Programa Matas Legais comemorou o Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia.

Através do Decreto Federal 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também estabeleceu que neste período, em todo território nacional, se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente, que tem por finalidade apoiar a participação da comunidade nacional na preservação do patrimônio natural do país.

Em todo o mundo, muitas ações foram realizadas para comemorar essa data.  Nas Escolas Municipais Francisco Bertelli e Amália Demarchi Lunelli do município de José Boiteux, no Alto Vale do Itajaí, não foi diferente. Foram organizadas várias atividades comemorativas durante a semana.

O Engenheiro Florestal do município, Otávio Georg Junior, realizou palestras nas escolas e a Coordenadora do Programa Matas Legais em Santa Catarina, Tatiana Arruda, falou sobre as ações desenvolvidas pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) em parceria com a Klabin, distribuiu as cartilhas do programa que trazem informações sobre as boas práticas de conservação da natureza.

Durante as atividades, os alunos puderam participar do jogo “Fique Legal”, que fez com que as crianças se integrassem em prol da conservação do meio ambiente. Ao final do jogo, os alunos puderam levar para casa mudas de árvores nativas da Mata Atlântica. 

A educação ambiental faz parte do cotidiano dos estudantes das escolas do município de José Boiteux, comenta a professora Marise, diretora da Escola Francisco Bertelli. Ela salienta a importância da prática diária de comportamentos ambientalmente corretos: “a maioria das nossas crianças vivem no meio rural e estão muito ligadas à natureza. Mostramos no dia a dia da escola, quais os comportamentos que são primordiais para a conservação dos recursos naturais”.

Em Lages, para comemorar o dia do Meio Ambiente, o SESC, juntamente com o Centro Ambiental Ida Schmidt organizaram uma grande festa que aconteceu no último dia 03 de junho, no Parque Jonas Ramos, onde várias instituições foram parceiras, entre elas estavam o Batalhão Ferroviário, Instituto Federal Catarinense e a Apremavi, através do Programa Matas Legais.

Foram realizadas várias atividades como oficinas de reciclagem, exposição de maquetes de animais, apresentação de vídeos, distribuição de mudas nativas, jogos e distribuição de livros sobre a Mata Atlântica e o Programa Matas Legais, entre outras atividades. Passaram pelo parque aproximadamente 1.300 crianças.

No município de Correia Pinto, as comemorações começaram com palestras no dia 02 de junho e seguiram durante o final da semana com exposições de várias instituições como o Corpo de Bombeiros, APAE, Klabin, entre outras.

Essas atividades comemorativas, são direcionadas para capacitar as pessoas a se tornarem agentes do desenvolvimento sustentável e conscientes dos seus atos em prol da conservação da natureza.

O programa Matas Legais iniciou em Santa Catarina em 2005, e em consequência do sucesso, foi inserido do Estado do Paraná em 2008. O programa tem como objetivo desenvolver ações de Conservação, Educação Ambiental e Fomento Florestal que ajudem a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, a melhorar a qualidade de vida da população e aprimorar o desenvolvimento florestal, tendo como base o planejamento de propriedades e paisagens.

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Apremavi participa da Semana da Mata Atlântica

A “Semana da Mata Atlântica” acontece desde 2002, de maneira itinerante, nas cidades abrangidas por este bioma. Neste ano, foi realizada em Curitiba (PR), de 25 a 27 de maio.

Com um público bastante diversificado, envolveu a participação de representantes da administração pública municipal, estadual e federal, ONGs da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), ONGs integrantes da Reserva da Biosfera, representantes do setor empresarial, estudantes, técnicos, entre outros setores.

O evento foi promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, RMA e Governo do Estado do Paraná. Contou ainda com o apoio de diversas instituições.

Palestras e mesas redondas foram realizadas, abordando diversos temas, como políticas públicas e esforços para conservação da Mata Atlântica; pesquisas como instrumento de conservação; mudanças climáticas; pagamento por serviços ambientais, entre outros.

Neste ano, a Semana da Mata Atlântica foi marcada por diferentes manifestações em repúdio à aprovação do novo Código Florestal. Houve minutos de silêncio, momentos de euforia, e um momento em que todos os participantes uniram-se e cantaram o Hino Nacional Brasileiro.

Oficinas temáticas e lançamento de publicações sobre a Mata Atlântica também foram realizadas. Entre as publicações estava o lançamento da cartilha “Frutos do Diálogo”, que apresenta os resultados e a trajetória do Diálogo Florestal, uma iniciativa que reúne empresas do setor florestal e organizações do terceiro setor, com o objetivo de discutir agendas comuns e implantar ações conjuntas em prol da qualidade de vida e da sustentabilidade ambiental, social e econômica. A Apremavi faz parte do conselho de coordenação do Diálogo Florestal e é responsável pela organização do Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, o qual é um fruto dessa iniciativa.

