28/11/2012 | Notícias
No dia 08 de novembro, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), recebeu a visita da turma de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Campos de Curitibanos (SC). O objetivo da visita foi o de fundamentar os conhecimentos das disciplinas de Conservação e Uso da Biodiversidade e de Reprodução Vegetal, ministrada pela professora Neusa Steiner.
A turma foi recepcionada no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica pelo Presidente da Apremavi, Edegold Schäffer e pela técnica Jaqueline Pesenti, os quais apresentaram os trabalhos da instituição e, na sequência, realizaram a caminhada pela Trilha da Lontra que dá acesso à cachoeira Perau do Gropp, considerada uma das mais belas da região com 41 metros de queda. No retorno da trilha, puderam conhecer o museu histórico Wogeck Kubiack.
Ao meio dia os alunos saborearam um almoço colonial servido na propriedade "Paraíso das Trutas", onde puderam conhecer o projeto Acolhida na Colônia, um exemplo de turismo rural seletivo, que funciona como importante alternativa de renda para os agricultores da região.
No período da tarde, acompanhados pelo engenheiro florestal Leandro Casanova, conheceram uma área recuperada com espécies nativas da Mata Atlântica há seis anos com o propósito de se tornar uma área demonstrativa, não só de recuperação ambiental, mas também para exploração econômica no futuro.
Conheceram também o Viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas da Apremavi e acompanharam de perto todo o processo de produção de mudas que vai desde a semeadura, enchimento dos saquinhos e a repicagem das mesmas, sempre com supervisão e colaboração dos funcionários da Apremavi Sidnei Prochnow e Geraldo Sauer.
De acordo com a professora Neusa da UFSC – Campus de Curitibanos, "a turma foi muito bem recebida pela equipe da APREMAVI. A visita permitiu a visualização do sistema de coleta de sementes e produção de mudas nativas, educação ambiental, conservação e valoração do ecossistema local. É uma oportunidade que os estudantes de graduação têm em visualizar, discutir e analisar criticamente diferentes estratégias de Uso e Conservação de Biodiversidade".
Agende sua visita!
Telefone: (47)3535-0119
E-mail: info@apremavi.org.br / viveiro@apremavi.org.br
25/09/2012 | Notícias
A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) lançou no dia 24 de setembro de 2012, durante o VII Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), o livro Gestão Participativa em UCs: uma experiência na Mata Atlântica. O congresso está acontecendo na cidade de Natal e vai até o dia 27 de setembro.
A publicação tem como objetivo divulgar e socializar as experiências e resultados do projeto Integração e Capacitação de Conselhos e Comunidades na Gestão Participativa de UCs, desenvolvido pela Apremavi na região Oeste de SC e Centro/Sul do PR e que envolveu 04 Unidades de Conservação federais e 02 estaduais. O projeto está sendo desenvolvido desde fevereiro de 2011 e conta com anuência e parceria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA), tendo apoio do PDA Mata Atlântica, além da parceria de diversas organizações. O lançamento regional da publicação ocorreu durante o seminário de conclusão do projeto, que aconteceu nos dias 12 e 13 de setembro em Chapecó (SC).
A publicação organizada pela equipe técnica do projeto: Edilaine Dick, Marcos Alexandre Danieli e Alanza Mara Zanini, teve a edição geral de Miriam Prochnow. Os textos são de: Alanza Mara Zanini, Dailey Fischer, Deusdedet Alle Son, Edilaine Dick, Emerson Antonio de Oliveira, Laci Santin, Lucia Sevegnani, Marcelo Limont, Marcos Alexandre Danieli, Miriam Prochnow, Wigold Bertoldo Schaffer.
As fotos foram gentilmente cedidas por: Miriam Prochnow, Marcos Alexandre Danieli, Edilaine Dick, Wigold B. Schaffer, Antonio de Almeida Correia Junior, Edegold Schaffer, Alanza Mara Zanini, Carolina Cátia Schaffer, Fabiana Bertonici, Jaqueline Pesenti, Leandro da Rosa Casanova e Ecopef.
Na avaliação de Miriam Prochnow, Coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi e responsável pela edição do livro: "a publicação é mais uma contribuição efetiva da Apremavi para a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica".
Segundo Marcos, a participação da Apremavi no CBUC está sendo importante pela troca de experiências entre os diversos participantes, o que possibilita perceber diferentes realidades e qualificar a atuação em projetos relacionados às Unidades de Conservação. Durante o lançamento do livro foi possível perceber o interesse dos participantes em conhecer uma realidade trazida do Sul da Mata Atlântica, e a partir dos contatos realizados, sai-se do evento com novas ideias para a realização de novos projetos que possam fortalecer as UCs da região.
