro, onde a grande maioria das vítimas estava em Áreas de Preservação Permanente (APPs) que não poderiam ter sido ocupadas”, disse.

Com o objetivo de adequar as propriedades, a Apremavi mantém o prograna Matas Legais, em parceria com a empresa Klabin, através do qual projetos de recuperação e conservação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) estão sendo desenvolvidos em dois assentamentos rurais no Paraná – Paulo Freire (72 famílias) e Banco da Terra (63 famílias) -, nos quais 146 hectares de APPs degradadas estão sendo recuperadas (com a doação de 150.000 mudas nativas). Nos dois assentamentos, foram demarcados 446 ha de APPs e 191 ha de Reserva Legal.

O programa desenvolve ações de conservação, educação ambiental e fomento florestal. Dentro do programa, a palavra “legal” procura traduzir dois sentidos: o legal do cumprimento da legislação ambiental e o legal da expressão de lugar agradável, bonito e bom de morar e viver.

A coordenadora da Apremavi contou, ainda, que a Apremavi é parceira em um projeto da Associação dos Municípios do Alto Vale Itajaí (Amavi), de Santa Catarina, que está ajudando 25 mil produtores rurais (a maioria com pequenas propriedades) dos 28 municípios da Associação a averbarem suas Reservas Legais. “O mais interessante neste processo é constatar que a maior parte das propriedades tem floresta suficiente para fazer a demarcação e que menos de 5% delas têm alguma dificuldade real para se adequar à legislação ambiental”, diz.

Neste projeto, estão sendo realizados o mapeamento dos remanescentes, a proposição das Reservas Legais formando corredores ecológicos, a capacitação de técnicos das 28 prefeituras, cursos de capacitação para técnicos e proprietários e o apoio na restauração de áreas.

Veja os depoimentos dos participantes do seminário “Código Florestal: Brasil celeiro do mundo ou realidade socioambiental?”

93 FM e Apremavi lançam campanha ambiental

A rádio 93,3 FM e a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) se uniram para lançar uma campanha de conscientização ambiental que visa a mudança de hábitos cotidianos. O lema da campanha é: “A gente muda o mundo com a mudança da nossa mente”. O evento de lançamento aconteceu na manhã de sábado, 10 de abril de 2010, na praça central de Rio do Sul (SC).

Durante o evento foram distribuídos materiais sobre meio ambiente, além do folder da campanha. A população também pode contar com a distribuição de mudas nativas doadas pela Apremavi e pela ONG Mãe d’Água.

Sobre a campanha

Nos próximos seis meses os ouvintes da rádio 93,3 FM receberão informações sobre questões ambientais e dicas de como contribuir para um mundo mais sustentável. De acordo com Rodrigo Horst, coordenador de Jornalismo da Rádio "as cidades precisam de pessoas com atitudes que provoquem mudanças nos hábitos dos nossos semelhantes".

A campanha irá ao ar de abril a setembro de 2010 e tem como objetivo, sensibilizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente através de pequenas atitudes na nossa vida diária. Atitudes que nos tornem consumidores conscientes.

Os temas a serem trabalhados durante a campanha são:

Preservar a água é preservar a Vida – Dados e informações sobre a escassez, uso consciente, preservação da mata ciliar, saneamento, consequências prováveis de morar em locais de risco, mutirão de limpeza em rios e Averbação da Reserva Legal.

Reduzir a quantidade de lixo é um compromisso de todos  – Dados e informações sobre a produção de lixo pela população e a importância na redução do consumo e consequentemente do lixo produzido, coleta seletiva, destino final do lixo e as consequências que o lixo causa para o meio ambiente.

É necessário ter consciência das ações do dia-a-dia, respeitando a natureza e também plantar árvores – Dados e informações sobre o aquecimento global, causas, consequências, modos de combater e dicas de como contribuir para reverter esse quadro com pequenas atitudes diárias.

A base da nossa saúde está na alimentação. Devemos questionar a procedência dos alimentos que adquirimos Dados e informações sobre o uso de agrotóxicos nas lavouras, a poluição causada, os riscos que eles trazem à saúde dos produtores e consumidores e alternativas de produção.

A melhor estratégia para a conservação da biodiversidade e o equilíbrio do planeta é a criação de Unidades de Conservação – Dados e informações sobre as Unidades de Conservação existentes, o que são, para que servem e como criá-las.

O aproveitamento dos recursos naturais de maneira correta é o mais importante passo para que possamos reverter o quadro das problemáticas ambientais– Definição e dados sobre os benefícios para toda a população e informações sobre as alternativas energéticas ambientalmente sustentáveis.