Oficinas de experiências que envolvem iniciativas de conservação, também foram realizadas. Durante esse espaço, a Apremavi expôs os seus materiais de educação ambiental (livros, cartilhas e jogos) e exemplares de mudas nativas produzidas no Viveiro Jardim das Florestas, que são utilizadas nos projetos de conservação e restauração da Mata Atlântica.

Edilaine Dick, Coordenadora de Projetos e Miriam Prochnow, Coordenadora de Políticas Públicas,  representaram a Apremavi no evento.

No dia 27 de maio foi realizada a 12ª Assembléia Geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica, onde foi eleito o Conselho de Coordenação Nacional para o biênio 2011-2013, ficando a Apremavi responsável pela articulação e promoção das atividades da RMA no Estado de Santa Catarina.

Fotos de Miriam Prochnow e Wigold Schäffer

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Apremavi marca presença no VIVA MATA 2011

Pelo segundo ano consecutivo a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) marcou presença no “Viva a Mata  – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica”, um evento de amplitude nacional que aconteceu entre os dias 20 e 22 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP).

Na sua sétima edição, o evento contou com uma programação repleta de atividades para conscientizar a sociedade sobre a importância da conservação do meio ambiente, mobilizou a população sobre a importância das leis ambientais, celebrou o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio) e comemorou o 25º aniversário da Fundação SOS Mata Atlântica, organizadora do evento.

Instituições que trabalham em prol da conservação da Mata Atlântica e sua biodiversidade mostraram seus projetos ao longo de 20 estandes temáticos relacionados com a Mata Atlântica.

A Apremavi que teve seu trabalho exposto no estande Fauna e Flora e por meio de uma oficina de educação ambiental na qual foi utilizado um jogo de tabuleiro gigante, recebeu a visita de estudantes e professores de escolas locais, representantes de entidades ambientalistas presentes no evento e demais cidadãos envolvidos na luta pela preservação das florestas.

“Fique Legal”, um jogo de tabuleiro em tamanho gigante (42m²) onde os participantes podem ser os pinos, é um dos materiais do projeto “Planejando Propriedades e Paisagens”. Sua animação no evento foi coordenada pela associada da Apremavi, Carolina C. Schäffer, que passou aos outros jovens não somente as instruções de como se movimentar e se divertir no tabuleiro, mas também conceitos sobre como preservar a Mata Atlântica e como tornar uma propriedade mais agradável de se viver, cumprindo a legislação ambiental.

Além disso, foram distribuídos exemplares menores do jogo “Fique Legal” para todos os professores e alunos das escolas locais que visitaram o evento.

Manifestação contra novo Código Florestal

No dia 22 de maio, último dia do “Viva a Mata”, cerca de 1.500 pessoas se reuniram no Monumento às Bandeiras, próximo ao Parque do Ibirapuera, para protestar contra as alterações no Código Florestal propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB – SP).

Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, coordenou a manifestação e declarou: “Não somos contra a alteração da legislação. Somos a favor das mudanças no código desde que seja de forma democrática e participativa, e não um golpe como o que está sendo montado por alguns grupos de interesse.”

A ex-senadora Marina Silva (PV) também esteve no local e em seu discurso afirmou “A agricultura brasileira precisa de incentivo, pagamento por serviços ambientais, financiamento para as novas práticas e aumento de produção por ganho de produtividade e não por derrubar as nossas florestas.”

Manifestaram sua opinião sobre o projeto do deputado Aldo Rebelo o ex-deputado federal Fábio Feldmann (PV), além dos deputados federais Ricardo Tripoli (PSDB), Paulinho Teixeira (PT), Ivan Valente (PSOL) e Alfredo Sirkis (PV), entre outros nomes.

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Matas Legais apoia Pedágio Verde

No dia 21 de abril, a Associação de Moradores e Amigos de Ventania (AMAVE) em parceria com o Colégio Estadual Alberto Silva Paraná (CEASP) realizou o “Pedágio Verde” em frente à Praça Central do município de Ventania (PR). O evento, contou com o apoio da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e da Polícia Militar de Ventania.

O programa Matas Legais, parceria entre Apremavi e Klabin, possui intercâmbios de projetos com a AMAVE e para o evento “Pedágio Verde” colaborou com a doação de mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica.