A publicação pode ser baixada clicando na ilustração da capa acima ou então se alguém tiver interesse na versão impressa, pode enviar um email para: info@apremavi.org.br
21/06/2012 | Notícias
Enquanto os resultados na conferência oficial tem se mostrado bastante pessimistas, com a geração de um documento fraco e sem ambição, na Cúpula dos Povos a movimentação das ONGs está intensa na esperança de mobilizar a sociedade e os governos para a implantação de ações que possam dar um rumo diferente ao planeta. Centenas de milhares de pessoas já circularam no Aterro do Flamengo, representando mais de 200 países, entre jovens e adultos das mais diversas culturas e etnias.
A Apremavi está na Rio+20 com 5 representantes, participando de vários debates, mesas redondas e de manifestações públicas que acontecem nas ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro. Algumas das atividades já foram noticiadas aqui como o seminário com a avaliação da agenda socioambiental da Rio-92 à Rio+20 e o Ato em defesa das florestas. Além dessas, no dia 18 participamos da Marcha à Ré, que foi uma mobilização para chamar atenção para os retrocessos na agenda socioambiental que estão sendo promovidos pela atual gestão do governo federal e no dia 20 participamos da Marcha dos Povos onde os ambientalistas chamaram a atenção para a situação das mudanças no Código Florestal.
No estande estão sendo divulgadas, entre outras, as atividades do Viveiro de Mudas Nativas "Jardim das Florestas" e distribuídos materiais de Educação Ambiental. A movimentação no estande tem sido muito intensa, milhares de pessoas já passaram pelo estande, gerando inúmeros contatos para novos intercâmbios e trabalhos conjuntos.
Dentre os eventos, ainda podemos destacar a participação da Apremavi no seminário Forests: the Heart of a Green Economy", realizado no dia 18 de junho, durante o qual foi feito o lançamento da publicação Silvicultura e Biodiversidade, quarto volume da série Cadernos do Diálogo, do Diálogo Florestal e o seminário Conflitos e Desafios Socioambientais na Mata Atlântica que ocorreu no dia 20 de junho, evento que também comemorou os 20 anos da Rede de ONGs da Mata Atlântica. Num ato simbólico também foi feito o pré-lançamento do vídeo Matas Legais, do programa de mesmo nome que a Apremavi tem com a Klabin. O lançamento oficial do vídeo deve acontecer em breve no Paraná e em Santa Catarina.
A conferência oficial encerra dia 22, mas as atividades da Cúpula dos Povos irão até o dia 23. O encontro quer que os temas discutidos na Rio+20 não fiquem só no papel, mas se transformem em práticas sociais.
Fotos: Edegold Schaffer, Grasiela Hoffmann, Miriam Prochnow e Wigold Schaffer.
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25/05/2012 | Notícias
Pelo terceiro ano consecutivo a Apremavi marcou presença no Viva a Mata mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, um evento de amplitude nacional organizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, que aconteceu entre os dias 17 e 20 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Em sua oitava edição o tema Nosso Verde Também Depende do Azul, foi o centro das atividades do evento. Com a ideia de mostrar a importância do mar e da água para a vida das pessoas e para o equilíbrio do meio ambiente, o evento contou com uma programação repleta de atividades de conscientização sobre o papel do meio ambiente e dos ecossistemas aquáticos, promoveu a troca de informações entre os que lutam pela preservação da fauna e da flora, celebrou o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio), e mobilizou a população sobre a importância das leis ambientais chamando atenção para a atual condição do Código Florestal Brasileiro.
Instituições que trabalham em prol da conservação da Mata Atlântica e sua biodiversidade mostraram seus projetos ao longo de 20 estandes temáticos relacionados com a Mata Atlântica e os ecossistemas aquáticos relacionados a ela.
A Apremavi, que teve seu trabalho exposto no estande de Educação Ambiental, recebeu a visita de estudantes e professores de escolas locais, escoteiros, representantes de entidades ambientalistas presentes no evento e demais cidadãos envolvidos na luta pela preservação das florestas.
O jogo No Jardim das Florestas – um jogo da memória com cartas (tamanho A3) de 30 espécies de árvores nativas da Mata Atlântica, é um dos materiais desenvolvidos em comemoração aos 25 anos da Apremavi e foi apresentado pela primeira vez ao público do evento. Sua animação foi coordenada pela sócia da Apremavi, Carolina C. Schäffer, que além divulgar o trabalho desenvolvido no Viveiro de Mudas da instituição, divertiu e ensinou crianças e adultos ao mostrar algumas das espécies de árvores da Mata Atlântica.