É preciso um comprometimento permanente da empresa, em adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento global da sociedade – Definição, exemplos práticos do que as empresas podem fazer para contribuir com o meio ambiente e os benefícios que terão com tais atitudes, o que mudou no mundo dos negócios, novas exigências e novas oportunidades.

Além das informações diárias que os ouvintes da rádio 93 FM terão a oportunidade de acompanhar, a campanha contará ainda com pedágio, enquetes, entrevistas e mutirões com a comunidade.

Já está sendo programado o próximo evento de divulgação da campanha e de distribuição de mudas nativas, que deverá acontecer no início do mês de junho.

Todas as mudanças de hábitos, mesmo que pequenas, geram grandes diferenças. Faça você a sua parte! Contribua para a preservação de nosso bem mais valioso, o planeta Terra.

A rádio 93,3 FM, situada na cidade de Rio do Sul, foi uma das primeiras empresas de radiodifusão em freqüência modulada a operar no estado de Santa Catarina, outorgada pela Portaria 819 de 09/08/1977.

A 93.3 FM foi pioneira na adoção de uma programação segmentada e exclusiva para o publico jovem contemporâneo que via nas rádios FMs a alternativa para se atualizar quanto às novas tendências musicais e notícias.

Sua cobertura abrange uma significativa área entre o meio oeste e o litoral do estado de Santa Catarina.

Fotos: Rodrigo Horst

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Apremavi ministra palestras sobre adequação ambiental

Entre os dias 09 e 11 de março de 2010, aconteceu o Seminário Integrado de Agroecologia de iniciativa da empresa Rigesa Celulose Papel e Embalagens Ltda. em celebração ao cumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público de Santa Catarina.

O seminário foi realizado em Canoinhas, Porto União, Mafra e Itaiópolis (Planalto Norte) e em Santa Cecília (Planalto Serrano), comarcas onde a Rigesa possui plantios florestais e fomento florestal.

As palestras foram ministradas por representantes do Ministério Público do Estado de Santa Catarina, promotores das comarcas locais, Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA), Apremavi e Rigesa.

Em todos os municípios, o seminário teve boa representatividade e a presença significativa de agricultores, técnicos e estudantes.

A participação do Ministério Público Estadual bem como dos promotores das comarcas envolvidas teve papel fundamental, principalmente no esclarecimento de algumas questões relacionadas ao Código Ambiental Catarinense, que gerou impasse no que diz respeito às Áreas de Preservação Permanente (APP) e que está sendo questionado por uma Ação de Inconstitucionalidade.

Os promotores afirmaram categoricamente ao público que a lei que prevalece é a lei federal, ou seja, as diretrizes são regidas pelo Código Florestal Federal. Afirmaram que a lei estadual não pode ser mais flexível que a lei federal, o que caracteriza a inconstitucionalidade.

A FATMA falou sobre os licenciamentos ambientais necessários às atividades inerentes às propriedades rurais. Salientou que para qualquer processo de licenciamento a averbação da reserva legal é obrigatória.

Leandro da Rosa Casanova, coordenador de projetos da Apremavi, falou para o público sobre as alternativas possíveis para se promover a adequação ambiental dos imóveis rurais, no que diz respeito às APPs e Reserva Legal (RL).

Ao contrário do que se imagina, o Código Florestal de 1965 não é estático. Através de Decretos e Medidas Provisórias, houve mudanças que facilitaram a adequação ambiental, principalmente aos pequenos agricultores. A exemplo disso podemos citar a possibilidade do cômputo de APPs para compor a reserva legal, o uso indireto de produtos agroflorestais em APPs em recuperação, possibilidades de compensação da reserva legal em outras áreas, condomínios de reserva legal e servidão florestal.

Além disso, também foram passadas informações referentes a diferentes metodologias possíveis que contribuem para a recuperação de áreas ciliares e reserva legal nas propriedades rurais.

A Rigesa realizou uma apresentação institucional e apresentou  os procedimentos adotados pela empresa no que diz respeito às normas de certificação. Explanou sobre as estratégias que estão sendo utilizadas para fazer a adequação de suas propriedades.

Abaixo foto do seminário em Porto União. Arquivo Rigesa.

Seminário do Matas Legais aborda recuperação de áreas

No dia 9 de outubro, a Klabin e a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) realizaram mais um seminário do Programa Matas Legais, desta vez em Agronômica (SC). O objetivo foi esclarecer os benefícios do planejamento da propriedade rural, integrando o cultivo de florestas plantadas com outras atividades agrícolas, além de trazer maior conhecimento sobre a preservação das florestas nativas.