O evento teve como principais objetivos, lançar oficialmente no município de Ventania atividades relacionadas à educação ambiental numa parceria entre AMAVE, Programa Matas Legais e escolas do município; chamar a atenção dos motoristas e famílias em geral para o Ano Internacional das Florestas (2011), determinado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que tem como principal objetivo esclarecer sobre a importância das florestas e seu manejo sustentável na redução da pobreza e arrecadar doações para realização de obras de melhorias na sede da AMAVE, que dará suporte a este projeto de educação ambiental e a outros em desenvolvimento pela instituição.

Das 1.000 mudas nativas da Mata Atlântica doadas à AMAVE pelo programa Matas Legais, 750 foram usadas para distribuição no pedágio. Sendo que as 250 mudas restantes serão plantadas na sede, recém-inaugurada, da AMAVE. A arrecadação obtida no evento  será utilizada nas obras de melhorias na sede da AMAVE.

Os motoristas que pararam no Pedágio Verde se mostraram colaborativos e interessados, tanto aos objetivos do evento, como também à causa ambiental.

As mudas foram para várias regiões do Paraná, e muitas ficaram no próprio município de Ventania. As pessoas da cidade foram até o local e adquiriram as mudas. Isso foi bastante importante, pois chamou a atenção de grande parte da população local.

Os alunos que participaram do evento demonstraram bastante empenho e comprometimento. Esse é um fato marcante, pois são eles que darão continuidade aos trabalhos de educação ambiental.

O programa Matas Legais iniciou em Santa Catarina em 2005, e em consequência do sucesso, foi inserido do Estado do Paraná em 2008. O programa tem como objetivo desenvolver ações de Conservação, Educação Ambiental e Fomento Florestal que ajudem a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, a melhorar a qualidade de vida da população e aprimorar o desenvolvimento florestal, tendo como base o planejamento de propriedades e paisagens.

Clima Legal realiza mais um importante plantio!

Nos dias 26 e 27 de outubro aconteceu em Agronômica (SC), mais um plantio do Programa Clima Legal. Foram plantadas 1.184 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica. As mudas foram plantadas num terreno da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) pelos funcionários da instituição, membros da diretoria e associados.

A área onde foi realizado o plantio é uma Área de Preservação Permanente (APP) e teve como principal objetivo a recuperação da mata ciliar do Rio do Trombudo, um dos principais afluentes do Rio Itajaí na região do Alto Vale do Itajaí. O terreno onde se realizou o plantio está localizado nas margens da Rodovia BR – 470 no município de Agronômica (SC).

Para este plantio foram utilizadas diversas espécies nativas, principalmente as frutíferas como o araçá, a cereja, a pitanga, a uvaia, a gabiroba, a jabuticaba, o ingá, a aroeira, a tucaneira, a baga de macaco, entre outras. Também foram plantadas algumas espécies nobres como o sassafrás e a canela e as ornamentais como os ipês, a caroba, o jacarandá e a sibipiruna.

A Apremavi espera que esta iniciativa inspire outros moradores do entorno para que façam também a recuperação de suas matas ciliares.

A recuperação de áreas degradadas com o plantio de espécies nativas é extremamente importante para a amenização dos efeitos do aquecimento global. Estudos apontam que a temperatura média da Terra aumentou desde 1906 por cerca de 0,7 º C. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) prevê aumentos de temperatura de entre 1,1 e 6,4 ° C para o período 1990-2100. A estimativa mais otimista para este século é um aumento de 1,8 º C.

O programa Clima Legal foi lançado em julho de 2007, durante as comemorações do 20º aniversário da Apremavi. Tem como objetivo promover plantios para o seqüestro de carbono, ajudando a amenizar os efeitos do aquecimento global tanto em Santa Catarina como no planeta. É também uma estratégia para a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica, para a conscientização ambiental e para o fortalecimento institucional da Apremavi.

O Programa foi desenvolvido para que pessoas físicas e jurídicas possam participar de uma forma efetiva para a preservação do meio ambiente e para o equilíbrio do planeta, através do plantio de árvores. Outras ações necessárias para combater o aquecimento global, pelo qual, todos são responsáveis, são: reduzir a emissão de gases pela indústria, evitar e combater o desmatamento, reduzir e economizar o uso de energia, reduzir a produção de lixo e consumo desnecessários, reduzir e evitar a queima de combustíveis fósseis de maneira geral (gasolina, diesel e gás de cozinha), entre outros.

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Apremavi participa de evento em comemoração ao dia da Árvore!

Pensando na possibilidade de proporcionar bem estar à comunidade de Blumenau e região, no mês em que comemoramos o dia da Árvore, o Projeto Árvores pela Vida, uma iniciativa da empresa Boa Vida de Blumenau em parceria com a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), esteve nos dias 18 e 19 de setembro, no Parque Ramiro Ruediger, em Blumenau (SC), realizando a distribuição gratuita de mudas nativas frutíferas e ornamentais à toda comunidade.