Ato público #VetaTudoDilma
No dia 20 de maio, último dia do Viva a Mata, cerca de 2 mil pessoas se reuniram no Monumento às Bandeiras, próximo ao Parque do Ibirapuera, em prol do movimento #VetaTudoDilma – que pede o veto integral da presidente Dilma Rousseff ao projeto do novo Código Florestal, recentemente aprovado de forma imprudente no Congresso Nacional.
Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, coordenou a manifestação e declarou: Milhares de pessoas, vindas de todos estados brasileiros, estão hoje aqui reunidas para dizer que o patrimônio brasileiro é de toda a sociedade e que a legislação ambiental não pode ser alterada para atender a interesses de pequenos grupos.
O Movimento #VetaTudoDilma, através de uma petição online organizada pelo site da Avaaz, já reuniu cerca de 1 milhão e 800 mil assinaturas de pessoas com o pedido de veto à presidente. Segundo Mantovani, em números, igualamos às assinaturas da campanha Ficha Limpa, o que demonstra como a sociedade está mobilizada para evitar o retrocesso de nossa legislação.
O ator e ativista, Victor Fasano, também esteve no local e ressaltou: O Código Florestal precisava sim de mudanças, mas baseadas no que os diversos setores da sociedade têm a dizer (academia, sociedade civil e setor privado), e não só na vontade de poucos políticos.
Fotos: Carolina Schaffer
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11/04/2012 | Notícias
Nos dias 03 e 04 de abril de 2012, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), através do projeto Integração e Capacitação de Conselhos e Comunidades na Gestão Participativa de Unidades de Conservação (UCs) Federais e Estaduais Oeste de Santa Catarina e Centro Sul do Paraná, promoveu um Curso de Educação Ambiental, com a condução de Deusdedet Alle Son (Detinha), especialista em Gestão e Educação Ambiental. Detinha desenvolve projetos de Educação Ambiental junto ao Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica (Ipema), ONG sediada em Vitória (ES).
O curso foi realizado na Universidade Comunitária da Região de Chapecó – Unochapecó, e teve como objetivo capacitar os educadores com atuação nas escolas da região das UCs envolvidas no projeto, em temas e práticas relacionados à questão ambiental, visando ampliar suas capacidades e habilidades e instrumentalizá-los para suas práticas profissionais e pessoais.
Estiveram presentes 55 pessoas, entre educadores de 10 municípios da região Oeste de SC e Centro Sul do PR, equipe do projeto, gestores das UCs envolvidas no projeto e outros convidados.
A programação do encontro foi pensada com base nas respostas dos educadores à seguinte pergunta orientadora: Qual minha necessidade enquanto educador para trabalhar a educação ambiental no ambiente formal e não formal?
No primeiro dia foram distribuídos aos educadores kits e materiais para subsidiar ações de educação ambiental. Detinha trabalhou os marcos históricos e teóricos da Educação Ambiental e Edilaine Dick, técnica da Apremavi, falou sobre os principais conceitos e objetivos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), especialmente sobre as características das UCs e dos conselhos gestores.
Patrícia Maria Soliani, da Fundação do Meio Ambiente de SC (FATMA), falou dos projetos e de como esta instituição vem trabalhando com a Educação Ambiental no Estado. Também foi realizada uma atividade para conhecer a percepção dos educadores sobre as UCs da região em que atuam, através de trabalhos em grupo. Logo em seguida, os gestores apresentaram o contexto de cada UC, como forma de aproximá-las das escolas da região e pensar em possibilidades de atuação conjunta.
Na manhã do segundo dia foi realizada uma trilha com os participantes na Floresta Nacional (FLONA) de Chapecó, orientada pelos gestores da UC, Fabiana Bertoncini e Juares Andreiv, e pelo Técnico Ambiental Onório Heuko. Na oportunidade, Fabiana apresentou o contexto geral e principais características da FLONA. No período da tarde, as educadoras Maritânia Rodi Schimitt (Escola Estadual de Ensino Fundamental Francisco Bagatini) e Alexandra Dallagnol (Escola de Educação Básica José Pierezan), de Concórdia (SC), apresentaram relatos de experiências de projetos de educação ambiental desenvolvidos nas escolas em que atuam, sendo respectivamente: Projeto Guias Mirins (parceria da escola com a Equipe Co-Gestora do Parque Estadual Fritz Plaumann – Ecopef) e Projeto Implantação do Bosque Vida Verde.
A atividade final envolveu trabalhos em grupo para a construção de um plano de ação entre os educadores e gestores de cada UC, sendo planejadas ações de Educação Ambiental que serão realizadas de forma conjunta.