Os seminários que vem sendo realizados há quatro anos, dentro do Programa em Santa Catarina, têm auxiliado os proprietários rurais a colocarem em prática os conceitos de planejamento das propriedades e de cumprimento da legislação ambiental, promovendo assim o desenvolvimento sustentável das atividades produtivas no campo.

Desta vez, o seminário promoveu a capacitação e o alinhamento de conceitos do programa para cerca de 80 técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) em 23 municípios do Alto Vale do Itajaí. Estes profissionais são os responsáveis por orientar os produtores rurais em suas atividades do dia-a-dia. Outro objetivo do seminário foi levar informações aos técnicos sobre os benefícios da integração do fomento florestal com outras atividades agrícolas produtivas e os cuidados que precisam ser tomados em relação ao meio ambiente.

Um dos destaques do evento foi a palestra do professor Ricardo Ribeiro Rodrigues da USP/ESALQ sobre técnicas e benefícios de recuperação de áreas degradadas. Ele falou da importância destas áreas na composição de uma propriedade rural “legal”, permitindo a adequação à lei ambiental. A palestra proferida pode ser acessada no site do LERF, link acima.

Além da presença de representantes da Apremavi e da Klabin, o encontro contou com a participação de líderes da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi) e da Associação Sementes do Futuro, com o Sr. Teobaldo Sieves, expondo seus produtos orgânicos.

Fotos: Tatiana Arruda Correia

Temas ambientais presentes em grade curricular em escola de Atalanta

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Vila Gropp do município de Atalanta, há vários anos vem desenvolvendo projetos visando a melhoria da qualidade de vida das presentes e futuras gerações. 

A unidade escolar está localizada nas proximidades do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, o que propicia aos alunos e professores a oportunidade de realizar diversas atividades de Educação Ambiental na área.

Durante o ano os estudantes realizam de quatro a cinco visitas ao parque, onde desenvolvem trabalhos de interpretação ambiental nas trilhas, dinâmicas envolvendo música e arte, objetivando um aprendizado maior dos alunos sobre as características da mata atlântica.  

Além disso, os estudantes sempre tiveram uma participação super especial nos eventos que são realizados no Parque. Através de apresentações culturais, as crianças passam mensagens do quanto é importante e urgente o ser humano mudar suas atitudes com relação ao meio ambiente.

Atualmente a escola conta com uma equipe de duas professoras, Irene Luiz Marcilio e Mariléia Zanelato Bagio, e a merendeira Sebastiana Pereira. Segundo elas, o fato da escola estar localizada nas proximidades de uma Unidade de Conservação, aumenta mais ainda a responsabilidade de repassar aos educandos práticas sustentáveis de desenvolvimento e responsabilidade ambiental.

Durante vários anos as professoras trabalham questões como lixo, água, mata ciliar, dentre outros temas ambientais. Essas iniciativas mostram que pequenas ações podem se transformar em grandes mudanças.

Este ano a escola vem trabalhando a questão da educação alimentar, que pode iniciar com o enriquecimento da merenda escolar com hortaliças cultivadas na própria escola…
ou na própria unidade escolar.

Horta da Escola Vila Gropp

A equipe da escola considera que, “É fascinante descobrir os caminhos que as crianças fazem ao elaborar e sistematizar seus conhecimentos em busca de novas descobertas. E para que isso aconteça faz-se necessário um trabalho coletivo de pessoas que amam o que fazem.“

Um olhar mais atento para a nossa sociedade mostra a necessidade de acrescentar conteúdos que permitam formar cidadão conscientes e protagonistas de sua história.

… Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. (Paulo Freire)

Atividades educativas e práticas na semana do meio ambiente

Durante a Semana do Meio Ambiente, de 01 a 05 de junho, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) desenvolveu uma série de atividades no município de Atalanta (SC), vinculando a disseminação de conhecimento com a prática. Em Atalanta funciona o viveiro de mudas “Jardim das Florestas” da instituição. Desde quando se instalou no município, no ano de 1992, até os dias atuais, a Apremavi vêm implantando projetos piloto de recuperação e conservação da natureza, educação ambiental e planejamento de propriedades e paisagens. Tais trabalhos contribuíram de forma significativa para o município receber os títulos de “Cidade Jardim da Mata Atlântica” e “Capital Ecológica do Estado de Santa Catarina”.  

Uma das ações desenvolvidas durante a semana foi a distribuição e o plantio de mudas nativas que enriqueceram três áreas e mobilizaram diversas pessoas. Foram doadas à Escola Municipal de Ensino Fundamental Ribeirão Matilde aproximadamente 40 mudas nativas da Mata Atlântica para enriquecer o bosque da escola, local onde no ano de 1999 foram plantadas 2.000 mudas pela Apremavi. Outra área enriquecida foi a propriedade do Sr. Valmor Chiquetti, na comunidade de Dona Luiza, onde aproximadamente 800 mudas de árvores nativas foram plantadas por alunos e professores da Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla.