Além da distribuição de mudas, houve uma integração com público visitante. Nestes dois dias dedicados ao Verde, a Boa Vida preparou uma programação especial, com a presença dos mascotes, Matias e Rosinha, que sempre participam dos eventos realizados e apoiados pela Boa Vida, onde distribuiram Kit´s passatempo; teve também a participação da dupla 100% Caipira, Raiz e Sertão e muita diversão para o público infantil.

A Apremavi teve a oportunidade de trabalhar a Educação Ambiental, através do tabuleiro gigante “Fique Legal”, com o público infantil que visitava o local. O jogo proporcionou às crianças, aprendizagem sobre vários conceitos ambientais de uma forma dinâmica e divertida. As atividades no tabuleiro foram coordenadas pelas funcionárias da entidade, Edilaine Dick e Jaqueline Pesenti, que passaram aos participantes as instruções de como se movimentar, se divertir e aprender com o tabuleiro.

O projeto Árvores Pela Vida teve início no mês de novembro de 2009 e tem o objetivo de desenvolver ações de educação ambiental através do plantio de árvores nativas envolvendo colaboradores, parceiros comerciais e principalmente os associados da empresa.

A ideia inicial da Boa Vida é de homenagear com uma árvore, cada atendimento da empresa durante os seus 10 anos de existência.

Um dos requisitos básicos é a participação ativa do associado, de uma forma que seja além da simples preocupação com o meio ambiente. Assim, o associado está participando e desenvolvendo sua consciência ambiental e também homenageando seu familiar.

Projeto Árvores pela Vida: Mais esperança de uma vida saudável para as futuras gerações.

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Matas Legais comemora dia da árvore em Imbuia

Aconteceu no dia 21 de setembro, no município de Imbuia (SC), uma comemoração alusiva ao dia da árvore. A idéia inicial para realização do evento em Imbuia partiu do prof. Ney Germano Stolf, grande entusiasta do meio ambiente, parceiro da Klabin no plantio de eucalipto e junto com a equipe do Matas Legais está colocando em prática a restauração de matas nativas em sua propriedade, cujo planejamento é o plantio de aproximadamente 10.000 árvores.

O evento contou com participação do grupo teatral Choupana, do município de Lages (SC) e a peça apresentada, entitulada ‘Água2 Ó…’, teve como objetivo sensibilizar os estudantes sobre a importância da água. O espetáculo teve duração de aproximadamente uma hora, e viu-se no semblante das crianças uma grande atenção. A trama gira em torno de dois amigos, que o tempo todo entram em conflito em decorrência da falta de água. Enquanto um dos amigos tinha água para matar a sua sede, o outro passava sede, dessa forma a confusão entre os dois sempre estava presente. Por fim, a trama revela a importância da solidariedade nessa hora, e os dois amigos experimentam a sensação da partilha. Daí pra frente existe a percepção de que a água é um essencial recurso natural para a vida, deve ser bem cuidado e administrado e seu acesso deve ser concedido a todos.

Ao final, os 150 estudantes da Escola Básica Municipal Professora Umbelina Lorenzi e Escola Municipal Alto Rio dos Bugres da localidade de Nova Alemanha, receberam uma muda de árvore nativa frutífera, juntamente com uma cartilha e um joguinho de trilha com temática ambiental do Programa Matas Legais. O evento foi mais uma das atividades de educação ambiental desenvolvidas através do Programa Matas Legais, iniciativa da parceria entre Klabin e Apremavi.

Agradecemos a todos que contribuíram para que esse evento pudesse ser realizado, numa data bastante importante, o dia da árvore. Lembramos que, das árvores, muitos benefícios nos são concedidos: sombra, ar puro, regulação do clima, conservação das águas, frutos, madeiras, papel, moradia, etc.
Para encerrar essa matéria não podemos deixar de mencionar essas nobres palavras:

Oração da Árvore      

Antes de erguer o braço contra mim, querendo ferir-me, pense: Deus me ajude a crescer sem que, para isso, seja preciso molestá-lo. Afinal ofereço-lhe a sombra, que o protege do sol. Minhas flores e frutos são o seu alimento, o bosque em que vivo é fonte de saúde e lazer. Assim como você vende a minha madeira, juntando riquezas, minhas folhas adubam suas plantações. O papel do seu jornal vem do meu lenho. Eu, que agasalho, sou a viga que sustenta seu telhado, a toalha de sua mesa e o lençol em que repousa o seu cansaço. Até ao morrer, você precisa de mim. É assim. Meus galhos alimentam o fogo e, com ele, você assa o pão.
Porém, tenho medo do fogo. Proteja-me.
Eu sou o símbolo de força e liberdade, sou sua melhor e mais fiel amiga.
Mas se você não me ama, como mereço, não sou nada.
Defenda-me.