Fotos: Marcos Alexandre Danieli.
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10/04/2012 | Notícias
No dia 03 de abril, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), participou da 5a Reunião Plenária de 2012 da JCI (Junior Chamber International) de Rio do Sul (SC).
A JCI é uma federação mundial de jovens profissionais e empreendedores, com idades entre 18 e 40 anos, que buscam, por meio do aprimoramento do indivíduo, as bases para o crescimento pessoal e de suas comunidades.
A reunião contou com aproximadamente 40 membros, entre empresários e estudantes que ouviram atentamente o histórico da Apremavi e suas prioridades para este ano, enfatizando os 25 anos de existência que a instituição completará em julho. O objetivo da palestra era mostrar, além do histórico, a missão, seus principais projetos e parcerias, sua estrutura atual e também os resultados e o reconhecimento que a Apremavi tem recebido desde sua fudanção, em 1987.
A maioria dos empresários presentes afirmou que já ouviram falar da Apremavi, mas não faziam ideia da amplitude dos trabalhos e do profissionalismo da instituição.
O presidente da Apremavi, Edegold Schäffer, e a secretária executiva, Grasiela Hoffmann, mostraram também aos presentes a atual estrutura física da instituição no município de Atalanta, envolvendo o viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas e o alojamento para estagiários.
Grasiela ressaltou ainda que a Apremavi possui convênio com várias Universidades de Santa Catarina, do Brasil e também com algumas Fundações e Instituições de outros países como Alemanha, Espanha e Estados Unidos que enviam estudantes para o programa de estágio da Apremavi. Edegold comentou que a procura por estágios é cada ano maior e que a atual estrutura do alojamento não atende mais as necessidades da entidade. Como marco dos 25 anos, a instituição estabeleceu como prioridade a construção do Centro de Educação Ambiental e Alojamento, para que seja possível atender melhor os estagiários e visitantes.
A construção foi projetada para ser um centro de referência, não só em educação ambiental, mas também um modelo de construção sustentável com sistema de captação de água da chuva e energia solar.
Na palavra livre da Plenária, além dos agradecimentos, houve também elogios pelo trabalho que a Apremavi realiza. Rudolf Marzall Filho, sócio fundador da JCI de Rio do Sul, destacou o reconhecimento da Apremavi, não só no Brasil, mas também em nível internacional. Rudolf comentou que sua sobrinha, que morou e estudou no Canadá, realizou seu trabalho de conclusão de curso na Apremavi em Atalanta.
A Apremavi presenteou os participantes com uma muda de Ipê-Amarelo.
Reunião na JCI. Foto: Flavia Tomio.
19/03/2012 | Notícias
No dia 12 de março aconteceu na praça Ermenbergo Pellizzetti, Rio do Sul (SC), o primeiro evento de 2012 da Campanha de Educação Ambiental, da parceria entre a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) e o Grupo Mirador de Telecomunicações. A campanha que já está em sua 4°edição tem como objetivo sensibilizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente através de pequenas atitudes diárias.
Na edição de 2011 o lema da campanha foi, "a gente muda o mundo com a mudança na nossa mente". O lema para 2012 ainda será escolhido através de um concurso para escolares. Para este ano estão previstos três encontros na praça com distribuição de mudas. Haverá também o recolhimento de embalagens de agrotóxicos, pilhas e baterias e a distribuição de sementes de hortaliças.
As atividades de 2012 irão contar também com o apoio de outras organizações, entre elas a Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Rio do Sul, que no evento do dia 12 ajudou a distribuir mais de 900 mudas de árvores nativas, em duas horas de exposição na praça. Foram distribuídas mudas de araçá-vermelho, pitanga, ingá-feijão, ingá-anão, cereja, cortiça-lisa, pau-ferro, ipê-amarelo, ipê-roxo, caroba, entre outras, produzidas no viveiro de mudas da Apremavi Jardim das Florestas, localizado em Atalanta (SC). Mais de mil pessoas passaram pelo local a procura de mudas de árvores nativas.
A estudante Andressa Naiara comentou: passei próximo à Praça e vi a concentração de pessoas, chegando mais perto, vi que estavam distribuindo mudas de árvores, aproveitei e peguei três espécies para plantar em casa!.
Edegold Schäffer, presidente da Apremavi, disse estar bastante satisfeito com o resultado do evento: fiquei muito feliz com o grande número de pessoas que prestigiaram o evento. O sucesso se deu por que cada vez as pessoas estão mais engajadas na conservação ambiental e preocupadas com os dados alarmantes da destruição do Meio Ambiente.