Na sexta-feira, 05 de junho, dia mundial do meio ambiente e data em que o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica comemorou seus nove anos de criação, a Apremavi em parceria com a empresa Scheller Madeiras realizou um seminário voltado aos estudantes do ensino fundamental da E.E.B.Dr. Frederico Rolla, agricultores e gestores municipais. O evento foi realizado nas dependências do parque, e contou com a participação de aproximadamente 230 pessoas.

As palestras do seminário tiveram a abordagem dos seguintes temas: “Áreas de Preservação Permanente” (APP), ministrada pelo Presidente da Apremavi, Edegold Schäffer, que enfatizou a importância de manter as  APP’s preservadas, principalmente nas margens dos rios, encostas e morros e as consequências desastrosas que a falta das APP’s pode causar; em seguida a funcionária da Apremavi, Jaqueline Pesenti, tratou do tema “O turismo como ferramenta para o desenvolvimento sustentável”, mostrando ao público as diversas atividades que podem ser desenvolvidas através do uso racional dos recursos naturais e culturais de uma localidade; a empresa Scheller Madeiras, realizou uma apresentação institucional, falando sobre seus produtos, política de qualidade e responsabilidade ambiental da empresa. Além das palestras, o público também assistiu aos vídeos “Parque Mata Atlântica” e “Mata Atlântica – Uma grande Oportunidade” e também prestigiou as apresentações culturais dos alunos da E.M.E.F Vila Gropp e do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI).

Durante a semana, a Apremavi também participou da sessão da Câmara de Vereadores de Atalanta, a fim de lembrar o papel que os legisladores devem desempenhar com relação à questão ambiental, e também cobrar o compromisso que os mesmos assumiram ao assinar um documento durante o período eleitoral, onde comprometeram-se com o desenvolvimento de algumas ações em prol do meio ambiente.

Na mesma ocasião foi levado ao conhecimento dos legisladores a situação do lixo produzido pela população Atalantense. O município possui um centro de triagem que no passado já foi considerado uma referência dentro do estado de Santa Catarina e infelizmente, quem visita o local hoje, não encontra a mesma situação. O lixo não é separado e muitas vezes até seringas são encontradas no meio do lixo, colocando em risco a saúde dos funcionários que hoje trabalham no centro de triagem, além de outros fatores que criam condições para a proliferação de diversos mosquitos, inclusive os transmissores de doenças graves.

O que vêm ocorrendo no Centro de Triagem, além de ser crime ambiental, é uma situação desumana. Além de comunicar ao Poder Legislativo Municipal a Apremavi, também realizou a explanação do problema em um evento realizado na Escola de Educação Básica Dr. Frederico Rolla, onde estavam presentes estudantes e representantes das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente, Saúde Assistência Social. A instituição se colocou a disposição do município para discutir possíveis soluções para este problema.

Para concluir com chave de ouro a Semana do Meio Ambiente em Atalanta, no sábado, dia 06 de Junho, o grupo da catequese familiar do município de Atalanta, realizou o plantio de 650 árvores em uma área localizada no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica. Foi um momento onde os pais deram um tempo da correria do dia-a-dia para ensinar seus filhos a cuidar do meio ambiente. Todos os plantios contaram com a colaboração de funcionários da Apremavi.

Já no município de Ponte Serrada (SC), distante mais de 400 km de Atalanta, a Apremavi participou no dia 05 de junho, do Seminário Municipal “Por uma vida melhor”, realizado pela prefeitura Municipal e pela Epagri. O evento que contou com a presença de cerca de 400 estudantes do ensino médio, teve como assuntos principais: água e desenvolvimento e a importância do Parque Nacional das Araucárias na preservação dos recursos hídricos.

Os técnicos da Apremavi, Edilaine Dick e Marcos Alexandre Danieli, apresentaram os principais resultados obtidos no âmbito do projeto de elaboração plano de manejo e formação do conselho consultivo do Parna das Araucárias, desenvolvido desde julho de 2007, e as perspectivas de continuidade dos trabalhos da Apremavi no próximo ano, nas comunidades localizadas na zona de amortecimento do Parna e rede de ensino municipal e estadual.

Ainda na semana do Meio Ambiente, a Apremavi também participou da Exposição Mostra Científica Ambiental – 3ª Semana do Meio Ambiente, realizada em Otacílio Costa (SC), juntamente com a Klabin. O evento contou com várias atrações, onde mais de 3.000 alunos da rede pública e particular do município de Otacílio Costa puderam participar, além da comunidade em geral. Durante o evento, Apremavi e Klabin fizeram uma exposição sobre o programa Matas Legais e o jogo Fique Legal.