"Estas palavras foram encontradas, inscritas numa tábua, em meio a um bosque da costa Espanhola."

Oração da Árvore extraído de:  http://www.gensmedianeira.com.br/escotismo/Deus/oracao_arvore.htm

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Apremavi inicia o projeto “Biodiversidade Legal” no Parque Mata Atlântica

Durante o mês de agosto, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) deu início aos trabalhos do Projeto Biodiversidade Legal, desenvolvido com os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Vila Gropp, município de Atalanta. O projeto está sendo desenvolvido no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, e tem como objetivo a implantação e o monitoramento de ações de educação ambiental de forma a contribuir para a formação de uma sociedade consciente e responsável com o ambiente em que vivem.

A escola tem 47 alunos de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental. Está localizada na Zona de Amortecimento do parque e possui uma longa de história de trabalhos desenvolvidos com a temática ambiental.

Todas as atividades desenvolvidas pelo projeto serão monitoradas e avaliadas. “Precisamos saber se as nossas ações de Educação Ambiental estão efetivamente tendo resultado com os educandos fora da sala de aula e do parque. Necessitamos avaliar se no retorno para a casa, esses alunos estão prestando atenção no lixo que produzem, nos cuidados com os rios, na alimentação saudável, etc.” comenta a funcionária da entidade, Jaqueline Pesenti.

O projeto terá duração de três meses, onde os alunos participarão de encontros quinzenais no Parque Mata Atlântica para trabalhar atividades práticas voltadas aos temas mata ciliar, água, fauna e flora da Mata Atlântica. Também estão previstas duas saídas à campo e uma atividade prática para recuperação de mata ciliar no município de Atalanta (SC), em local a ser definido com a escola.

A primeira atividade desenvolvida com as crianças foi o plantio de 50 mudas de árvores nativas no entorno da escola. As mudas foram produzidas pelo viveiro Jardim das Florestas. A educadora Irene, que leciona na unidade há 10 anos, conta que já foram plantadas aproximadamente 22 diferentes espécies nativas de árvores no pátio da escola, e que as mesmas são cuidadas pelos alunos.

Além disso, os estudantes também realizaram uma saída de campo para o monitoramento dos rios que passam no centro de Atalanta (SC), observando suas margens, coloração da água, presença ou não de resíduos sólidos, vegetação, dentre outros aspectos.

Para a implantação deste projeto, a Apremavi conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Atalanta e das empresas parceiras do Parque Mata Atlântica, Metalúrgica Riosulense, Farbe Malhas e Scheller Indústria e Comércio de Madeiras.

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Apremavi participa do IV Simpósio Sul de Gestão e Conservação Ambiental

Entre os dias 30 de agosto e 03 de setembro de 2010, Edilaine Dick e Marcos Alexandre Danieli, técnicos da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), participaram do IV Simpósio Sul de Gestão e Conservação Ambiental, evento que abrange, ainda, o V Simpósio Gaúcho de Educação Ambiental, o Encontro do Coletivo Educador do Alto Uruguai, e a XIX Semana Alto Uruguai do Meio Ambiente, promovido pela Universidade Regional Integrada – URI Campus Erechim (RS).

Segundo a professora Sônia Balvedi Zakrzeveski, do Coletivo Educador do Alto Uruguai, o evento teve como principais objetivos “proporcionar aos estudantes, educadores e pesquisadores, espaços de diálogo e trocas de experiências em educação ambiental, gestão e conservação da biodiversidade; além de identificar e analisar as tendências e perspectivas da produção científica sobre as temáticas no país”.

O evento foi composto pela realização de diversas palestras com temas relacionados à educação ambiental, gestão participativa em unidades de conservação, políticas públicas, conservação da biodiversidade e relatos de experiências em projetos ambientais desenvolvidos na região sul do país. Também foram realizados diversos minicursos envolvendo essas temáticas.

A participação do público alvo do evento se deu através de apresentações orais e banners com explanação de trabalhos realizados por diferentes instituições e pesquisadores. Os técnicos da Apremavi estiveram nesse espaço expondo o banner “Desafios e perspectivas no processo de formação do conselho consultivo do Parque Nacional das Araucárias”, que teve como foco relatar a metodologia adotada pela Apremavi para criação do referido conselho e as conquistas, assim como foram apresentados os desafios e as perspectivas frente à consolidação deste conselho.