Ainda temos muito a fazer em prol do bem-estar e da qualidade de vida das atuais e da futuras gerações. Parcerias como essa entre a Apremavi e o Grupo Mirador mostram que não só é possível o trabalho coletivo, como é essencial para que se avance rumo ao desenvolvimento sustentável de verdade. Uma sociedade participativa e consciente da importância das questões ambientais é fundamental. Com gestos aparentemente corriqueiros e esforços conjuntos é possível gerar mudanças significativas.
Agrademos a todas as pessoas que prestigiaram e que de uma forma ou de outra contribuíram para que o evento na praça fosse um sucesso. Fica também o convite para os próximos eventos. Plantar árvores é uma das atitudes mais efetivas de conservação ambiental. Quem planta terá no mínimo a oportunidade de sentar à sombra de uma árvore ouvindo o cantarolar dos pássaros.
13/03/2012 | Notícias
No último domingo de fevereiro, o grupo Força Jovem da cidade de Rio do Sul, passou uma tarde de lazer no Parque Natural Municipal da Mata Atlântica em Atalanta (SC).
O grupo formado por aproximadamente 40 jovens chegou ao parque no início da tarde de domingo e foram recepcionados no auditório Erich Gropp. Em uma conversa inicial, os jovens falaram das suas expectativas em visitar o parque e receberam informações a respeito da área. Depois de passadas todas as orientações, o grupo foi convidado a realizar a Trilha da Lontra.
Os jovens percorreram cerca de 800 metros até chegarem na Cachoeira Perau do Gropp com 41 metros de queda. Durante a caminhada também puderam observar os paredões rochosos, espécies nativas como o cedro, a araucária, canela sassafrás, xaxim, dentre outras e observar a cascata Córrego do Rio Caçador, com 18 metros de altura.
No retorno da trilha os jovens visitaram o Museu Histórico Municipal Wogeck Kubiack, ficando impressionados com os utensílios agrícolas e domésticos que eram utilizados pelos antepassados, bem como, com a idade dos objetos que compõem o acervo do local.
O grupo aproveitou o restante da tarde para realizar jogos e dinâmicas, ouvir musica e fazer um delicioso piquenique no parque.
Conforme relatado no Blog do Força Jovem Rio do Sul, a visita ao parque proporcionou ao grupo uma tarde bem diferente que mostrou que os jovens aprenderam a cuidar do meio ambiente e também aproveitar a vida com as coisas de Deus se divertindo sem a necessidade de drogas e álcool.
Conheça você também o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica. Agende sua visita!
Telefone: (47) 3535-0229
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Sobre o movimento Força Jovem
A Força Jovem Brasil é uma instituição que conta com jovens em todo país, envolvendo atividades sociais, esportivas, educacionais, culturais, profissionalizantes e é reconhecido em nível mundial. No Brasil, já beneficiou milhares de pessoas, transformando vidas que outrora enfrentavam os mais diversos tipos de problemas e hoje fazem a diferença na sociedade como profissionais de sucesso, atletas de destaque em campeonatos esportivos, ganhando medalhas e até entrando no Livro dos Recordes.
Todas as atividades realizadas pelos programas da Força Jovem Brasil são abertas a todos. Jovens da comunidade, amigos e familiares também participam dos programas sociais, recebem diplomas e até se tornam voluntários como professores, instrutores ou palestrantes. Coordenada pelo pr. Jean Madeira, a FJB realiza grandes campanhas contra as drogas. As campanhas Crack, tire essa pedra do seu caminho, Driblando o Crack e Nocaute ao Crack mobilizou a juventude de todo o país e arrecadou toneladas de alimentos que foram destinados a entidades sociais.
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03/02/2012 | Notícias
Em fevereiro de 2011 iniciaram as atividades do projeto Integração e Capacitação de Conselhos e Comunidades na Gestão Participativa de Unidades de Conservação (UCs) Federais e Estaduais Oeste de SC e Centro Sul do PR, coordenado pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), com apoio do Subprograma Projetos Demonstrativos – PDA Mata Atlântica.
O projeto abrange 04 UCs federais e 02 estaduais, localizadas próximas geograficamente: Floresta Nacional de Chapecó, situada nos municípios de Chapecó e Guatambu (SC), Estação Ecológica Mata Preta em Abelardo Luz (SC), Parque Nacional das Araucárias em Passos Maia e Ponte Serrada (SC), Refúgio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas localizado em Palmas e General Carneiro (PR), Parque Estadual das Araucárias em Galvão e São Domingos (SC) e Parque Estadual Fritz Plaumann, Concórdia (SC).