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I Ecofest em Atalanta

Nos dias 17, 18 e 19 de abril de 2009, acontecerá no município de Atalanta (SC), a 1ª Ecofest, a festa ecológica municipal. Organizada pela Prefeitura Municipal, juntamente com diversos apoiadores o evento acontecerá no Parque de Exposições Virgílio Scheller. Estão sendo esperados milhares de visitantes. Atalanta resolveu fazer uma Ecofest, por ser considerada a Capital Ecológica de Santa Catarina.

O público poderá desfrutar de uma programação especial com várias atividades relacionadas ao meio ambiente. No sábado, acontecerá, no auditório do Parque Mata Atlântica, o seguinte ciclo de palestras:
•    Legislação Ambiental – Jadson J. Teixeira
•    Proposta da Amavi para a Averbação das Reservas Legais nos Municípios do Alto Vale do Itajaí –  Agostinho Senem
•    Parcerias com o Ministério do Meio Ambiente – Wigold B. Schäffer
•    Utilização Sustentável de Florestas – Lauro Bacca

Também no sábado, nas salas de apoio do Parque Mata Atlântica, será realizada a Assembléia Geral Ordinária da Associação dos Proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN Catarinense).

Além disso, as pessoas que participarem da festa terão a oportunidade de plantar uma árvore nativa no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, localizado ao lado do Parque Virgílio Scheller. Será mais um plantio do Programa Clima Legal da Apremavi. O Clima Legal tem o objetivo de promover a implantação de plantios para seqüestro de carbono ajudando a amenizar os efeitos do aquecimento global tanto no planeta, como em Santa Catarina. É também uma estratégia para a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica. Este plantio será o primeiro a ser feito com as doações da festa de Bodas de Prata do casal Miriam Prochnow e Wigold Schäffer.

No local do evento também haverá uma exposição com estandes de várias empresas e organizações, como o CDL de Atalanta, a Epagri, a Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, a Associação dos produtores agroecológicos Sementes do Futuro, a Associação dos Piscicultores do município de Atalanta, entre outros. A Apremavi também terá um estande durante os três dias de realização da festa, para mostrar as atividades que desenvolve em prol da preservação e recuperação do meio ambiente.

A festa também terá outras atrações como bailes e shows e a oportunidade de se fazer o passeio na trilha ecológica do Parque Mata Atlântica, com destino à cachoeira “Perau do Gropp” com 41 metros de queda livre.

Maiores informações no fone: (47) 3535 0101

Educação Ambiental no Parque Mata Atlântica

Março foi um mês de diversas atividades de educação ambiental no Parque Mata Atlântica. Quatro grupos de estudantes visitaram a área procurando conhecer alternativas de conservação e recuperação da mata atlântica, bem como sua diversidade biológica.   

Visitaram a área os estudantes da 3ª e 4ª série da Escola de Ensino Fundamental Vila Gropp, localizada no município de Atalanta; alunos da 1ª série do Centro Educacional Bom Pastor do município de Ituporanga; jovens do 3º e 4º ano do Curso Técnico Madeireiro da Escola de Educação Básica Elza Deeke, de Otacílio Costa; e o Grupo de Escoteiros do município de Agrolândia.

Os alunos foram recepcionados no auditório do parque onde receberam informações sobre a Unidade de Conservação e sua importância para a sociedade. Acompanhados pela funcionária da Apremavi, Jaqueline Pesenti, e pela bolsista contratada pela Prefeitura Municipal de Atalanta, Brenda Bilck, os estudantes percorreram a trilha principal do parque, a “trilha da lontra”, observando a fauna e a flora local, chegando até a cachoeira “Perau do Gropp” com 41 metros de altura.

No local, as monitoras lembraram aos alunos que nem sempre o parque foi assim. Em tempos passados a beleza da cachoeira dividia espaço com lixo e entulho de todos os tipos, afetando diretamente a diversidade biológica do local, a qualidade da água e de vida das pessoas, bem como a qualidade visual da paisagem, hoje tão apreciada.

Além do parque os estudantes dos municípios de Otacílio Costa visitaram também o viveiro de mudas “Jardim das Florestas” da Apremavi, onde foram recebidos pelo engenheiro florestal Leandro Casanova e puderam conhecer a produção de mudas nativas, além de receber informações sobre os diversos trabalhos que a instituição vem desenvolvendo em prol da conservação do meio ambiente.