Para Edilaine Dick, coordenadora de projetos da Apremavi, um dos principais pontos positivos do evento “foi a possibilidade de integração com outras instituições e a troca de experiências com técnicos e estudantes, que tem em comum o trabalho em prol da conservação ambiental aliado à integração do homem com a natureza”.

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Mobilizações fortes marcaram o Viva Mata

Entre os dias 21 e 23 de maio, a Apremavi esteve presente na 6ª edição do “Viva Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica”, um evento de amplitude nacional que é promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica desde 2005 em comemoração ao Dia Nacional da Mata Atlântica (dia 27 de maio), no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O evento contou com a participação de diversas instituições que trabalham em prol da conservação da Mata Atlântica e sua biodiversidade, e trouxe a todos a oportunidade de conhecer novos projetos, trocar informações com o público, participar de palestras e rodas de conversa. Algumas entidades também puderam apresentar seus trabalhos em estandes temáticos e oficinas voltadas para o público sem seleção de idade.

Os estandes promoviam a divulgação dos trabalhos e projetos dos mais variados tipos e eram agrupados por temas principais: Educação Ambiental, Amigos da Mata, Costa Atlântica, Fauna e Flora da Mata Atlântica, Água, Reservas Particulares, Restauração Florestal, Centro de Experimentos Florestais, Reciclagem, Lagamar, Produtos sustentáveis, Conservação Regional e Empresas & Mata Atlântica. Além dos estandes institucionais da SOS Mata Atlântica, do Banco Bradesco, da Fundação Toyota do Brasil, da empresa Tinta Coral e da Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo.

A Apremavi teve seu trabalho exposto no estande da Fauna e Flora e junto com a Associação Mata Ciliar (Jundiai – SP), a Fundação Biodiversitas (Belo Horizonte – MG), a Apromac (Cianorte – PR), o Instituto Amuírandê (Aracaju – SE), o Instituto Maracajá (São Vicente – SP), a Associação Mico Leão Dourado (RJ), a Associação Promuriqui (SP), e o Projeto Mucky (Itu – SP), recebeu a visita de estudantes e professores de escolas locais, grupos escoteiros, representantes de entidades ambientalistas presentes no evento e demais cidadãos envolvidos na luta pela preservação da Mata Atlântica.

Os projetos desenvolvidos pela Apremavi ­que foram apresentados ao público durante o evento são aqueles que vem sendo desenvolvidos na região da Floresta com Araucárias e o programa de Planejamento de Propriedades e Paisagens. Foram distribuídos exemplares de um jogo educativo para os professores das escolas locais que visitaram o evento, além do livro sobre a Floresta com Araucárias, que teve uma repercussão muito positiva.

Um dos estandes que chamou muita atenção foi o do funeral simbólico da Mata Atlântica, da biodiversidade, das futuras gerações, caso sejam promovidas as mudanças na legislação propostas por polítcos e setores retrógrados e que são contra o desenvolvimento sustentável do Brasil.

O cronograma das atividades

Na noite de abertura do evento (20 de maio) o presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, Roberto Klabin, destacou a importância de valorizarmos os políticos que agem em favor do meio ambiente e de apresentar as questões ambientais para nossos representantes que não estão familiarizados com o tema. Estiveram presentes na festa representantes de entidades ambientais, representantes do governo e de organizações não-governamentais, donos de reservas particulares, visitantes e amantes da Mata Atlântica, e, também algumas celebridades, que embalados por canções da música popular brasileira iniciaram os novos diálogos para conservação da biodiversidade da Mata Atlântica.

Na sexta-feira (21 de maio) dia que marcou o início das atividades do Viva Mata 2010, aconteceram os debates sobre o Código Florestal e a campanha dos Exterminadores do Futuro, com representantes de diversas instituições, membros da Frente Parlamentar Ambientalista e pessoas que estavam visitando o evento, e por meio deste evento pudemos saber um pouco mais sobre o que está acontecendo com a legislação ambiental e como a campanha dos Exterminadores do Futuro irá atuar. Ainda na sexta feira o ator Marcos Palmeira participou do bate-papo Eldorado, com a jornalista Paulina Chamorro, no qual contou como transformou sua vida modificando sua propriedade em uma fazenda de produtos orgânicos. Marcos disse ainda que depois da sua participação no evento, tem uma lição de casa: conhecer mais sobre o que está acontecendo com o Código Florestal e assim poder participar dessa campanha.

No sábado (22 de maio) foi comemorado o Dia da Biodiversidade no Viva Mata, e a programação do dia contou com um circuito de palestras sobre a importância da diversidade das espécies da fauna e flora, abordando temas como “Primatas da Mata Atlântica”, “Peixes Marinhos da Costa Brasileira” e “Biodiversidade Marinha e Turismo Sustentável”.