Como forma de incrementar e potencializar a gestão participativa nestas UCs, o projeto tem como público alvo, os gestores das UCs, os integrantes dos conselhos consultivos e pessoas das comunidades localizadas na zona de amortecimento, além de professores com atuação nesta área.
Em março e maio de 2011 foram realizadas, respectivamente, a oficina de integração entre UCs e a oficina de trabalho da equipe do projeto e gestores das UCs. Nos meses posteriores, foram desenvolvidas oficinas de capacitação com cada conselho consultivo das UCs envolvidas no projeto, as quais foram divididas em três etapas: Modulo I, Modulo II e Enriquecimento Prático. No total, participaram das oficinas 286 pessoas, entre conselheiros, gestores, equipe do projeto e convidados.
Nos dois primeiros módulos de capacitação, participaram os representantes do conselho consultivo de cada UC, considerando titulares e suplentes. Destaca-se que os temas trabalhados nas oficinas foram demandados pelos conselheiros e gestores das UCs, a partir de seus anseios e necessidades de aprofundar o conhecimento sobre determinada área e mediante análise da situação atual do conselho. As principais temáticas sugeridas para as oficinas estiveram voltadas, principalmente, ao funcionamento do conselho gestor, papel do conselheiro e ferramentas de um conselho; histórico e aspectos gerais da UC; legislação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC); plano de manejo; e experiências de sucesso em zonas de amortecimento e conselhos de UCs.
A análise das demandas revelou que as principais dificuldades dos conselhos envolvem a participação, sendo esta relacionada à pouca motivação das instituições em participar das atividades do conselho; seguida de comunicação e informação, principalmente, pela falta de integração e comunicação entre os conselheiros e destes com pessoas externas ao conselho. Destacam-se ainda, dificuldades na representatividade dos conselheiros, em relação a sua atuação de elo entre o conselho e os membros de sua instituição ou grupo de interesse; e institucionalização, envolvendo dificuldades do conselho, como por exemplo, de conciliar as atividades profissionais com a função de conselheiro, e dos órgãos gestores das UCs (quadro funcional reduzido, entraves burocráticos e dificuldades financeiras).
A partir dos módulos realizados, os conselheiros construíram planos de trabalho e/ou ação, destinados ao fortalecimento dos conselhos, com previsão de implementação ainda no primeiro semestre de 2012, com auxílio e acompanhamento do projeto. Dentre as ações demandadas, a Apremavi vai contribuir, especialmente, na produção de materiais informativos, realização de visitas de integração entre UCs, organização de reuniões comunitárias para a aproximação com a UC, dentre outras ações.
Em julho de 2012 será realizado um seminário para a socialização e avaliação das atividades realizadas, em que serão convidados os conselheiros e gestores das 06 UCs, além de parceiros do projeto, professores e acadêmicos interessados.
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25/08/2011 | Notícias
Nos dias 18 e 19 de agosto de 2011, a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) promoveu a Oficina de Capacitação do Conselho Consultivo do Parque Nacional (PARNA) das Araucárias, em Ponte Serrada (SC). O evento contou com a participação de 28 pessoas, entre eles, os conselheiros do Parque, palestrantes e convidados. A moderação foi realizada por Dailey Fischer.
A oficina teve como objetivo discutir e entender as formas de envolvimento do conselho na utilização do Plano de Manejo da UC, e discutir como fortalecer os processos de tomada de decisão do conselho.
Na manhã do primeiro dia, a abordagem esteve voltada à discussão do Plano de Manejo, legislação e conceitos relacionados a Unidades de Conservação (UCs). Deste modo, foram realizados trabalhos em grupos com os conselheiros para a problematização e construção coletiva de conceitos relacionados às UCs, seguida da comparação com as informações trazidas pela legislação e análise dos grupos.
À tarde, Marcos Alexandre Danieli, Técnico Ambiental da Apremavi, apresentou o processo de elaboração do Plano de Manejo do PARNA . Em continuidade, Juliano Rodrigues Oliveira, chefe do PARNA das Araucárias, apresentou os principais aspectos do Plano de Manejo, focando nos objetivos específicos, zoneamento, planejamento e ações previstas.
Visando a integração e socialização de informações entre conselhos de UCs, o Sr. Ademar Franciscon, morador da zona de amortecimento do Parque Estadual Fritz Plaumann, em Concórdia/SC, e conselheiro desta UC, representando a Associação dos Vizinhos do Parque (AVIPE), relatou como sentiu a criação da UC na região, os pontos positivos e negativos, como se envolveu na criação e implantação e que mudanças percebeu com a criação do Parque. Também participou da conversa, Rafael Leão, da Equipe Co-Gestora do Parque Estadual Fritz Plaumann (Ecopef).