Segundo a professora Nadilene Vicari, a visita foi muito importante: “É muito importante a proximidade e a possibilidade de observação que os educandos têm quando surge uma oportunidade como da visita a este Parque Municipal de Atalanta, que é um dos últimos remanescentes da Mata Atlântica. E, também, é uma forma de percepção de como é possível restaurar esta mata e buscar o desenvolvimento econômico de um modo sustentável. A exemplo disto a Apremavi é um referencial para toda a sociedade e demonstra claramente este fato através de projetos desenvolvidos com empresas do setor de base florestal, como por exemplo o projeto "Matas Legais". Sempre é uma satisfação e motivo de orgulho para todos nós conhecermos e participarmos de um trabalho sério como o desenvolvido por todos vocês!”

O Parque Mata Atlântica e o viveiro de mudas da Apremavi, sempre possibilitaram às pessoas o contato direto com a natureza e com experiências de desenvolvimento econômico sustentável. Visitas podem ser agendadas através dos telefones:

Viveiro de Mudas: (47) 3535-0119
Parque Mata Atlântica: (47) 3535-0229

O horário de funcionamento do Parque, para atendimento de grupos para educação ambiental é Segunda á Sexta, das 7:30h às 12h e 13:30h às 18h.

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Lançado Pacto pela Restauração da Mata Atlântica

Mais de 60 organizações ambientalistas, empresas e governos se uniram e assinaram no dia 07 de abril de 2009, o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. A iniciativa visa promover a restauração florestal em larga escala, por meio da integração de ações e da ampliação do alcance dos projetos, criando sinergias entre os diferentes agentes que atuam na região.

”A perda de cobertura florestal e a fragmentação dos remanescentes compromete a biodiversidade e os serviços ambientais da Mata Atlântica. É necessário reverter o processo de degradação e começar um amplo programa de recuperação dessa floresta. A restauração florestal deverá estar associada a outras ações, como a criação de Unidades de Conservação, mosaicos e corredores de biodiversidade, a promoção do uso sustentável dos recursos naturais e a eficácia de instrumentos de fiscalização e controle. Somente assim será possível manter vivo este bioma, que garante o abastecimento de água para quase 130 milhões de pessoas, além de ser um dos maiores repositórios de biodiversidade do planeta”, comenta Miguel Calmon, coordenador geral do Conselho de Coordenação do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica.

Durante os últimos dois anos, especialistas de algumas das principais organizações que atuam no bioma realizaram um mapeamento que identificou 15 milhões de hectares de áreas potenciais para restauração na Mata Atlântica. A meta do Pacto é ter essa área restaurada até 2050, a partir de um esforço coletivo que também visa disseminar informações sobre técnicas de restauração florestal a fim de melhorar a qualidade dos projetos e monitorar as ações desenvolvidas em toda a Mata Atlântica, ampliando a eficácia do reflorestamento e os índices de sucesso.

Além do setor privado, o Pacto irá estabelecer parcerias com os governos estaduais, municipais e o federal, que tem a meta oficial de preservar 10% do bioma.

A iniciativa conjunta também prevê a geração de trabalho e renda na cadeia produtiva da restauração por meio da manutenção das áreas, produção de mudas, coleta de sementes, valoração e pagamento por serviços ambientais. Os esforços vão ainda se concentrar em ações de facilitação do cumprimento do Código Florestal brasileiro através da adequação ambiental das propriedades rurais, por meio da averbação de reservas legais e áreas de preservação permanente nos 17 estados do bioma Mata Atlântica.

O Pacto pretende, ainda, realizar eventos regionais para garantir a adesão de atores locais, promover cursos e treinamentos para a capacitação em restauração florestal nas principais regiões da Mata Atlântica e o estímulo à formação de centros de excelência em reflorestamento e serviços ambientais. Além disso, também está prevista a criação de um fundo privado para apoiar as ações diretas de restauração e garantir a sustentabilidade e a escala dos esforços planejados.

A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) é umas das organizações signatárias do Pacto e integra também o Conselho de Coordenação do mesmo, juntamente com outras 15 instituições. Para Miriam Prochnow, representante da Apremavi junto ao Pacto, essa iniciativa é de grande relevância para a Mata Atlântica e está mostrando que parcerias para a conservação e restauração do meio ambiente são necessárias e possíveis.

Em anexo podem ser acessados os documentos produzidos pelo Pacto até o momento. Maiores informações também podem ser obtidas no site do pacto: www.pactomataatlantica.org.br

A Apremavi realiza ações de restauração da Mata Atlântica, desde a sua fundação em 1987. O Programa Clima Legal é um exemplo, como mostram as fotos abaixo.

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Mapa de aplicação da Lei da Mata Atlântica é publicado

Já está disponível nos sites do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Mapa de aplicação da Lei 11.428, conhecida como Lei da Mata Atlântica.