No último dia do Viva a Mata (23 de maio), as entidades e pessoas presentes no evento puderam participar de uma manifestação pelo Código Florestal: “O Futuro é Nosso e o Voto Também”. O objetivo da ação foi mostrar para a sociedade o que está em risco caso aconteçam as alterações no Código Florestal e na legislação ambiental brasileira, defendidas por setores específicos representados por alguns deputados. “A ação também servirá para dar continuidade à campanha, receber contribuições da sociedade e mostrar a importância e a necessidade de levar em conta as questões ambientais na eleição. Daí, o nome, o futuro é nosso e o voto também”, afirmou Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica.

Ponto de vista

Por fim, como representante da Apremavi no evento, afirmo que as ações realizadas, as novas parcerias firmadas, as metas traçadas, as informações e experiências trocadas e a motivação das entidades em buscar a conservação e recuperação da Mata Atlântica contagiaram a todos que por lá passaram, realimentando o movimento ambientalista a lutar pela conservação da biodiversidade e da proteção da natureza.­­

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Apremavi participará do Viva Mata em São Paulo

O Viva a Mata é um evento nacional sobre a Mata Atlântica, que acontece todo ano no Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo e é promovido pela Fundação SOS Mata Atlânica. Tem patrocínio do Banco Bradesco e apoio da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, da Tam Linhas Aéreas, da Rede Globo e da Rádio Eldorado.

Uma das atividades do Viva Mata é a "Mostra de Iniciativas e Projetos em prol da Mata Atlântica" e é nesta mostra que a Associação Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) apresentará as atividades que vem desenvolvendo na região da Floresta com Araucárias e junto ao programa de Planejamento de Propriedades e Paisagens.

As atividades serão desenvolvidas num estande chamado espaço da Fauna e Flora e junto com a Apremavi estarão outras sete organizações ambientalistas, como a Fundação Biodiversitas, a Associação Muriqui e a Associação Mico Leão Dourado.

A representante da Apremavi, Carolina Schaffer, está animada com o evento e após a montagem do estande declarou: "todos estão muito empenhados em fazer um bom trabalho, em passar informações importantes para as pessoas que passarão pelo estande e também em discutir novos projetos ambientais".

A programação completa do Viva Mata pode ser acessada no anexo.

Paralelo à programação do Viva Mata, acontecerá o Seminário "Sustentabilidade e Conservação da Mata Atlântica", organizado pelo Ministério do Meio Ambiente, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e Rede de ONGs da Mata Atlântica com o apoio da GTZ – Projeto Proteção da Mata Atlântica II, SOS Mata Atlântica e Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. O seminário será realizado no dia 22 de maio 2010, das 14h às 19h, no Auditório do Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera.

No seminário, especialistas farão uma análise dos avanços na proteção da floresta e apontarão temas prioritários aos candidatos às eleições deste ano, pedindo que assumam compromissos de conservar e recuperar a Mata Atlântica.

Para o coordenador da Rede de ONGs da Mata Atlântica, Renato Cunha o futuro da Mata Atlântica depende do fortalecimento da estratégia de criação, ampliação e consolidação das Unidades de Conservação e do arcabouço legal que protege a vegetação nativa. Segundo ele, há um sério risco de que o país perca importantes conquistas para a proteção da Mata Atlântica com a perspectiva de mudanças na legislação ambiental, principalmente no que se refere ao Código Florestal. Ao mesmo tempo, pondera que não bastam as leis. “É preciso que se tenha consciência da importância da floresta e seus serviços ambientais para a população. A Mata Atlântica é de interesse de todos os brasileiros”, afirma.

“Os recursos naturais preservados são a condição básica para o desenvolvimento sustentável de um país. Sem isso não há sustentabilidade na agricultura e nem qualidade de vida no campo e na cidade no futuro”, complementa Wigold Schaffer, coordenador do Núcleo Mata Atlântica do MMA. Segundo ele, há no Brasil as condições para o país orientar e liderar um movimento nacional e internacional em busca de soluções e adaptações a um modelo de desenvolvimento que seja realmente sustentável.

A programação do seminário encontra-se em anexo.

Apremavi e Amavi promovem curso de legislação ambiental

O projeto “Adequação ambiental de imóveis rurais através da Averbação de Reserva Legal” é uma iniciativa da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), em parceria com as Prefeituras da região e diversas outras instituições, como o MMA, a Apremavi, a TNC e a Fatma. O projeto tem como objetivo identificar e delimitar as Reservas Legais dos cerca de 25.000 imóveis rurais na região de abrangência dos 28 municípios do Alto Vale do Itajaí, além dos municípios de Alfredo Wagner e Bom Retiro, em Santa Catarina.