Na sequência, Neiva Dalla Vechia e Leila Tirelli, da Epagri de Ponte Serrada, relataram algumas atividades ecológicas e experiências de sucesso realizadas nas comunidades vizinhas do PARNA das Araucárias, destacando o potencial de agregação de valor aos produtos comercializados pela proximidade com o Parque.
No segundo dia, Laci Santin, representante da Coordenação Regional do ICMBio (CR-9), abordou sobre o papel do conselho, sua importância no processo de tomada de decisão e as principais ferramentas utilizadas para os trabalhos com o conselho.
Junto à oficina de capacitação do conselho, foi realizada a 3ª reunião ordinária do conselho consultivo do PARNA das Araucárias, coordenada pelo chefe desta UC, Juliano Rodrigues Oliveira. Destaca-se nesta reunião a eleição do Vice-Presidente e do 1º e 2º Secretários Executivos do conselho, a composição das Comissões Permanentes e Moção elaborada pelo conselho, a ser enviada ao ICMBio solicitando o aumento do quadro de servidores para o PARNA, visando auxiliar na gestão desta UC.
Segundo Juliano, o Conselho é o principal mecanismo pelo qual a sociedade pode participar da gestão da UC. Assim, há mais transparência, divisão de responsabilidades e os objetivos da unidade podem ser alcançados mais rapidamente, assim como a comunidade garante que suas posições sejam ouvidas pela equipe de gestão do parque.
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15 de setembro de 2011- Em tempo:
Nota de Esclarecimento
Senhores Leitores,
Tendo em vista o significativo número de pessoas que acessam o site da APREMAVI em busca de informações ambientais atualizadas e com o intuito de esclarecer os leitores sobre alguns comentários com informações parciais e distorcidas, lá publicados, os quais envolvem o Parque Nacional das Araucárias, venho, na qualidade de servidor público e gestor do referido Parque, prestar alguns esclarecimentos:
Em primeiro lugar, é louvável a preocupação manifestada em alguns comentários quanto à efetiva implantação do parque. Sobre a alegada morosidade, especialmente quanto aos processos de aquisição ou desapropriação de terras inseridas no parque, esclareço que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, segue rigorosamente os trâmites legais previstos para essas aquisições ou desapropriações. Informo ainda que há em andamento quase duas dezenas de processos administrativos tratando das devidas indenizações, e, inclusive, já existe uma parcela dos recursos depositada aguardando que esses processos sejam concluídos. As avaliações do valor a ser pago pelas terras estão sendo feitas pelo justo valor de mercado, conforme determina a legislação que rege a matéria.
Por outro lado, a implantação de um parque nacional não se resume à indenização de terras. Seu objetivo maior é a proteção da biodiversidade, o que já está ocorrendo, apesar de ainda restar muito a ser realizado neste sentido. O fato é que o ICMBio, com o apoio de diversas organizações e pessoas da comunidade já vem alcançando importantes avanços na implementação do Parque. Outros objetivos importantes para uma unidade de conservação também são foco de atenção da administração. As pesquisas científicas, por exemplo, já ocorrem em número significativo, e sempre com viés nitidamente de apoio à conservação, como determina a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
Além disso, avançamos muito no processo de gestão participativa do parque. Mais de 20 instituições da região (Prefeitura, Câmara de Vereadores, sindicatos, ONGs locais, órgãos públicos, comunidades, associações diversas…) participam do conselho consultivo do Parque Nacional das Araucárias. Inclusive alguns proprietários, os quais representam, por escolha entre eles, todos os outros. Estes são os maiores fiscais da seriedade do trabalho que está sendo realizado.
Na última assembleia do conselho, ocorrida em Ponte Serrada no mês de agosto de 2011, foram escolhidos vice-presidente e dois secretários executivos do conselho. E foram formadas três Câmaras técnicas e um Grupo de Trabalho, para tratar de diversas questões ligadas ao parque e à comunidade.
Sobre a preocupação quanto à legalidade (ou caducidade) dos atos constitutivos do parque é, felizmente, infundada, como já foi esclarecido mais de uma vez. Decretos de criação de unidades de conservação não caducam. Apenas muda a forma como o ente público terá que negociar a desapropriação das áreas. Portanto, apenas uma mudança no modo de encaminhar os processos de desapropriação, sempre de acordo com os ditames legais.
Sobre a APREMAVI é importante esclarecer que essa organização sem fins lucrativos de interesse público (OSCIP) apenas opera, em parceria com o ICMBio e outras instituições, projetos que contribuem para a implantação do parque nacional, não respondendo por ele. Quem responde legalmente pela gestão do parque é o Ministério do Meio Ambiente, através do ICMBio, órgão federal criado em 2007.