O mapa foi elaborado de acordo com os textos da Lei, que é de 2006, e do Decreto 6.660, editado em 2008.

Nota explicativa do IBGE

Mapa da Área de Aplicação da Lei nº 11.428, de 2006

A Lei 11.428, aprovada pelo Congresso Nacional em 22 de dezembro de 2006, remeteu ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  a elaboração do Mapa, delimitando as formações florestais e ecossistemas associados passíveis de aplicação da Lei, conforme regulamentação.

O Decreto 6.660, de 21 de novembro de 2008, estabeleceu que o mapa do IBGE previsto no Art. 2º da Lei 11.428 “contempla a configuração original das seguintes formações florestais nativas e ecossistemas associados: Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila Mista, também denominada de Mata de Araucárias; Floresta Ombrófila Aberta; Floresta Estacional Semidecidual; Floresta Estacional Decidual; campos de altitude; áreas das formações pioneiras, conhecidas como manguezais, restingas, campos salinos e áreas aluviais; refúgios vegetacionais; áreas de tensão ecológica; brejos interioranos e encraves florestais, representados por disjunções de Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Aberta, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual; áreas de estepe, savana e savana-estépica; e vegetação nativa das ilhas costeiras e oceânicas”.

O Decreto também determinou que o mapa do IBGE, denominado Mapa da Área de Aplicação da Lei 11.428, de 2006, fosse disponibilizado nos sítios eletrônicos do Ministério do Meio Ambiente e do IBGE e de forma impressa.

Em atendimento ao disposto nas normas legais o IBGE elaborou o “Mapa da Área de Aplicação da Lei 11.428, de 2006” na escala 1:5.000.000, que mostra a cobertura vegetal conforme sua configuração original, apresentando a distribuição das distintas tipologias que integram a área passível de aplicação da Lei. Esse mapa tem como base técnica o Mapa de Vegetação do Brasil (IBGE, 2004) e o Mapa de Biomas do Brasil, primeira aproximação (IBGE, 2004).

O IBGE esclarece, na Nota Explicativa que acompanha o “Mapa da Área de Aplicação da Lei 11.428, de 2006”, que a localização dos remanescentes de vegetação nativa das diferentes tipologias vegetais e a identificação dos seus respectivos estágios sucessionais deverá ser feita com a observância do disposto no Art. 4º da Lei 11.428, de 2006, bem como do disposto no Decreto 6.660, de 2008, e nas Resoluções do  Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), que definem os parâmetros técnicos para identificação da vegetação primária e da vegetação secundária nos estágios inicial, médio e avançado de regeneração.

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Leonardo Boff visita a Apremavi

O dia 31 de outubro foi um dia muitíssimo especial para a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi). Tivemos a honra de receber, em Atalanta, a visita do Prof. Dr. Leonardo Boff, acompanhado de sua esposa Márcia.

Leonardo Boff, nome mundialmente conhecido: teólogo, filósofo, ecologista, dispensa apresentação. Ex-frade franciscano, doutor em Teologia pela Universidade de Munique e detentor de vários títulos de “doutor honoris causa”. Respeitado no mundo inteiro, conferencista e palestrante disputado  por entidades e organizações dos mais variados matizes de todo o mundo, – sua casa é o avião -, conseguiu um “intermezzo” em sua disputadíssima agenda e passou algumas horas no viveiro Jardim das Florestas da Apremavi.

Ciceroneado pelo Presidente Edegold e pelos Diretores Urbano, Milton e Davide, percorreu com calma todo nosso complexo de produção de mudas, mostrando-se agradavelmente surpreso com nosso parque e incentivando-nos a alçarmos vôos cada vez mais altos na nossa ânsia de recuperação e salvação de nossa mãe terra – Gaia, como ele gosta de definir nosso habitat – e salvá-la da destruição que, infelizmente, se prenuncia com cores cada vez mais sombrias.

O casal, acostumado aos estrelados restaurantes da alta cozinha internacional, degustou com prazer a cozinha genuinamente colonial de Da. Isolete, esposa de nosso Presidente, tecendo-lhe elogios sinceros e prazeirosos, em especial, ao marreco que ofereceu aos presentes.

Vejam abaixo, o comentário que Leonardo Boff encaminhou, após conhecer a Apremavi:

"No dia 31 de outubro visitamos, eu e minha companheira Márcia, levados pelo meu entranhável amigo de toda uma vida Davide Moser, o Viveiro Jardim das Florestas da APREMAVI, no município de Atalanta.