Iniciado no segundo semestre de 2009, pretende apoiar os pequenos produtores rurais na correta instrução dos processos de identificação, delimitação e averbação em cartório da Reserva Legal das propriedades rurais, além de organizar um cadastro geral da situação ambiental dos imóveis rurais da região.

A proposta da Amavi surgiu após a publicação do Decreto no 6.514/08, que regulamentou a Lei no 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) no que tange às infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e estabeleceu prazo até 11 de dezembro de 2009 para que os proprietários rurais averbassem a Reserva Legal, sob pena de multa diária. Esse decreto foi substituído pelo Decreto no 7.029, de 2009, que criou o Programa Mais Ambiente e estendeu o prazo para averbação das Reservas Legais até 11 de junho de 2011.

Um levantamento preliminar da Amavi indicou que aproximadamente 70% das pequenas propriedades rurais da região ainda conservam áreas de vegetação nativa para constituir a Reserva Legal e são raros aqueles que não possuem mais nenhum remanescente de mata nativa e que terão que recuperar áreas. Ou seja, na região do Alto Vale do Itajaí, a regularização da Reserva Legal, mediante averbação de área equivalente a 20% do imóvel conforme preconiza o Código Florestal, depende basicamente da identificação, mapeamento e averbação em cartório.

Esta iniciativa coloca as prefeituras da região na vanguarda da discussão e solução dos problemas relacionados aos principais temas de importância não apenas local e nacional, mas também global, como a minimização dos efeitos das mudanças climáticas, a conservação da biodiversidade, a conservação dos recursos hídricos e a conservação do solo, todos temas relacionados aos processos agrícolas, industriais, energéticos e de abastecimento público e bem estar das populações humanas. Além disso, ao apoiar a elaboração dos mapas e processos de cada imóvel para a averbação da Reserva Legal, vai trazer uma importante economia aos agricultores e pecuaristas da região.

Dentro deste trabalho, através de parceria estabelecida com o Fundo Brasileiro para Biodiversidade (Funbio) a Apremavi estará desenvolvendo ações de capacitação em legislação ambiental, na elaboração de planos municipais de conservação e recuperação da Mata Atlântica e ações de mobilização e educação ambiental em 28 municípios do Alto Vale do Itajaí.

Serão realizados 03 cursos sobre legislação ambiental, envolvendo os técnicos das prefeituras e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). O primeiro curso foi realizado nos dias 28 e 29 de abril e envolveu a participação de 15 técnicos dos municípios de Salete, Rio do Campo, Santa Terezinha, Taió, Mirim Doce, Pouso Redondo e Atalanta. Os demais cursos serão realizados de 04 a 06 de maio e de 11 a 13 de maio, onde serão envolvidos os municípios não contemplados nesse primeiro curso.

Dentre os assuntos discutidos nos cursos destacam-se:

•    Adequação ambiental das propriedades rurais: Legislação ambiental vigente.
•    Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica.
•    Unidades de Conservação: O que são, importância e processo de criação.
•    Políticas municipais de meio ambiente e Conselhos Municipais de Meio Ambiente.
•     Serviços ambientais: conceitos e pagamentos por serviços ambientais.
•    Restauração Florestal: Fundamentação teórica e bases ecológicas necessárias à restauração florestal com espécies nativas.

Serão também realizados 03 seminários sobre legislação ambiental, que envolverão diretamente os agricultores familiares do Alto Vale e demais interessados sobre o assunto. Esses eventos serão realizados nos dias 18 de maio, em Taió (SC), 26 de maio em Ibirama (SC) e 27 de maio em Ituporanga (SC) e terão como objetivo sanar as dúvidas e repassar informações corretas sobre o processo de averbação da RL aos agricultores.

A Apremavi ainda realizará reuniões mensais com os técnicos envolvidos nos cursos citados acima, com o objetivo de formar uma rede de técnicos capacitados e atuantes na área ambiental, com potencial para mobilização dos agricultores do Alto Vale do Itajaí.

A realização desses eventos está contando com a participação de palestrantes da equipe técnica da Apremavi: Edilaine Dick, Jaqueline Pesenti, Edinho Pedro Schaffer, Tatiana Arruda Correa, Leandro da Rosa Casanova e Miriam Prochnow e de palestrantes convidados: Nelcio Lindner (Senai de Blumenau), Lauro Bacca (RPPN Catarinense), Claudio Klemz (TNC), Ivanor Boing (Prefeito de Vitor Meirelles) e Wigold B. Schaffer (MMA).

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