Para mais informações, críticas e sugestões, qualquer pessoa interessada pode entrar em contato com o chefe do Parque Nacional das Araucárias, pelo e-mail juliano.oliveira@icmbio.gov.br, pelo telefone (46) 3262-5099, ou no endereço da sede regional do ICMBio: rua Doutor Beviláqua, 863, centro, Palmas/PR.
Sugiro ainda que se consulte os seguintes atos legais, PLENAMENTE VIGENTES:
Decreto de criação do Parque Nacional das Araucárias
Portaria de nomeação do chefe do Parque Nacional das Araucárias
Portaria de criação do Conselho Consultivo do Parque Nacional das Araucárias
Portaria do Plano de Manejo do Parque Nacioonal das Araucárias
Palmas (PR), 15 de setembro de 2011.
Juliano Rodrigues Oliveira
Analista Ambiental
Chefe do Parque Nacional das Araucárias/SC
12/07/2011 | Notícias
No dia 1º de julho a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), recebeu a visita da turma de Gestão Ambiental do IFC de Passo Fundo (RS). O objetivo da visita foi o de fundamentar os conhecimentos na disciplina de Produção de Essências Florestais ministrada pelo Professor Alvaro Valente Caçola.
A turma foi recebida pelo Presidente da Apremavi, Edegold Schäffer, e pelo o Engenheiro Florestal, Leandro Casanova, que apresentaram a instituição e foram à campo conhecer a sistemática de produção de mudas nativas do viveiro Jardim das Florestas.
Os estudantes conheceram uma área que foi recuperada com espécies nativas há seis anos. A recuperação seguiu os preceitos da sucessão ecológica, ou seja, espécies pioneiras, intermediárias e clímax. Essa metodologia usada pela Apremavi é muito importante quando se fala de espécies nativas. Pois as espécies secundárias e nobres precisam da sombra das espécies pioneiras para se desenvolverem. A área hoje se encontra em estágio bem avançado de sucessão. Também foi mostrado o potencial econômico de algumas espécies nativas, destacando-se a araucária, a canafístula, a canjerana entre outras.
Conheceram também o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica, antiga fecularia, que foi transformada em Unidade de Conservação (UC) e que vem sendo administrado pela Apremavi. No Parque são feitos trabalhos de educação ambiental, e os visitantes podem percorrer a Trilha da Lontra e a Trilha do Quati. Os estudantes passaram pela Trilha do Quati, que rodeia o rio Dona Luiza, chegando à cachoeira Perau do Gropp, que possui 41 metros de queda livre. Apesar do mal tempo, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer as belezas naturais existentes no interior do Parque. Com destaque para a cachoeira, que é considerada uma das mais lindas de toda região do Alto Vale do Itajaí.
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28/06/2011 | Notícias
Nos dias 10 e 11 de junho, Atalanta (SC) recebeu a visita dos alunos do curso de bacharelado em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Acompanhados pela Profª. Drª. Vera Maria Favila Miorin, a turma foi recepcionada pelo Presidente da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) Edegold Schäffer, com um delicioso café colonial na propriedade Paraíso das Trutas.
O objetivo da visita foi conhecer a organização diferenciada das propriedades rurais, enfatizando o cultivo agroecológico de alguns produtores, bem como o turismo rural que é atendido pelo Projeto Acolhida na Colônia.
Durante a visita, os alunos conheceram o viveiro de mudas nativas Jardim das Florestas da Apremavi, observaram o processo de produção de mudas nativas desenvolvido pela entidade, bem como tiveram uma explanação sobre o histórico da Associação.
Além da visita à Apremavi, os alunos conheceram a propriedade da família Berschinock e sua produção agroecológica de morangos e geleias, bem como conheceram a Agroindústria de Conservas Atalanta, podendo visualizar experiências empreendedoras que envolvem os produtores familiares locais e movimentam a economia do município.
Durante a estada no município de Atalanta, os estudantes também assistiram à uma palestra no anfiteatro da Secretaria de Turismo do município, sobre a criação da Unidade de Conservação Municipal, o Parque Natural Municipal da Mata Atlântica e percorram a trilha ecológica Caminho da Lontra, a fim de conhecer o principal atrativo do parque, a cachoeira Perau do Gropp, local que encantou toda a turma. A cachoeira tem 41 metros de queda livre envolta por vegetação.
A despedida, foi uma visita à uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do município e, de acordo com os alunos da UFSM, com a certeza as experiências vivenciadas contribuirão com futuras atividades de planejamento rural no decorrer de nossas atuações como geógrafos profissionais.
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