Foi uma das surpresas mais belas que tivemos ultimamente. Encontramos uma experiência de altíssima qualidade, primeiramente pelas pessoas que lá trabalham com sentido ecológico e integradas na natureza. Quero citar o Edelgold (que belo nome, que significa traduzido do alemão “ouro nobre”, enquanto eu sou um pobre Boff) que com cuidado, inteligência junto com sua família e outros, levam avante o projeto. Souberam envolver muitíssimas pessoas com o mesmo propósito: recuperar a floresta nativa. São produzidas a partir de sementes, cerca de um milhão de mudas por ano. Somente da Mata Atlântica são aproximadamente 120 espécies nativas.

Era emocionante para quem se engaja na ecologia ver aqueles viveiros cheios de plantinhas em distintas fases de crescimento. Tudo ao redor era inspirador: a mata circundante, as araucárias soberbas, as flores por todas as partes especialmente nas janelas das casas. Aí eu me imaginei: toda a Terra, se cuidada como é feito pela APREMAVI, poderia voltar a ser um jardim do Éden, um paraíso resgatado, onde natureza e seres humanos viveriam em perfeita sintonia e com um profundo laço de pertença.

Recebemos a literatura que a ONG tem apoiado e produzido sobre a Mata Atlântica e as Araucárias, e outras além de vídeos educativos com ilustrações encantadoras.

Pessoalmente não me cansarei de  admirar e de apoiar uma iniciativa destas. Salvaríamos o Brasil inteiro, diria mais, o próprio Planeta se houvessem milhares de APREMAVI no mundo. Mas a semente do novo paradigma de reconciliação com a Mãe Terra e de paz perene com o Planeta está lançada. A semente contém todo o vigor da planta. É esta planta que a semente intenciona. E ela vai triunfar pelo mundo afora, pois cremos que aquilo que deve ser tem força própria e sempre acaba triunfando. O que deve ser, é o reflorestamento, o resgate das plantas nativas e a nova benevolência para com a natureza, como pude constatar no Viveiro Jardim das Florestas.

Não sei como agradecer por esta experiência estimuladora, senão divulgando esta iniciativa e pedindo às pessoas que não deixem de visitar o viveiro, se entusiasmar e se encher de esperança de que nunca é tarde para potenciar a natureza e a vida".

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Eventos de Primavera

Como já foi noticiado em matéria anterior, setembro foi um mês muito movimentado no Viveiro Jardim das Florestas. Mas a movimentação não aconteceu só no viveiro. Várias atividades de educação ambiental também foram desenvolvidas e vários eventos importantes aconteceram. Confira.

Apremavi e Rotary em busca de Objetivos Comuns

No dia 22 de setembro de 2008, o vice-presidente da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), Urbano Schmitt Júnior, juntamente com o tesoureiro, Milton Pukall e o secretário, Davide Moser, participaram da reunião do Rotary Club de Rio do Sul. O convite partiu de Eugênio César Stramoski, associado da Apremavi e membro do Rotary Club.

Na oportunidade, apresentaram o vídeo institucional da Apremavi, falaram sobre o programa Planejando Propriedades e Paisagens e o Clima Legal. Após as explanações, foi aberto espaço para perguntas, que de acordo com Urbano, “enriqueceram o encontro e serviram para constatarmos muitos pontos em comum nas atividades e objetivos das duas entidades, como: servir a comunidade; difusão da ética; busca da melhoria da qualidade de vida da comunidade e cooperação em vista da paz”

Encontros como esse se mostram muito importantes, na medida em que estimulam a continuidade dos trabalhos e oportunizam a junção de forças em vista dos objetivos comuns.

Metalúrgica Riosulense plantando árvores

No dia 27 de setembro de 2008, aconteceu na Metalúrgica Riosulense, o plantio simbólico de árvores nativas, na propriedade da empresa. O evento acontece todos os anos para comemorar o dia da árvore e o início da primavera. Foram convidados para participar do plantio 120 colaboradores, que completaram aniversário de casa, múltiplos de cinco anos, assim, participaram pessoas com vínculo de cinco, dez e até 25 anos de empresa.

Além dos funcionários homenageados, estiveram presentes os diretores da empresa, o chefe do Ibama local e representando a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), o vice-presidente, Urbano Schmitt Júnior.

Segundo Urbano, “com essa atividade, a empresa faz um ótimo trabalho educativo e contribui para melhorar a qualidade do ambiente de trabalho e da vida da comunidade”.

Iniciativas como essa, têm um significado muito especial, que ratifica o princípio norteador de que luta pela preservação e recuperação do meio ambiente – Pensar Globalmente e Agir Localmente.

Parabéns à Metalúrgica Riosulense. Que esse exemplo contagie muitos outros empresários e cidadãos do nosso país.

Mais um bosque sendo plantado na Metalúrgica.

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